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	<title>escândalo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>escândalo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mamata: Hugo Motta e suas três funcionárias fantasmas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 07:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[escândalo]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
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					<description><![CDATA[Não se importa: presidente da Câmara mantém em seu gabinete servidoras com atividades incompatíveis com a função pública. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), mantém em seu gabinete três funcionárias fantasmas, com atividades incompatíveis com o exercício do cargo público. Lotadas como secretárias parlamentares, as servidoras — uma fisioterapeuta, uma estudante de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-29b6ed12c0f81c616e430c1a56f03b25">Não se importa: presidente da Câmara mantém em seu gabinete servidoras com atividades incompatíveis com a função pública.</h4>



<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), mantém em seu gabinete três funcionárias fantasmas, com atividades incompatíveis com o exercício do cargo público. Lotadas como secretárias parlamentares, as servidoras — uma fisioterapeuta, uma estudante de medicina e uma assistente social vinculada à prefeitura de João Pessoa (PB) — ocupam cargos que exigem dedicação exclusiva de 40 horas semanais e proíbem o acúmulo com outras funções públicas.</p>



<p>As irregularidades foram reveladas nesta terça-feira (15/7) por reportagens do portal Metrópoles e da Folha de S.Paulo, que acompanharam a rotina das servidoras, acessaram documentos oficiais e cruzaram informações com dados de instituições públicas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rotinas incompatíveis com o cargo</h4>



<p>A fisioterapeuta Gabriela Pagidis, de 30 anos, atua em duas clínicas no Distrito Federal: às segundas e quartas-feiras em tempo integral no Instituto Costa Saúde, na Asa Norte, e às terças e quintas à tarde no Centro Clínico Bandeirantes.</p>



<p>A informação foi confirmada pelas próprias clínicas. Mesmo com essa agenda cheia, ela está lotada desde 2017 no gabinete de Hugo Motta como secretária parlamentar. Neste período, já recebeu mais de R$ 800 mil da Câmara dos Deputados.</p>



<p>A reportagem do Metrópoles também verificou que Gabriela frequenta academia em horários que deveria estar trabalhando na Câmara e compartilha sua rotina nas redes sociais. Em um processo judicial anterior, ela se apresentou como desempregada.</p>



<p>A estudante de medicina Louise Lacerda, filha de um ex-vereador aliado de Motta, está matriculada em curso integral na Faculdade Nova Esperança, em João Pessoa. Mesmo assim, figura na folha de pagamento da Câmara desde 2018.</p>



<p>Já Monique Magno, também de João Pessoa, é funcionária da prefeitura municipal como assistente social desde 2021, com jornada de 30 horas semanais. A Câmara não permite o acúmulo com outro cargo público.</p>



<h4 class="wp-block-heading">R$ 112 mil em 2025</h4>



<p>Segundo apuração da Folha, as três funcionárias já receberam juntas R$ 112 mil em 2025, somando salários, gratificações e auxílios pagos com recursos públicos. Após ser procurado pela imprensa, Motta determinou o desligamento de Louise e Monique, mas as exonerações ainda não foram publicadas no boletim da Câmara.</p>



<p>A assessoria de Motta afirmou ao jornal que “preza pelo cumprimento rigoroso das obrigações dos funcionários”, inclusive os que atuam remotamente, e se negou a apresentar qualquer registro de frequência ou documentação que comprove a atuação das servidoras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ex-sogra do pai também recebe salário público</h4>



<p>Outro nome ligado ao gabinete é o de Maria do Carmo Brito, ex-sogra do pai de Hugo Motta, o prefeito de Patos (PB), Nabor Wanderley. Ela está nomeada desde 2020 como assessora parlamentar e recebe R$ 2.900 de salário, além de R$ 1.800 em auxílios. Em 2021, contudo, declarou à Justiça estar desempregada para justificar um pedido de usucapião de imóvel. A informação surpreendeu até políticos da cidade natal de Motta.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Críticas à fiscalização e uso de cargos políticos</h4>



<p>O escândalo reforça críticas antigas ao uso de cargos comissionados para fins pessoais e políticos no Congresso Nacional. A ausência de ponto biométrico e a falta de controle sobre a jornada dos secretários parlamentares alimentam um sistema propício ao empreguismo e ao desvio de finalidade dos recursos públicos.</p>



<p>O caso também levanta questionamentos sobre a fiscalização interna da Câmara e o papel da Presidência da Casa — ocupada justamente por Motta — na garantia de transparência administrativa.</p>
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		<title>O lawfare praticado por Pedro Guimarães na tentativa de ocultar o escândalo da Caixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 08:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[escândalo]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae)]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Datagênio]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal GGN]]></category>
		<category><![CDATA[lawfare]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Nassif]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Eugênio Beneduzzi Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Guimarães]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso foi relatado durante o programa TVGGN da última sexta-feira (24/11). Assista A ex-consultora jurídica e ouvidora da Caixa Econômica Federal e ativista de direitos humanos, Isabel Gomes, contou ao jornalista Luís Nassif o caso estarrecedor de lawfare praticado pelo ex-presidente da instituição, Pedro Guimarães, a fim de mascarar as denúncias de assédio. O relato [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-611d50abc1bcc2e72c4dbad48bbd0b0c">Caso foi relatado durante o programa TVGGN da última sexta-feira (24/11). Assista</h2>



<p>A ex-consultora jurídica e ouvidora da <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">Caixa Econômica Federal</a> e ativista de direitos humanos, Isabel Gomes, contou ao jornalista Luís Nassif o caso estarrecedor de lawfare praticado pelo ex-presidente da instituição, <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=pedro+guimar%C3%A3es">Pedro Guimarães</a>, a fim de mascarar as denúncias de assédio. O relato foi exibido no programa <a href="https://jornalggn.com.br/">TVGGN</a> 20h de sexta-feira (24/11).</p>



<p>A vítima de Pedro Guimarães foi Pedro Eugênio Beneduzzi Leite, ex-presidente da <a href="https://www.fenae.org.br/portal/fenae-portal/">Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae)</a> e fundador do Instituto Datagênio. Antes do escândalo vir à tona, Eugênio, infelizmente, faleceu.</p>



<p><em>“A minha relação com esse caso especificamente foi muito grande, porque o meu marido era um líder sindical importante na Caixa, ele já estava aposentado e tinha um instituto de pesquisa, o Datagênio. O Pedro Eugênio se relacionava demais com o público da Caixa, tinha 15 mil seguidores nas redes sociais. Nos primeiros meses do governo nefasto [de Jair Bolsonaro], ele começou a receber denúncias dessas pessoas com as quais interagia, os empregados. Então, ele começou a escrever de maneira informal, chamando atenção [para esses casos]”</em>, contou Isabel.</p>



<p><em>“Isso incomodou Pedro Guimarães, que entrou com uma ação contra o Eugênio, pedindo uma indenização milionária. Houve uma pena cominatória de 10 mil reais por cada post que o Eugênio mencionasse o Pedro Guimarães ou a Caixa. Essa ação correu em segredo de Justiça e conseguiu constranger o Eugênio de forma que ele tinha que parar de falar e dá a entender que não havia mais denúncias contra a empresa”</em>, acrescentou.</p>



<p><em>“Foi uma série de golpes, um verdadeiro lawfare que Eugênio sofreu. Ele, infelizmente, veio a falecer e a ação acabou extinta. Mas, depois, o Guimarães caiu exatamente pelas denúncias que o Eugênio já fazia no início de 2019 e não iam para frente, porque o clima de terror do governo Bolsonaro fazia com que todos se calassem”</em>, completa Isabel.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assista a íntegra da entrevista a partir dos 27 minutos:</h4>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="CAIXA e ESTADÃO: O ASSÉDIO NAS EMPRESAS | TVGGN 20 Horas (24/11/23)" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/WFJv8JNtVFE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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