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	<title>Escala 7 x 1 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Escala 7 x 1 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Entidades patronais atacam o fim da escala 6×1 com carta e apoio de alguns senadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 7 x 1]]></category>
		<category><![CDATA[Patrões assinam cata 7 x 1]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta encampada por senadores da oposição quer inviabilizar a mudança da escala e da jornada de trabalho aprovadas na Câmara e conta com apoio de Fiesp, Cacb, CNA, CNC, CNI e CNT Senadores da oposição tentam a todo custo inviabilizar os avanços obtidos na Câmara dos Deputados com a aprovação da PEC (Proposta de Emenda [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1f985a54be01a3e0811b1f6db905624e">Proposta encampada por senadores da oposição quer inviabilizar a mudança da escala e da jornada de trabalho aprovadas na Câmara e conta com apoio de Fiesp, Cacb, CNA, CNC, CNI e CNT</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Senadores da oposição tentam a todo custo inviabilizar os avanços obtidos na Câmara dos Deputados com a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que põe fim à escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais. O senador Rogério Marinho (PL-RN) encabeça uma outra&nbsp;<a href="https://vermelho.org.br/2026/05/29/bolsonaristas-no-senado-tentam-enfraquecer-fim-da-escala-6x1/">PEC (12/26)</a>&nbsp;para estabelecer “horário flexível” e impor que a livre negociação se sobreponha à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lidera uma carta junto a confederações em apoio à proposta bolsonarista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento tem como signatários a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB); a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); a Confederação Nacional do Comércio (CNC); a Confederação Nacional da Indústria (CNI); e a Confederação Nacional do Transporte (CNT).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Senadores que assinam escala 7 x 0:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 12/26, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), reuniu dezenove assinaturas originais e dezoito requerimentos de adição, totalizando 37 signatários. A proposta busca flexibilizar as jornadas de trabalho mediante negociação entre empregado e empregador. Parlamentares que assinaram a matéria:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rogerio Marinho (PL/RN),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Damares Alves (REPUBLICANOS/DF),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eduardo Girão (NOVO/CE),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Laércio Oliveira (PP/SE),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hamilton Mourão (REPUBLICANOS/RS),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Plínio Valério (PSDB/AM),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos Rogério (PL/RO),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hermes Klann (PL/SC),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luis Carlos Heinze (PP/RS),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Magno Malta (PL/ES),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Astronauta Marcos Pontes (PL/SP),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Wilder Morais (PL/GO),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jaime Bagattoli (PL/RO),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Bolsonaro (PL/RJ),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Styvenson Valentim (PODEMOS/RN),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ciro Nogueira (PP/PI),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tereza Cristina (PP/MS),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Portinho (PL/RJ), S</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dr. Hiran (PP/RR),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eduardo Gomes (PL/TO),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcio Bittar (PL/AC),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lucas Barreto (PSD/AP),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sergio Moro (PL/PR),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Angelo Coronel (REPUBLICANOS/BA),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos do Val (AVANTE/ES),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Efraim Filho (PL/PB),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dra. Eudócia (PSDB/AL),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vanderlan Cardoso (PSD/GO),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Izalci Lucas (PL/DF),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roberta Acioly (REPUBLICANOS/RR),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sérgio Petecão (PSD/AC),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperidião Amin (PP/SC),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Wellington Fagundes (PL/MT),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jayme Campos (UNIÃO/MT),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nelsinho Trad (PSD/MS),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Viana (PSD/MG),</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oriovisto Guimarães (PSDB/PR)</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Farsa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A carta assinada pelas entidades patronais estabelece uma argumentação nociva à classe trabalhadora e à sociedade brasileira, pois adota um sentido de que parte da população não gosta de trabalhar. O título do texto é: “<em>Uma carta para o Brasil que acorda cedo”.</em> Ou seja, insinua que os mais de 70% da população brasileira que apoia o fim da escala 6×1 despreza o esforço para o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conteúdo do texto pede apoio explícito à PEC 12, chamada de Trabalho Flexível. É dito: “Quer trabalhar menos horas por dia para conseguir estudar ou cuidar dos filhos? Você pode. Quer trabalhar mais em dezembro, quando o movimento está lá em cima, para entrar o ano sem dívida? Também dá.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A farsa defendida pelas entidades diz que os direitos da CLT seriam mantidos nesse novo sistema, porém omite que o pagamento por hora trabalhada representará, invariavelmente, rebaixamento dos salários e um convite a abusos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece, pois querem que os empregados negociem diretamente com os empregadores, sem uma garantia de jornada e de proteção sobre o que foi acordado. Em um país em que o&nbsp;trabalho escravo insiste em persistir,&nbsp;chama a atenção que grandes entidades se exponham ao apoiar tal medida que relativiza relações de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto da PEC de Flávio Bolsonaro e Marinho não deixa dúvidas. Está escrito nele que deve prevalecer “o disposto em contrato individual de trabalho sobre os instrumentos de negociação coletiva”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais evidente do que isso, só a desfaçatez em apoiar tal condição e ainda dizer que todos os direitos estarão garantidos, como falseia a carta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A justificativa patronal contra o fim da escala 6×1, como aprovada na Câmara, é de que a iniciativa é engessada e aumentará custos. Neste ponto, o documento apela ao terrorismo argumentativo ao dizer que a escala 5×2 e a redução da jornada para 40 horas semanais representarão aumento de preços para a população em produtos e serviços. Essa é uma ameaça velada, espalhada sem estimar valores, que antecipa uma ação que essas entidades podem vir a tomar, sendo necessária ou não, por oportunismo e para se contrapor a um avanço para a vida dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diversos estudos que comprovam que os benefícios em escalas e jornadas de trabalho menores são compartilhados tanto por funcionários quanto por patrões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a carta endereçada aos senadores e senadoras, com apoio de mais de mil entidades, segundo a Fiesp, fecha os olhos para esse debate. Assim, o texto finaliza com o pedido para que “deixem o brasileiro escolher o seu próprio caminho”, ignorando que de fato ele já foi escolhido e demonstrado em&nbsp;audiências públicas,&nbsp;manifestações, plebiscitos e, por fim, pelo apoio maciço obtido na Câmara dos Deputados.</p>
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