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	<title>Erika Hilton &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Erika Hilton &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>PEC que propõe fim da jornada 6×1 avança na Câmara</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pec-que-propoe-fim-da-jornada-6x1-avanca-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 07:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)]]></category>
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		<category><![CDATA[Fim da Escala 6 x 1]]></category>
		<category><![CDATA[PEC (Proposta de Emenda Constitucional)]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório foi aprovado de forma unânime pela CCJ e agora segue para análise em comissão especial. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu um passo importante na tramitação da proposta que pretende acabar com a jornada 6×1 — quando o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Relatório foi aprovado de forma unânime pela CCJ e agora segue para análise em comissão especial.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu um passo importante na tramitação da proposta que pretende acabar com a jornada 6×1 — quando o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um. O colegiado aprovou o parecer favorável à admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que agora segue para análise em comissão especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório, apresentado pelo deputado Paulo Azi (União-BA), foi aprovado de forma unânime em votação simbólica. A deliberação havia sido adiada anteriormente após pedido de vista da oposição, mas foi retomada após o feriado de Tiradentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta etapa, a CCJ avaliou apenas se a proposta está de acordo com a Constituição — sem discutir o conteúdo em si. Ou seja, o mérito da mudança, incluindo os impactos do fim da escala 6×1, ainda será debatido nas próximas fases.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que propõem as PECs</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Duas propostas foram reunidas por tratarem do mesmo tema: uma do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e outra da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). Ambas sugerem mudanças na jornada de trabalho no país, com redução da carga semanal e ampliação dos períodos de descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os textos discutem modelos com jornadas de 36 ou 40 horas semanais. Além disso, o relator sugeriu uma transição gradual, reduzindo a carga atual de 44 horas semanais de forma progressiva — com diminuição de uma hora por ano ao longo de quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a aprovação na CCJ, a proposta será analisada agora por uma comissão especial, onde o mérito será discutido e poderão ser feitas alterações. Esse colegiado terá um prazo mínimo de dez sessões antes de votar um novo parecer, embora o ritmo possa ser acelerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se avançar, a PEC ainda precisará passar pelo plenário da Câmara, onde são necessários ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos. Em seguida, o texto segue para o Senado, onde também precisa ser aprovado em duas votações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o envio de um projeto de lei pelo governo sobre o tema, a Câmara decidiu priorizar a tramitação da PEC. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), justificou a escolha afirmando que uma mudança constitucional oferece mais segurança jurídica e permite um debate mais amplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fim da jornada 6×1 ainda enfrenta resistência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do avanço, o tema ainda enfrenta resistências. Parlamentares da oposição têm evitado se posicionar diretamente contra o fim da escala 6×1, mas defendem ajustes no texto, especialmente para reduzir possíveis impactos econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as propostas em discussão estão a ampliação do período de transição e a inclusão de demandas do setor produtivo. Também há divergências sobre quem deve assumir a relatoria na comissão especial, com parte dos deputados defendendo um nome mais ao centro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Críticas também surgiram quanto à velocidade da tramitação e à falta de debate mais aprofundado até o momento. Ainda assim, a tendência é que o texto avance, com negociações sendo feitas ao longo das próximas etapas.</p>
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		<title>Fim da escala 6×1 vai à votação na Câmara; Motta e centrão articulam manobra, diz idealizador da proposta</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fim-da-escala-6x1-vai-a-votacao-na-camara-motta-e-centrao-articulam-manobra-diz-idealizador-da-proposta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 08:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[centrão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Erika Hilton]]></category>
		<category><![CDATA[escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Rick Azevedo]]></category>
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					<description><![CDATA[PEC voltará a ser analisada pela CCJ hoje (22/4) após pedido de vista por parlamentares de extrema-direita; oposição quer implementação do fim da escala 6&#215;1 somente em 2031. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados retoma nesta quarta-feira (22) a análise das propostas que tratam do fim da escala 6×1, após [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">PEC voltará a ser analisada pela CCJ hoje (22/4) após pedido de vista por parlamentares de extrema-direita; oposição quer implementação do fim da escala 6&#215;1 somente em 2031.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da <a href="https://www.camara.leg.br/" data-type="link" data-id="https://www.camara.leg.br/">Câmara dos Deputados</a> retoma nesta quarta-feira (22) a análise das propostas que tratam do fim da escala 6×1, após o adiamento provocado por um pedido de vista coletivo articulado por parlamentares bolsonaristas na semana passada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão ocorre em meio a uma disputa política intensa sobre o ritmo da mudança na jornada de trabalho no Brasil — e sob denúncias de que o Centrão e bolsonaristas tentam desidratar a proposta com uma transição longa, que empurraria a implementação total para 2031.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer em análise, do relator Paulo Azi (União-BA), é favorável à admissibilidade das propostas, ou seja, reconhece que os textos são constitucionais e podem avançar na tramitação. No entanto, mesmo sem tratar do mérito, o relatório já sinaliza a defesa de uma transição gradual — ponto que virou foco de críticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Manobra para adiar direitos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O vereador carioca Rick Azevedo, idealizador da proposta que inspirou a PEC apresentada por Erika Hilton (PSOL-SP), denunciou publicamente uma articulação liderada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, junto ao Centrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Amanhã teremos mais um passo importante na CCJ e já tem articulação clara do Hugo Motta e sua trupe alinhada com interesses empresariais tentando empurrar uma transição longa. Mas eles não vão conseguir, porque vamos pra cima!”, <a href="https://x.com/rickazzevedo/status/2046760368362459464?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2046760368362459464%7Ctwgr%5E069f16f2a65377adadcc880669d6998c5ede5635%7Ctwcon%5Es1_&amp;ref_url=https%3A%2F%2Frevistaforum.com.br%2Fpolitica%2Fescala-6x1-votacao-manobra%2F" data-type="link" data-id="https://x.com/rickazzevedo/status/2046760368362459464?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2046760368362459464%7Ctwgr%5E069f16f2a65377adadcc880669d6998c5ede5635%7Ctwcon%5Es1_&amp;ref_url=https%3A%2F%2Frevistaforum.com.br%2Fpolitica%2Fescala-6x1-votacao-manobra%2F">afirmou em publicação no X</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="336" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/rick.png" alt="" class="wp-image-67727" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/rick.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/rick-300x168.png 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/rick-150x84.png 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/rick-20x11.png 20w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica central é à tentativa de estabelecer um prazo de até cinco anos para implementação completa do fim da escala 6×1 — o que, na prática, adiaria a mudança para 2031.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Azevedo, a proposta desvirtua o objetivo original da medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quem vive nessa escala precisa de mudança agora, não daqui a anos. E é por isso que 1º de maio é nas ruas. É pressão organizada, é mostrar que essa pauta não volta pra gaveta.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Manobra da direita e atraso na votação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A retomada da análise ocorre após uma manobra da oposição. Na semana passada, deputados como Bia Kicis (PL-DF) e Lucas Redecker (PSD-RS) pediram vista coletiva logo após a leitura do parecer favorável, adiando a votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi interpretada por parlamentares governistas como uma estratégia para esfriar o debate e abrir espaço para pressão de setores empresariais contrários à mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o relatório atestando a constitucionalidade das propostas — incluindo a PEC de Erika Hilton e a do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) —, o avanço foi temporariamente travado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que está em jogo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As propostas em discussão tratam de mudanças profundas na jornada de trabalho:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A PEC de Erika Hilton propõe jornada de quatro dias por semana (escala 4×3)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A PEC de Reginaldo Lopes prevê redução para 36 horas semanais com transição de até 10 anos</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende jornada de 40 horas semanais e escala 5×2, sem redução salarial</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a CCJ analise apenas a constitucionalidade, o relatório de Azi já sugere uma transição gradual e possíveis compensações ao setor produtivo — sinalizando o caminho que pode ser adotado nas próximas fases.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Boulos critica adiamento para 2031</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de empurrar a implementação para daqui a cinco anos também foi alvo de críticas do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, <a href="https://www.instagram.com/p/DXHkZM6ES_C/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DXHkZM6ES_C/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==">Guilherme Boulos</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, a proposta de transição longa atende mais aos interesses econômicos do que às necessidades da população trabalhadora, que enfrenta jornadas exaustivas atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É inaceitável que se estabeleça um período de transição de 5 anos para o fim da Escala 6X1 e a redução da jornada de trabalho. Os trabalhadores brasileiros têm pressa. Por isso, nosso governo decidiu enviar o PL em regime de urgência para acabar com a 6X1 ainda em 2026. Esta é a luta!”, disse Boulos na última semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica reforça a avaliação de que há uma tentativa de esvaziar o impacto da medida, transformando uma demanda urgente em um processo diluído ao longo dos anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="330" height="492" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/boulos.png" alt="" class="wp-image-67728" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/boulos.png 330w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/boulos-201x300.png 201w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/boulos-101x150.png 101w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/boulos-20x30.png 20w" sizes="(max-width: 330px) 100vw, 330px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Disputa com o governo Lula</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A retomada da votação ocorre sob pressão do governo Lula, que decidiu entrar diretamente no debate e apresentou um projeto próprio com urgência constitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa do Executivo, que prevê a redução imediata da jornada para 40 horas semanais e adoção da escala 5×2, foi interpretada por aliados como uma tentativa de acelerar a pauta diante da lentidão no Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já setores da Câmara, liderados por Motta, buscam manter o protagonismo da proposta via PEC — movimento que, segundo críticos, também abre espaço para alterações que enfraqueçam o alcance da medida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Próximos passos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Se aprovado na CCJ, o texto seguirá para uma comissão especial, onde o mérito será debatido antes de eventual votação no plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, cresce a mobilização social e política em torno do tema. Movimentos sociais, partidos políticos e sindicatos organizam, para o próximo 1º de maio, Dia Internacional do Trabalhador, uma grande mobilização, com manifestações em todo o Brasil, pelo fim da escala 6×1.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Assista o vídeo de Erika Hilton que destrói a fake news do pix</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/assista-o-video-de-erika-hilton-que-destroi-a-fake-news-do-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2025 09:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Erika Hilton]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputada alcança mais de 50 milhões de visualizações em questão de horas A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) publicou um vídeo em resposta à narrativa de Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre as fake news relacionadas à portaria da Receita Federal sobre o Pix. A publicação de Erika Hilton já acumula mais de 50 milhões de visualizações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Deputada alcança mais de 50 milhões de visualizações em questão de horas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada federal <a href="https://www.instagram.com/p/DE-RJ_BRTdB/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DE-RJ_BRTdB/">Erika Hilton</a> (PSOL-SP) <a href="https://www.instagram.com/reel/DE-RJ_BRTdB/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/reel/DE-RJ_BRTdB/">publicou um vídeo</a> em resposta à narrativa de Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre as fake news relacionadas à portaria da Receita Federal sobre o Pix.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação de Erika Hilton já acumula mais de 50 milhões de visualizações no <a href="https://www.instagram.com/p/DE-RJ_BRTdB/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DE-RJ_BRTdB/">Instagram</a> e mais de 18 milhões no <a href="https://x.com/ErikakHilton/status/1880650074365247747?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Etweet" data-type="link" data-id="https://x.com/ErikakHilton/status/1880650074365247747?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Etweet">X</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hilton afirma que a fake news de que o governo cobraria imposto sobre o Pix é uma cortina de fumaça carregada de desinformação, criada para esconder os ataques da base bolsonarista contra os trabalhadores brasileiros.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Assista no <a href="https://www.instagram.com/p/DE-RJ_BRTdB/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DE-RJ_BRTdB/">Instagran</a></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Assista no <a href="https://x.com/ErikakHilton/status/1880650074365247747?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Etweet" data-type="link" data-id="https://x.com/ErikakHilton/status/1880650074365247747?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Etweet">X (Twitter)</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que o governo queria era aumentar para 5 mil reais [o limite de fiscalização] na tentativa de constranger e coibir criminosos, quadrilhas, pessoas que fazem movimentações de montantes financeiros bilionários muito acima de seus salários. E talvez seja isso que a extrema direita quer esconder. Talvez sejam esses os medos da extrema direita&#8221;, afirma Hilton.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O governo está preocupado em combater a desigualdade, promover cada vez mais políticas que consigam dar dignidade aos trabalhadores e trabalhadoras do nosso país. E talvez seja essa a outra coisa que eles queiram esconder: a sua dignidade, os seus direitos, algo que eles sempre odiaram. Porque, para que os super ricos continuem aqui em cima, é preciso que os trabalhadores e os super pobres continuem produzindo toda essa riqueza. E esse sim é o verdadeiro interesse da extrema direita&#8221;, conclui a parlamentar.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="COMPARTILHE A VERDADE" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/b7bK5oOCnkE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nikolas-ferreira-todas-as-vezes-em-que-o-deputado-votou-contra-os-trabalhadores/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/nikolas-ferreira-todas-as-vezes-em-que-o-deputado-votou-contra-os-trabalhadores/">Nikolas Ferreira: todas as vezes o deputado votou contra os trabalhadores</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>PEC que acaba com escala 6&#215;1 e reduz jornada de trabalho para quatro dias semanais chega a 139 assinaturas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pec-que-acaba-com-escala-6x1-e-reduz-jornada-de-trabalho-para-quatro-dias-semanais-chega-a-139-assinaturas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 07:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abaixo-assinado]]></category>
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		<category><![CDATA[proposta de emenda constitucional (PEC)]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></category>
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					<description><![CDATA[Para ser apresentada e começar a tramitar, proposta precisa de 171 assinaturas Ganhou fôlego, na Câmara dos Deputados, a medida que prevê o fim da jornada de seis dias de trabalho para cada dia de folga, chamada de escala 6&#215;1. O texto ainda não foi formalmente protocolado porque, por se tratar de uma proposta de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Para ser apresentada e começar a tramitar, proposta precisa de 171 assinaturas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ganhou fôlego, na Câmara dos Deputados, a medida que prevê o fim da jornada de seis dias de trabalho para cada dia de folga, chamada de escala 6&#215;1. O texto ainda não foi formalmente protocolado porque, por se tratar de uma proposta de emenda constitucional (PEC), precisa de 171 assinaturas de parlamentares para começar a tramitar, mas vem ganhando maior capilaridade entre os grupos políticos. Com novas adesões obtidas nesta terça-feira (12/11), a lista de signatários subiu para 139.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós vamos procurar [os parlamentares] e dialogar com cada deputado e deputada que ainda não assinou a PEC para que assine até amanhã. E aqui eu estou falando de deputados que têm sensibilidade, que têm humanidade. Alguns ainda não assinaram e tem outros que nem adianta [buscar] porque sempre atuaram contra os trabalhadores. Tenho muita convicção de que a gente consegue essas assinaturas para protocolar esta PEC ainda esta semana e, a partir disso, [espero] que esta Casa possa votar esse tema com rapidez&#8221;, disse Guilherme Boulos (PSOL-SP), em pronunciamento feito no plenário na noite desta terça (12/11).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Câmara, a PEC é capitaneada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e partiu do movimento Vida além do trabalho (VAT), iniciado pelo vereador eleito do Rio de Janeiro (RJ) Ricardo Azevedo. O psolista iniciou uma mobilização nas redes sociais que angariou cerca de 1,5 milhão de assinaturas em prol de um abaixo-assinado pelo fim da escala atual de trabalho. O alcance do movimento fez com que a proposta chegasse ao Congresso por meio da PEC, que tem obtido assinaturas de membros de diferentes partidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na lista dos 139 apoiadores, há deputados das siglas Psol, Rede, PT, PCdoB, PDT, PSB, Solidariedade, Podemos, Avante, MDB, PSD, PSDB, União, PP, Republicanos e PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, cujo grupo político ajudou a aprovar um conjunto de medidas antitrabalhistas nos últimos anos. A PEC também já contabiliza críticos. Entre os nomes que rejeitam a proposta estão Nikolas Ferreira (PL-MG), para quem o texto foi &#8220;terrivelmente elaborado&#8221;, e lideranças da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), grupo que reúne mais de 250 deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma irresponsabilidade. Acabamos de chegar a um meio-termo em relação à desoneração da folha [de pagamento], que voltará a ser cobrada, e aí aparece uma segunda bomba&#8221;, criticou o presidente da FPE, Joaquim Passarinho (PL-PE), que nesta terça chegou a dizer também que a PEC seria &#8220;uma bomba para o Congresso&#8221;. Políticos que se opõem à PEC também tentaram mobilizar apoiadores nas redes sociais nos últimos dias, quando as menções à proposta ganharam destaque em diferentes plataformas. O principal aspecto mencionado por essa ala política é o de que a redução da jornada trazia impacto negativo na economia nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Guilherme Boulos reagiu às manifestações. &#8220;O argumento de que isso vai atacar as empresas e destruir a economia é o argumento que usavam décadas atrás ou um século atrás, quando se implementou o salário mínimo ou as férias, ou o décimo terceiro. Tudo isso de direitos foi implementado, e não se destruiu a economia. Aliás, a redução da jornada tem sido implementada em vários países do mundo sem redução da produtividade&#8221;, disse o psolista, ao afirmar ainda que a oposição à PEC é travestida de falta de alinhamento de parte do Congresso aos anseios populares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É muito fácil apontar o dedo e dizer que quem não quer trabalhar por 6&#215;1 que se demita e procure outro emprego quando se tem tempo livre com a família, como todos aqui têm. Esse ataque que está sendo feito com palavras nas redes sociais é lamentável e só mostra o preconceito, a &#8216;povofobia&#8217;, a irresponsabilidade com os trabalhadores que vários aqui têm.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conteúdo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O texto da PEC altera o artigo 7º da Constituição para inserir a previsão de jornada de trabalho de quatro dias por semana no Brasil. O texto estabelece uma &#8220;duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis horas semanais, com jornada de trabalho de quatro dias por semana, sendo facultadas a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho&#8221;. Na justificativa da PEC, Erika Hilton afirma que a proposta &#8220;reflete um movimento global em direção a modelos de trabalho mais flexíveis aos trabalhadores, reconhecendo a necessidade de adaptação às novas realidades do mercado de trabalho e às demandas por melhor qualidade de vida dos trabalhadores e de seus familiares&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É de conhecimento geral que a jornada de trabalho no Brasil frequentemente ultrapassa os limites razoáveis, sendo a escala de trabalho 6&#215;1 uma das principais causas de exaustão física e mental dos trabalhadores. A carga horária imposta afeta negativamente a qualidade de vida dos empregados, comprometendo sua saúde, bem-estar e as relações familiares. Em razão desses fatores, deve-se reavaliar as práticas de trabalho que afetam a saúde e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal&#8221;, acrescenta a deputada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso obtenha o número de 171 assinaturas e comece a tramitar, a PEC precisará passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e por uma comissão especial, à qual caberá a avaliação de mérito do texto. Na sequência, a proposta precisa ser submetida a dois turnos de votação em plenário, onde são exigidos 308 votos – o equivalente a três quintos da Casa – para que siga adiante. Caso receba aval dos deputados nas duas votações, a PEC segue para o Senado. Se for finalmente aprovada por deputados e senadores, a medida deve entrar em vigor dentro de 360 dias após sua promulgação, segundo prevê o texto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cenário</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre a PEC também chegou a outros redutos da política. No âmbito sindical, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) disse, em nota publicada nesta terça (12), que defende o conteúdo da PEC. &#8220;Avançar na proposta de redução das jornadas de trabalho sem redução salarial é reconhecer e apontar soluções para problemas históricos gerados pelo capitalismo, visto que as tecnologias sempre eliminaram empregos e a ganância dos capitalistas sempre precarizaram as relações de trabalho&#8221;, afirma a entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Atualmente, os novos arranjos de investimentos já não mobilizam a capacidade produtiva na intensidade em que precisa gerar postos de trabalho, além de dirimir padrões de trabalho tradicionalmente associados às ocupações. A redução das jornadas de trabalho contribui sobretudo no sentido de apresentar uma saída para o problema estrutural de falta de trabalho e postos de trabalhos decentes a toda força de trabalho disponível&#8221;, acrescenta o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do governo Lula, a PEC não conta com um discurso unificado. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), disse que o assunto ainda não foi foco de debate no âmbito da gestão, mas destacou que &#8220;a mudança é uma tendência no mundo todo&#8221;. De outro lado, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou, em nota publicada na segunda (11), que a medida precisaria ser negociada entre trabalhadores e empregadores. &#8220;O MTE acredita que essa questão deveria ser tratada em convenção e acordos coletivos entre empresas e empregados. No entanto, a pasta considera que a redução da jornada de 44 horas semanais é plenamente possível e saudável, diante de uma decisão coletiva&#8221;, disse, sem emitir um posicionamento mais direto em prol da medida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fim da jornada 6×1: <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/fim-da-jornada-6x1-entenda-o-que-diz-a-lei-e-qual-e-a-proposta-de-mudanca/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/fim-da-jornada-6x1-entenda-o-que-diz-a-lei-e-qual-e-a-proposta-de-mudanca/">entenda o que diz a lei e qual é a proposta de mudança</a></h4>
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