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	<title>enfrentamento à violência mulher &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Empresas são peça-chave no enfrentamento à violência de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa contra violência na mulher]]></category>
		<category><![CDATA[enfrentamento à violência mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Avaliação é de Márcio Rosa, secretário-executivo do MDIC Empresas têm um papel-chave no enfrentamento à violência contra meninas ou mulheres e devem atuar em três frentes: prevenção, intervenção e acolhimento.&#160;A avaliação foi feita nesta terça-feira (31) pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, no Rio de Janeiro. Para ele, o [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7fb43db2b7ce53e30e1933e10180e2ba">Avaliação é de Márcio Rosa, secretário-executivo do MDIC</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Empresas têm um papel-chave no enfrentamento à violência contra meninas ou mulheres e devem atuar em três frentes: prevenção, intervenção e acolhimento.</strong>&nbsp;A avaliação foi feita nesta terça-feira (31) pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, o setor produtivo também deve provocar transformações culturais necessárias para enfrentar as causas do alto número de feminicídio no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, seis mulheres são mortas por dia, de acordo com os mais recentes dados do&nbsp;<em><a href="https://sites.uel.br/lesfem/wp-content/uploads/2026/02/Relatorio-Anual-2025_27022026-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025</strong></a></em>, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina.&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/numero-de-vitimas-de-feminicidio-supera-em-38-registros-oficiais" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Ano passado, foram 2,1 mil vítimas e 4,7 mil tentativas de feminicídios</strong></a>, segundo as estatísticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a participação em evento com representantes de grandes empresas públicas e privadas, liderado pela Petrobras e pelo Banco do Brasil, o secretário-executivo afirmou que a violência de gênero não pode se restringir ao endurecimento da legislação penal, depois do fato consumado. Para ele, o foco deve ser agir antes, na prevenção, começando por estabelecer trabalho livre de violência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Das empresas, o que se espera é a prevenção, a intervenção, o acolhimento, o suporte”, afirmou Rosa.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ele participou&nbsp;do evento Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural, promovido pela Petrobras, Governo Federal e Banco do Brasil, no Museu de Arte Moderna do Rio.&nbsp;No evento, o secretário defendeu também que as empresas cobrem as mesmas práticas de sua cadeia de fornecedores, “indo além de suas fronteiras”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rosa classificou a não atuação no tema como uma “omissão institucional” das empresas, o que chamou de falha ética. E criticou práticas corporativas que desestimulam denúncias, expõe vítimas ou deixam de punir agressores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, empresas que não criam canais seguros de denúncia ou que penalizam as vítimas contribuem para perpetuar o problema.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É preciso, óbvio, combater a cultura interna permissiva a qualquer forma de assédio ou de violência”, disse.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário propôs também que mulheres sejam protagonistas na construção de políticas internas encampadas pela alta gestão.&nbsp;<strong>“A cultura só muda quando vem acompanhada de ações cotidianas, concretas e naturais”</strong>, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reforçar o compromisso do ministério da Indústria com o tema, Rosa destacou que o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/tres-poderes-lancam-pacto-para-enfrentamento-ao-feminicidio-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio</strong></a>&nbsp;também inclui o governo e a sociedade civil. Para ele, apenas a atuação conjunta romperá o ciclo de violência: “Essa não é uma pauta para amanhã, já deveria ter sido adotada ontem”, concluiu.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Exemplos</strong></h4>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="754" height="503" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luiza-Trajano-Fabio-Rodrigues-Pozzebom-Agencia-Brasilia.webp" alt="" class="wp-image-67442" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luiza-Trajano-Fabio-Rodrigues-Pozzebom-Agencia-Brasilia.webp 754w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luiza-Trajano-Fabio-Rodrigues-Pozzebom-Agencia-Brasilia-300x200.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luiza-Trajano-Fabio-Rodrigues-Pozzebom-Agencia-Brasilia-150x100.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luiza-Trajano-Fabio-Rodrigues-Pozzebom-Agencia-Brasilia-600x400.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luiza-Trajano-Fabio-Rodrigues-Pozzebom-Agencia-Brasilia-20x13.webp 20w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasília</p>



<p class="wp-block-paragraph">No evento, a empresária Luiza Trajano, fundadora da Magazine Luiza, apresentou o Canal Mulher, criado para apoiar funcionárias vítimas de violência doméstica. O modelo foi criado depois que uma funcionária foi vítima de feminicídio em 2017, e conta com suporte de psicólogos e advogados, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos anos, a empresa já chegou a pagar aluguel para uma funcionária sair de casa. A estratégia foi aperfeiçoada em 2019, quando o aplicativo da empresa para celulares incorporou um botão de denúncia que aciona o 180 imediatamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós fizemos um pacto, treinamos também homens para identificar e lidar com essa situação, e nunca mais a nossa empresa vai perder uma mulher por essa violência”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trajano elogiou o Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio, que adotou uma abordagem direcionada aos homens. “O presidente [Luiz Inácio] Lula falou com os homens, e, na nossa empresa, estamos falando direto com eles: olha, vocês precisam atuar, porque um dia pode ser sua filha, uma sobrinha, uma irmã e vocês não sabem. E não é só gente simples, são as secretárias que falam três línguas”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cartazes nas bombas dos postos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas têm empregado cada vez mais mulheres e é importante que essas mulheres sintam que há um compromisso de seus empregadores com a causa, avaliou a presidenta do Pacto de Promoção da Equidade Racial, Wania Sant’Anna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As empresas têm um papel extraordinário na conscientização da sociedade sobre o quão inaceitável é a violência contra mulher”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Os números não são um mero acaso, refletem uma cultura historicamente violenta contra as mulheres e que é tolerada”, avaliou Sant’Anna, citando a gravidade e os&nbsp;requintes de crueldade dos crimes contra elas. “Que sociedade estamos forjando?”, questiona.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sugestão da gestora é que cada empresa atue no seu ramo, em diálogo com os trabalhadores e o público. “Se é um posto de gasolina, estampe esse assunto nas bombas. Se você é uma empresa aérea, adesive o seu avião. Aeroportos, trens, metrôs? Comunique-se com os passageiros você mesmo”, recomendou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para apoiar as empresas, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Pacto Global. A iniciativa aponta caminhos para que as organizações “tomem ações concretas em direção às transformações que a gente precisa ver na sociedade”, informou a diretora Monica Gregori. Ela palestrou no encontro com as corporações e destacou a importância de as corporações combaterem violências institucionais primeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As empresas podem adotar mecanismos de prevenção, desde conscientização, em relação à violência de gênero, pois, o feminicídio é o último ponto dessa violência, como combater o assédio moral e sexual, que a gente ainda vê nas corporações”, destacou Gregori.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entusiasta da iniciativa, a primeira dama Rosângela Lula da Silva, destacou o papel das empresas e cobrou apoio a iniciativas que buscam criminalizar a misoginia, da qual a própria tem sido vítima, principalmente nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“Quando tentamos entender o porquê dessa escalada da violência, nos deparamos com um ambiente hostil a nós mulheres na internet. Nesse ambiente digital, que parece ser terra de ninguém, vemos a inaceitável proliferação de conteúdos misóginos, violentos e lícitos. Conteúdos que pregam a superioridade masculina e estimulam a violência de gênero”, analisou, citando como exemplo de discurso de ódio e misóginos a troca de mensagens entre a soldado Gisele Alves e o tenente-coronel Geraldo Leite, suspeito de tê-la matado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A policial militar foi encontrada morta, com um tiro na cabeça, dentro do apartamento do casal na região central de São Paulo, no dia 18 de fevereiro.&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/veja-o-que-se-sabe-ate-agora-sobre-caso-da-pm-morta-em-sp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O rumo da investigação mudou após análise de laudos periciais e de mensagens extraídas do celular dela</strong></a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Papel da mídia</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong>&nbsp;Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>&nbsp;esteve presente no evento por meio do seu diretor-presidente, Andre Basbaum. Ele defendeu o papel da mídia pública no diálogo com a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Isso é o que vemos na EBC, na TV Brasil, que é a tela do futebol feminino, nas discussões do nosso jornalismo”, citou</strong>, sobre ações do conglomerado de mídia, que administra emissoras de rádio, TV e portais. “Esse é um drama nacional, as taxas de violência são altíssimas, enfrentamos isso com o debate”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora de Conteúdo e Programação da <strong>EBC</strong>, Antonia Pellegrino, acrescentou que as empresas de mídia são responsáveis pela formação do imaginário, que é a imagem mental que as pessoas constroem sobre vários temas. “A nossa programação produz novos imaginários, produz caminhos que tendem a transformar realidades”.</p>
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