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	<title>Endividamento Familiar &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Endividamento Familiar &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Com o programa ‘Desenrola’, endividamento das famílias é o menor desde janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2023 09:58:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[Em julho, percentual de famílias endividadas ficou em 78,1%, queda de 0,4 ponto percentual. Redução foi maior, de 0,7%, para famílias de classe média Com pouco mais de três semanas de implementação, o programa Desenrola Brasil contribuiu para a queda do endividamento das famílias brasileiras. O percentual de famílias que relataram ter dívidas caiu de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Em julho, percentual de famílias endividadas ficou em 78,1%, queda de 0,4 ponto percentual. Redução foi maior, de 0,7%, para famílias de classe média</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com pouco mais de três semanas de implementação, o programa Desenrola Brasil contribuiu para a queda do endividamento das famílias brasileiras. O percentual de famílias que relataram ter dívidas caiu de 78,5% em junho para 78,1% em julho, queda de 0,4 ponto porcentual. Trata-se da primeira redução desde novembro de 2022. Já o volume de endividados chegou ao menor nível desde janeiro deste ano. Os resultados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) nesta terça-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal lançou a primeira etapa do programa de renegociação de dívidas no último dia 17, iniciando pela Faixa 2, que atende aos devedores com renda mensal de até R$ 20 mil, sem limite de dívida. As renegociações da Faixa 1, para cidadãos que recebem até dois salários mínimos (R$ 2.640), começam em setembro. Neste grupo, as dívidas não podem ultrapassar R$ 5 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos impactos do Desenrola, o presidente da CNC citou outros fatores que contribuem para uma avaliação otimista dos rumos da economia. “Com o início da trajetória de queda da taxa de juros, é esperado um movimento de melhora das condições de compra do brasileiro, o que é positivo para a economia como um todo”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Por renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa maneira, a pesquisa aponta que a redução do endividamento foi maior entre as famílias de classe média. Nas faixas de renda de 3 a 10 salários mínimos, o volume de consumidores com dívidas caiu 0,7 p.p. em comparação a junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a economista da CNC responsável pela Peic, Izis Ferreira, essa redução interrompe a tendência de alta do endividamento desses consumidores, que vinha sendo observada até o fim do semestre passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro grupo, das pessoas com renda entre 3 e 5 mínimos, o volume de endividados caiu ao menor nível desde junho de 2022. Já entre os com rendimentos de 5 a 10 SM, a proporção de endividados é a menor desde janeiro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as famílias com renda até três salários mínimos, a proporção de endividados teve ligeira alta, de 0,1%, ficando em 79,4%. Do total de pessoas com dívidas, 18,2% consideram-se “muito endividadas”, percentual que apontou queda pela primeira vez desde dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A CNC estima que a proporção de consumidores endividados amplie o ritmo de queda nos próximos meses”, explica a economista. Segundo ela, a taxa deve ficar próxima a 77%, em setembro, quando terá início a faixa 2 do Desenrola. A previsão, contudo, é que o endividamento das famílias volte a crescer no final do ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Por estado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório da pesquisa, o Desenrola contribuiu para queda da proporção de endividados em 13 das 27 Unidades da Federação. As maiores reduções foram no Distrito Federal (-2,6 p.p.), em São Paulo (-2,0 p.p.), no Tocantins (-1,8 p.p.), Amapá (-1,6 p.p.) e Bahia (-1,2 p.p.).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros 13 estados, o volume de pessoas com dívidas aumentou, com destaque para Sergipe (+3,6 p.p.), Piauí (+2,7 p.p.) e Ceará (+2,7 p.p.). Apenas no Espírito Santo, o número de consumidores com dívidas permaneceu estável na comparação mensal.</p>



<h4 class="wp-block-heading">No cartão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a pesquisa também revelou queda de 87% para 85,9% no total de famílias com dívidas no cartão de crédito. A queda foi mais expressiva entre as mulheres (-1,2p.p.), embora elas estejam em maior número com dívidas no cartão (86,8%) do que os homens (84,1%). Também foi possível observar uma leve redução, de 0,1%, do volume de endividados no cheque especial (que ficou em 4,1%) e no crédito consignado (5,1%).</p>
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		<title>Na crise e sem grana, endividamento só cresce</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/na-crise-e-sem-grana-endividamento-so-cresce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[O índice de famílias com dívidas ou contas em atraso subiu em fevereiro em relação a janeiro O brasileiro está com &#8220;a mão na cabeça&#8221;. As contas chegam, mas o cidadão não tem dinheiro para honrar os compromissos em dia. O percentual de famílias que afirmam ter algum tipo de dívida chegou a 61,5% em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de famílias com dívidas ou contas em atraso subiu em fevereiro em relação a janeiro</p>
<p>O brasileiro está com &#8220;a mão na cabeça&#8221;. As contas chegam, mas o cidadão não tem dinheiro para honrar os compromissos em dia. O percentual de famílias que afirmam ter algum tipo de dívida chegou a 61,5% em fevereiro. Houve alta de 1,4 ponto percentual em relação aos 60,1% registrados em janeiro.</p>
<p> </p>
<p>Trata-se do segundo aumento consecutivo, na comparação mensal, e é o maior patamar desde dezembro de 2017. O índice de famílias com dívidas ou contas em atraso também subiu em fevereiro em relação a janeiro. Passou de 22,9% para 23,1% do total.</p>
<p> </p>
<p>O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de 6,8 meses. Do total, 26,2% estão comprometidas com dívidas até três meses; e 29,7%, por mais de um ano.</p>
<p> </p>
<p>Um dos principais causadores das dívidas é o cartão de crédito, apontado por 78,5% das famílias, seguido por carnês (13,9%), e financiamento de carro (9,8%).</p>
<p> </p>
<p>Os dados são da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), produzida mensalmente pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).</p>
<p> </p>
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<p>Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia<br />Escrito por: Imprensa SEEB Bahia</p>
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