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	<title>Empréstimos Consignados &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Empréstimos Consignados &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST mantém justa causa de bancária que facilitou consignado a parentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 07:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Judicial]]></category>
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		<category><![CDATA[CEF]]></category>
		<category><![CDATA[concessão dos empréstimos]]></category>
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		<category><![CDATA[processo administrativo]]></category>
		<category><![CDATA[Reintegração]]></category>
		<category><![CDATA[técnica bancária]]></category>
		<category><![CDATA[TST Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vínculo empregatício]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi unânime, reafirmando a quebra de confiança e as irregularidades cometidas pela funcionária A 6ª turma do TST não conheceu recurso interposto por bancária que contestava sua demissão por justa causa da CEF motivada por irregularidades cometidas na concessão de empréstimos consignados. O colegiado entendeu que, conforme comprovado nas instâncias inferiores, a conduta da [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-93f40d4fe6728a1098240cbc0ed63d45">Decisão foi unânime, reafirmando a quebra de confiança e as irregularidades cometidas pela funcionária</h4>



<p>A 6ª turma do TST não conheceu recurso interposto por bancária que contestava sua demissão por justa causa da <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">CEF</a> motivada por irregularidades cometidas na concessão de empréstimos consignados. O colegiado entendeu que, conforme comprovado nas instâncias inferiores, a conduta da funcionária violou a confiança necessária para a manutenção do vínculo empregatício.</p>



<p>Contratada em 2008 para atuar em uma agência localizada em um shopping de Natal, a técnica bancária foi acusada de favorecer parentes (prima, filha e tia) na concessão de empréstimos consignados.</p>



<p>Segundo a CEF, os empréstimos foram concedidos &#8220;fora dos parâmetros normativos da operação, sem comprovação de vínculo com órgãos públicos e sem margem consignável, com taxa de juros mais benéficas que as normais&#8221;.</p>



<p>Na ação judicial, a bancária pleiteou a nulidade da dispensa e a reintegração ao cargo, argumentando que o processo administrativo foi conduzido de forma irregular, com descumprimento de prazos e restrição de acesso aos autos. Ela alegou, ainda, que não houve prejuízo para a instituição financeira.</p>



<p>Entretanto, o TRT da 21ª região reconheceu as irregularidades na concessão dos empréstimos, destacando que a bancária agia &#8220;como se não existissem regras e procedimentos a serem cumpridos&#8221;.</p>



<p>Além dos empréstimos concedidos aos parentes, o Tribunal também constatou irregularidades em empréstimos concedidos a outros clientes, com repasse de valores inferiores aos contratados, gerando prejuízos à CEF. Foi ainda comprovado que a bancária realizava transferências entre contas de clientes e para suas próprias contas, coincidindo com as datas de liberação dos empréstimos consignados.</p>



<p>No recurso ao TST, a bancária reiterou as alegações sobre a demora na conclusão do processo administrativo e a ausência de prejuízos para a CEF. A relatora, Ministra Kátia Arruda, justificou a prorrogação do processo administrativo pela complexidade da análise dos contratos e dossiês de clientes.</p>



<p>A ministra também refutou o argumento da ausência de prejuízo, considerando que a conduta da bancária gerou insegurança nos procedimentos da instituição. A relatora ressaltou que a bancária, ao agir em nome da Caixa, tinha a obrigação de seguir os normativos da instituição.</p>



<p>A 6ª turma do TST, de forma unânime, decidiu manter a justa causa, considerando que a revisão da decisão implicaria no reexame de fatos e provas, o que não é permitido ao TST.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=wCa2VHvkfldO6B3NyzMoMwnl-QycZvZRZQJP7Me1.consultaprocessual-38-4kj8q?conscsjt=&amp;numeroTst=428&amp;digitoTst=48&amp;anoTst=2020&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=&amp;varaTst=&amp;consulta=Consultar" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=wCa2VHvkfldO6B3NyzMoMwnl-QycZvZRZQJP7Me1.consultaprocessual-38-4kj8q?conscsjt=&amp;numeroTst=428&amp;digitoTst=48&amp;anoTst=2020&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=&amp;varaTst=&amp;consulta=Consultar">AIRR-428-48.2020.5.21.0041</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/81647C638B6493_tst-5.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/81647C638B6493_tst-5.pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TJ/SP condena golpistas e bancos por fraude em renegociação de dívida</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tj-sp-condena-golpistas-e-bancos-por-fraude-em-renegociacao-de-divida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 07:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Pan]]></category>
		<category><![CDATA[benefício previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[cdc - código de defesa do consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[Financeiras]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituições Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Magistrado destacou que as financeiras fazem parte da cadeia de consumo e devem responder solidariamente pelos danos causados pela falha no serviço, conforme estabelecido no CDC A 21ª câmara de Direito Privado do TJ/SP reformou sentença e condenou solidariamente todos os réus envolvidos em fraude de empréstimos consignados, sendo estelionatários e bancos. Para o colegiado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-503c0aeb42a95e734471820b466e4431">Magistrado destacou que as financeiras fazem parte da cadeia de consumo e devem responder solidariamente pelos danos causados pela falha no serviço, conforme estabelecido no CDC</h4>



<p>A 21ª câmara de Direito Privado do TJ/SP reformou sentença e condenou solidariamente todos os réus envolvidos em fraude de empréstimos consignados, sendo estelionatários e bancos. Para o colegiado, as financeiras fazem parte da cadeia de consumo e devem responder solidariamente pelos danos causados pela falha no serviço.</p>



<p>De acordo com os autos, uma consultoria financeira contatou a vítima oferecendo um serviço de renegociação de dívida com promessa de redução na prestação mensal. No entanto, sem o conhecimento da cliente, foram contratados dois empréstimos em seu nome, em diferentes bancos, totalizando R$ 19.509,99. Além disso, a dívida não foi quitada como ofertado.</p>



<p>Na origem, o juiz julgou improcedente o processo em face aos bancos, mas procedente somente contra os golpistas.</p>



<p>Em recurso, o relator do caso, desembargador Fabio Podestá, reconheceu a responsabilidade solidária das instituições financeiras envolvidas.</p>



<p>&#8220;Observe-se que os empréstimos consignados foram intermediados pelas corrés, que tiveram acesso aos sistemas dos Bncos, para realizar a celebração dos empréstimos consignados no benefício previdenciário da autora.&#8221;</p>



<p>O magistrado destacou que as financeiras fazem parte da cadeia de consumo e devem responder solidariamente pelos danos causados pela falha no serviço, conforme estabelecido no CDC e na Súmula 479 do STJ.</p>



<p>&#8220;A rigor, a celebração de tais negócios gerou proveito econômico a ambos os réus envolvidos na transação, de modo que devem eles responder de forma solidária, pelos danos causados à autora.&#8221;</p>



<p>Assim, o colegiado condenou solidariamente todos os réus ao pagamento dos danos materiais em R$ 17.951,19, e ao pagamento de indenização por danos morais em R$ 5 mil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/search.do;jsessionid=DE2F8ED1DB3AD38EBE8DA8ED81E7766D.cposg4?conversationId=&amp;paginaConsulta=0&amp;cbPesquisa=NUMPROC&amp;numeroDigitoAnoUnificado=1000128-11.2023&amp;foroNumeroUnificado=0547&amp;dePesquisaNuUnificado=1000128-11.2023.8.26.0547&amp;dePesquisaNuUnificado=UNIFICADO&amp;dePesquisa=&amp;tipoNuProcesso=UNIFICADO" data-type="link" data-id="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/search.do;jsessionid=DE2F8ED1DB3AD38EBE8DA8ED81E7766D.cposg4?conversationId=&amp;paginaConsulta=0&amp;cbPesquisa=NUMPROC&amp;numeroDigitoAnoUnificado=1000128-11.2023&amp;foroNumeroUnificado=0547&amp;dePesquisaNuUnificado=1000128-11.2023.8.26.0547&amp;dePesquisaNuUnificado=UNIFICADO&amp;dePesquisa=&amp;tipoNuProcesso=UNIFICADO">1000128-11.2023.8.26.0547</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/7/3972011417D07F_doc_636339785(1)(1).pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/7/3972011417D07F_doc_636339785(1)(1).pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>
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		<item>
		<title>Serviço “Não me perturbe” está no ar</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/servico-nao-me-perturbe-esta-no-ar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Telefones Fixos]]></category>
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					<description><![CDATA[São 23 instituições financeiras que fazem parte do programa, o equivalente a 98% do volume da carteira de crédito do Brasil. Saiba como evitar ligações indesejadas dos bancos Já está funcionando a ferramenta que permite bloquear ligações telefônicas com ofertas de empréstimo consignado. O chamado &#8220;Não perturbe&#8221; tem por objetivo impedir o assédio dos bancos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São 23 instituições financeiras que fazem parte do programa, o equivalente a 98% do volume da carteira de crédito do Brasil. Saiba como evitar ligações indesejadas dos bancos<br />
</p>
<p>Já está funcionando a ferramenta que permite bloquear ligações telefônicas com ofertas de empréstimo consignado. O chamado &#8220;Não perturbe&#8221; tem por objetivo impedir o assédio dos bancos e financeiras.</p>
<p>Através do site <a href="https://www.naomeperturbe.com.br/" target="_blank">nao me perturbe</a>, o consumidor pode cadastrar todos os telefones fixos e móveis, relacionados ao seu CPF, para bloquear chamadas indesejadas com ofertas de empréstimo e cartão de crédito consignado.</p>
<p>O bloqueio passa a valer 30 dias após o cadastro. O prazo de validade é de um ano. Fica a critério do consumidor se vai bloquear instituições específicas ou todo o segmento.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/2020-exige-mobilizacao-das-bancarias-os-por-seus-empregos-e-plrs" target="_blank">&gt;&gt; 2020 exige mobilização das bancárias(os) por seus empregos e PLRs</a></p>
<p>Fonte: Com informações SEEB Bahia</p>
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