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	<title>empresas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Governo regulamenta lei da igualdade salarial: empresas terão que divulgar ‘relatório de transparência’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 08:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Cida Gonçalves]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)]]></category>
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		<category><![CDATA[Questão civilizatória]]></category>
		<category><![CDATA[relatório de transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[Portaria estabelece mecanismos para aferir cumprimento da lei. “Questão civilizatória”, afirma ministra das Mulheres, Cida Gonçalves O governo Lula publicou o Decreto 11.795, que regulamenta a lei da igualdade salarial entre homens e mulheres. Publicada na edição de 23 de novembro do Diário Oficial da União (DOU), a norma detalha mecanismos a serem utilizados para [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7dd5c02024b7758bb3a6839a94322b33">Portaria estabelece mecanismos para aferir cumprimento da lei. “Questão civilizatória”, afirma ministra das Mulheres, Cida Gonçalves</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula publicou o Decreto 11.795, que regulamenta a lei da igualdade salarial entre homens e mulheres. <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.795-de-23-de-novembro-de-2023-525219143">Publicada na edição de 23 de novembro do Diário Oficial da União (DOU)</a>, a norma detalha mecanismos a serem utilizados para garantir e fiscalizar o cumprimento da Lei 14.611, sancionada em julho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, empresas com 100 ou mais funcionários terão que divulgar a cada seis meses, em março e setembro, o chamado Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios. “Mais que garantir o cumprimento da lei, este decreto é um passo importante para a garantia da igualdade entre mulheres e homens no mundo do trabalho”, afirmou a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bom para a economia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, esta é uma prioridade da pasta e de todo o governo. “Além de ser uma questão civilizatória, os estudos já comprovam que a igualdade salarial impulsiona a economia e melhora o PIB do país.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, esses relatórios deverão conter informações como cargo e ocupação dos empregados, além dos valores da remuneração. O decreto cita ainda itens como 13° salário, gratificações; comissões, horas extras, adicionais (noturno, de insalubridade, de penosidade, de periculosidade), terço de férias, aviso prévio trabalhado, descanso semanal remunerado (DSR), gorjetas e outras remunerações previstas em norma coletiva.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Plano de ação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Caberá ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estabelecer que outras informações deverão constar do Relatório e dispor sobre o formato e procedimento de envio, que deverá ser por meio de ferramenta informatizada, com os dados pessoais anonimizados”, informa ainda o governo. “Além de envio ao MTE, as empresas também deverão publicar os Relatórios em seus sítios eletrônicos, nas redes sociais ou fazendo uso de outros canais que garantam a ampla divulgação para empregados, colaboradores e público em geral.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se for constatada desigualdade salarial entre mulheres e homens, o MTE irá notificar a empresa, para que elabore, em 90 dias, um plano de ação com medidas a serem adotadas. Tanto a elaboração como a implementação deverão ter participação de entidades sindicais.</p>
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		<title>TST confirma condenação por terceirização</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-confirma-condenacao-por-terceirizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal  Superior do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Instância máxima da Justiça Trabalhista nega agravos de entes públicos em 20 processos e determina que as sentenças sejam executadas O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou os recursos de administra&#231;&#245;es p&#250;blicas contra senten&#231;as que determinavam suas responsabilidades subsidi&#225;rias diante de d&#237;vidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Foram 20 processos avaliados pelo &#211;rg&#227;o Especial do TST [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Instância máxima da Justiça Trabalhista nega agravos de entes públicos em 20 processos e determina que as sentenças sejam executadas</p>
<p>O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou os recursos de administra&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas contra senten&ccedil;as que determinavam suas responsabilidades subsidi&aacute;rias diante de d&iacute;vidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Foram 20 processos avaliados pelo &Oacute;rg&atilde;o Especial do TST e os ministros, por unanimidade, decidiram que as a&ccedil;&otilde;es deveriam voltar para a primeira inst&acirc;ncia e que as senten&ccedil;as, favor&aacute;veis aos trabalhadores terceirizados, deveriam ser executadas.</p>
<p>A responsabilidade subsidi&aacute;ria determina que o contratante do servi&ccedil;o seja obrigado a pagar a d&iacute;vida trabalhista da empresa contratada, ap&oacute;s se esgotarem todas as possibilidades de cobran&ccedil;a sobre o contratado.</p>
<p>No caso de administra&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, existe uma A&ccedil;&atilde;o Declarat&oacute;ria de Constitucionalidade (ADC) sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que trata do artigo 71 da Lei 8.666/94 (Lei das Licita&ccedil;&otilde;es). O artigo afasta a responsabilidade do ente p&uacute;blico pelos d&eacute;bitos trabalhistas de seus contratados mas, segundo entendimento do pr&oacute;prio STF, n&atilde;o impede sua condena&ccedil;&atilde;o subsidi&aacute;ria desde que seja comprovada a culpa na escolha da empresa terceirizada (culpa in elegendo) ou na fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos contratos (culpa in vigilando).</p>
<p>Para os ministros do TST, nesses processos em quest&atilde;o ficou comprovada a culpa dos entes p&uacute;blicos que, dessa forma, dever&atilde;o responder &agrave;s d&iacute;vidas das contratadas.</p>
<p><strong><span style="color:#FF0000">Supremo</span></strong></p>
<p>A ADC est&aacute; sendo julgada pelo STF em car&aacute;ter de repercuss&atilde;o geral, o que significa que o entendimento, ap&oacute;s tomado, dever&aacute; ser adotado por todas as inst&acirc;ncias da Justi&ccedil;a. Quando isso ocorre, todos os processos que tratam do tema s&atilde;o suspensos, mas uma particularidade nesse caso determinou a decis&atilde;o do TST. &ldquo;Est&aacute;vamos sobrestando (suspendendo) todos os processos, at&eacute; que o STF deu a sinaliza&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o seria o caso de sobrestamento quando a culpa houvesse sido especificamente registrada&rdquo;, explicou o vice-presidente do TST, ministro Ives Gandra Filho.</p>
<p>Assim, Gandra anunciou que pretende fazer uma triagem e determinar que seja anulada a suspens&atilde;o de todos os processos em que a condena&ccedil;&atilde;o trouxer expl&iacute;cita a culpa da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. &ldquo;A decis&atilde;o do &Oacute;rg&atilde;o Especial ter&aacute; impacto direto para os trabalhadores que aguardam por uma decis&atilde;o em processos que est&atilde;o h&aacute; anos em tramita&ccedil;&atilde;o&rdquo;, ressaltou o ministro.</p>
<p>Fonte: SEEB SP com informações do TST</p>
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