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	<title>empobrecimento e depressão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Carestia, desemprego e empobrecimento aumentam depressão no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[Com políticas que levaram país à recessão econômica, além do agravamento da pandemia, governo Bolsonaro agrava quadro da saúde mental entre os brasileiros. O Brasil lidera o ranking de casos de depressão na América Latina, com cerca de 11,5 milhões de pessoas com o diagnóstico. O quadro está entre as principais causas de suicídio O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com políticas que levaram país à recessão econômica, além do agravamento da pandemia, governo Bolsonaro agrava quadro da saúde mental entre os brasileiros. O Brasil lidera o ranking de casos de depressão na América Latina, com cerca de 11,5 milhões de pessoas com o diagnóstico. O quadro está entre as principais causas de suicídio</p>
<p></p>
<p>O governo Bolsonaro, com políticas que levaram ao empobrecimento da população e ao agravamento da pandemia de covid-19, está entre as causas do aumento de casos de depressão no país. A avaliação é de Fernanda Lou Sans Magano, presidenta do Sindicato dos Psicólogos de São Paulo (Sinpsi). Levantamento do Ministério da Saúde divulgado na última semana mostra que 11,3% dos brasileiros adultos disseram ter tido diagnóstico médico da doença, um número muito acima da média da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontada para o Brasil, que é de 5,3%. O dado se refere ao levantamento feito em 2021, que pela primeira vez inseriu o tema na entrevista feita anualmente por telefone com pessoas que moram nas capitais.</p>
<p> </p>
<p>“A depressão está aumentando por causa da pandemia, mas também por causa da situação de carestia que o país está enfrentando. O empobrecimento da população, o desemprego, a precarização, que vai tirando a segurança. Tudo isso somado às condições de trabalho no isolamento, e à situação daqueles que não puderam fazer isolamento, todas essas coisas influenciaram nas alterações de humor. Tivemos referências a quadros depressivos e também a síndromes do pânico, de transtornos do humor”, disse a dirigente à RBA.</p>
<p> </p>
<p>A prevalência de entrevistados diagnosticados com depressão foi maior em Porto Alegre (17,5%) e menor em Belém (7,2%). As mulheres foram as que mais relataram os casos, em todas as faixas etárias. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019, registrou que 10% da população tinha diagnóstico médico de depressão. Em 2013, a taxa era de 7,6%. Por essa razão a doença passou a ser incluída no levantamento do Ministério.</p>
<p> </p>
<p><strong>Subnotificada</strong></p>
<p>Segundo a psicóloga, faltam dados estatísticos mais apurados sobre a situação até mesmo devido à precarização das próprias estruturas de atendimento público por falta de financiamento. Além disso, faltam recursos para a abertura de novos centros de atenção psicossocial, os CAPs. A situação é idêntica na Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast), conforme lembrou.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, o Brasil lidera o ranking de casos de depressão na América Latina, com cerca de 11,5 milhões de pessoas com o diagnóstico. O quadro está entre as principais causas de suicídio.</p>
<p> </p>
<p>A título de comparação, o levantamento do Ministério da Saúde mostrou que que, em média, há mais brasileiros deprimidos do que diabéticos. A diabetes, doença crônica caracterizada pela disfunção do hormônio insulina, que na maioria dos casos está acompanhada da pressão alta e colesterol alto, favorecendo uma série de complicações, acomete em média 9,1% da população que participou da pesquisa.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Cida de Oliveira</p>
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