<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Em situação de rua &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/em-situacao-de-rua/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Dec 2023 15:11:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Em situação de rua &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Política pública para população de rua é luta do movimento sindical</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/politica-publica-para-populacao-de-rua-e-luta-do-movimento-sindical/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 12:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Em situação de rua]]></category>
		<category><![CDATA[morador de rua]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=51765</guid>

					<description><![CDATA[Reverter grande contingente de pessoas em situação de rua passa por políticas públicas efetivas. Mas, atenção da sociedade é fundamental para eliminar o preconceito e a discriminação, alerta movimento sindical Nas ruas de todo o país, sob viadutos, nos semáforos e nas calçadas, a realidade cruel das pessoas em situação de rua, muitas das vezes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14174c7f87ceea31f135d825c1febf54">Reverter grande contingente de pessoas em situação de rua passa por políticas públicas efetivas. Mas, atenção da sociedade é fundamental para eliminar o preconceito e a discriminação, alerta movimento sindical</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas ruas de todo o país, sob viadutos, nos semáforos e nas calçadas, a realidade cruel das pessoas em situação de rua, muitas das vezes passa despercebida por grande parte da sociedade. Nos últimos 10 anos, o número de pessoas cadastradas como nessa situação, subiu de 21,9 mil para 227 mil – aumento de mais de 10 vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A normalização da miséria, por outro lado, não só chama a atenção como é combatida por aqueles que não se conformam com o sofrimento humano, provocado, via de regra, pela falta de políticas públicas de moradia, empregabilidade, acolhimento e assistência. No entanto, a situação agora deverá ter uma anteção maior do podfer público, com a criação do “Plano Ruas Visíveis, lançado pelo Governo Federal, na segunda-feira (11)<em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Reivindicação histórica do movimento sindical. Os representantes dos trabalhadores e suas entidades, sempre estiveram atentos e atuantes em relação ao problema, seja em ações de solidariedade ou na cobrança dessas políticas públicas em defesa dessa população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além disso, o princípio fundamental dos sindicatos, de proteger e lutar por direitos dos trabalhadores também é parte desta luta, já que como consequência se combate a desigualdade social.</p>



<h4 class="wp-block-heading">São trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O golpe no governo de Dilma Roussef abriu as portas para o maior ataque aos direitos da história como terceirização sem limites, a reforma Trabalhista e a Reforma da previdência precarizou as relações de trabalho, tirou renda e acabou com o poder aquisitivo, além de enfraquecer a representação sindical, aprofundar a miséria e deixar mais difícil aposentar-se. Isso tudo levou muitos trabalhadores viverem nas ruas como única solução, dizem sindicalistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Plano do governo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano Ruas Visíveis prevê investimento inicial de R$ 982 milhões para pôr em prática a Política Nacional para a População de Rua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medidas que serão desenvolvidas a partir de sete eixos – Assistência Social e Segurança Alimentar; Saúde; Violência Institucional; Cidadania, Educação e Cultura; Habitação; Trabalho e Renda; e Produção e Gestão de Dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A articulação envolve 11 ministérios em parceria com governos estaduais e municipais e em diálogo com os movimentos sociais da população em situação de rua, representantes dos poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública, sociedade civil organizada, setor empresarial, universidades, trabalhadoras e trabalhadores. A construção do Plano envolve o desafio de enfrentar, mais uma vez, a miséria e a fome no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os destaques do plano vão para ações de combate à violência institucional, do Estado, com aprimoramento de tratamento a essas pessoas, ou seja, uma mudança de paradigmas, desconstruindo o preconceito e a discriminação. Também fazem parte ações de educação e cultura, trabalho e renda e habitação. De acordo com o governo, é fundamental que as políticas públicas de habitação reconheçam e atendam às especificidades da população em situação de rua, garantindo o direito à moradia como um direito humano inalienável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre a população em situação de rua muitos eram trabalhadores, tinham escola para os filhos e tudo foi muito rápido. Estas pessoas não estão na rua por opção. Por isso precisam de política pública equilibrada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Descriminalização</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na igreja do Padre Júlio Lancelotti a ação social não é apenas caridade. É cuidado com o ser humano. A multidão que se aglomera em busca não só de doações, mas de um pouco de afeto e atenção é tratada de maneira especial. Ele se preocupa, por exemplo, com a forma com que a pessoa vai se apresentar na entrevista de emprego indicada pela sua pastoral.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atuação sindical em prol da população de rua</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos tempos, além de cobrar políticas públicas de municípios, estados e do governo federal, de proteção à população de rua, as entidades sindicais sempre se prestaram ao papel de exercer solidariedade. O Sindicato dos Bancários de Santos e Região vem promovendo nos invernos e em outras datas Campanha do Agasalho e de solidariedade onde as roupas, colchões e alimentos são doados a abrigos, igrejas e associações de caridade às pessoas em situação de rua e de miséria. Como é feito em outros sindicatos de São Paulo e ABC.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Números da miséria</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população em situação de rua no Brasil cresceu dez vezes em uma década, segundo levantamento do&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/ipea-instituto-de-pesquisa-economica-aplicada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada</a>&nbsp;(<strong>Ipea</strong>), passando de 21.934 em 2013 para 227.087 em 2023. Os dados são do Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais causas são: problemas com familiares (47%), desemprego (40,5%), alcoolismo ou drogas (30,4%), e perda de moradia (26,1%).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
