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	<title>Economia cresce 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Economia cresce 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mercado projeta para 2,68% expansão da economia em 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mercado-projeta-para-268-expansao-da-economia-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 12:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia cresce 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim Focus aumentou a previsão para o crescimento da economia brasileira de 2,46% para 2,68% A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,46% para 2,68%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a projeção para [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7ad50030d155b14bb7d1e5493a09bc82">Boletim Focus aumentou a previsão para o crescimento da economia brasileira de 2,46% para 2,68%</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,46% para 2,68%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão de 0,22 ponto percentual para cima ocorre após a divulgação do&nbsp;Produto Interno Bruto&nbsp;(PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) do segundo trimestre do ano, que&nbsp;<a href="https://tvtnews.com.br/pib-cresce-14-no-segundo-trimestre-e-fica-acima-do-esperado/">surpreendeu e subiu 1,4%&nbsp;</a>em comparação ao primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2025, a expectativa para o PIB passou de 1,85% para 1,9. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro também projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,35 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição do Focus, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – em 2024 passou de 4,26% para 4,3%. Para 2025, a projeção da inflação ficou em 3,92%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2025, entrará em vigor o&nbsp;sistema de meta contínua, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, puxado principalmente pelos preços da gasolina, passagens de avião e energia elétrica, a inflação do país foi 0,38%, após ter registrado 0,21% em junho. De acordo com o IBGE, em 12 meses, o IPCA acumula 4,5%, no limite superior da meta de inflação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a&nbsp;taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Diante de um ambiente externo adverso e do aumento das incertezas econômicas, na última reunião, no fim de julho, o BC decidiu pela manutenção da Selic, pela segunda vez seguida, após um ciclo de sete reduções que foi de agosto de 2023 a maio de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta nos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete reuniões seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do início do ciclo de alta, em março de 2021, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021. A próxima reunião do Copom está marcada para 17 e 18 de setembro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o mercado financeiro, a Selic deve subir novamente e encerrar 2024 em 11,25% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 10,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
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		<title>Brasil deve recuperar posto de 8ª maior economia após sete anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-deve-recuperar-posto-de-8a-maior-economia-apos-sete-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 16:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8ª economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil cresce no ranking mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia cresce 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde 2017, Brasil não ficava entre as oito maiores economias globais Após os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) publicados pelo IBGE, nesta terça-feira (4), o Brasil deverá recuperar neste ano o posto de oitava maior economia global, de acordo com estimativas da Austin Rating, com projeções do FMI. Neste ano, o PIB brasileiro deve [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5d34b945a90cbc5be84dae3fc1794b45">Desde 2017, Brasil não ficava entre as oito maiores economias globais</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após os resultados do Produto Interno Bruto (<a href="https://www.infomoney.com.br/guias/pib-produto-interno-bruto/"><strong>PIB</strong></a>) publicados pelo IBGE, nesta terça-feira (4), o Brasil deverá recuperar neste ano o posto de oitava maior economia global, de acordo com estimativas da Austin Rating, com projeções do FMI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, o PIB brasileiro deve terminar nos US$ 2,331 bilhões, fazendo com que o Brasil ultrapasse a Itália, que recuaria para nono. Para 2025, a projeção é de que o Brasil se mantenha na oitava posição, com um PIB de US$ 2,437 trilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil perderia o oitavo lugar para a Itália apenas caso o crescimento estimado para esse ano pelo Focus de 2,05% (publicado nessa semana) ficasse menor, bem abaixo disso; e o da Itália que está estimado em 0,7% ficasse bem acima disso”,  Alex Agostini, economista chefe da Austin Rating.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o quadro, de oitavo lugar, não se confirmaria caso o real e o euro apresentarem uma diferença de paridade de conversão entre as moedas muito grande uma com a outra, daqui para frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aí, sim, o Brasil teria uma chance de perder a posição pra Itália, até porque a diferença entre os países é muito pequena, de pouco mais de 3 bilhões de dólares”, compara, lembrando o PIB dos países está na casa dos trilhões de dólares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, ele reforça que podem ocorrer alterações, mas que, por enquanto, “dadas as condições atuais, é pouco provável que o Brasil perca a posição para Itália”.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-brasil-deve-crescer-em-ranking-mundial-de-economias">Brasil deve crescer em ranking mundial de economias</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o ranking elaborado pela Austin, o Brasil atingiu suas melhores colocações mais recentemente entre os anos de 2010 e 2014, quando figurava na 7ª posição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste período, o PIB brasileiro perdia para os dos EUA, China, Japão e Alemanha, sempre, na ordem, as quatro maiores economias. Entre a quinta e a sexta colocação, se revezavam França e Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, por conta da crise econômica, o Brasil recuou para 9ª posição, a qual se manteve em 2016. Em 2017, chegou a recuperar a 8ª posição, mas retornou para 9ª posição, em 2018 e 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020 e 2021, recuou para 11ª posição e, ano passado, subiu dois degraus, ficando na 9ª posição.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-avanco-da-india">Avanço da Índia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2024, o quadro pouco se altera, em relação à primeira metade da década passada, quando o Brasil era a 7ª economia global, apenas com o ingresso da Índia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, conforme o levantamento da Austin, estas seriam as maiores economias globais neste ano:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>País</strong></td><td><strong>PIB estimado</strong>*</td></tr><tr><td>Estados Unidos</td><td>28.781,1</td></tr><tr><td>China</td><td>18.532,6</td></tr><tr><td>Alemanha</td><td>4.591,1</td></tr><tr><td>Japão</td><td>4.110,5</td></tr><tr><td>Índia</td><td>3.937,0</td></tr><tr><td>Reino Unido</td><td>3.495,3</td></tr><tr><td>França</td><td>3.130,0</td></tr><tr><td>Brasil</td><td>2.331,4</td></tr><tr><td>Itália</td><td>2.328,0</td></tr><tr><td>Canadá</td><td>2.242,2</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">*Valores em trilhões de dólares projetados para 2024. Fonte: FMI, elaboração Austin Rating</p>



<h4 class="wp-block-heading">PIB cresce no 1º trimestre</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB brasileiro cresceu 0,8% no primeiro trimestre de 2024 ante o trimestre anterior. Assim, sua soma apenas no primeiro trimestre, em reais, somou R$ 2,7 trilhões em valores correntes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho representou uma retomada, após a economia ter andado de lado tanto no terceiro como no quarto trimestre do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre de 2023, o PIB cresceu 2,5%.</p>
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