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	<title>economia brasileira &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>economia brasileira &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/maioria-dos-trabalhadores-leva-marmita-para-o-trabalho-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 07:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2º Seminário Aberc (Associação Brasileira de Refeições Coletivas)]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa foi realizada com 816 pessoas de todas as regiões do país A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços de alimentação e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ff4724dfafcf18698346926e513892f8">Pesquisa foi realizada com 816 pessoas de todas as regiões do país</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços de alimentação e facilities. Desse total apontado pelo estudo, 42% disseram levar marmita para o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais 14%, levam lanches ou salgados. O estudo, que ouviu 816 pessoas de todas as regiões do país, foi apresentado em 30/10, durante o 2º Seminário Aberc (Associação Brasileira de Refeições Coletivas), realizado na capital paulista. Para esta pesquisa, os trabalhadores puderam escolher mais de uma opção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estudo, outros 31% dos entrevistados afirmaram comprar marmitas ou lanches na rua, 28% disseram utilizar o vale refeição/alimentação, 21% os restaurantes corporativos e 7% respondeu que não se alimenta no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento teve como foco entender como se dá a alimentação dos trabalhadores em restaurantes corporativos. E apontou que 87% dos entrevistados consideram o restaurante corporativo um grande benefício para o trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Aberc, o setor de refeições coletivas movimenta mais de R$ 21 bilhões na economia brasileira a cada ano, alimentando mais de 37 milhões de pessoas em empresas, hospitais e instituições de ensino públicas e privadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gastos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou também que 45% dos trabalhadores brasileiros gastam entre R$ 220 e R$ 440 por mês para se alimentar no trabalho. Outros 18% responderam que gastam entre R$ 450 e R$ 660 e 23% declarou que não gasta porque tem acesso a restaurantes corporativos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Arroz e feijão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostrou que o chamado prato feito, composto por arroz, feijão, proteína e acompanhamento é a preferência de 77% dos trabalhadores. Isso demonstra, segundo o estudo, a busca do trabalhador por uma alimentação equilibrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da preferência pelo arroz e feijão, a curiosidade pode levar o brasileiro a se arriscar. Quando perguntados sobre qual a opinião de ter à disposição pratos temáticos – tais como comida oriental, italiana ou mineira – 72% dos usuários de restaurantes corporativos disseram que seria ótimo, pois poderiam conhecer outros tipos de culinária.</p>
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		<title>Serviços sustentam PIB em 2022: governo Bolsonaro cresceu menos de 1,5% por ano, abaixo dos antecessores</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/servicos-sustentam-pib-em-2022-governo-bolsonaro-cresceu-menos-de-15-por-ano-abaixo-dos-antecessores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 13:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[No último ano da gestão, alta foi de 2,9%, quase toda devido ao setor de serviços. Agropecuária caiu O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,9% em 2022, com alta puxada principalmente pelos serviços (4,2%). O resultado veio dentro do previsto. A indústria avançou 1,6%, enquanto a agropecuária caiu 1,7% (-11,4% no caso da soja). [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">No último ano da gestão, alta foi de 2,9%, quase toda devido ao setor de serviços. Agropecuária caiu</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,9% em 2022, com alta puxada principalmente pelos serviços (4,2%). O resultado veio dentro do previsto. A indústria avançou 1,6%, enquanto a agropecuária caiu 1,7% (-11,4% no caso da soja). Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (2) pelo IBGE. Assim, o PIB somou R$ 9,9 trilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desses 2,9% de crescimento em 2022, os serviços foram responsáveis por 2,4 pontos percentuais. Além de ser o setor de maior peso, foi o que mais cresceu, o que demonstra como foi alta a sua contribuição na economia no ano”, afirma a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o governo anterior teve PIB de 1,2% em 2019, -3,3% em 2020, 5% em 2021 e 2,9% em 2022. Na média, em torno de 1,4% por ano. Marcada também pela pandemia, que negligenciou, a gestão Bolsonaro na economia ficou abaixo dos antecessores: 2,5% em média no primeiro governo FHC, 4,6% ao ano no primeiro governo Lula e 2,4% nos primeiros quatro anos de Dilma Rousseff.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados de 2022 mostram crescimento concentrado em serviços e perda de fôlego ao longo do ano. Um dos efeitos dos juros sobre a economia, que deverá continuar enfrentando dificuldades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o instituto, a taxa de investimento correspondeu a 18,8% do PIB, praticamente no mesmo nível de 2021 (18,9%). Já a taxa de poupança passou de 17,4% para 15,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indicador de investimento, a Formação Bruta de Capital Fixo subiu 0,9% em 2022. Já o consumo das famílias aumentou 4,3% e o governo, 1,5%. Enquanto as exportações cresceram 5,5%, as importações subiram 0,8%.</p>
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		<title>O “milagre econômico” que só existe na cabeça de Bolsonaro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-milagre-economico-que-so-existe-na-cabeca-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[Para enxergar um “milagre econômico” em 2021, Bolsonaro adotou o único método capaz de justificar essa conclusão: errou uma conta simples e mostrou que, após 3 anos de mandato, segue sem intimidade com temas econômicos “Alguns projetam um crescimento de 5% positivo esse ano… Se 5% é positivo e o ano passado foi 4% negativo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para enxergar um “milagre econômico” em 2021, Bolsonaro adotou o único método capaz de justificar essa conclusão: errou uma conta simples e mostrou que, após 3 anos de mandato, segue sem intimidade com temas econômicos</p>
<p></p>
<p>“Alguns projetam um crescimento de 5% positivo esse ano… Se 5% é positivo e o ano passado foi 4% negativo, crescemos 9%. É um milagre. É uma coisa inacreditável”.</p>
<p> </p>
<p>Jair Bolsonaro “cometeu” a frase acima em entrevista à Jovem Pan. Realmente, é inacreditável. Começando por um gritante erro de matemática básica.</p>
<p> </p>
<p>Vamos supor que o PIB de 2019 foi igual a 100 dinheiros, sendo “dinheiros” uma unidade criada para facilitar esse exemplo.</p>
<p> </p>
<p>É fácil notar que, após uma queda de 4%, o PIB de 2020 será igual a 96 dinheiros. Em seguida, com o crescimento de 5% que se espera em 2021, o PIB chegaria a 100,8 dinheiros. No total, o crescimento acumulado em 2 anos seria igual a 0,8%.</p>
<p> </p>
<p>A conta de Bolsonaro só fecha se a economia crescer pouco mais de 13,5% em 2021. Só assim o PIB chegaria a 109 dinheiros no exemplo acima.</p>
<p> </p>
<p>Não foi só um erro de cálculo. Bolsonaro demonstrou que repete certos números sem saber o que eles significam. Um cidadão comum que dissesse a mesma coisa mereceria compreensão. Entrevista ao vivo é complicada mesmo. Acontece…</p>
<p> </p>
<p>No Brasil onde eu gostaria de viver, qualquer candidato a cargo público perceberia o absurdo e corrigiria em seguida. É o mínimo que podemos cobrar deles. Como veio de um presidente da República no terceiro ano de mandato, não é um erro que pode passar em branco.</p>
<p> </p>
<p>Ainda assim, o pior da fala de Bolsonaro não está na conta errada. Se o erro crasso passa a impressão de que o presidente não tem noções básicas de matemática, a lógica por trás do argumento confirma também a ignorância sobre temas econômicos.</p>
<p> </p>
<p>Bolsonaro trata o crescimento do PIB em 2021 como se fosse um acontecimento extraordinário. Usando as palavras do próprio presidente, seria um “milagre econômico”. A conclusão talvez fosse razoável num ano normal em que o PIB crescesse 5% ao ano. Infelizmente, 2021 não é um ano normal.</p>
<p> </p>
<p>É preciso entender o que significa um crescimento de 5% este ano. Quase todas as economias do planeta devem crescer bastante no mesmo período. Como a taxa de crescimento em 2021 se baseia numa comparação com 2020, qualquer ano parece bom.</p>
<p> </p>
<p>Além do ano passado ter sido muito ruim no geral, o fundo do poço econômico ocorreu ainda nos primeiros trimestres. Esse é outro fator que distorce a taxa de crescimento do PIB. Quando o último trimestre do ano é muito melhor que os 3 primeiros, basta manter o ritmo para alcançar um crescimento expressivo.</p>
<p> </p>
<p>Os cálculos mais recentes da Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado, estima que basta manter o ritmo da atividade econômica para que PIB cresça 4,9% em 2021. Quase todos os economistas apresentam previsões parecidas. Caso o leitor se interesse pelo tema, há farto material na internet sobre esse assunto, conhecido pelos falantes de economês como “carregamento estatístico” ou “carry-over”.</p>
<p> </p>
<p>Portanto, um crescimento de 5% em 2021 não é suficiente nem para concluir que a economia está evoluindo bem ao longo do ano. O que poderíamos dizer então sobre a hipótese de que vivemos um “milagre econômico”?</p>
<p> </p>
<p>Quase 15 milhões de brasileiros apareciam como desempregados na última PNAD Contínua. Outros 6 milhões só não aparecem como desempregados porque desistiram de procurar emprego e são “desalentados” na classificação do IBGE. Mais 33,3 milhões de brasileiros estão subutilizados no mercado de trabalho: possuem emprego, mas gostariam de trabalhar mais, pois conseguiram no máximo um bico.</p>
<p> </p>
<p>Só nesses três grupos, são quase 55 milhões de pessoas que gostariam de produzir mais, mas não conseguem por falta de emprego. O responsável por lidar com o problema diz que vivemos um “milagre econômico” e se mostra incapaz até de falar sobre economia, apesar de já estar no terceiro ano de mandato.</p>
<p> </p>
<p>O erro matemático, infelizmente, é só o começo do problema.</p>
<p> </p>
<p><strong>Por Pedro Menezes:fundador e editor do Instituto Mercado Popular, um grupo de pesquisadores focado em políticas públicas e desigualdade social.</strong></p>
<p>Crédito: Marcello Casal Junior/EBC<br />Fonte: Infomoney<br />Escrito por: Pedro Menezes</p>
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