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	<title>doenças psicológicas e assédio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>GT de Saúde do Itaú debate programa sobre saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 11:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio no Itaú]]></category>
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					<description><![CDATA[Representante dos trabalhadores aprovam iniciativa, mas pedem melhorias e abordagem do tema como doença relacionada ao trabalho O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú reuniu-se ontem quarta-feira (20) com a direção do banco para discutir o programa de saúde mental proposto pela instituição financeira, “depois da pressão com protestos da campanha “Menos Metas, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Representante dos trabalhadores aprovam iniciativa, mas pedem melhorias e abordagem do tema como doença relacionada ao trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú reuniu-se ontem quarta-feira (20) com a direção do banco para discutir o programa de saúde mental proposto pela instituição financeira, “depois da pressão com protestos da campanha “Menos Metas, Mais Saúde”, que os funcionários e o movimento sindical realizaram, dia 12/09. Mas ainda falta aprimorar para melhorar. É bom ressaltar que o Sindicato de Santos e Região sempre se postou contra a exigência de metas”, avalia Élcio Quinta, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e bancário do Itaú.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o representante da área de saúde ocupacional e o médico do trabalho do Itaú fizeram uma apresentação do programa, que busca abordar o adoecimento mental como um fenômeno multifatorial.<br><br>O programa apresentado pelo banco tem como principais objetivos quebrar o tabu em torno do adoecimento mental, reduzir o estigma associado ele, treinar líderes com habilidades socioemocionais para lidar com o tema e prevenir o adoecimento. Além disso, propõe a realização de ações preventivas com foco na organização do trabalho, incluindo o monitoramento de indicadores para um mapeamento efetivo.<br><br>Luciana Duarte, coordenadora do Grupo de Trabalho de Saúde do Itaú, destacou a importância da iniciativa. “A criação deste programa é um passo positivo após nossas denúncias sobre números alarmantes de doenças psíquicas relacionadas ao trabalho no banco Itaú. No entanto, cobramos que os programas não fiquem apenas nas apresentações e se tornem uma realidade na vida dos trabalhadores, diminuindo o número de adoecimentos e melhorando a qualidade de vida no trabalho.”<br><br>Ela também ressaltou a necessidade de treinamento para a gestão. “Para que os trabalhadores se sintam à vontade para expressar suas queixas, é fundamental que o assédio moral e sexual seja eliminado, pois ninguém vai desabafar sobre assédio com um assediador.”<br><br>O GT de Saúde do Itaú demandou melhorias no atendimento e no treinamento dos médicos das clínicas conveniadas, visando a melhor preparação para lidar com trabalhadores adoecidos. Também foi cobrada a extensão e melhoria do programa Recomece, considerando que 30 dias não são suficientes para a readaptação no retorno de licença.<br><br>Por fim, a equipe do GT de Saúde enfatizou a importância de que os programas propostos se estendam por todo o país e anunciou que irá acompanhar de perto a implementação e os resultados dessas iniciativas. “A busca por um ambiente de trabalho mais saudável e acolhedor é um compromisso que deve ser de todos os envolvidos, e o Grupo de Trabalho de Saúde do Itaú está determinado a garantir que essa meta seja alcançada”, completou a coordenadora.</p>
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		<title>“Assédio no trabalho é porta de entrada para adoecimento psíquico”, afirma ministro do TST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 11:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[doenças psicológicas e assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro do TST e assédio]]></category>
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					<description><![CDATA[Membro do Tribunal Superior do Trabalho, Alberto Bastos Balazeiro lembra que empresas devem ter meio anônimo de denúncia Mensalmente, o Tribunal de Justiça do Trabalho (TST) recebe, em média, mais de 6,4 mil ações relacionadas a assédio moral no trabalho. A corte é a instância máxima em processos do tipo, portanto, o número dá uma [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Membro do Tribunal Superior do Trabalho, Alberto Bastos Balazeiro lembra que empresas devem ter meio anônimo de denúncia</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mensalmente, o Tribunal de Justiça do Trabalho (TST) recebe, em média, mais de 6,4 mil ações relacionadas a assédio moral no trabalho. A corte é a instância máxima em processos do tipo, portanto, o número dá uma dimensão real do tamanho do problema que o país enfrenta, avalia&nbsp;o ministro do TST, Alberto Bastos Balazeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso mostra que o ambiente de trabalho no Brasil está dominado pela competitividade”, afirma o ministro em entrevista à edição da última quarta-feira (26) do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.brasildefato.com.br/radioagencia/podcasts/bem-viver" target="_blank"><strong>programa Bem Viver</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Balazeiro, o que mais preocupa o TST é o chamado assédio moral institucional. “Ele acontece quando a cultura da empresa estimula a competição entre os trabalhadores”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro reconhece que é esperado que dentro do ambiente profissional aconteça uma disputa respeitosa entre os funcionários, porém, “não podemos permitir que empresas públicas ou privadas disseminem essa competição desmedida para, no popular, estimular que as pessoas passem por cima uma da outra”,</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ambiente de trabalho se baseia no princípio constitucional de solidariedade”, lembra o especialista que também é coordenador nacional do Programa Trabalho Seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O assédio moral é porta de entrada para o adoecimento psíquico, por exemplo. É&nbsp;um dos fatores graves de afastamento de trabalhadores no mundo inteiro e pesquisas denotam esse crescimento, principalmente durante e após a pandemia”.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como identificar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Fora este, existem também mais três tipos de assédio: o vertical descendente, quando o chefe age contra um subordinado; o ascendente, que é o inverso do anterior; e o horizontal, quando acontece entre&nbsp;funcionários do mesmo nível de hierarquia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre o descendente, Balazeiro explica as diferentes formas que ele pode acontecer</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Não se trata apenas do chefe demandar excessivamente o trabalhador. Pode acontecer justamente o contrário, ele exclui o funcionário, não passando nenhuma demanda, ou convocando uma reunião sem chamar este ou aquele. Ou até chama, mas ignorar a presença da pessoa”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do exemplo, o&nbsp;ministro explica o conceito de assédio no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Assédio é a repetição de condutas que visam excluir, seja por ofensas, cobras excessivas ou por não passar trabalho, algum membro da equipe”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“E tem uma terceira característica que é degradar o ambiente de trabalho. A ambiente é feito para ter um nível de saúde e segurança”, lembra o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Balazeiro pondera que “nas relações de trabalho existem discussões, que até fogem das regras de convivência, por exemplo um xingamento, um desentendimento, isso acontece muito em condições verticais, quando existem hierarquias”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por tanto, isso não necessariamente é assédio, quando acontece de forma&nbsp;isolada. Mas deve ter atenção quando a conduta tem repetição ou frequência.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que fazer</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Toda empresa, seja pública ou privada, deve ter canais anônimos para receber denúncias de assédio. “Se não tem, essa já é uma denúncia”, alerta Balazeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro caminho possível, é o&nbsp;<a href="https://peticionamento.prt2.mpt.mp.br/denuncia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Ministério Público do Trabalho,</strong></a>&nbsp;que recebe denúncias pela&nbsp;<a href="https://peticionamento.prt2.mpt.mp.br/denuncia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página oficial da instituição.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro também lembra que o próprio Ministério do Trabalho tem canais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Balazeiro lembra de contar com o apoio dos sindicatos para situações do tipo.</p>
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