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	<title>doenças psicológicas e afastamentos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Em 2024, saúde mental foi a principal causa dos afastamentos na categoria bancária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 12:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afastamentos 2024 bancários]]></category>
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		<category><![CDATA[doenças psicológicas e afastamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em negociação marcada para segunda (30), Comando Nacional dos Bancários reforçará a pressão sobre a Fenaban por soluções contra adoecimento entre bancários pelo impacto das metas Em 2024, a saúde mental foi a principal causa dos afastamentos na categoria bancária. Segundo levantamento do Dieese, com base em informações da plataforma Smartlab, produzida com registros do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Em negociação marcada para segunda (30), Comando Nacional dos Bancários reforçará a pressão sobre a Fenaban por soluções contra adoecimento entre bancários pelo impacto das metas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, a saúde mental foi a principal causa dos afastamentos na categoria bancária. Segundo levantamento do Dieese, com base em informações da plataforma Smartlab, produzida com registros do INSS, naquele ano,&nbsp;<strong>as doenças mentais e comportamentais foram responsáveis por 55,9% dos afastamentos acidentários e por 51,8% dos afastamentos previdenciários de bancárias e bancários do país</strong>. Em segundo lugar ficaram as doenças conhecidas como Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), responsáveis por 20,3% dos afastamentos acidentários e 15,2% dos afastamentos previdenciários na categoria, em 2024.<br><br>Em comparação com 2012, o Dieese revela que ocorreu um aumento significativo das doenças mentais no total de afastamentos de trabalhadores bancários. Naquele ano,<strong> a LER/DORT era responsável por 48,90% dos afastamentos acidentários e por 22,10% dos afastamentos previdenciários</strong>, enquanto que as doenças mentais e comportamentais por 30,40% e 23,60% dos afastamentos acidentários e previdenciários, respectivamente.<br><br>Neste período, de 2012 e 2024, também avançou a participação da categoria bancária no total de afastamentos por doenças mentais e comportamentais nas atividades do Ramo Financeiro: de 12% para 25% nos casos de afastamentos acidentários; e de 2,2% para 3,3% nos casos de afastamentos previdenciários de todo o setor financeiro.<br><br>Em relação a todas as categorias do país, o setor bancário também se destaca, negativamente.&nbsp;<strong>Apesar de representar somente 0,8% do emprego formal no Brasil, a categoria respondeu por 2,81% dos 168,7 mil afastamentos acidentários que ocorreram em 2024</strong>.<br><br>“O crescimento de afastamentos por doenças de cunho mental entre bancárias e bancários não é coincidência, mas consequência da realidade de trabalho no setor financeiro, como temos denunciado reiteradamente nas mesas de negociação com os bancos&#8221;, explica o secretário de Saúde da Contraf, Mauro Sales.&nbsp;<strong>&#8220;São os mecanismos por metas, cada vez mais abusivos, e que geram pressão exacerbada, com falta de apoio, é que têm resultado nesses números alarmantes&#8221;</strong>, completa o dirigente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mesa de negociação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança por soluções contra adoecimentos nos bancos será um dos temas da&nbsp;<strong>Negociação Nacional sobre Saúde Bancária, que ocorrerá na próxima segunda-feira (30)</strong>, entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na capital paulista.<br><br>Entre os avanços da categoria, obtidas em mesa de negociação sobre saúde laboral, estão a criação de um conjunto de cláusulas e que originaram o capítulo intitulado &#8220;Combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho&#8221;, na renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), em 2024.&nbsp;<strong>Mauro revela que, depois de anos de luta, pela primeira vez, os bancos concordaram em incluir o termo assédio moral na CCT</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com a pressão dos sindicatos para que o assédio moral deva ser enfrentado, solucionado e extinto pelos bancos, os debates aumentaram, canais de denúncias para coibir foram criados dentro das empresas, mas é imprescindível denunciar ao Sindicato”, avalia Élcio Quinta, presidente do sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
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