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	<title>Doenças Ocupacionais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Doenças Ocupacionais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Caixa é condenada por não conceder pausas ergonômicas a bancários</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-e-condenada-por-nao-conceder-pausas-ergonomicas-a-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 06:58:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Empregados]]></category>
		<category><![CDATA[pausas ergonômicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Juiz reconheceu que a Caixa descumpriu normas internas e coletivas que garantem pausas regulares para prevenir doenças ocupacionais em funções repetitivas. A Justiça do Trabalho condenou a Caixa Econômica Federal ao pagamento de indenização por descumprir o intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados, previsto em norma interna e em instrumentos coletivos, a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-22a9e09f644bd865a3d845298ee7dfd8">Juiz reconheceu que a Caixa descumpriu normas internas e coletivas que garantem pausas regulares para prevenir doenças ocupacionais em funções repetitivas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Trabalho condenou a Caixa Econômica Federal ao pagamento de indenização por descumprir o intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados, previsto em norma interna e em instrumentos coletivos, a empregados que exercem as funções de caixa executivo, caixa ponto de venda e caixa ponto de venda FII.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação civil pública foi proposta pelo <a href="https://www.bancariosrio.org.br/" data-type="link" data-id="https://www.bancariosrio.org.br/">Sindicato dos Bancários do Município do Rio de Janeiro</a>. O sindicato sustentou que a instituição financeira deixou de cumprir a obrigação de conceder pausas regulares aos trabalhadores que realizam atividades com movimentos repetitivos dos membros superiores e da coluna vertebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, o juiz Flávio Alves Pereira, da 69ª vara do Trabalho do Rio de Janeiro, citou a Portaria MTP 423/21, que determina a pausa mínima de 10 minutos a cada 50 trabalhados, sem desconto na jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o magistrado, a medida visa prevenir doenças ocupacionais, como LER e DORT, e deve ser aplicada a todas as funções que envolvam movimentos repetitivos, não apenas à digitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz destacou ainda que a obrigação da Caixa foi firmada após um histórico de adoecimento ocupacional dos empregados e possui natureza de título executivo extrajudicial, conforme o art. 876, parágrafo único, da CLT, vinculando a conduta da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Márcio Cordero, sócio do escritório&nbsp;AJS &#8211; Cortez &amp; Advogados Associados&nbsp;e representante do Sindicato no processo, a decisão é uma vitória importante para os bancários. &#8220;A Caixa, além de não cumprir as normas e a legislação vigente, desrespeitava o direito dos trabalhadores prejudicando sua saúde, desautorizando o intervalo de descanso&#8221;, explicou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt1.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0101222-09.2024.5.01.0069/1#728e907" data-type="link" data-id="https://pje.trt1.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0101222-09.2024.5.01.0069/1#728e907">0101222-09.2024.5.01.0069</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/10/5D80ECEFF053B9_Documento_728e907.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/10/5D80ECEFF053B9_Documento_728e907.pdf">Leia aqui a sentença</a>.</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Sindicatos conquistam avanços para saúde dos bancários e bancárias</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicatos-conquistam-avancos-para-saude-dos-bancarios-e-bancarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 12:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cláusula 61]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde do bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Bancos sinalizam concordância em debater propostas apresentadas pelos trabalhadores A primeira reunião do ano da mesa bipartite de saúde entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada terça-feira (23), teve avanços importantes, com a possibilidade de acordo em diversas reivindicações. No início da discussão sobre aditivo da cláusula 61 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-50f9ea414fa9dcc0e852f272eb82891f">Bancos sinalizam concordância em debater propostas apresentadas pelos trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira reunião do ano da mesa bipartite de saúde entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada terça-feira (23), teve avanços importantes, com a possibilidade de acordo em diversas reivindicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início da discussão sobre aditivo da cláusula 61 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que trata da prevenção de conflitos e assédio moral no local de trabalho e dos canais de denúncia, o movimento sindical cobrou um melhor fluxo para dar tranquilidade ao denunciante para procurar os canais disponíveis com garantia de sigilo e resolutividade da denúncia.<br><br>“O trabalhador tem medo de fazer denúncia e, quando faz, muitas vezes, vem a partir do Ministério Público, o que acaba nos jornais e dá uma visibilidade maior. Precisamos atrair para os canais acordados, para que sejam resolvidos de forma mais rápida”, orientou Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf.<br><br>A Fenaban se comprometeu a responder a proposta sobre fluxo, sigilo e medidas contra o assédio, como cursos para gestores e a criação de uma comissão bipartite para apuração das denúncias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Canal de atendimento e acolhimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outra reivindicação dos representantes dos trabalhadores é a criação de um canal de atendimento humanizado com um fluxo transparente e descomplicado, com informações do que fazer em caso de necessidade de afastamento. A Fenaban se comprometeu a apresentar uma proposta de fluxograma para ser debatido.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cláusula 61</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhadores reivindicam também a atualização dos mecanismos de prevenção de conflito no ambiente de trabalho. “Precisamos que essa cláusula seja aperfeiçoada, atualizada, modernizada, pois é antiga. No período foi ousada, já que o tema era pouco debatido. Mas, hoje a sociedade, como um todo, o conhece e já evoluiu bastante. Nós precisamos atualizá-la para que aborde de forma mais profunda o assédio moral no local de trabalho.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">PCMSO</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhadores ainda cobraram melhorias no Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional (PCMSO). “Nós gostaríamos de ter os dados de afastamento, até para poder sugerir medidas para rastrear e detectar precocemente os agravos à saúde relacionados ao trabalho. Importante balizar também a questão de reconhecer os riscos dos bancos. Já há uma deturpação no início do processo que não reconhece. Esse reconhecimento é importante. O que a gente quer nada mais do que discutir o que está em lei. O relatório anual do PCMSO prevê uma discussão com a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes). Nós queremos participar deste debate. Utilizar essas ferramentas já definidas para discutir medida bipartite para melhorar os locais de trabalho”, salientou Mauro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de saúde ainda respondeu aos representantes da Fenaban, que negaram a reivindicação, por entenderem que haveria uma sobreposição à CIPA. “Não queremos tirar o papel da CIPA, muito pelo contrário, queremos a ampliação. Infelizmente a lei define apenas um cipeiro a cada 100 trabalhadores. Com isso, poucos locais de trabalho têm CIPA nos bancos. Consequentemente, não temos PCMSO exclusivos de diversos locais, o relatório é centralizado. Nós queremos analisar os números conjuntamente para pensar em forma de melhorar os locais de trabalho um a um”, completou Mauro, ao lembrar que as convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) definem a participação dos trabalhadores nessas discussões.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Debates futuros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima reunião da mesa bipartite de saúde ficou agendada para 14 de março, às 10h, em São Paulo. O movimento sindical se comprometeu a apresentar a pesquisa sobre saúde mental e uma proposta de código de conduta e protocolo para fluxo de combate ao assédio moral nos locais de trabalho.</p>
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			</item>
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		<title>Justiça manda Itaú reintegrar Bancária demitida por LER/DORT</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-manda-itau-reintegrar-bancaria-demitida-por-ler-dort/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Ocupacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[A sigla LER significa lesões por esforços repetitivos, sendo também denominada como distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho &#8211; DORT. São doenças caracterizadas pelo desgaste de estruturas do sistema músculo-esquelético que atingem várias categorias profissionais. O Juiz do Trabalho José Roberto da Silva, da 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho (TRT 14) concedeu liminar, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sigla LER significa lesões por esforços repetitivos, sendo também denominada como distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho &#8211; DORT. São doenças caracterizadas pelo desgaste de estruturas do sistema músculo-esquelético que atingem várias categorias profissionais.<br />
</p>
<p>O Juiz do Trabalho José Roberto da Silva, da 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho (TRT 14) concedeu liminar, no último dia 30 de abril, a uma bancária do Itaú que foi demitida em setembro de 2017, tão logo o banco descobriu que ela era portadora de doença ocupacional (LER/Dort).</p>
<p> </p>
<p>Funcionária do Itaú desde setembro de 2011, por quase sete anos tem atuado em funções que exigem dela movimentos repetitivos, como soma, digitação, digitalização de arquivos pesados e contagem de células.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios/" target="_blank"># Curta a página do Sindicato no Facebook</a></em></p>
<p> </p>
<p>Neste período ela acabou sendo transferida algumas vezes, sendo a primeira para o Estado do Amazonas, a segunda para São Paulo e, por último, Ceará.</p>
<p> </p>
<p>Em maio de 2016 a bancária requereu junto ao INSS afastamento de suas atividades laborais em virtude da doença ocupacional, pedido deferido com o código B91 (auxílio acidente de trabalho).</p>
<p> </p>
<p>Um ano depois a trabalhadora foi submetida a exame periódico, e o próprio médico do banco confirmou que ela é portadora de doença ortopédica e psíquica e que ela possui restrições nas atividades laborais em decorrências das doenças ocupacionais.</p>
<p> </p>
<p>Ocorre que, mesmo o banco tendo total ciência de que sua funcionária é portadora de doença ocupacional (LER/DORT e psíquica), a demitiu em 27 de setembro de 2017, sem justa causa, quando ela atuava na agência do município de Itapipoca, no Ceará.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sofre-com-assedio-moral-na-sua-agencia-chama-o-sindicato" target="_blank"># Sofre com assédio na sua agência? Chama o SINDICATO!</a></em></p>
<p> </p>
<p>Diante da demissão a bancária voltou para Porto Velho, cidade na qual foi contratada e também onde reside os familiares, em especial sua filha menor de idade, e onde ela terá que fazer o tratamento médico com acompanhamento familiar.</p>
<p> </p>
<p>Hoje a trabalhadora vive a base de remédios controlados, em virtude da LER/DOR e da doença psíquica, e mesmo jovem, encontra dificuldades a ser reinserida no mercado de trabalho, vez que ainda sofre com as doenças que adquiriu durante os anos que trabalhou para o Itaú.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio!</a></p>
<p> </p>
<p>Diante de todas as evidências de injustiça cometida pelo banco, o magistrado concedeu a tutela de urgência (liminar) determinando que o Itaú faça a reintegração da bancária aos quadros de empregados, em agência situada na cidade de Porto Velho, encaminhando-a para a Previdência Social para a habilitação ao recebimento do benefício de auxílio-doença, sob pena de multa diária de R$ 500 em caso de descumprimento.</p>
<p> </p>
<p>Infelizmente já é costume o Itaú, ao constatar que seus empregados encontram-se doente, demiti-los sem justa causa. É nítida a conduta do banco em simplesmente tratar seus empregados como descartáveis, utilizando-os e depois descartando-os.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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