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	<title>doença profissional &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Santander é condenado a pagar pensão mensal até os 76 anos à aposentada adoecida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 06:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco também terá de pagar indenização por danos morais A 1ª Vara do Trabalho de Lençóis Paulista condenou o Santander ao pagamento de indenização por danos morais e danos materiais à bancária aposentada que adquiriu doença ocupacional e foi dispensada imotivadamente, após mais de 30 anos de serviço na instituição. A bancária aposentada ingressou no [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-410ce93a7a9a16ffb508b716bfff4f83">Banco também terá de pagar indenização por danos morais</h4>



<p>A 1ª Vara do Trabalho de Lençóis Paulista condenou o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> ao pagamento de indenização por danos morais e danos materiais à bancária aposentada que adquiriu doença ocupacional e foi dispensada imotivadamente, após mais de 30 anos de serviço na instituição.</p>



<p>A bancária aposentada ingressou no banco em 1988 e foi diagnosticada com LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) em 1996. Por conta da doença profissional, devidamente reconhecida pelo INSS, precisou se afastar por vários períodos e, toda vez que retornava ao trabalho, o Santander não respeitava sua necessidade de readaptação e a direcionava para funções que exigem movimentos repetitivos, ocasionando piora nas suas condições de saúde.</p>



<p>Em 2004, foi demitida imotivadamente, mas conquistou sua reintegração com o apoio jurídico do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região. Contudo, mesmo após seu retorno, até sua nova demissão em 2023, o banco manteve as mesmas condições desfavoráveis de trabalho. Isolada dos demais colegas, exercendo esforços repetidos e sendo frequentemente obrigada a permanecer em pé por mais 6 horas no autoatendimento, ela passou a ter problemas psicológicos (quadro depressivo e ansioso). Diante do dano, o Sindicato buscou a Justiça novamente, solicitando a condenação do Santander ao pagamento por danos morais e materiais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Danos morais e materiais</h4>



<p>Ao julgar o caso, o juiz Andre Luiz Alves reconheceu a culpa do Santander pela doença ocupacional da aposentada, afirmando que o empregador tem obrigação de ofertar aos seus empregados um ambiente de trabalho saudável, mas nada foi feito pelo banco para evitar tal adoecimento.</p>



<p>Com base nisso, considerou que a aposentada faz jus às indenizações por danos morais e materiais. O magistrado fixou indenização por danos morais no importe de R$ 36.967,86, “considerando a intensidade do sofrimento da reclamante, a impossibilidade de superação física do dano, os reflexos em sua vida pessoal, além do grau de culpa da reclamada e a situação social das partes, como sendo um dano de natureza grave”.</p>



<p>Quanto aos danos materiais, condenou o Santander ao pagamento de pensão mensal no importe de 100% do salário da bancária, parcelas vencidas e vincendas, desde a demissão até o momento em que ela venha a completar 76 anos de idade.</p>
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