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	<title>Doença do Trabalho &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Doença do Trabalho &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho reforça combate ao assédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Doença do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Um reforço na luta contra o adoecimento causado pelo trabalho é a nova NR-1, que entra em vigor no mês que vem e aborda a questão dos riscos psicossociais Fazer memória das vítimas de acidentes de trabalho no mundo é mais do que um ‘olhar para trás’; é um reforço no combate aos riscos à [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c97d0528b496966b0b0b6057991d73e2">Um reforço na luta contra o adoecimento causado pelo trabalho é a nova NR-1, que entra em vigor no mês que vem e aborda a questão dos riscos psicossociais</h4>



<p>Fazer memória das vítimas de acidentes de trabalho no mundo é mais do que um ‘olhar para trás’; é um reforço no combate aos riscos à saúde e à vida das pessoas. Dia 28 de abril é o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, e o assédio moral está entre as pautas que atingem milhares e trabalhadores, incluindo na categoria bancária.</p>



<p>Em material divulgado neste mês pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) Regional de Santos, a entidade reforça que “<strong>assédio moral não é gestão</strong>” e explica o que caracteriza o assédio moral:</p>



<p>• Práticas e comportamentos que podem causar dano físico, psicológico, sexual ou econômico.</p>



<p>• É repetitivo, desproporcional e vexatório.</p>



<p>• <strong>Exemplos:</strong> Gritar com o funcionário em público, impor metas inatingíveis, isolar o colaborador, retirar ferramentas de trabalho.</p>



<p>• Abuso de poder (vertical ou horizontal)</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Nova NR-1 e os riscos psicossociais</strong></h4>



<p>Em maio deste ano, entrará em vigor a nova Norma Regulamentadora 01 (NR-1). De acordo com o Cerest, “a partir disso, TODAS as empresas precisam ter um Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR) que contemple os riscos psicossociais”. Ou seja, a NR-1 passa a prever, de forma clara, a inclusão de estresse, assédio, burnout e violência no trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais.</p>



<p>“Os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, são problemas na concepção, organização e gestão do trabalho, que pode levar a diversos efeitos na saúde do trabalhador em níveis psicológicos, físicos e social”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os riscos psicossociais?</strong></h4>



<p>• Assédio de qualquer natureza no trabalho</p>



<p>• Falta de suporte/apoio no trabalho</p>



<p>• Falta de autonomia</p>



<p>• Eventos violentos ou traumáticos</p>



<p>• Sobrecarga no trabalho</p>



<p>• Maus relacionamentos no local de trabalho</p>



<p>• Difícil comunicação</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Denuncie</strong></h4>



<p>O Sindicato dos Bancários de Santos e Região conta, em sua estrutura, com a Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalhador. Ela é coordenada pela dirigente sindical Vanessa Gonçalves. Você, bancário e bancária da Baixada Santista, pode entrar em contato com a Secretaria por meio do telefone 3202-1670.</p>



<p>Além disso, se você está sofrendo assédio, trabalha em más condições, ou é vítima de qualquer ato ilegal denuncie ao Sindicato, pelos canais abaixo:</p>



<p>e-mail:&nbsp;<a href="mailto:santosbancarios@uol.com.br">santosbancarios@uol.com.br</a></p>



<p>No site:&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/">santosbancarios.com.br pelo Fale Conosco</a></p>



<p>Whatsapp: (13) 99209.2964</p>



<p>Fone: (13) 3202.1670</p>



<p><strong>O sigilo é absoluto!</strong></p>



<p><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/"><strong>Clique aqui, filie-se e defenda-se!</strong></a></p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>“Nenhuma meta, produção ou lucro pode valer mais que a vida do trabalhador!”</strong></h4>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander: ética e responsabilidade social são dever de quem?</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-etica-e-responsabilidade-social-sao-dever-de-quem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Referência em Saúde do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[CRST]]></category>
		<category><![CDATA[Doença do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Exame de Retorno]]></category>
		<category><![CDATA[Médico do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco promove imagem de melhor lugar para se trabalhar e cobra ética e engajamento social dos funcionários, mas continua demitindo aqueles que ficaram doentes de tanto trabalhar, em circunstâncias carregadas de desrespeitos. “Fiquei chocada com a falta de ética e conduta. Aquilo se parecia com uma fraude. Indignação total. Minha empresa tão respeitada e amada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Banco promove imagem de melhor lugar para se trabalhar e cobra ética e engajamento social dos funcionários, mas continua demitindo aqueles que ficaram doentes de tanto trabalhar, em circunstâncias carregadas de desrespeitos.</p>
<p>“Fiquei chocada com a falta de ética e conduta. Aquilo se parecia com uma fraude. Indignação total. Minha empresa tão respeitada e amada por mim, por tantos anos, se prestando a uma conduta dessas. Fiquei inconformada.”</p>
<p> </p>
<p>O depoimento é de Jacqueline Texeira, que trabalhava como Analista III até ser demitida mesmo enfrentando uma crise severa de hipertensão e tendo desenvolvido lesão por esforço repetitivo. “Fui orientada e advertida sobre os riscos da minha identificação na história, mas como os bancários poderiam distinguir a verdade sem ela? Preferia crer que tudo isso fosse um grande equívoco. Aplacaria a dor da indignação e sensação de traição”, afirma a trabalhadora.</p>
<p> </p>
<p>O exame demissional foi realizado 17 dias depois da demissão, em 28 de setembro. Nesse dia, como sua pressão arterial estava muito acima do normal (18X13), ela conta que o médico clínico do Santander a medicou com remédios para controle de pressão e calmantes, e a orientou a descansar no ambulatório para garantir que a pressão baixasse momentaneamente para índices aceitáveis.</p>
<p> </p>
<p>Por volta das 18 horas – 3 horas depois – mediram novamente a pressão, que estava a 14&#215;9. Informaram que a médica responsável pelo demissional estava se dirigindo à Torre apenas para fazer seu exame.</p>
<p> </p>
<p>“Chegou por volta das 18h15 dizendo ‘vamos finalizar logo isso’. Eu disse a ela que não concordava com aquilo, que uma pessoa apta não tem que permanecer 3 horas deitada para passar no exame demissional. Ela disse que não tinha nada a ver com isso e preencheu meu atestado como apta. Como isso é possível? Como a médica teve a coragem de me considerar apta para ser demitida? Além da crise de hipertensão, estava com a Comunicação de Acidente de Trabalho [CAT] na mão, assinado por um médico do trabalho federal.”</p>
<p> </p>
<p>“Eu sei que muitas vezes não acreditamos nas <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/santander" target="_blank">denúncias publicadas</a>. Achamos os posicionamentos agressivos e exagerados, mas as situações se apresentam exageradas mesmo. Espero que os colegas entendam a importância da atuação do Sindicato, que me deu todas as orientações e suporte nessa situação. Quem vai defender nossos direitos?”, questiona Jacqueline.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Dedicação não impediu demissão</strong></span></p>
<p>Ela relata que vinha trabalhando doente há bastante tempo, com muita dor no braço. “Sempre fiz fisioterapia fora do horário de trabalho. Não queria me afastar, gosto do que faço, sei que o afastamento é ruim para a imagem e engajamento, o funcionário fica marcado. Todo mundo sabia da minha doença, fui levando e tentando tratar sem sair de licença”, conta a trabalhadora.</p>
<p> </p>
<p>A dedicação não impediu o Santander de demiti-la no dia 11 de setembro. Entretanto, nesse dia sua pressão atingiu nível tão alarmante (20X13) que a médica contratada pelo banco decidiu não fazer o exame demissional e a encaminhou ao hospital. Ali ela recebeu atestado de repouso absoluto por três dias e solicitação de acompanhamento com seu cardiologista.</p>
<p> </p>
<p>No dia seguinte, seu cardiologista particular viu a necessidade de alterar a medicação e aumentou o período de repouso para 15 dias.</p>
<p> </p>
<p>Nessas duas semanas, Jacqueline fez novos exames para o coração e também para o braço que sofre com lesão por esforço repetitivo. Também consultou-se com dois ortopedistas, sendo um do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CRST). Diante do resultado dos exames, ambos solicitaram afastamento. O médico do CRST abriu uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) constando afastamento de 90 dias.</p>
<p> </p>
<p>“O assistente social do CRST comentou que o centro atende muitos trabalhadores doentes, mas que nenhuma empresa é responsável por tantos casos como o Santander”, conta a bancária.</p>
<p> </p>
<p>No dia 27 de setembro, a bancária retornou à clínica cardiológica. A hipertensão continuava muito forte (20&#215;12). Por esse motivo, o médico estendeu seu repouso por mais 15 dias e trocou a medicação.</p>
<p> </p>
<p>O banco exigiu o comparecimento de Jacqueline para conclusão do exame demissional um dia depois. Mesmo com o risco evidente à sua vida, ela compareceu e enfrentou a situação contada no início do texto.</p>
<p> </p>
<p>Repudiamos a forma como o Santander e a equipe médica do banco vem atuando nos exames de retorno e demissional para demitir os trabalhadores que estão doentes. A demissão dessa trabalhadora demonstra a fraude que se tornou o exame de retorno e demissional no Santander. A equipe médica atua de forma totalmente subordinada ao interesse do banco. Não estão interessados na saúde do trabalhador.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>#<a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank">Não fique só, Fique Sócio e defenda-se das maldades do Santander</a></strong></span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #999999;"><strong><img decoding="async" title="Santander: ética e responsabilidade social são dever de quem?" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2017/11/7233-1509529646.jpg" alt="Santander: ética e responsabilidade social são dever de quem?" /></strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><strong><img decoding="async" title="Santander: ética e responsabilidade social são dever de quem?" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2017/11/7233-1509529683.jpg" alt="Santander: ética e responsabilidade social são dever de quem?" /></strong></span></p>
<p>Fonte: SEEB SP</p>
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