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	<title>Dispensa discriminatória &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Dispensa discriminatória &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancária despedida 10 dias após cirurgia bariátrica deve ser indenizada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancaria-despedida-10-dias-apos-cirurgia-bariatrica-deve-ser-indenizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 07:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Dispensa discriminatória]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhadora receberá indenização correspondente à remuneração por dispensa discriminatória. A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) reconheceu a dispensa discriminatória de uma gerente de negócios por parte do banco no qual ela trabalhou por quase dois anos. A decisão reforma sentença do juízo da 2ª Vara do Trabalho de São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8ffe1decb10ae2c0f321762faafd5346">Trabalhadora receberá indenização correspondente à remuneração por dispensa discriminatória.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª Turma do <a href="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4" data-type="link" data-id="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4">Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região</a> (TRT-RS) reconheceu a dispensa discriminatória de uma gerente de negócios por parte do banco no qual ela trabalhou por quase dois anos. A decisão reforma sentença do juízo da 2ª Vara do Trabalho de São Leopoldo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado determinou o pagamento da indenização por dispensa discriminatória, em valor correspondente à remuneração, em dobro, da despedida até o final do benefício previdenciário, incluindo férias com um terço, 13º salário e FGTS. Também deverão ser pagos R$ 40 mil por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dez dias após a realização de uma cirurgia bariátrica, a empregada foi despedida. Sob a alegação de que adquiriu a obesidade mórbida no curso do contrato, da fragilidade do quadro de saúde e da necessidade de tratamento psicológico por, ao menos, um ano, ela ajuizou a ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o banco sustentou que aconteceram faltas graves que já haviam sido advertidas, embora a despedida tenha constado como imotivada. Não houve, no entanto, comprovação nesse sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao recorrer da sentença que negou os pedidos, a autora obteve a reforma da decisão por unanimidade. O relator do acórdão, desembargador Marçal Henri dos Santos Figueiredo, reconheceu a despedida discriminatória, nos termos da Súmula 443 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e da Lei nº 9.029/95.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A obesidade, em suas mais severas manifestações, é reconhecidamente uma condição que pode gerar estigma e preconceito na sociedade e no ambiente de trabalho. Embora a origem da patologia não tenha sido identificada como de origem ocupacional, a sua existência e o seu impacto na vida da reclamante são fatos incontestes, notórios e de pleno conhecimento do reclamado no momento da dispensa”, afirmou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o magistrado também ressaltou que a ausência de comprovação de motivos legítimos para a dispensa, como reestruturação empresarial ou necessidade técnica/econômica, reforça a presunção de dispensa discriminatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As desembargadoras Cleusa Regina Halfen e Tânia Regina Silva Reckziegel acompanharam o relator. Cabe recurso da decisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Legislação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 1º da Lei nº 9.029/95 veda práticas discriminatórias no acesso ou manutenção do emprego. A dispensa de um empregado que se encontra em tratamento de saúde, especialmente quando a empresa tem ciência de sua condição, pode configurar ato discriminatório. A norma protetiva visa resguardar a dignidade humana e promover a igualdade, coibindo quaisquer formas de preconceito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No artigo 4º, estão previstas as consequências para a dispensa discriminatória, incluindo indenização por danos morais e a opção pela reintegração ou a percepção em dobro da remuneração do período de afastamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A súmula 443 do TST estabelece a presunção de dispensa discriminatória quando o empregado é acometido por moléstia que suscite estigma ou preconceito.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST reconhece que dispensa de bancário de 60 anos foi discriminatória</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-reconhece-que-dispensa-de-bancario-de-60-anos-foi-discriminatoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 08:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banestes]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Dispensa discriminatória]]></category>
		<category><![CDATA[Etarismo]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Colegiado identificou a prática de discriminação etária, considerada ilegal pela legislação brasileira e normas internacionais A 2ª turma do TST manteve decisão que invalidou a demissão de bancário com mais de três décadas de serviço no Banestes &#8211; Banco do Estado do Espírito Santo. O colegiado considerou que a instituição financeira adotou critérios etários disfarçados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d40cb4a60c23240505689d4ea71d27d2">Colegiado identificou a prática de discriminação etária, considerada ilegal pela legislação brasileira e normas internacionais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª turma do TST manteve decisão que invalidou a demissão de bancário com mais de três décadas de serviço no Banestes &#8211; Banco do Estado do Espírito Santo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado considerou que a instituição financeira adotou critérios etários disfarçados de adesão voluntária a um plano de demissão, caracterizando discriminação por idade, prática proibida pela legislação brasileira e por normas internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O bancário, admitido em 1987, foi desligado em 2020, aos 60 anos. Em sua reclamação trabalhista, alegou ter sofrido coação e assédio para aderir ao&nbsp;Pedi &#8211;&nbsp;Plano Especial de Desligamento Incentivado, sob ameaça de transferência para outras agências e redução salarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 17ª região concluiu que o Banestes praticou dispensa discriminatória ao direcionar o plano a empregados mais velhos, aposentados ou próximos à aposentadoria. A instituição não ofereceu alternativas de realocação aos que não desejassem aderir ao plano, sugerindo uma pressão velada para a saída desses trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o TRT, o plano dissimulava uma estratégia de corte de pessoal baseada na idade, visando substituir empregados antigos, com salários mais altos, por trabalhadores mais jovens, com menores custos e terceirizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa prática, conhecida como etarismo, foi considerada violação aos direitos fundamentais, conforme previsto na CF, na CLT e na Convenção 111 da OIT &#8211; Organização Internacional do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra Maria Helena Mallmann, relatora do caso no TST, ressaltou que, conforme a decisão do TRT, a adesão ao plano de demissão era apenas formalmente voluntária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a relatora, na prática, existia coação indireta para que os empregados mais velhos se desligassem da empresa, sob pena de futura demissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, o colegiado confirmou a nulidade da dispensa, considerando que o banco não apresentou justificativa legítima para o desligamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=459220&amp;anoInt=2023" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=459220&amp;anoInt=2023">1019-55.2022.5.17.0007</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/5/CEDF3C52A5FF5B_tst77.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/5/CEDF3C52A5FF5B_tst77.pdf">Leia aqui o acórdão.</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco é condenado por dispensa discriminatória e litigância de má-fé</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-e-condenado-por-dispensa-discriminatoria-e-litigancia-de-ma-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 07:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[analista de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 4º da Lei 9029/95]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
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		<category><![CDATA[má-fé]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa com deficiência (PcD)]]></category>
		<category><![CDATA[Reintegração]]></category>
		<category><![CDATA[ressarcimento integral]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição financeira terá de pagar em dobro salário de bancária demitida de forma discriminatória O artigo 4º da Lei 9029/95 estabelece que a dispensa discriminatória dá ao empregado o direito de ser reintegrado com ressarcimento integral de todo o período de afastamento ou o pagamento em dobro do período, acrescido de juros. Esse foi um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d40dff9cbad68026a7ec7059d431c331">Instituição financeira terá de pagar em dobro salário de bancária demitida de forma discriminatória</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 4º da Lei 9029/95 estabelece que a dispensa discriminatória dá ao empregado o direito de ser reintegrado com ressarcimento integral de todo o período de afastamento ou o pagamento em dobro do período, acrescido de juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi um dos fundamentos adotados pela juíza Ivana Meller Santana, da 44ª Vara do Trabalho de São Paulo, para condenar um banco a pagar em dobro os salários de uma empregada, levando em conta a data da dispensa e a data da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, a autora alegou que sofreu dispensa discriminatória por ser pessoa com deficiência (PcD). Ao analisar o caso, a julgadora apontou que a instituição financeira não demonstrou que a trabalhadora foi dispensada por métricas abaixo do esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma ação, o banco também foi condenado por litigância de má-fé e a enquadrar a trabalhadora como bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao condenar a instituição financeira por má-fé, a juíza apontou que a procuradora do banco atuou para tumultuar o processo e causou prejuízos à União, uma vez que tal conduta gerou atos processuais desnecessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já ao ordenar que o banco reconhecesse a ex-empregada como bancária, a juíza explicou que a função de “analista de relacionamento” desempenhada pela trabalhadora no banco reunia atividades que a enquadram na categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A julgadora elencou uma série de depoimentos de testemunhas que corroboravam a versão da autora, e afirmou que o próprio banco reconheceu a condição de bancária da trabalhadora. “Em depoimento pessoal, a própria preposta diz que a parte autora oferecia empréstimos, seguro, cartões de crédito. Relata que, em suma, oferecia todos os produtos do aplicativo.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Documento_ada345b-1.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Documento_ada345b-1.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1001092-42.2024.5.02.0044</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco indenizará por gerente dizer que aplicaria anticoncepcional em bancárias</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-indenizara-por-gerente-dizer-que-aplicaria-anticoncepcional-em-bancarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 08:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anticoncepcional]]></category>
		<category><![CDATA[apelidos pejorativos]]></category>
		<category><![CDATA[assédio moral coletivo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho (TRT)]]></category>
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					<description><![CDATA[A reclamante também alegou que foi alvo de dispensa discriminatória enquanto grávida e de apelidos pejorativos, como &#8220;Smurfette&#8221; Por unanimidade, a 1ª turma do TRT da 5ª região condenou banco a indenizar ex-funcionária, em R$ 30 mil, por discriminação de gênero, após ter sido demitida grávida e gerente-geral dizer que aplicaria injeções anticoncepcionais nas mulheres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20a30bb87d85fb2627eb2f0342e41627">A reclamante também alegou que foi alvo de dispensa discriminatória enquanto grávida e de apelidos pejorativos, como &#8220;Smurfette&#8221;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a 1ª turma do TRT da 5ª região condenou banco a indenizar ex-funcionária, em R$ 30 mil, por discriminação de gênero, após ter sido demitida grávida e gerente-geral dizer que aplicaria injeções anticoncepcionais nas mulheres da agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ex-empregada, gerente de relacionamentos, relatou que, além do comentário misógino e da demissão, foi&nbsp;apelidada de &#8220;Smurfette&#8221;, em referência a personagem do desenho &#8220;Smurfs&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 20ª vara do Trabalho de Salvador/BA concedeu à bancária o direito à estabilidade, considerando que &#8220;já estava grávida antes do fim do contrato, considerando a integração do aviso prévio indenizado de 60 dias&#8221;, com os devidos efeitos financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza do Trabalho Alice Pires também reconheceu o dano moral, destacando os relatos de cobranças excessivas, constrangimentos e humilhações sofridos pela bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma testemunha corroborou o relato da ex-funcionária, confirmando o apelido dado pelo gerente-geral e os comentários sobre o uso de anticoncepcionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco recorreu da decisão, mas o desembargador Edilton Meireles, relator do caso, manteve a sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ressaltou que a bancária comprovou, por meio de exames, estar grávida de seis semanas. O desembargador também destacou que os comentários do gerente-geral &#8220;demonstram uma conduta discriminatória ao dizer que gostaria de aplicar injeções de anticoncepcional nas mulheres da agência&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal não divulgou o número do processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Demissão de bancária com câncer de mama é considerada discriminatória</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/demissao-de-bancaria-com-cancer-de-mama-e-considerada-discriminatoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 07:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Dispensa discriminatória]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[TRT-2]]></category>
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					<description><![CDATA[Empregada ainda tinha sintomas da doença quando foi despedida Uma sentença da juíza Renata Prado de Oliveira, da 9ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo, considerou discriminatória a demissão de uma bancária com câncer de mama e determinou sua reintegração ao emprego no banco. Ela foi diagnosticada com a doença em 2014 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-615180c7d97efab6c9c5ded172a96fe5">Empregada ainda tinha sintomas da doença quando foi despedida</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma sentença da juíza Renata Prado de Oliveira, da 9ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo, considerou discriminatória a demissão de uma bancária com câncer de mama e determinou sua reintegração ao emprego no banco. Ela foi diagnosticada com a doença em 2014 e entrou em tratamento naquele mesmo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo, a instituição bancária alegou que a trabalhadora estava curada desde 2016, mantendo apenas o acompanhamento médico para evitar o retorno da doença. E argumentou que a rescisão não teve cunho discriminatório e que exerceu o direito potestativo de dispensar empregados. O banco sustentou ainda que o desligamento foi motivado por questões de desempenho da empregada, sem qualquer relação com o câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para resolver a divergência, a juíza determinou a produção de perícia, que constatou que a profissional ainda estava com câncer de mama bilateral, sem que houvesse remissão ou tampouco cura, ao contrário do que relatava o banco. Na realidade, a mulher ainda se encontrava sintomática quando foi demitida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Caráter discriminatório</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a julgadora, a jurisprudência “se consolidou no sentido de que a neoplasia constitui doença grave que causa estigma social ou preconceito, tornando presumível o caráter discriminatório da dispensa do empregado sujeito a tal condição, incumbindo ao empregador o ônus da prova robusta em sentido diverso”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o banco não comprovou a queda de performance que justificasse a rescisão. Em sentido contrário, a própria defesa da instituição financeira reconheceu que a autora da ação teve desempenho ainda melhor no trabalho após retornar de afastamento para tratamento, “de que se conclui que a propalada queda na produtividade invocada não está relacionada à ausência de profissionalismo ou responsabilidade da obreira”, disse a juíza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acrescentou que o adoecimento traz, na maioria absoluta dos casos, uma debilidade física que poderá influir, ainda que temporariamente, na produtividade e no desempenho das atividades laborais, sem que isso afaste a característica discriminatória da dispensa.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Processo 1000210-64.2020.5.02.0709</strong></h6>



<h4 class="wp-block-heading">Leia Mais <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/outubro-rosa-reforca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-no-combate-ao-cancer-de-mama/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/outubro-rosa-reforca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-no-combate-ao-cancer-de-mama/">Outubro Rosa reforça a importância do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
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