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	<title>diferenças entre vacinas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Quais são as diferenças entre as vacinas? E por que não misturar doses?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cada vacina]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças entre vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer, ButanVac, Versamune e Sputnik: saiba o que difere um imunizante do outro   No Brasil, três imunizantes contra a covid-19 diferentes estão em distribuição e aplicação: CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer, como ficaram popularmente conhecidos. As doses de outras vacinas, como da Sputnik V, estão em fase negociação entre as empresas e governos estaduais. Além delas, há as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer, ButanVac, Versamune e Sputnik: saiba o que difere um imunizante do outro</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>No Brasil, três imunizantes contra a covid-19 diferentes estão em distribuição e aplicação: CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer, como ficaram popularmente conhecidos. As doses de outras vacinas, como da Sputnik V, estão em fase negociação entre as empresas e governos estaduais. Além delas, há as que estão sendo desenvolvidas pelo Brasil, ButanVac e Versamune.</p>
<p> </p>
<p>Mas quais são as diferenças entre esses imunizantes? Qual é a eficácia e tecnologia de cada um? E, por último, mas não menos importante, por que não é possível tomar doses de imunizantes diferentes?</p>
<p> </p>
<p><strong>CoronaVac</strong></p>
<p>O imunizante, que é produzido por meio de uma parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac utiliza o vírus inativado. Isso significa que o Sars-CoV-2 é inativado por meio de um produto químico ou calor. No corpo, o vírus inativado estimula a reação imune das células, capturando tais vírus e ativando os linfócitos, que são as células responsáveis por combater o novo coronavírus e produzir os anticorpos.</p>
<p> </p>
<p>Aqueles que tomam a vacina têm 50,38% menos chances de adoecer caso sejam infectados pelo vírus, 78% contra casos leves e 100% de eficácia contra casos graves.</p>
<p> </p>
<p>O imunizante deve ser aplicado em duas doses, dentro de um intervalo de 14 a 28 dias entre ambas. Segundo o governo do estado de São Paulo, as prefeituras podem adotar prazos diferentes para as aplicações, mas sempre dentro dos limites estabelecidos.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com o Instituto Butantan, as reações indesejadas mais observadas após a aplicação da vacina foram dor no local da aplicação e dor de cabeça após a primeira dose. Até o momento, não foram identificados efeitos adversos graves.</p>
<p> </p>
<p><strong>AstraZeneca</strong></p>
<p>A vacina é produzida por meio de uma parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade de Oxford e a empresa biofarmacêutica britânica AstraZeneca. A tecnologia utilizada é de vetor viral: um vírus conhecido por causar gripe comum em chimpanzés, denominado cientificamente como adenovírus, é enfraquecido e utilizado para carregar o material genético do Sars-CoV-2 para dentro do corpo humano. Nas células, o adenovírus começa a produzir a proteína Spike, que auxilia o Sars-CoV-2 a invadir as células humanas, estimulando o sistema imunológico.</p>
<p> </p>
<p>Segundo a Fiocruz, a vacina protege em 79% contra casos sintomáticos e em 100% contra casos graves e hospitalizações. Deve ser aplicada em duas doses, com um intervalo de três meses entre ambas.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com a bula do imunizante, as reações adversas mais reportadas foram dor no local da injeção, cefaleia, fadiga, mialgia, mal estar, pirexia, calafrios, artralgia e náusea, todas de intensidade leve.</p>
<p> </p>
<p><strong>Pfizer </strong></p>
<p>O imunizante utiliza uma tecnologia parecida com a do vetor viral, conhecida como mRNA ou RNA-mensageiro. Em vez do cultivo do vírus em laboratório, o imunizante é criado a partir da replicação do RNA do Sars-CoV-2, que contém a informação genética do novo coronavírus. O RNA replicado, então, imita a proteína Spike, específica da covid-19, e invade as células, estimulando uma resposta imune.</p>
<p> </p>
<p>A eficácia do imunizante, de acordo com um estudo israelense, é de 97% contra casos sintomáticos, 91,5% contra casos assintomáticos, 96,7% contra casos graves e 96,7% contra óbitos.</p>
<p> </p>
<p>Os efeitos colaterais observados são cansaço, dor de cabeça, muscular e nas articulações, calafrios, febre, inchaço e vermelhidão na região da aplicação, náusea, mal-estar e linfonodos inchados.</p>
<p> </p>
<p><strong>ButanVac</strong></p>
<p>A ButanVac ainda está em desenvolvimento pelo Instituto Butantan, em parceria com a Escola de Medicina do Hospital Mount Sinai, de Nova York, nos Estados Unidos. Por isso, ainda não há informações sobre efeitos adversos e eficácia em humanos.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com o Butantan, o imunizante utilizará a técnica do vetor viral. O vírus que causa a Doença de Newcastle, que não tem sintomas em humanos, carrega a proteína Spike utilizada pelo Sars-CoV-2 para dentro das células humanas, estimulando-as a produzir anticorpos.</p>
<p> </p>
<p>Diferente da CoronaVac e da vacina da AstraZeneca, o imunizante será produzido “sem dependência de insumo importado”. “Todos os processos produtivos, desde a qualificação dos ovos embrionados, inoculação, crescimento viral, processamento e purificação viral, inativação, formulação, qualificação, controle de qualidade, produção em escala, envase, rotulagem, registro sanitário, serão realizados pelo Butantan&#8221;, informa o intituto.</p>
<p> </p>
<p><strong>Versamune </strong></p>
<p>O imunizante é desenvolvido pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) em parceria com a startup Farmacore Biotecnologia e a estadunidense PDS Biotechnology, com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Também por ainda estar em desenvolvimento, não há informações sobre eficácia e reações adversas.</p>
<p> </p>
<p>Os pesquisadores estão utilizando o antígeno S1, que é uma das regiões funcionais da proteína Spike, associado a uma partícula conhecida como Versamune, utilizada para carregar a informação genética do Sars-CoV-2, contida no antígeno, para dentro das células humanas. Assim, estimula a produção de anticorpos.</p>
<p> </p>
<p>“No geral, podemos definir essa como uma vacina nanoparticulada, que contém o antígeno S1, veiculada com um carreador. É um imunizante que, ao entrar na célula, estimula todo o sistema imunológico”, resumiu o coordenador da pesquisa, Celio Lopes Silva, do Departamento de Bioquímica e Imunologia da FMRP, ao Jornal da USP.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sputnik V</strong></p>
<p>Doses do imunizante Sputnik V, produzido na Rússia pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya e pelo Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), foram compradas por governos estaduais, mas ainda não foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p> </p>
<p>A vacina também utiliza a tecnologia de “vetor viral”, ou seja, outros vírus inativados que carregam a informação genética do novo coronavírus para dentro das células humanas, estimulando-as a gerar uma resposta imune.</p>
<p> </p>
<p>A eficácia é de 91,6% contra a doença sintomática e 100% eficaz na prevenção de casos graves e mortes. O imunizante deve ser aplicado em duas doses, com um intervalo de 21 dias entre ambas.</p>
<p> </p>
<p>Entre os efeitos colaterais observados pelos pesquisadores, estão desconforto no local da injeção, dor de cabeça, cansaço e sintomas gripais leves.</p>
<p> </p>
<p><strong>Doses tomadas devem ser da mesma vacina </strong></p>
<p>A segurança e a eficácia das vacinas utilizadas no Brasil foram testadas a partir da aplicação de duas doses do mesmo imunizante, criado a partir de tecnologia e componentes diferentes por cada empresa. Portanto, por não haver pesquisas sobre a segurança das vacinas misturadas, não está autorizada a aplicação de doses misturadas.</p>
<p> </p>
<p>Caso isso ocorra, a recomendação do Ministério da Saúde é tomar uma terceira dose da mesma marca da primeira para completar a proteção integral, se o intervalo entre a primeira e a segunda for menor do que 14 dias. Mas, se o intervalo for maior do que isso, o recomendado é não fazer a aplicação de uma terceira dose.</p>
<p> </p>
<p>Crédito: Pixabay<br />Fonte: Brasil de Fato | São Paulo (SP)<br />Escrito por: Caroline Oliveira &#8211; Edição: Vinícius Segalla</p>
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