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	<title>diferença no caixa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Itaú tem que ressarcir dinheiro tirado de bancária por diferenças no caixa</title>
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		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma empregada do Banco Ita&#250; teve reconhecido o direito de ser ressarcida em mais de R$ 5,6 mil pelos descontos efetuados em sua conta corrente por causa de diferen&#231;a de valores em seu caixa. Segundo a 1&#170; Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), s&#227;o vetados quaisquer descontos n&#227;o autorizados no sal&#225;rio dos empregados. O [&#8230;]]]></description>
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<p>Uma empregada do Banco Ita&uacute; teve reconhecido o direito de ser ressarcida em mais de R$ 5,6 mil pelos descontos efetuados em sua conta corrente por causa de diferen&ccedil;a de valores em seu caixa. Segundo a 1&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), s&atilde;o vetados quaisquer descontos n&atilde;o autorizados no sal&aacute;rio dos empregados.</p>
<p>O caso aconteceu em Belo Horizonte. A trabalhadora foi contratada como escritur&aacute;ria, mas ao longo do contrato exerceu a fun&ccedil;&atilde;o de caixa. Neste per&iacute;odo foram apuradas diferen&ccedil;as de valores com os quais foi obrigada arcar. Em a&ccedil;&atilde;o trabalhista, ela argumentou que o empregador n&atilde;o pode transferir para o empregado os riscos da atividade.</p>
<p>Em sua defesa, o Ita&uacute; alegou que a banc&aacute;ria recebia &quot;gratifica&ccedil;&atilde;o de caixa&quot; que tinha o objetivo de &quot;cobrir&quot; as diferen&ccedil;as que viessem a existir no caixa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.facebook.com/santosbancarios" style="margin: 0px; padding: 0px; box-sizing: border-box; color: rgb(153, 0, 0); text-decoration: none; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: center;" target="_blank"><strong><span style="color:rgb(255, 0, 0)">Curta nossa fanpage e&nbsp;fique por dentro das lutas da categoria</span></strong></a></p>
<p>O juiz de origem determinou a restitui&ccedil;&atilde;o dos valores, assinalando que o manuseio di&aacute;rio de dinheiro favorece o surgimento de diferen&ccedil;as de caixa, e o risco da atividade n&atilde;o pode ser transferido para o trabalhador. Ainda segundo a senten&ccedil;a, a gratifica&ccedil;&atilde;o de caixa &eacute; paga em decorr&ecirc;ncia da maior responsabilidade do cargo exercido.</p>
<p>Em recurso, Ita&uacute; argumentou que pagamento da gratifica&ccedil;&atilde;o est&aacute; pactuado na Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva, e que o contrato de trabalho previa a possibilidade de descontos. O Tribunal Regional do Trabalho da 3&ordm; Regi&atilde;o (MG) reformou a senten&ccedil;a original com o entendimento de que o empregador n&atilde;o pode ser compelido a arcar com o preju&iacute;zo advindo de eventuais diferen&ccedil;as de numer&aacute;rio a menor encontradas quando do fechamento do caixa, sob pena de estimular a simula&ccedil;&atilde;o de resultados negativos pelo empregado desonesto.</p>
<p>O relator do recurso da banc&aacute;ria ao TST, ministro Walmir Oliveira da Costa, votou no sentido de restabelecer a senten&ccedil;a. Ele assinalou que os descontos s&oacute; seriam l&iacute;citos mediante a comprova&ccedil;&atilde;o de que o empregado agiu com dolo, hip&oacute;tese n&atilde;o identificada no caso.</p>
<p>A decis&atilde;o foi un&acirc;nime.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia tamb&eacute;m:</strong>&nbsp;<a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=detalhes&amp;id_titulo=2&amp;id=5059" style="line-height: 20.7999992370605px;" target="_blank">Sindicato reestrutura Setor Jur&iacute;dico para melhor atender a categoria</a></p>
<p>Fonte: TST</p>
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