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	<title>dia do trabalhador no pacaembu &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>1º de Maio de Luta por Emprego, Direitos, Democracia e Vida para todos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1º de maio 2022]]></category>
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		<category><![CDATA[Democracia no dia do Trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º de Maio Unificado defendeu os direitos de todos os trabalhadores, inclusive os de quem trabalha com aplicativos, MEIs, liberais, autônomos e PJs. A organização do evento estimou que, ao longo do dia, 100 mil pessoas passaram pela praça Charles Miller, diante do portão principal do Pacaembu, na zona oeste Pelo quarto ano consecutivo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O 1º de Maio Unificado defendeu os direitos de todos os trabalhadores, inclusive os de quem trabalha com aplicativos, MEIs, liberais, autônomos e PJs. A organização do evento estimou que, ao longo do dia, 100 mil pessoas passaram pela praça Charles Miller, diante do portão principal do Pacaembu, na zona oeste</p>
<p></p>
<p>Pelo quarto ano consecutivo, as centrais sindicais realizaram ato unificado neste 1º de Maio. O evento foi na Praça Charles Miller, em São Paulo, em frente ao Estádio do Pacaembu, com o lema Emprego, Direitos, Democracia e Vida. Foi o primeiro ato público presencial promovido pela data, após dois anos no formato virtual, em razão da pandemia. Participaram da organização do evento a Intersindical Central da Classe Trabalhadora, CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP Conlutas, Intersindical II e Pública.</p>
<p> </p>
<p>O evento contou com a presença de representantes de diversos movimentos sociais e políticos alinhados com as pautas dos trabalhadores. A organização do evento estimou que, ao longo do dia, 100 mil pessoas passaram pela praça Charles Miller, diante do portão principal do Pacaembu, na zona oeste.</p>
<p> </p>
<p>“Não será uma eleição qualquer. São direitos contra privilégios. É a democracia contra a barbárie”, afirmou o líder sem-teto Guilherme Boulos, do Psol. “E vocês não tenham dúvidas que vamos derrotar o fascismo. Que este seja o último 1° de Maio com um miliciano na presidência do Brasil, o último com a vigência de uma reforma trabalhista criminosa.” Segundo ele, a partir de agora começa “uma grande campanha para acabar com o atraso e eleger Lula”. A pré-candidatura do petista será lançada no próximo sábado (7).</p>
<p> </p>
<p>“Temos que ter esperança num novo amanhã. Porém, temos que entender que nesse momento passamos por um grande desafio e precisamos construir uma grande unidade política. Isso é fundamental para que nossa esperança se torne realidade. Vamos lutar contra os que cultuam o ódio e a violência em nosso país. Precisamos investir em saúde, educação, moradia, ciência e proteção das terras indígenas, nos povos originários, nos quilombolas e meio ambiente”, falou do palco ao público presente Eneida Koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p> </p>
<p>Ainda conforme Eneida, “precisamos criar proteção às empresas públicas, que tem papel fundamental na função social, e ao nosso patrimônio, valorizar os servidores públicos e os serviços públicos. É necessário estabelecer políticas públicas contra a violência contra a mulher, ao racismo, homofobia, de combate à fome e a pobreza. É necessário rever o Teto de Gastos que engessa as políticas públicas, Reforma Trabalhista que gera uma multidão de trabalhadores sem direitos e a Reforma da Previdência que prejudicou aas mulheres e principalmente as mulheres negras”.</p>
<p><img decoding="async" title="1º de Maio de Luta por Emprego, Direitos, Democracia e Vida para todos!" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2022/05/12307-1651502879.jpg" alt="1º de Maio de Luta por Emprego, Direitos, Democracia e Vida para todos!" /></p>
<p> <br />Além de consolidar a unidade das centrais, o ato foi um importante momento de fortalecer a luta pela valorização dos direitos, de acordo com os dirigentes. Além disso, unir as vozes das representações da classe trabalhadora, que está sofrendo com a volta de inflação, em especial dos alimentos e dos combustíveis.</p>
<p> </p>
<p>Os dirigentes da Intersindical explicaram que nos últimos anos os trabalhadores vêm sofrendo muitos ataques e retiradas de direitos, e somente a união de toda classe trabalhadora conseguirá brecar esse processo e conseguir realizar alguma transformação para derrotar esse governo fascista e os ataques da burguesia. O movimento sindical unificado tem que incluir e tratar dos desempregados, PJs, MEIs, autônomos, profissionais liberais e servidores públicos, enfim, todos aqueles que viram sua renda cair muito nesses últimos tempos em função do desgoverno de Jair Bolsonaro.</p>
<p> </p>
<p><strong>Motivos não faltam para mudar!</strong></p>
<p>Os trabalhadores, que produzem a riqueza do país, estão sendo atacados em seus direitos para pagar a conta de uma crise que não produziram. Em um país mergulhado numa profunda crise econômica, política e sanitária, com 11,9 milhões de desempregados, o preço desta crise vem sendo cobrado até agora exclusivamente da classe trabalhadora.</p>
<p> Reforma trabalhista, terceirização irrestrita, programa agressivo de privatizações, leia-se Banco do Brasil, Caixa, Eletrobrás, Correios, desmonte da Petrobrás e etc. Esses são alguns dos ataques que o atual governo, a serviço do mercado financeiro internacional e do empresariado, está impondo ao povo brasileiro.</p>
<p> </p>
<p>“Essa crise gerada propositalmente elevou a inflação, a carestia arrasa com as famílias, gás por R$ 140 em média, energia, gasolina, carne, legumes, arroz, feijão, frutas, legumes e hortaliças que não param de subir. Cenoura por R$ 15 o kg. Remédios a preços absurdos, falta de saúde pública para atender a população mais carente, falta de vacinas no início da pandemia que ceifou a vida de mais de 660 mil brasileiros e brasileiras. E Isso vai continuar. Nós é que teremos que frear esse genocídio com nosso voto e saindo às ruas”, diz Ricardo Saraiva Big, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e secretário de Relações Internacionais da Intersindical Central da Classe Trabalhadora.</p>
<p><img decoding="async" title="1º de Maio de Luta por Emprego, Direitos, Democracia e Vida para todos!" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2022/05/12307-1651502919.jpg" alt="1º de Maio de Luta por Emprego, Direitos, Democracia e Vida para todos!" /></p>
<p> Todas as conquistas, arrancadas após anos de luta, suor e sangue, estão sendo destruídas.</p>
<p>Crédito: Fernando Diegues<br />Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região, Rede Brasil Atual e O Petroleiro</p>
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