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	<title>devolução proporcional &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>TST: Banco pode reaver bônus de gerente que saiu antes do prazo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 07:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros bancos]]></category>
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		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão reafirma a validade de pactuações contratuais, desde que não haja vício de consentimento TST confirmou a validade de uma cláusula contratual que estipulava a devolução proporcional do bônus de contratação, também conhecido como &#8220;hiring bonus&#8221; ou &#8220;luvas&#8221;, pago pelo Banco Safra S.A. a um gerente comercial que optou por rescindir o contrato antes [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-accc78ffd99ab88635f68525932b8e8d">A decisão reafirma a validade de pactuações contratuais, desde que não haja vício de consentimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">TST confirmou a validade de uma cláusula contratual que estipulava a devolução proporcional do bônus de contratação, também conhecido como &#8220;hiring bonus&#8221; ou &#8220;luvas&#8221;, pago pelo Banco Safra S.A. a um gerente comercial que optou por rescindir o contrato antes do período acordado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª turma do TST fundamentou sua decisão na legalidade desse tipo de acordo, desde que ausentes vícios de consentimento ou desproporcionalidade, conforme previsto na CLT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso em questão envolvia um contrato firmado em setembro de 2016, no qual o gerente comprometeu-se a permanecer no Banco Safra por, no mínimo, dois anos. Em contrapartida, recebeu um bônus de contratação de R$ 60 mil, com a condição de devolução proporcional caso o vínculo empregatício fosse rompido por iniciativa própria antes do prazo estabelecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Menos de um ano depois, o gerente solicitou demissão, alegando descumprimento de acordos por parte do banco e assédio moral. Posteriormente, acionou a Justiça para contestar a devolução proporcional do bônus, argumentando que a cláusula era abusiva, onerosa e incompatível com a legislação trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Safra, por sua vez, defendeu a legalidade da devolução, justificando que o bônus estava condicionado à permanência mínima do gerente na instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 18ª região considerou a cláusula abusiva, alegando falta de clareza quanto ao valor a ser devolvido e a ausência de garantia de emprego ou sanção ao empregador em caso de descumprimento do contrato. Com base nisso, negou o pedido do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o Banco Safra recorreu ao TST. O ministro Dezena da Silva, relator do caso, considerou a cláusula legítima, ressaltando a inexistência de indícios de vício de consentimento ou penalidade excessiva. O ministro destacou a ausência de regulamentação específica na legislação trabalhista sobre a pactuação de permanência no emprego e o pagamento de bônus dessa natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CLT, contudo, assegura a liberdade de contratar, desde que respeitadas as normas legais e coletivas, a fim de atender às particularidades de cada situação. No caso analisado, o bônus foi concedido como incentivo à assinatura do contrato, mediante o compromisso de permanência até o prazo estipulado. O relator observou que, poucos dias após a demissão, o gerente já havia sido contratado por outra instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TST tem reconhecido a validade desse tipo de acordo em casos semelhantes. A decisão foi unânime.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=53710&amp;anoInt=2020" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=53710&amp;anoInt=2020">RR-11771-05.2017.5.18.0017</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/3F7A34E10B8892_TST46.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/3F7A34E10B8892_TST46.pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>
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