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	<title>Destaques &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Câmara rejeita destaques e conclui votação da minirreforma trabalhista</title>
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		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto-base da chamada MP da liberdade econômica estabelece, entre outros pontos, fim das restrições de trabalho aos domingos e feriados A Câmara dos Deputados concluiu na quarta-feira, 14, a votação da Medida Provisória 881/19, chamada pelo governo de MP da Liberdade Econômica e também apelidada de minirreforma trabalhista. Agora, a matéria será analisada pelo Senado e caso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto-base da chamada MP da liberdade econômica estabelece, entre outros pontos, fim das restrições de trabalho aos domingos e feriados</p>
<p>A Câmara dos Deputados concluiu na quarta-feira, 14, a votação da Medida Provisória 881/19, chamada pelo governo de MP da Liberdade Econômica e também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/camara-aprova-que-bancos-abram-aos-finais-de-semana" target="_blank">apelidada de minirreforma trabalhista</a>. Agora, a matéria será analisada pelo Senado e caso não seja votada na Casa até o dia 27, perde a validade.</p>
<p> </p>
<p>Embora o objetivo alegado pelo Planalto com a MP seja o de estabelecer garantias para a atividade econômica de livre mercado, a <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/camara-aprova-que-bancos-abram-aos-finais-de-semana" target="_blank">proposta reduz direitos trabalhistas</a>, tratados como “entraves” ao desenvolvimento. O principal ponto é o que determina o <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/camara-aprova-que-bancos-abram-aos-finais-de-semana" target="_blank">fim das restrições de trabalho aos domingos e feriados</a>, acabando também o pagamento em dobro do tempo trabalhado nesses dias se a folga for marcada em outro dia da semana.</p>
<p> </p>
<p>Partidos de oposição apresentaram destaques tentando barrar a mudança e manter as regras atuais da Consolidação das Leis do Trabalho (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank">CLT – Decreto-Lei 5.452/43</a>), mas todos foram rejeitados durante a sessão e ficou mantido o texto-base aprovado na forma de emenda do relator, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).</p>
<p> </p>
<h4>Descanso Semanal</h4>
<p>Entre os destaques, um proposto pelo Psol pretendia manter a redação atual da CLT segundo a qual o descanso semanal aos domingos é a regra, mas foi derrotado por 233 votos a 99, prevalecendo o texto apontando que o descanso remunerado será “preferencialmente” aos domingos. Um destaque do PCdoB buscava manter o aval do sindicato, por meio de acordo coletivo, à permissão de trabalho aos domingos com folga a cada quatro semanas, mas foi derrotado por 244 votos a 120.</p>
<p> </p>
<p>Já o PT apresentou destaque que pretendia retirar do texto a possibilidade de compensação do trabalho aos domingos com folga determinada pelo patrão em outro dia da semana, sem o pagamento de adicional de 100% da hora trabalhada. A proposta foi derrotada por 274 votos a 153.</p>
<p> </p>
<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/camara-aprova-que-bancos-abram-aos-finais-de-semana" target="_blank">Câmara aprova que bancos abram aos finais de semana</a></p>
<p> </p>
<p>O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), em discurso no plenário da Casa, afirmou que a MP era um “ataque covarde e cruel” contra o povo brasileiro. “É uma violência, Bolsonaro acaba com o convívio familiar, o churrasco de domingo, os encontros de pais com filhos e entre amigos; é uma medida perversa”, acusou o líder do PT.</p>
<p> </p>
<p>“No Brasil de Bolsonaro, ‘desburocratização’ e ‘liberdade econômica’ viraram eufemismo de legalização de infrações trabalhistas. Até o domingo de folga com a família estão tirando do trabalhador. A MP 881 dá ‘segurança jurídica’ aos patrões para não pagar adicional. Vergonhoso!”, disse, por meio de seu perfil no Twitter, a deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP).</p>
<p>Crédito: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil<br />Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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