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	<title>Destaque Menor &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Destaque Menor &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Tribunal reconhece burnout como doença ocupacional e condena banco a indenizar funcionária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tribunal-reconhece-burnout-como-doenca-ocupacional-e-condena-banco-a-indenizar-funcionaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 07:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adoecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Esgotamento Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú Unibanco]]></category>
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					<description><![CDATA[Corte garantiu a bancária com síndrome de burnout indenização por danos materiais e morais. A 1ª Turma do TRT da 2ª Região (TRT-2) reconheceu caso de síndrome de burnout como doença ocupacional e condenou o banco Itaú ao pagamento de indenização de R$ 50 mil por danos morais e pensionamento mensal vitalício, com possibilidade de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f6fa6ae1be75cc40b1c68df1e4168e44">Corte garantiu a bancária com síndrome de burnout indenização por danos materiais e morais.</h4>



<p>A <a href="https://ww2.trt2.jus.br/" data-type="link" data-id="https://ww2.trt2.jus.br/">1ª Turma do TRT da 2ª Região (TRT-2)</a> reconheceu caso de síndrome de burnout como doença ocupacional e condenou o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú</a> ao pagamento de indenização de R$ 50 mil por danos morais e pensionamento mensal vitalício, com possibilidade de revisão, para reparação de danos materiais em favor de trabalhadora.</p>



<p>A autora relatou, nos autos, ter adoecido em razão de um ambiente de trabalho com metas abusivas, jornadas prolongadas e pressão constante por resultados ao longo de quase 20 anos. Também foram apontadas situações de assédio moral, que causaram intenso sofrimento, com consequentes afastamentos previdenciários por transtornos depressivos e de ansiedade.</p>



<p>De acordo com o desembargador-relator, Willy Santilli, a síndrome de esgotamento profissional, diretamente relacionada ao trabalho, pode ser enquadrada como doença laboral, conforme o artigo 20, II, da Lei nº 8.213/91. Para o colegiado, uma vez comprovados o nexo causal e a conduta culposa do empregador, o dano moral é presumido (in re ipsa), dispensando prova específica do prejuízo.</p>



<p>Embora o laudo pericial tenha relativizado a condição da reclamante e a ligação da doença com as atividades profissionais, o magistrado destacou que o Judiciário não está vinculado às conclusões do perito. Com base em afastamentos previdenciários, relatórios médicos e nos elementos do próprio laudo pericial, que reconheceu na autora sintomas típicos do burnout, concluiu-se pela existência de nexo causal entre a atividade desempenhada e o adoecimento psíquico.</p>



<p>Uma das teses da reclamada para afastar a condenação era uma conclusão do perito de que a síndrome de burnout não estaria catalogada como uma doença mental pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Não pode, só esse fato, impedir seu reconhecimento como doença profissional, até porque […] a própria OMS relaciona a síndrome de esgotamento ou de burnout […] só com o trabalho”, afirmou o julgador.</p>



<p>Como consequência, o colegiado fixou indenização por danos materiais na forma de pensão mensal correspondente a 100% da remuneração da empregada, considerando a redução de sua capacidade laboral e os custos de tratamento de saúde aos quais está submetida. O pagamento deverá ocorrer de forma contínua, com possibilidade de revisão durante a execução da medida.</p>



<p>Além disso, foi reconhecido o dano moral, em razão do sofrimento decorrente do adoecimento relacionado ao trabalho, associado às condições laborais e ao assédio moral constatado nos autos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo nº 1000485-78.2025.5.02.0081</h4>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula anuncia novo Desenrola para a próxima semana com até 20% do FGTS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-anuncia-novo-desenrola-para-a-proxima-semana-com-ate-20-do-fgts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[fim da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[pronunciamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Fim da escala 6&#215;1 também foi lembrada em pronunciamento do presidente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na quinta-feira (30/4), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população endividada, será lançado na próxima segunda-feira (3/5). A iniciativa deve oferecer descontos significativos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7a437e6b95de1d679ef5b79f154ac474">Fim da escala 6&#215;1 também foi lembrada em pronunciamento do presidente.</h4>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na quinta-feira (30/4), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população endividada, será lançado na próxima segunda-feira (3/5).</p>



<p>A iniciativa deve oferecer descontos significativos de até 90% nas dívidas e permitir o uso de até 20% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar débitos.</p>



<p>Lula destacou que quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets.</p>



<p>&#8220;Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando&#8221;, disse o presidente em cadeia nacional de Rádio e TV.</p>



<p>O programa é uma reformulação da política anterior de renegociação e tem como objetivo aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo, como cartão de crédito e cheque especial. O governo também projeta impacto relevante na economia, inclusive com a liberação de recursos do FGTS para pagamento de dívidas.</p>



<p>Lula também destacou que o fim da escala 6&#215;1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial.</p>



<p>Na fala, Lula destacou que a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo de descanso e convivência familiar, além de alinhar o Brasil a modelos de jornada considerados mais equilibrados em outros países.</p>



<p>&#8220;A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores&#8221;, disse Lula.</p>



<p>&#8220;Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6&#215;1 no Brasil&#8221;, complementou.</p>



<p>O tema tem sido uma das principais apostas do governo na agenda trabalhista e já está em tramitação no Congresso Nacional, com expectativa de avanço nas próximas semanas.</p>



<p>Além dessas duas medidas, Lula também abordou outros temas no discurso, como taxas reduzidas de desemprego e de inflação, ampliação da licença paternidade, mudanças no imposto de renda e auxílio para gás de cozinha. E afirmou que, apesar dos conflitos no Oriente Médio, ações do governo brasileiro têm impedido a população de lidar com efeitos do aumento global do preço do petróleo.</p>



<p>&#8220;Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras&#8221;, disse Lula.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="&#x1f534; PRESIDENTE LULA FAZ PRONUNCIAMENTO SOBRE O DIA DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/thiqqdNL7Lk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Aposentados do Itaú se mobilizam para incluir pauta do plano de saúde no ACT 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/aposentados-do-itau-se-mobilizam-para-incluir-pauta-do-plano-de-saude-no-act-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 14:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento expressivo que ocorre nos valores do plano de saúde, após a aposentadoria, é um dos principais focos da luta Indignados com as atuais práticas do Itaú, em relação aos valores cobrados no plano de saúde, aposentados do banco seguem mobilizados para garantir os mesmos direitos ao plano de saúde dos da ativa. Neste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bd4b0b6d3975603aff2bb4ea42966fbf">O aumento expressivo que ocorre nos valores do plano de saúde, após a aposentadoria, é um dos principais focos da luta</h4>



<p>Indignados com as atuais práticas do Itaú, em relação aos valores cobrados no plano de saúde, aposentados do banco seguem mobilizados para garantir os mesmos direitos ao plano de saúde dos da ativa. Neste momento, uma das frentes de atuação é a mobilização para inclusão do tema no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria deste ano.</p>



<p>Um problema central para os aposentados do Itaú, após dedicarem anos de vida trabalhando e garantindo os lucros bilionários do banco, é que quando mais precisam estão com seu direito à saúde inviabilizado. O motivo é que, na aposentadoria, após o período resguardado pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, o Itaú impõe que os bancários migrem de um plano de saúde familiar, que possuíam quando da ativa, para um plano individual, sem contar mais com a contribuição do banco na mensalidade.</p>



<p>“Com isso, os valores do plano sobem absurdamente. Muitos aposentados acabam tendo que deixar de ter cobertura de saúde em uma fase sensível da vida. E mesmo quem consegue ficar com plano sofre para equilibrar o orçamento, o que também prejudica a qualidade de vida. O banco lucra bilhões e tem condições de garantir condições dignas para quem dedicou anos ao Itaú”, afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e bancário do Itaú, Élcio Quinta.</p>



<p>A mobilização dos bancários aposentados do Itaú tem crescido e é importante que ela se amplie para todo o País. Fique atento às redes do Sindicato para acompanhar os desdobramentos e orientações. Só a luta muda a vida.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba o que vai funcionar no feriado do Dia do Trabalhador</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saiba-o-que-vai-funcionar-no-feriado-do-dia-do-trabalhador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 12:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Bancos, agências do INSS e dos Correios não abrem nesta sexta-feira Todas as agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estarão fechadas nesta sexta-feira (1º de maio), em razão do feriado do Dia do Trabalhador. Os atendimentos nas unidades retornarão normalmente na segunda-feira (4). Durante o feriado, a Central 135 realizará apenas atendimentos eletrônicos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b8695ae49317e0770f67907781780a03">Bancos, agências do INSS e dos Correios não abrem nesta sexta-feira</h4>



<p>Todas as agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estarão fechadas nesta sexta-feira (1º de maio), em razão do feriado do Dia do Trabalhador. Os atendimentos nas unidades retornarão normalmente na segunda-feira (4).</p>



<p>Durante o feriado, a Central 135 realizará apenas atendimentos eletrônicos, por telefone. A central retornará com o atendimento neste sábado (2), das 7 horas às 22 horas.</p>



<p>O site e aplicativo Meu INSS seguem em funcionamento 24 horas por dia durante o feriado. Por meio desses, é possível acessar serviços e informações a qualquer horário.</p>



<p>O canal de contato online com os cidadãos possibilita consultas e emissão de extratos, acesso a dados sobre contribuições previdenciárias, lista de empregadores e períodos trabalhados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Correios</h4>



<p>No feriado nacional do Dia do Trabalhador não haverá atendimento nas agências dos Correios. No sábado (2) vão funcionar as agências que atendem normalmente neste dia da semana. Os Correios comunicam que ainda serão realizadas atividades regulares de entrega de correspondências e de encomendas.</p>



<p>Os endereços e horários de funcionamento das agências em cada município podem ser consultados no site dos Correios.</p>



<p>Neste período, a empresa estará disponível por meio do atendimento automatizado da Atendente Virtual dos Correios – Carol – nos seguintes canais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>site dos Correios, na página do Fale Conosco;</li>



<li>telefones: 4003-8210; 0800-881-8210; 0800-881-8211 (atendimento a pessoas com deficiência auditiva);</li>



<li>WhatsApp: (11) 4003-8210;</li>



<li>chat, disponível diretamente no portal e no Super App.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Bancos</h4>



<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entidade representativa dos bancos brasileiros, informou que as agências bancárias estarão fechadas no feriado do Dia do Trabalho.</p>



<p>No entanto, as áreas de autoatendimento nas agências, assim como os canais digitais dos bancos (celulares e computadores) estarão disponíveis, para a realização de transferências e pagamento de contas, e demais serviços.</p>



<p>Os boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento no feriado (1º) poderão ser pagos, sem acréscimo, no próximo dia útil, nas localidades onde não há feriado ou ponto facultativo.</p>



<p>A instituição esclarece que os sábados não são considerados dias úteis e, por essa razão, não há liquidação financeira.</p>



<p>Os clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem pagar seus boletos bancários via Débito Direto Autorizado (DDA).</p>



<p>No caso do pagamento de tributos e impostos, caso vençam nos dias em que não há compensação bancária, a Febraban alerta que é necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Segurança</h4>



<p>Os efetivos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros dos municípios funcionam em regime de plantão 24 horas, por meios dos telefones 190 e 193, respectivamente. Os bombeiros têm foco em traumas e resgates físicos, como acidentes de trânsito, pessoas presas em ferragens, incêndios, soterramentos, salvamentos aquáticos.</p>



<p>As delegacias da Polícia Civil nos municípios atendem em regime de plantão.</p>



<p>Algumas localidades possuem o serviço das delegacias digitais para registrar ocorrências policiais online, sem necessidade do internauta se deslocar até uma delegacia física.</p>



<p>São exemplos de registros: estelionato e fraudes (inclusive golpes digitais); extravio ou perda de documentos e objetos; acidentes de trânsito sem vítimas; e denúncias online de violência doméstica relacionadas à Lei Maria da Penha</p>



<h4 class="wp-block-heading">Hospitais</h4>



<p>Os hospitais regionais e as unidades de pronto atendimento (UPAs) funcionarão normalmente em regime de 24 horas no recesso prolongado.</p>



<p>Também funciona o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que oferta atendimento ininterrupto pelo telefone 192.</p>



<p>O serviço deve ser acionado em situações de urgência e emergência, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>problemas cardiorrespiratórios (infarto, dor no peito, falta de ar grave);</li>



<li>intoxicações ou queimaduras graves;</li>



<li>acidentes de trânsito com vítimas;</li>



<li>casos de traumas ou fraturas;</li>



<li>crises convulsivas;</li>



<li>trabalho de parto em que haja risco para a mãe ou para o bebê;</li>



<li>tentativas de suicídio ou crises psiquiátricas graves.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Lazer e comércio</h4>



<p>As praças de alimentação de shoppings, que costumam abrir na hora de almoço (geralmente das 12h às 22h), podem ter horários reduzidos ou abertura facultativa, dependendo de acordos com os sindicatos locais.</p>



<p>Sobre os supermercados, a maioria abre normalmente, já que são considerados serviços essenciais, mas podem fechar um pouco mais cedo. É importante que o cidadão busque informações diretamente em cada unidade.</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita paga lote da malha fina do Imposto de Renda nesta quinta-feira</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/receita-paga-lote-da-malha-fina-do-imposto-de-renda-nesta-quinta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 12:24:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Malha Fina]]></category>
		<category><![CDATA[Restituição]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 415 mil contribuintes receberão R$ 592 milhões Cerca de 415 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco vão acertar as contas com o Leão. Nesta quinta-feira (30), a Receita Federal paga o lote da malha fina de abril, que também contempla restituições residuais de anos anteriores. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-890cf3daf6781f01a1a70834c43e8f3b">Cerca de 415 mil contribuintes receberão R$ 592 milhões</h4>



<p>Cerca de 415 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco vão acertar as contas com o Leão.</p>



<p>Nesta quinta-feira (30), a Receita Federal paga o lote da malha fina de abril, que também contempla restituições residuais de anos anteriores.</p>



<p>Ao todo, 415.277 contribuintes receberão R$ 592,2 milhões. Desse total, R$ 256,8 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.</p>



<p>As restituições estão distribuídas da seguinte forma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>334.614 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;</li>



<li>32.231 contribuintes sem prioridade;</li>



<li>28.572 contribuintes de 60 a 79 anos;</li>



<li>10.521 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;</li>



<li>4.731 contribuintes acima de 80 anos;</li>



<li>4.608 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.</li>
</ul>



<p>A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet desde o último dia 23. Basta o contribuinte clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no botão Consultar a Restituição. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pagamento</h4>



<p>O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.</p>



<p>Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.</p>



<p>Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).</p>



<p>Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu Declarações e Demonstrativos, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no campo Solicitar Restituição Não Resgatada na Rede Bancária.</p>



<p></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 06:31:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de guerra no Oriente Médio, Copom voltou a cortar juros. Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d15a61607334770ad1ffbcd9ce83d63b">Apesar de guerra no Oriente Médio, Copom voltou a cortar juros.</h4>



<p>Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.</p>



<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>



<p>O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.</p>



<p>Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por causa do falecimento de um parente de primeiro grau.</p>



<p>Em nota, o Copom não deu pistas sobre a evolução dos juros. O texto informou que está monitorando a guerra no Oriente Médio e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>



<p>&#8220;Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados&#8221;, destacou o comunicado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.</p>



<p>O IPCA cheio de abril só será divulgado em 12 de maio.</p>



<p>Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>



<p>No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou, de 3,5% para 3,6%, a previsão do IPCA em 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.</p>



<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,86%, acima do teto da meta, de 4,5%. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito menos caro</h4>



<p>A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.</p>



<p>O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,85% do PIB em 2026.</p>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
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		<title>Em reunião com banco, COE Itaú cobra cumprimento do acordo coletivo e debate mudanças organizacionais no GERA</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/em-reuniao-com-banco-coe-itau-cobra-cumprimento-do-acordo-coletivo-e-debate-mudancas-organizacionais-no-gera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 19:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[COE]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes dos trabalhadores reforçam compromissos assumidos pelo Itaú, discutem reestruturações, metas, programa de acolhimento e condições de trabalho; nova rodada de negociações será marcada A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu com representantes da direção do banco, na manhã de terça-feira (28), para cobrar o cumprimento dos compromissos firmados no Acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3f6af3c60c86319e530f8731408d4836"><strong>Representantes dos trabalhadores reforçam compromissos assumidos pelo Itaú, discutem reestruturações, metas, programa de acolhimento e condições de trabalho; nova rodada de negociações será marcada</strong></h4>



<p>A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu com representantes da direção do banco, na manhã de terça-feira (28), para cobrar o cumprimento dos compromissos firmados no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e debater mudanças organizacionais que impactam diretamente o dia a dia dos bancários.<br><br>Antes do encontro, a COE encaminhou ao banco um documento reforçando cláusulas do acordo vigente desde 1º de janeiro de 2026, destacando pontos como transparência sobre horas extras realizadas aos fins de semana, acesso à plataforma de formação profissional, garantia de comunicação sindical nos e-mails corporativos, respeito à privacidade dos trabalhadores e manutenção do diálogo permanente em processos de reestruturação.<br><br>Durante a reunião, o Itaú apresentou atualizações sobre os compromissos assumidos no Acordo Macro de 2025. Entre os encaminhamentos, o banco informou que fará a apresentação periódica das horas extras realizadas aos sábados e domingos em reuniões bimestrais futuras. Também confirmou que a plataforma de cursos já está disponível aos empregados por meio do IU Conecta e que os trabalhadores podem receber comunicações das entidades sindicais em seus e-mails corporativos.<br><br>Outro avanço foi a discussão sobre a divulgação da livre associação sindical nos canais internos do banco, cujo texto ainda será construído em conjunto com as entidades representativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Mudanças organizacionais e avaliações</h4>



<p><br>A COE também debateu alterações no modelo de avaliação Evolui. Inicialmente, os consultores de Recursos Humanos haviam sido retirados do processo, gerando preocupação entre os trabalhadores. O banco informou que, no novo modelo, esses profissionais continuarão participando parcialmente das avaliações, ainda que fora do comitê formal.<br><br>Além disso, o Itaú apresentou o novo formato do segmento Uniclass, voltado à média renda. A proposta prevê que gerentes passem a se vincular a uma gestão externa à agência, mantendo, neste primeiro momento, o funcionamento híbrido entre atendimento nas agências físicas e digitais.<br><br>O banco também anunciou ajustes no modelo do GERA, que deixará de ter uma estrutura única subordinada ao gerente-geral de agência, passando a operar de forma segmentada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Problemas nas metas e no sistema GERA</h4>



<p><br>Durante o encontro, a COE levou diversas demandas relacionadas ao cotidiano dos bancários, especialmente dificuldades envolvendo metas, funcionamento do sistema GERA e falta de transparência nos critérios de mensuração de resultados.<br><br>Entre os pontos apresentados estão falhas no sistema de contestação de metas, desaparecimento de produções registradas, excesso de controles paralelos nas agências e impactos do atendimento a clientes em situação de vulnerabilidade — que exige mais tempo de dedicação sem reconhecimento adequado nas metas.<br><br>A nova superintendente da área, Gabriela Vassoller, informou que o banco está promovendo um processo de modernização das ferramentas e sistemas para solucionar os problemas relatados. A COE sugeriu ainda a realização de uma live explicativa aos funcionários para esclarecer os critérios de metas e avaliação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Programa Recomece e despesas de trabalho</h4>



<p><br>Os representantes dos trabalhadores também cobraram o cumprimento da cláusula referente ao Programa de Acolhimento — Programa Recomece — que prevê redução de metas para empregados afastados pelo INSS por período igual ou superior a 120 dias.<br><br>Outro tema debatido foi a nova política de reembolso de combustível e estacionamento para funcionários que realizam visitas externas, diante de dificuldades enfrentadas em algumas bases com o uso de transporte por aplicativo.<br><br>Uma nova reunião será agendada para aprofundar o debate sobre banco de horas, especialmente o volume de trabalho realizado aos fins de semana, além do modelo de remuneração variável do segmento Empresas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Defesa do acordo coletivo</h4>



<p><br>Para a coordenadora da COE Itaú, Valeska Pincovai, a reunião teve papel fundamental para garantir que os compromissos assumidos pelo banco saiam do papel.<br><br>“Nosso objetivo foi reafirmar que o acordo coletivo precisa ser efetivamente cumprido. Levamos as demandas reais dos trabalhadores, cobramos transparência sobre horas extras, metas e reestruturações e reforçamos a importância do diálogo permanente para proteger as condições de trabalho dos bancários”, afirmou.<br><br>Segundo a dirigente, a atuação da COE seguirá acompanhando as mudanças organizacionais e cobrando soluções concretas para os problemas enfrentados nas agências e áreas digitais do banco.</p>



<p></p>
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		<title>Governo libera R$ 330 milhões para segurar preço do gás de cozinha</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-libera-r-330-milhoes-para-segurar-preco-do-gas-de-cozinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida subsidia importação e tenta conter alta do GLP Uma medida provisória publicada nesta terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar a importação de gás de cozinha, em meio à alta dos preços provocada pelo cenário internacional. O recurso será usado para garantir que o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f6a5cf4d073e7585ac416529cd486e5e">Medida subsidia importação e tenta conter alta do GLP</h4>



<p>Uma medida provisória publicada nesta terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar a importação de gás de cozinha, em meio à alta dos preços provocada pelo cenário internacional.</p>



<p>O recurso será usado para garantir que o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado seja vendido no Brasil pelo mesmo preço do produto nacional, evitando repasses mais elevados ao consumidor final.</p>



<p>A medida faz parte de um pacote anunciado no início de abril para conter os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis. O conflito elevou o preço do petróleo no mercado internacional, o que pressiona diretamente o custo do gás e do transporte.</p>



<p>Na ocasião, o governo anunciou um subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Compensação</h4>



<p>Na prática, o subsídio funciona como uma compensação: o governo cobre parte do custo da importação para que distribuidoras não precisem repassar integralmente a alta ao consumidor.</p>



<p>Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo é proteger o orçamento das famílias, especialmente as de baixa renda, que são mais afetadas por aumentos no preço do botijão.</p>



<p>A subvenção vale, inicialmente, para o período de 1º de abril a 31 de maio, podendo ser prorrogada por mais dois meses, dependendo da evolução dos preços no mercado internacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Meta fiscal</h4>



<p>Segundo as regras atuais, créditos extraordinários estão fora do limite de gastos do arcabouço fiscal, mas estão incluídos na meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).</p>



<p>Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula superávit primário de R$ 34,3 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto), podendo variar de resultado zero (nem déficit nem superávit) a resultado positivo de R$ 68,6 bilhões (0,5% do PIB).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Importação</h4>



<p>O Brasil importa cerca de 20% do gás de cozinha consumido no país, o que torna o produto sensível a variações externas, como o preço do petróleo e custos logísticos.</p>



<p>Além da guerra, o governo aponta outros fatores para a alta recente do GLP, como o encarecimento do transporte de cargas e a valorização dos preços internacionais do gás.</p>



<p>A medida provisória também se conecta a programas sociais já existentes, como iniciativas de apoio à compra de gás por famílias de baixa renda, e pode influenciar o valor de referência usado nesses benefícios.</p>



<p>Com a iniciativa, o governo tenta reduzir a volatilidade dos preços em um momento de incerteza global, evitando que oscilações externas tenham impacto direto e imediato no custo de vida da população.</p>



<p></p>
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		<title>Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/copom-decide-selic-em-meio-a-guerra-e-inflacao-acelerando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7f37568ac1b470996104a356599b1029">Analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros</h4>



<p>Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros.</p>



<p>Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano.</p>



<p>A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.</p>



<p>Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por falecimento de um parente de primeiro grau.</p>



<p>Na ata da reunião de março, o Copom deixou de indicar se continuará a cortar os juros. Com a Guerra no Oriente Médio, o BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.</p>



<p>Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p>O comportamento da inflação continua uma incógnita. A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, pressionada por combustíveis e alimentos. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.</p>



<p>Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2026 subiu para 4,86%, por causa do conflito no Oriente Médio. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Oficialmente, a meta está em 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h4>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Meta contínua</h4>



<p>Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>



<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou de 3,5% para 3,6% a previsão para o IPCA em 2026, mas a estimativa deve ser revista se a guerra no Oriente Médio se prolongar. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.</p>
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		<item>
		<title>Comissão da PEC que propõe fim da escala 6×1 será instalada hoje</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/comissao-da-pec-que-propoe-fim-da-escala-6x1-sera-instalada-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[fim da Escala 6×1]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta de Emenda à Constituição 221/19 (PEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Redução da jornada de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto prevê redução da jornada sem corte salarial e será debatido na Câmara. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou na terça-feira (28/4) que a comissão especial que analisará a Proposta de Emenda à Constituição 221/19 (PEC), que trata da redução da jornada de trabalho no país, será instalada hoje (29). Motta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9c291e14ac9aad639f857e87c9a8bb75">Texto prevê redução da jornada sem corte salarial e será debatido na Câmara.</h4>



<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou na terça-feira (28/4) que a comissão especial que analisará a Proposta de Emenda à Constituição 221/19 (PEC), que trata da redução da jornada de trabalho no país, será instalada hoje (29).</p>



<p>Motta informou ainda que o deputado Alencar Santana (PT-SP) será o presidente do colegiado e que a relatoria caberá ao deputado Leo Prates (Republicanos-BA).</p>



<p>Ao anunciar a instalação do colegiado, Motta revelou que conversou com o presidente e o relator da comissão para conduzir o debate ouvindo os trabalhadores, empresários, Judiciário, governo, pesquisadores e universidades.</p>



<p>Ele entende que ouvir a sociedade é “para que ao final a Câmara tenha a construção do melhor texto possível para podermos conceder à classe trabalhadora do nosso país, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial”.</p>



<p>Motta frisou ainda que um maior período de descanso dará mais qualidade de vida ao trabalhador. Esse tempo poderá ser utilizado para o convívio familiar, cuidar da saúde e momentos de lazer.</p>



<p>“Nós imaginamos que com essa redução nós vamos aumentar a produtividade, porque o trabalhador estará muito mais disposto quando estiver em ambiente de trabalho para colaborar, para poder servir ao seu trabalho, para poder, de certa forma, desempenhar melhor a sua função”, avalia Motta.</p>



<p>Hugo Motta disse que conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para que as duas casas possam afinar a tramitação da proposta.</p>



<p>A expectativa do presidente da Câmara é que o texto seja votado na comissão e no plenário ainda em maio.</p>



<p>“Aqui na Câmara vamos nos dedicar para que, até o final do mês de maio, a matéria possa ser votada na comissão especial quanto no plenário da casa”, disse.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comissão</h4>



<p>A comissão especial será composta de 37 membros titulares e igual número de suplentes. Pelo regimento, a comissão terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer.</p>



<p>O presidente do colegiado, Alencar Santana, também disse que vai haver um debate amplo sobre o tema.</p>



<p>“Vamos trabalhar para que a gente possa entregar um bom relatório, que garanta ali a expectativa dos trabalhadores brasileiros que estão ansiosos pela aprovação dessa PEC, da redução da jornada”, disse.</p>



<p>“Logicamente, ouvindo amplos setores da sociedade brasileira, setores econômicos, setores empresariais, o governo, ministros que estão envolvidos na pauta, os deputados e outros setores sociais que vão participar ativamente dessa comissão”, acrescentou.</p>



<p>Santana disse que o tempo para a análise da proposta é apertado e que o colegiado deverá realizar entre duas a três reuniões por semana para debater a matéria.</p>



<p>“Vamos aprová-la no mês de maio, mês do trabalhador brasileiro, e vamos fazer uma homenagem ao trabalhador aprovando esse texto”, disse Santana.</p>



<p>A comissão foi criada na sexta-feira (24) após a proposta ter a sua admissibilidade aprovada, por unanimidade em votação simbólica, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quarta-feira (22/4).</p>



<p>O colegiado analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de 10 anos.</p>



<p>A outra proposta, apensada, a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), prevê uma escala de 4 dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.</p>



<p>Na prática, as PEC acabam com a escala de 6 dias de trabalho por 1 de descanso (6×1). Se aprovadas na comissão especial, irão depois para votação no plenário.</p>



<p>As duas propostas ganharam força com o movimento Vida Além do Trabalho, que busca o fim da escala 6×1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governo</h4>



<p>Como a tramitação de PEC pode se estender, e diante da tentativa da oposição de barrar a emenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na semana passada, o projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.</p>



<p>O PL precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.</p>
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