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	<title>desmonte &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Decisões do Congresso aprofundam privilégios e ameaçam combate à desigualdade, alerta Oxfam Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 07:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Chantagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização critica derrubada de aumento do IOF e ampliação da Câmara; medidas favorecem elite e comprometem justiça fiscal A Oxfam Brasil manifesta preocupação com duas decisões recentes do Congresso Nacional que, segundo a organização, aprofundam a injustiça fiscal e social no país: a derrubada do decreto presidencial que aumentaria o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-67c2485098b2cd2c2be26ea52d6e4826">Organização critica derrubada de aumento do IOF e ampliação da Câmara; medidas favorecem elite e comprometem justiça fiscal</h4>



<p>A <a href="https://www.oxfam.org.br/" data-type="link" data-id="https://www.oxfam.org.br/">Oxfam Brasil</a> manifesta preocupação com duas decisões recentes do Congresso Nacional que, segundo a organização, aprofundam a injustiça fiscal e social no país: a derrubada do decreto presidencial que aumentaria o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e a aprovação, pelo Senado, da ampliação do número de deputados federais, que elevará para 531 as cadeiras na Câmara a partir de 2027.</p>



<p>As medidas, afirma a organização, reforçam uma lógica de austeridade seletiva que impõe sacrifícios crescentes à população mais pobre, ao mesmo tempo em que preserva – e até amplia – os privilégios da elite econômica e política brasileira. Segundo estimativas, a ampliação da Câmara deve gerar um impacto orçamentário de R$ 64 milhões por ano.</p>



<p>“Enquanto se recusa a taxar grandes fortunas, lucros e dividendos, o Congresso aprofunda o pacto de privilégios, em detrimento de políticas sociais essenciais”, afirma Viviana Santiago, diretora-executiva da Oxfam Brasil.</p>



<p>A organização critica a narrativa de que a sociedade “não aguenta mais pagar impostos”, usada para justificar o recuo no aumento do IOF. De acordo com a Oxfam Brasil, esse discurso mascara a estrutura regressiva do sistema tributário: os mais pobres pagam, proporcionalmente, mais impostos, enquanto os super-ricos seguem isentos de tributos sobre patrimônio e renda.</p>



<p>O alerta ocorre em meio à divulgação do mais recente estudo global da Oxfam, lançado em 25 de junho. O levantamento revela que, entre 1995 e 2022, a riqueza privada mundial cresceu oito vezes mais do que a riqueza pública – um processo de concentração que compromete a capacidade dos Estados, incluindo o Brasil, de investir em serviços públicos, enfrentar a crise climática e cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>



<p>A Oxfam Brasil também critica medidas recentes como a proposta do Tribunal de Contas da União, que prevê gratificações capazes de dobrar os salários de seus servidores – isentas de impostos e com reajustes automáticos até 2029.</p>



<p>“O sistema tributário brasileiro está capturado por interesses corporativos e políticos. Não há democracia verdadeira com tamanha concentração de riqueza e desmonte das políticas públicas”, reforça Viviana.</p>



<p>A Oxfam Brasil defende uma reforma tributária progressiva, que tribute grandes fortunas, heranças e altas rendas, ampliando a capacidade do Estado de garantir educação, saúde, moradia, proteção social e justiça climática.</p>



<p>“O Congresso precisa decidir de que lado da história quer estar: ao lado de uma minoria privilegiada ou da maioria do povo brasileiro, que clama por justiça, equidade e dignidade”, conclui.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/extrema-direita-derruba-reajuste-de-iof-para-obrigar-governo-a-cortar-recursos-de-saude-e-educacao/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/extrema-direita-derruba-reajuste-de-iof-para-obrigar-governo-a-cortar-recursos-de-saude-e-educacao/">Extrema direita derruba reajuste de IOF para obrigar governo a cortar recursos de saúde e educação</a></h4>
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		<title>Fusão de Caixa e BB não é boa para ninguém</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fusao-de-caixa-e-bb-nao-e-boa-para-ninguem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[desmonte]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipe econ&#244;mica do &#8220;governo&#8221; do presidente interino, Michel Temer, est&#225; estudando fundir a Caixa Econ&#244;mica Federal e o Banco do Brasil. De acordo com informa&#231;&#245;es publicadas pelo portal da revista Exame, o objetivo seria fazer da Caixa uma institui&#231;&#227;o menor e focada no mercado imobili&#225;rio, transferindo neg&#243;cios como seguradora, cart&#245;es, cr&#233;dito para empresas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A equipe econ&ocirc;mica do &ldquo;governo&rdquo; do presidente interino, Michel Temer, est&aacute; estudando fundir a Caixa Econ&ocirc;mica Federal e o Banco do Brasil. De acordo com informa&ccedil;&otilde;es publicadas pelo portal da revista Exame, o objetivo seria fazer da Caixa uma institui&ccedil;&atilde;o menor e focada no mercado imobili&aacute;rio, transferindo neg&oacute;cios como seguradora, cart&otilde;es, cr&eacute;dito para empresas e varejo para o BB. O movimento sindical avalia que a medida causaria o fechamento de ag&ecirc;ncias, redu&ccedil;&atilde;o do quadro de trabalhadores e perda de know how nos dois bancos.</p>
<p>Para a Caixa, 100% p&uacute;blica, a fus&atilde;o representa a abertura de capital, j&aacute; que o BB &eacute; uma empresa de economia mista. A fus&atilde;o levaria ao fechamento de ag&ecirc;ncias e redu&ccedil;&atilde;o do quadro nos dois bancos. Essa medida anularia o papel do banco p&uacute;blico no pa&iacute;s. O que a Caixa precisa &eacute; contratar mais para fortalecer seu papel social e estrat&eacute;gico para o Brasil. Mais uma vez, o governo interino d&aacute; sinais de que pretende enfraquecer empresas p&uacute;blicas para, ap&oacute;s o desmonte, privatiz&aacute;-las.</p>
<p>Al&eacute;m dos preju&iacute;zos para trabalhadores e popula&ccedil;&atilde;o, a fus&atilde;o levaria a perda de know how nas duas institui&ccedil;&otilde;es. Os dois bancos p&uacute;blicos exercem papel importante na concess&atilde;o de cr&eacute;dito em setores que, muitas vezes, n&atilde;o s&atilde;o de interesse da iniciativa privada e cobram taxas de juros muito menores. Ao longo dos anos, a Caixa acumulou grande expertise no financiamento imobili&aacute;rio, assim como o BB no financiamento rural e do com&eacute;rcio exterior. Fundir os dois bancos p&uacute;blicos coloca em risco esse conhecimento adquirido.</p>
<p>
<strong>L&iacute;der e vice</strong></p>
<p>Recentemente, a Caixa ultrapassou o Ita&uacute; e se tornou o segundo maior em ativos do pa&iacute;s, atr&aacute;s apenas do BB. Tentam desgastar a imagem dos bancos p&uacute;blicos, mas os n&uacute;meros s&oacute; corroboram a import&acirc;ncia deles para o pa&iacute;s. Fundir as duas maiores institui&ccedil;&otilde;es financeiras, elevando ainda mais a absurda concentra&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria no Brasil, &eacute; irrespons&aacute;vel sob qualquer &oacute;tica. Hoje, os cinco maiores j&aacute; det&ecirc;m 81,3% do total de ativos do sistema financeiro.</p>
<p>Fonte: Com informações da Seeb SP</p>
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