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	<title>desigualdade salarial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>desigualdade salarial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Mulheres recebem 21% menos que homens. Bancárias também são discriminadas!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mulheres-recebem-21-menos-que-homens-em-mais-de-54-mil-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 11:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade salarial entre mulheres e homens]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres e homens]]></category>
		<category><![CDATA[Salários desiguais]]></category>
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					<description><![CDATA[4º Relatório de Transparência Salarial revela ainda que trabalhadoras negras recebem em média 53,4% menos que homens não negros As mulheres recebem 21,2% menos que homens no Brasil. Em cargos mais elevados, como de dirigentes e gerentes, a diferença chega a 27,1%. Os dados são do 4º Relatório de Transparência Salarial,&#160;divulgado na última semana, em [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">4º Relatório de Transparência Salarial revela ainda que trabalhadoras negras recebem em média 53,4% menos que homens não negros</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres recebem 21,2% menos que homens no Brasil. Em cargos mais elevados, como de dirigentes e gerentes, a diferença chega a 27,1%. Os dados são do 4º Relatório de Transparência Salarial,&nbsp;<a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2025/novembro/ministerios-do-trabalho-e-das-mulheres-apresentam-4o-relatorio-de-transparencia-salarial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divulgado na última semana, em Brasília, pelos ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e das Mulheres</a>.<br><br>O relatório foi produzido com base em informações de 54.041 empresas, com 100 ou mais empregados, registradas pelos próprios estabelecimentos na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) – totalizando a análise de 19.423.144 vínculos trabalhistas, sendo 30% de mulheres e 70% de homens.<br><br><strong>Em termos de valores médios, nos cerca de 54 mil estabelecimentos estudados, a remuneração média das mulheres foi de R$ 3.908,76, contra R$ 4.958,43 dos homens &#8211; uma diferença de R$ 1.049,67 (21,2%) a menos que os colegas do sexo masculino</strong>.<br><br><strong>Em termos de raça, a diferença de remuneração registrada foi ainda maior: trabalhadoras negras recebem cerca de 53,4% menos que homens não negros</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Comparação entre relatórios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a divulgação do 1º Relatório de Transparência Salarial, em março de 2024, até o mais recente, de novembro de 2025, é possível perceber um aumento da desigualdade de remuneração entre homens e mulheres de 1,8 ponto percentual (p.p), como mostra o quadro a seguir:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="906" height="510" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1.png" alt="" class="wp-image-65175" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1.png 906w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1-300x169.png 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1-150x84.png 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1-768x432.png 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1-600x338.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1-20x11.png 20w" sizes="(max-width: 906px) 100vw, 906px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vivian Machado</strong>, economista e técnica do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), na subseção da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), explica que esse aprofundamento no percentual da desigualdade salarial não necessariamente está ligado a uma piora da discriminação de gênero no mercado de trabalho.<br><br><strong>&#8220;Ao longo desse período de coleta de dados, de seis em seis meses, como manda a legislação, também houve aumento do número de empresas que responderam ao questionário e, portanto, de vínculos trabalhistas analisados. Então, com uma base de dados maior, é possível chegar a um cenário mais fiel à realidade, sobre o nível de desigualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil&#8221;</strong>, pontuou.<br><br>Houve também piora em relação à diferença salarial entre mulheres negras e homens não negros, e entre mulheres e homens nos cargos mais elevados.<br><br><strong>No 1º relatório, as mulheres negras recebiam em média 32% menos que homens não negros</strong>. Já no relatório mais recente, elas recebiam 53,4% menos que os colegas do sexo masculino não negros. Nos 2º e 3º relatórios, a redução salarial para as mulheres negras em relação aos homens não negros foram de 47,5% e 52,5%, respectivamente.<br><br>Em comparação ao 3º Relatório, publicado no semestre passado, o 4º Relatório apresentou os seguintes resultados positivos:&nbsp;<br><br>&#8211; Aumento de 21,1% no número de estabelecimentos com pelo menos 10% de mulheres negras: de 29 mil para 35 mil;<br>&#8211; Aumento de 6,4% no número de estabelecimentos com diferença salarial de até 5% entre mulheres e homens: de 16,7 mil para 17,8 mil;<br>&#8211; Redução da diferença salarial das mulheres em relação aos homens, nos cargos de dirigentes e gerentes: em abril de 2025 elas ganhavam 70,2% dos salários dos homens; em novembro de 2025, esse percentual passou para 72,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Conquista para igualdade de gênero</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios foi estabelecido em 2023, por meio da Lei de Igualdade Salarial (nº 14.611), de autoria do governo federal. A medida obriga que empresas com 100 ou mais empregados divulgue, semestralmente, informações sobre salários e distribuição de cargos, segmentados por gênero e raça.<br><br>A normativa estabelece ainda que as empresas apresentem planos de ações quando forem identificadas diferenças salariais não justificadas.&nbsp;Segundo o MTE, em 2025, as equipes de fiscalização realizaram 787 ações de combate à desigualdade salarial, atingindo cerca de um milhão de trabalhadores. Dessas ações, 319 foram concluídas e 468 seguem em andamento, resultando na emissão de 154 autos de infração.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Na categoria bancária</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento feito pelo Dieese, com base na RAIS, em 2024 as mulheres recebiam salário 18,6% menor que os dos homens, na categoria bancária.<br><br>Naquele mesmo ano, as mulheres pretas bancárias recebiam em média 37,7% menos que a remuneração média de homens não negros.<br><br>Já nos cargos de liderança, a remuneração média das mulheres bancárias era 25% inferior à remuneração dos colegas bancários.<br><br>Em se tratando dos dados que chegam ao Relatório de Transparência Salarial, a economista Vivian Machado explica que, como a lei obriga que somente empresas com 100 ou mais funcionários respondam ao questionário e, ainda, por CNPJ, são poucos os estabelecimentos bancários registrados no levantamento.<br><br><strong>&#8220;Ainda não tivemos acesso completo ao 4º relatório, que ainda será divulgado pelos órgãos oficiais. Mas, no 3º relatório, do total de 18.777 estabelecimentos bancários que existiam no país, apenas 277 (1,2%) possuíam mais de 100 trabalhadores&#8221;</strong>, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses estabelecimentos, concentrados nos cinco maiores bancos do país, registraram as seguintes médias de salário de entrada e de remuneração entre mulheres e homens:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="906" height="510" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image.png" alt="" class="wp-image-65174" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image.png 906w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-300x169.png 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-150x84.png 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-768x432.png 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-600x338.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-20x11.png 20w" sizes="(max-width: 906px) 100vw, 906px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Mulheres em cargos de gerência e diretoria enfrentam disparidade salarial de R$ 3,3 mil mensais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mulheres-em-cargos-de-gerencia-e-diretoria-enfrentam-disparidade-salarial-de-r-33-mil-mensais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 06:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cargos]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria]]></category>
		<category><![CDATA[Disparidade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[gerência]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua)]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) As mulheres que ocupam cargos de direção e gerência no Brasil continuam enfrentando a disparidade salarial de gênero. Segundo um boletim especial do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado pela CNN Brasil neste sábado (8/3), Dia Internacional da Mulher, as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres que ocupam cargos de direção e gerência no Brasil continuam enfrentando a disparidade salarial de gênero. Segundo um boletim especial do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado pela CNN Brasil neste sábado (8/3), <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-ato-regional-do-dia-internacional-de-luta-das-mulheres-trabalhadoras-acontece-neste-sabado/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-ato-regional-do-dia-internacional-de-luta-das-mulheres-trabalhadoras-acontece-neste-sabado/">Dia Internacional da Mulher</a>, as diretoras e gerentes receberam, em média, R$ 6.798 por mês, enquanto os homens que desempenham as mesmas funções ganharam R$ 10.126. A diferença mensal de R$ 3.328 se traduz em um impacto expressivo no longo prazo: ao fim de um ano, as mulheres nesses cargos deixam de ganhar cerca de R$ 40 mil em comparação aos seus colegas do sexo masculino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa, baseada em dados do 3º trimestre de 2024 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que a desigualdade salarial não se restringe às posições de liderança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas camadas de menor remuneração, a disparidade também é evidente: 37% das mulheres que trabalham no Brasil recebem até um salário mínimo, contra 27% dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo aponta ainda que o rendimento médio real mensal das mulheres é de R$ 2.697, enquanto o dos homens alcança R$ 3.459. Mesmo entre profissionais com nível superior, a diferença persiste. As trabalhadoras com diploma universitário ganham, em média, R$ 4.885, o que representa R$ 2.899 a menos do que os homens com o mesmo grau de escolaridade, que recebem R$ 7.784.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade salarial identificada pelo levantamento abrange empresas de diferentes portes e setores, desde pequenos estabelecimentos comerciais até grandes corporações e multinacionais. Além disso, a análise contempla todo o território nacional, incluindo capitais, cidades do interior e zonas rurais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas terão que prestar contas sobre igualdade salarial</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/empresas-terao-que-prestar-contas-sobre-igualdade-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 11:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade salarial racial]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente Lula anuncia medidas para garantir equidade salarial entre gêneros. Medida foi publicada no Diário Oficial segunda-feira (27) O presidente Lula (PT), anunciou uma iniciativa que estabelece a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil. O decreto, publicado segunda-feira (27) no Diário Oficial da União, determina que empresas com mais de cem funcionários divulguem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Presidente Lula anuncia medidas para garantir equidade salarial entre gêneros. Medida foi publicada no Diário Oficial segunda-feira (27)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Lula (PT), anunciou uma iniciativa que estabelece a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil. O decreto, publicado segunda-feira (27) no Diário Oficial da União, determina que empresas com mais de cem funcionários divulguem a cada seis meses um “Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida, que entra em vigor a partir de 1º de dezembro, visa fiscalizar e assegurar que não haja disparidades salariais baseadas no gênero. O relatório, a ser publicado nos meses de março e setembro, deve conter informações detalhadas sobre as remunerações, incluindo salário contratual, 13º salário, gratificações, comissões, horas extras, e adicional noturno, entre outras, divulgadas anonimamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de encaminhar os dados ao Ministério do Trabalho e Emprego, as empresas são obrigadas a publicar as informações em seus sites, redes sociais ou outros canais de ampla divulgação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de irregularidades identificadas, as empresas terão um prazo de até 90 dias para elaborar e implementar um “Plano de Ação para Mitigação da Desigualdade Salarial e de Critérios Remuneratórios entre Mulheres e Homens”. Esse documento deve apresentar medidas específicas, prazos e metas para equiparar os pagamentos entre os gêneros, além da criação de programas de capacitação para gestores, lideranças e empregados sobre o tema. A promoção da diversidade e inclusão, assim como a capacitação e formação de mulheres, também são pontos essenciais a constar no plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, uma nova regulamentação está em processo de definição para estabelecer instrumentos e critérios de fiscalização. A lei já prevê punições rigorosas para casos em que a mulher receba menos do que o homem desempenhando a mesma função. Isso inclui a aplicação de multa equivalente a dez vezes o valor previsto na legislação anterior à Lei da Igualdade Salarial, dobrando em casos de reincidência. Empresas ilegais estão sujeitas ao apagamento de indenização por danos morais em situações de discriminação por sexo, raça, etnia, origem ou idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<a href="https://www.gov.br/pt-br/temas/carteira-de-trabalho-digital" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aplicativo Carteira de Trabalho Digital</a>&nbsp;será o principal canal de denúncia contra a discriminação salarial e de critérios remuneratórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa iniciativa, o governo busca não apenas combater a desigualdade salarial de gênero, mas também promover uma cultura organizacional mais inclusiva e igualitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://vermelho.org.br/autor/barbara-luz-2/"><strong>Barbara Luz</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vermelho.org.br</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Homens receberam salários 21,15% maiores que mulheres nos últimos quatro anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/homens-receberam-salarios-2115-maiores-que-mulheres-nos-ultimos-quatro-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 12:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[machismo estrutural]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do Dieese divulgado nesta segunda (6) revelam que metade dos lares são sustentados por mulheres e elas continuam a ganhar menos que os homens As trabalhadoras brasileiras cada vez mais se qualificam profissionalmente e conquistam mais espaço no mercado de trabalho e na vida social. No entanto, apesar da redução dos salários delas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Dados do Dieese divulgado nesta segunda (6) revelam que metade dos lares são sustentados por mulheres e elas continuam a ganhar menos que os homens</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As trabalhadoras brasileiras cada vez mais se qualificam profissionalmente e conquistam mais espaço no mercado de trabalho e na vida social. No entanto, apesar da redução dos salários delas em relação aos dos homens estar numa linha descendente na última década, a desigualdade é ainda muito alta: empregados do sexo masculino ganharam 21.15% a mais que as mulheres nos últimos quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença se dá, muitas vezes, mesmo quando elas têm igual ou até mais escolaridade e qualificação numa mesma função. A situação se agravou anda mais em 2021. As trabalhadoras ganharam em média 20,5% menos do que os homens no quarto trimestre de 2021, contra 19,70% a menos no final de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o último censo divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2019, elas receberam apenas 77,7% dos salários dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quanto mais elevado o cargo, maior a desigualdade. Neste grupo, os salários das mulheres representam 61,9% do que ganham os homens. Isto quando elas ocupam cargos gerenciais, já que apenas 34,7% delas estão nestas funções de chefia e de melhores rendimentos. E olha que tem mais mulheres com curso superior que os homens: 25,1% concluíram a faculdade contra 18,3%, na faixa etária de 25 a 34 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Queda na renda</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como mostrou o IBGE, a renda média do trabalho encolheu 10,7% em um ano, para R$ 2.447, atingido no 4º trimestre de 2021 o menor valor da série histórica. Mas as mais afetadas são as mulheres, mostrando que o mercado de trabalho brasileiro tem o ranço machista enraizado em todas as áreas da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda do rendimento médio do trabalho foi mais intensa para as mulheres (11,25%), enquanto que o recuo para os homens ficou abaixo da média do país: 10,42%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse é um problema enraizado na nossa sociedade. Apesar de todos os avanços, esse problema ainda existe no Brasil. É necessário &#8211; e urgente &#8211; acabar de vez com a desigualdade salarial e o machismo estrutural”, ressalta Eneida Koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Disparidade continua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos) divulgou números que confirmam a desigualdade. Apesar de representar 44% do total da força de trabalho do país, as mulheres são maioria entre os desempregados (55,5%). E ainda recebem, em média, 21% menos que os homens &#8211; o equivalente a R$ 2.305 contra R$ 2.909 pagos aos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 75 milhões de lares no país, 50,8% são liderados por mulheres, o que corresponde a 38,1 milhões de famílias. As mulheres negras lideram 21,5 milhões de lares (56,5%) e as não negras, 16,6 milhões (43,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Números da desigualdade</p>



<p class="wp-block-paragraph">• De 2020 para 2021, a diferença de salários dos homens em relação às mulheres cresceu: 19,7% para 20,5%</p>



<p class="wp-block-paragraph">• A queda do rendimento médio das mulheres no 4º trimestre de 2021 foi maior entre mulheres: 11,25% contra 10,42%</p>



<p class="wp-block-paragraph">• A taxa de desempregados no Brasil entre homens foi de 9% no final de 2021, enquanto que a das mulheres foi de 13,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• O homem consegue ocupações com salários mais altos e mais trabalhos formais, enquanto a mulher, por causa da jornada dupla ou tripla acaba tendo que aceitar condições piores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Senado aprova projeto de combate a desigualdade salarial</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/senado-aprova-projeto-de-combate-a-desigualdade-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Senado aprovou projeto de Lei que combate a desigualdade salarial entre homens e mulheres. Proposta que estabelece multa para empregador infrator depende de sanção do presidente da República O Senado Federal acaba de aprovar, dia 30/3, o projeto de lei que combate a diferença salarial entre homens e mulheres que exerçam atividades idênticas na mesma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Senado aprovou projeto de Lei que combate a desigualdade salarial entre homens e mulheres. Proposta que estabelece multa para empregador infrator depende de sanção do presidente da República</p>
<p></p>
<p>O Senado Federal acaba de aprovar, dia 30/3, o projeto de lei que combate a diferença salarial entre homens e mulheres que exerçam atividades idênticas na mesma função na empresa. O projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), tinha sido aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados e agora segue para sanção presidencial.</p>
<p> </p>
<p>A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para estabelecer multa de até cinco vezes o valor das diferenças salariais constatadas durante o período de contratação. O valor da multa seria revertido em favor da trabalhadora alvo da discriminação.</p>
<p> </p>
<p>Para o autor do projeto, é importante estabelecer mecanismos que ajudem a modificar a situação de desigualdade atual. “Em 2019, na média, as mulheres receberam 77,7% da remuneração dos homens” destaca Paulo Paim.</p>
<p> </p>
<p><strong>Luta de décadas</strong></p>
<p>A Lei é importante para combater uma situação histórica para as trabalhadoras brasileiras, inclusive as bancárias. Um estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) demonstra que as mulheres bancárias, caso continue no mesmo ritmo, levarão 88 anos para que seus rendimentos se equiparem ao dos bancários homens.</p>
<p>Crédito: SEEB de Porto Alegre<br />Fonte: Contraf com edição da Comunicação SEEB de Santos e Região</p>
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