<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>desigualdade no brasil &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/desigualdade-no-brasil/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 May 2025 12:41:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>desigualdade no brasil &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Renda dos 10% mais ricos é 13,4 vezes maior que dos 40% mais pobres</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/renda-dos-10-mais-ricos-e-134-vezes-maior-que-dos-40-mais-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 12:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade diminui em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Mais ricos e pobres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=61401</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da desigualdade, é a menor razão registrada desde 2012 O Brasil registrou, em 2024, a menor diferença entre os maiores e os menores rendimentos desde 2012. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (8), os&#160;10% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Apesar da desigualdade, é a menor razão registrada desde 2012</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Brasil registrou, em 2024, a menor diferença entre os maiores e os menores rendimentos desde 2012</strong>. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (8), os&nbsp;<strong>10% da população brasileira com os maiores rendimentos recebem 13,4 vezes o que ganham os 40% da população com os menores rendimentos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do país ainda ser bastante desigual, essa é a menor razão registrada desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em 2024, os 10% da população que ganham mais recebiam, em média, R$ 8.034. Já os 40% da população que recebem menos, ganhavam, em média, R$ 601</strong>. Em 2018, foi registrada a maior diferença, os 10% mais ricos recebiam 17,8 vezes o que ganhavam os 40% mais pobres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Considerados os 1% com os maiores rendimentos, a diferença aumenta. O rendimento médio dessa parcela da população chegava, em 2024, a R$ 21.767, 36,2 vezes o rendimento dos 40% de menor renda</strong>. Essa razão reduziu em relação a 2023, quando era 39,2 vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad investiga, regularmente, informações sobre os rendimentos das pessoas residentes no Brasil. A&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/rendimento-medio-dos-brasileiros-chega-r-3057-recorde-desde-2012" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>pesquisa considera os rendimentos do trabalho</strong></a>, de programas sociais, aposentadoria, pensões ou outras fontes, como alugueis, aplicações financeiras e bolsas de estudo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aumento da renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad mostra que houve um&nbsp;<strong>maior aumento real (descontando a inflação do período) daqueles que recebem menos</strong>. Entre os 40% com os menores rendimentos mensais reais domiciliares per capita houve um aumento de 9,3% em 2024 na comparação com 2023, (de R$ 550 para R$ 601). Já entre os 10% com os maiores rendimentos, essa variação foi menor em um ano (1,5%), passando de R$ 7.914 para R$ 8.034. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em todo o país, em média, o rendimento mensal real domiciliar per capita foi de R$ 2.020, em 2024.</strong>&nbsp;Esse valor é o maior da série histórica e representa um aumento de 4,7% em relação a 2023, quando era R$ 1.929.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nas classes de menor renda, a gente observou que o crescimento ficou bastante acima da média do país, enquanto nas classes de maior renda, o crescimento, principalmente nos 10% de maior renda, ficaram abaixo da média do país”, diz o analista do IBGE, Gustavo Fontes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa, entre os fatores que podem explicar crescimento dos menores rendimentos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o&nbsp;<strong>dinamismo do mercado de trabalho</strong>&nbsp;nos últimos anos, com a elevação do nível de ocupação e o crescimento do rendimento médio do trabalho, inclusive nos décimos mais baixos da distribuição;</li>



<li>os&nbsp;<strong>reajustes do salário mínimo</strong>; e</li>



<li>o recebimento de&nbsp;<strong>benefícios de diferentes programas sociais</strong>&nbsp;do governo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Especificamente em relação ao ano de 2019, destaca-se também a expansão dos domicílios abrangidos pelo Programa Bolsa Família e os maiores valores médios pagos como benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às regiões do país, de acordo com os resultados da Pnad, entre 2019 e 2024,&nbsp;<strong>os maiores aumentos entre os 40% com os menores rendimentos ocorreram no Norte (54,7%) e Nordeste (51,1%)</strong>. A Região Sul (16,5%) apresentou a menor expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em valores, no entanto, a região Nordeste possui o menor valor per capita entre os 40% com os menores rendimentos, R$ 408</strong>. A região Norte aparece em segundo lugar, com R$ 444.&nbsp;<strong>Já a região Sul está no topo, com R$ 891,&nbsp;</strong>seguida pela região Sudeste, com R$ 765, e Centro-Oeste, com R$ 757.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Menor desigualdade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita também diminuiu, alcançando 0,506, o menor valor da série, indicando menor desigualdade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Índice de Gini mede a concentração de renda da população.&nbsp;</strong>O indicador varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série histórica mostra que de 2012 a 2015, houve uma tendência de redução da desigualdade, com o índice variando de 0,540 para 0,524.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2016, o índice começa a aumentar, mostrando também o aumento da desigualdade.&nbsp;<strong>Em 2018, atingiu o maior valor da série, 0,545.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita caiu para 0,518, estabilizando-se nesse valor em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Fontes, o Brasil ainda é um país desigual, mas apresentou melhoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil, inegavelmente, ainda é um país bastante desigual, se a gente comparar com diferentes indicadores de desigualdade de renda. Mas, em 2024, a gente observa uma melhoria nessa distribuição de renda.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 266 mil brasileiros declararam fortuna superior a US$ 1 milhão/2021</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mais-de-266-mil-brasileiros-declararam-fortuna-superior-a-us-1-milhao-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[milionários brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[na mão de poucos]]></category>
		<category><![CDATA[riqueza no mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=12753</guid>

					<description><![CDATA[A desigualdade no Brasil é estarrecedora, o 1% mais rico entre os brasileiros possui 49,3% da riqueza total do país de 230 milhões de pessoas O Brasil tinha mais de 266 mil milionários em dólar no ano passado, de acordo com o Global Wealth Report 2022, relatório do Credit Suisse sobre a riqueza global. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desigualdade no Brasil é estarrecedora, o 1% mais rico entre os brasileiros possui 49,3% da riqueza total do país de 230 milhões de pessoas</p>
<p></p>
<p>O Brasil tinha mais de 266 mil milionários em dólar no ano passado, de acordo com o Global Wealth Report 2022, relatório do Credit Suisse sobre a riqueza global. A projeção do estudo é que em 2026, o País tenha 572 mil indivíduos com mais de US$ 1 milhão. A alta de mais de 100% também será vista na China, Índia e Hong Kong.</p>
<p> </p>
<p>No mundo todo haverá mais de 87,5 milhões de pessoas milionárias em 2026, 40% a mais do que os 62,5 milhões registrados em 2021. &#8220;Países de renda média crescerão mais rápido que países desenvolvidos e vão diminuir a distância com o mundo desenvolvido&#8221;, aponta Anthony Shorrocks, economista e autor do relatório.</p>
<p> </p>
<p>O estudo mostra que a riqueza global agregada totalizou US$ 463,6 trilhões em 2021, um aumento de 9,8% se corrigido pelo valor atual do dólar. Sem a correção pelo câmbio, o crescimento foi de 12,7%, a maior taxa anual já registrada.</p>
<p> </p>
<p>A América do Norte respondeu por pouco mais da metade do aumento global, enquanto a China somou cerca de um quarto. Já África, Europa, Índia e América Latina juntas representaram apenas 11,1% do crescimento da riqueza global. &#8220;Esse valor baixo reflete a desvalorização generalizada (das moedas locais) em relação ao dólar americano nessas regiões&#8221;, afirma o relatório do Credit.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com Nannette Hechler-Fayd&#8217;herbe, diretora global de economia e pesquisa do Credit Suisse, a reversão dos ganhos excepcionais de riqueza de 2021 é provável em 2022 e 2023, já que vários países enfrentam um crescimento mais lento ou mesmo uma recessão. Mas apesar dessa perspectiva de arrefecimento, as projeções são de crescimento da riqueza global nos próximos anos.</p>
<p> </p>
<p>A previsão é que a riqueza por adulto ultrapasse os US$ 100 mil em 2024. Em 2021, o número ficou em US$ 87,5 mil.</p>
<p> </p>
<p><strong>Desigualdade</strong></p>
<p>A desigualdade de riqueza é alta em toda a América Latina, mas o Brasil destoa com índices ainda maiores, aponta o estudo. O Coeficiente de Gini do país foi de 89,2 em 2021, acima dos 84,5 em 2000 e um dos mais altos do mundo. O 1% mais rico entre os brasileiros possui 49,3% da riqueza total do país.</p>
<p> </p>
<p>Em comparação com outros países da região, o Chile teve 79,4 pontos no Coeficiente de Gini em 2021 e o México, 80,4. Já a participação do 1% mais rico da população ficou em 30,2% em cada um desses dois países, em 2021.</p>
<p>Fonte: Correio Braziliense</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
