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	<title>Desigualdade econômica &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Os 10% mais ricos do Brasil detêm 51% da renda nacional, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 13:08:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Desigualdade econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[Desigualdade econômica atinge patamares alarmantes segundo relatório do Ministério da Fazenda, destacando a concentração de renda entre os mais abastados Um relatório do Ministério da Fazenda trouxe à tona a realidade preocupante da desigualdade na distribuição de renda e riqueza entre os brasileiros. O estudo, publicado no último 29 de dezembro, analisou dados do Imposto [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d39f5aad520c2bfc3d98834ef53748a8">Desigualdade econômica atinge patamares alarmantes segundo relatório do Ministério da Fazenda, destacando a concentração de renda entre os mais abastados</h4>



<p></p>



<p>Um relatório do Ministério da Fazenda trouxe à tona a realidade preocupante da desigualdade na distribuição de renda e riqueza entre os brasileiros. O estudo, publicado no último 29 de dezembro, analisou dados do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2021 e 2022.</p>



<p>Segundo a pesquisa, 10% dos declarantes mais ricos concentraram 51,5% da renda total do país em 2022. Em contrapartida, a metade dos declarantes de menor renda deteve apenas 14,4% do total de ganhos. Esse cenário reflete a disparidade econômica que persiste no Brasil.</p>



<p>No ano de 2022, aproximadamente 38,4 milhões de contribuintes apresentaram suas declarações do Imposto de Renda, o que corresponde a 35,6% da População Economicamente Ativa (PEA) do país. O levantamento destaca que a declaração do IRPF é obrigatória para residentes no Brasil que tenham recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, entre outros critérios.</p>



<p>Quanto à riqueza, que inclui bens e direitos declarados no IR, a concentração é ainda maior, com os 10% mais ricos acumulando 58% da riqueza nacional. O estudo ressalta a relevância do debate em torno da isenção de Imposto de Renda sobre lucros e dividendos, que é a remuneração dos acionistas de empresas, que representa 35% do total; a segunda maior isenção é destinada às pequenas e microempresas optantes do Simples.</p>



<p>Outro ponto destacado revela que, à medida que a renda aumenta, crescem as despesas dedutíveis, como médicas, de dependentes e previdência. As despesas médicas e da Previdência Social correspondem a 70% das deduções, sendo 41% concentradas pelos 10% mais ricos.</p>



<p>A pesquisa evidencia também a desigualdade de gênero na concentração de renda. Apesar das mulheres representarem 51% da população em idade ativa, apenas 43% delas declararam o imposto. Do total de declarantes, apenas 37% são mulheres, enquanto quase 63% são homens.</p>



<p>Além disso, o estudo apresenta um panorama das disparidades regionais, com o Distrito Federal liderando a renda média do país, seguido por São Paulo e Rio de Janeiro, enquanto o Maranhão registra a menor renda média.</p>



<p>Acesse a íntegra do relatório <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/conjuntura-economica/estudos-economicos/2023/relatorio-irpf.pdf/view">aqui.</a></p>
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