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	<title>Desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Desemprego recua para 5,4%, menor taxa desde 2012</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-recua-para-54-menor-taxa-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 06:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde. A taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro de 2025 caiu para 5,4%, repetindo a menor taxa da série histórica, que teve início em 2012. Frente ao trimestre móvel de maio a junho (5,6%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparada ao trimestre encerrado [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro de 2025 caiu para 5,4%, repetindo a menor taxa da série histórica, que teve início em 2012. Frente ao trimestre móvel de maio a junho (5,6%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparada ao trimestre encerrado em outubro de 2024 (6,2%), o indicador caiu 0,7 p.p. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (28) pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No trimestre, a população desocupada caiu para seu menor contingente desde o início da pesquisa, em 2012: 5,910 milhões, recuando nas duas comparações: -3,4% (menos 207 mil pessoas) no trimestre e -11,8% (menos 788 mil pessoas) no ano. O total de trabalhadores do país ficou estável, em 102,5 milhões, ainda em patamar recorde, enquanto o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) ficou em 58,8%. Já o número de empregados com carteira assinada renovou seu recorde, chegando a 39,182 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa composta de subutilização manteve-se em 13,9%, a menor da série histórica da Pnad Contínua. Os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,572 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A força de trabalho potencial recuou para 5,2 milhões, menor número desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. Durante a pandemia, no trimestre de maio a julho de 2020, esse indicador havia chegado ao seu auge: 13,8 milhões. Já a população desalentada chegou em 2,647 milhões, depois de ter atingido seu maior valor (5,829 milhões) no trimestre de janeiro a março de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, “o elevado contingente de pessoas ocupadas nos últimos trimestres contribui para a redução da pressão por busca por ocupação e, como resultado, a taxa de desocupação segue em redução, alcançando nesse trimestre o menor valor da série histórica”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">No trimestre, grupamentos da Construção e da Administração pública crescem, mas Outros serviços recuam</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a população ocupada do país tenha ficado estatisticamente estável frente ao trimestre móvel anterior, dois dos dez grupamentos de atividade investigados pela PNAD Contínua mostraram crescimento no período: Construção (2,6%, ou mais 192 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,3%, ou mais 252 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Outros serviços (2,8%, ou menos 156 mil pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2024, a ocupação aumentou em dois grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (3,9%, ou mais 223 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%, ou mais 711 mil pessoas). Houve redução nos seguintes grupamentos: Outros serviços (3,6%, ou menos 203 mil pessoas) e Serviços domésticos (5,7%, ou menos 336 mil pessoas).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Informalidade fica estável e número de trabalhadores com carteira renova recorde</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No trimestre encerrado em outubro, a taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada, ou o equivalente a 38,7 milhões de trabalhadores informais, repetindo os 37,8% do trimestre móvel anterior. No entanto, esta taxa ficou abaixo dos 38,9% (ou 40,3 milhões de trabalhadores informais) do trimestre encerrado em outubro de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada manteve o recorde, chegando aos 39,182 milhões e mostrando estabilidade no trimestre. Na comparação anual, esse contingente cresceu 2,4% (mais 927 mil pessoas). Já o número de empregados no setor público (12,9 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 2,4% (mais 298 mil pessoas) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo lado da informalidade, o número de empregados sem carteira no setor privado (13,6 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 3,9% (menos 550 mil pessoas) no ano. Já o número de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também ficou estável no trimestre e cresceu 3,1% (mais 771 mil pessoas) no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde: R$ 357,3 bilhões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A massa de rendimento médio real bateu novo recorde, chegando a R$ 357,3 bilhões com estabilidade no trimestre e alta de 5,0% (mais R$ 16,9 bilhões) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi recorde, ficando estatisticamente estável no trimestre e crescendo 3,9% no ano. Na comparação trimestral, apenas uma categoria de ocupação teve aumento no rendimento: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,9%, ou mais R$ 190). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre de agosto a outubro de 2024, houve aumento nas categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (6,2%, ou mais R$ 129), Construção (5,4%, ou mais R$ 143), Alojamento e alimentação (5,7%, ou mais R$ 126), Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (5,2%, ou mais R$ 251), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,5%, ou mais R$ 164) e Serviços domésticos (5,0%, ou mais R$ 64). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana Beringuy observa que “a manutenção do elevado contingente de trabalhadores, associado à estabilidade do rendimento, permite os valores recordes da massa de rendimento”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais sobre a pesquisa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do país. Sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa, integrados à rede de mais de 500 agências do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta presencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consulte os resultados da PNAD Contínua Mensal no <a href="https://sidra.ibge.gov.br/home/pnadcm" data-type="link" data-id="https://sidra.ibge.gov.br/home/pnadcm">Sidra</a>. Sua próxima divulgação, referente ao trimestre encerrado em novembro, será em 30 de dezembro.</p>
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		<title>Desemprego segue em seu menor patamar desde 2012</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-segue-em-seu-menor-patamar-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 09:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa apurada pelo IBGE fica em 5,6% no trimestre encerrado em setembro; população desocupada atingiu menor contingente desde 2012. A taxa de desemprego repetiu a menor média da série histórica iniciada em 2012 ao encerrar o trimestre fechado em setembro em 5,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Frente ao trimestre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Taxa apurada pelo IBGE fica em 5,6% no trimestre encerrado em setembro; população desocupada atingiu menor contingente desde 2012.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego repetiu a menor média da série histórica iniciada em 2012 ao encerrar o trimestre fechado em setembro em 5,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre móvel de abril a junho (5,8%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparado ao trimestre encerrado em setembro de 2024 (6,4%), o indicador caiu 0,8 p.p.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, 6,045 milhões de pessoas estão desocupadas, o menor contingente apurado pela pesquisa desde 2012 e em queda de -3,3% (menos 209 mil pessoas) no trimestre e -11,8% (menos 809 mil pessoas) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O total de trabalhadores do país fiou estável, em 102,4 milhões, enquanto o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) ficou em 58,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada renovou seu recorde, chegando aos 39,229 milhões e mostrando estabilidade no trimestre. Na comparação anual, o contingente cresceu 2,7% (mais 1,0 milhão de pessoas). Já o número de empregados no setor público (12,8 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 2,4% (mais 299 mil pessoas) no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Subutilização tem menor percentual da série histórica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o IBGE, a taxa composta de subutilização caiu para 13,9%, a menor da série histórica da PNAD Contínua, enquanto os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,535 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os trabalhadores informais, o total de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 4% (menos 569 mil pessoas) no ano. Já o número de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também ficou estável no trimestre e cresceu 4,1% (mais 1 milhão) no ano.</p>
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		<item>
		<title>Banco Central aumenta taxa básica de juros para 14,25%, mas indica próximo aumento menor</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-aumenta-taxa-basica-de-juros-para-1425-mas-indica-proximo-aumento-menor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 07:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento da Selic encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de maneira unânime, elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25%. Trata-se da quinta alta seguida na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">O aumento da Selic encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de maneira unânime, elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25%. Trata-se da quinta alta seguida na Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o maior patamar desde a crise do governo Dilma, em 2015 e 2016, quando a taxa também alcançou 14,25%. A ex-presidente sofreu impeachment em agosto de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comunicado desta quarta (19/3), o comitê informa que a expectativa é uma nova alta para a próxima reunião, porém, em um nível menor do que este, de um ponto percentual. Caso o o aumento se confirme na próxima reunião, a Selic alcançará o maior patamar em quase 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do Copom impacta tanto o mercado financeiro quanto a economia real. O aumento da Selic, com a premissa de combater a inflação, encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego. Também impacta negativamente as contas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora Carla Beni, economista da FGV, explicou que o aumento da taxa Selic para conter uma inflação de custos, como é o caso do Brasil, é uma medida ineficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos comemorando há dois anos um PIB que cresce mais de 3%, uma retomada da massa salarial, uma melhora do emprego e da renda. Então, quando você contrai a economia, o que acontece? Esse grupo da população que foi inserido vai ser expurgado em grande medida”, disse Carla Beni.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o “remédio” receitado para a inflação brasileira não está adequado. “O que eu vejo do diagnóstico da inflação brasileira e desse remédio amargo trazido como consequência, que é a alta dos juros, é que já parte de um diagnóstico errado e que esse remédio vai acabar, na marra, baixando a inflação, mas enforcando um setor muito importante que é o setor urbano, diminuindo a renda das pessoas, podendo aumentar o desemprego”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja a íntegra do comunicado do Copom sobre a taxa básica de juros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“O ambiente externo permanece desafiador em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente pela incerteza acerca de sua política comercial e de seus efeitos. Esse contexto tem gerado ainda mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed e acerca do ritmo de crescimento nos demais países. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de países emergentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo, ainda que sinais sugiram uma incipiente moderação no crescimento. A inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação e novamente apresentaram elevação nas divulgações mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se de forma relevante e situam-se em 5,7% e 4,5%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,9% no cenário de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) impactos sobre o cenário de inflação de uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada; e (ii) um cenário menos inflacionário para economias emergentes decorrente de choques sobre o comércio internacional e sobre as condições financeiras globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, da elevada incerteza e das defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de menor magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego atinge menor nível desde 2012, aponta IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-atinge-menor-nivel-desde-2012-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 08:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua)]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice chegou a 6,2% no trimestre entre agosto e outubro O desemprego no Brasil atingiu 6,2% no trimestre encerrado em outubro, o menor nível desde 2012, quando começou a ser feito o levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram divulgados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Índice chegou a 6,2% no trimestre entre agosto e outubro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O desemprego no Brasil atingiu 6,2% no trimestre encerrado em outubro, o menor nível desde 2012, quando começou a ser feito o levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados na última sexta-feira (29/11). No trimestre anterior, que terminou em julho, a taxa foi de 6,8%. Já em outubro do ano passado, o índice era de 7,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de pessoas ocupadas também é recorde: são 103,6 milhões de pessoas, um aumento de 1,5% em relação ao trimestre entre maio e julho e 3,4% de alta na comparação com o período de agosto a outubro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de pessoas desocupadas caiu para 6,8 milhões, uma redução de 591 mil pessoas (8%) em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o período entre agosto e outubro de 2023, a queda é de 17,2% (menos 1,4 milhão de pessoas). É o menor número de desocupados desde o fim de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real médio do trabalhador ficou em R$ 3.255, sem variação em relação ao trimestre anterior, mas com um aumento de 3,9% quando comparado ao mesmo mês do ano passado. A massa de rendimento real habitual somou R$ 332,6 bilhões, com um crescimento de 2,4% no trimestre (aumento de R$ 7,7 bilhões) e 7,7% no ano (acréscimo de R$ 23,6 bilhões).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai para 6,8% no trimestre encerrado em julho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-para-68-no-trimestre-encerrado-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 07:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[É a menor taxa para um trimestre fechado em julho desde 2012 A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, ficou em 6,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, abaixo dos 7,9% do mesmo período em 2023. O indicador também foi inferior ao observado no trimestre encerrado em abril deste ano (7,5%). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">É a menor taxa para um trimestre fechado em julho desde 2012</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, ficou em 6,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, abaixo dos 7,9% do mesmo período em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O indicador também foi inferior ao observado no trimestre encerrado em abril deste ano (7,5%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, essa é a menor taxa para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Emprego</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população desocupada, isto é, aquela que está buscando emprego, mas não consegue, ficou em 7,4 milhões de pessoas, o menor patamar para o período na série histórica. A desocupação caiu 9,5% em relação ao trimestre encerrado em abril (menos 783 mil desempregados) e 12,8% na comparação com julho de 2023 (menos 1,1 milhão de pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a população ocupada atingiu 102 milhões de pessoas, o maior contingente para o período desde 2012, apresentando altas de 1,2% no trimestre (mais 1,2 milhão de trabalhadores) e 2,7% no ano (mais 2,7 milhões de pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real de todos os trabalhos (R$ 3.206) ficou estável no trimestre e cresceu 4,8% no ano, enquanto a massa de rendimento real habitual (R$ 322,4 bilhões) cresceu 1,9% (mais R$ 6 bilhões) no trimestre e 7,9% (mais R$ 27,5 bilhões) no ano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai a 7,1%, menor nível desde 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-a-71-menor-nivel-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2024 10:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8% A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%. Além disso, fica abaixo do nível registrado no mesmo período de 2023, quando era 8,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se comparados com todos os trimestres da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, iniciada em 2012, o indicador é o menor desde o período de três meses encerrado em janeiro de 2015. Na época, a taxa de desemprego ficou em 6,9%. O menor índice já registrado foi 6,6% no fim de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados de desemprego foram divulgados nesta sexta-feira (28/6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento aponta que, em maio, a população desocupada – pessoas com 14 anos ou mais de idade que não tinham trabalho e procuravam emprego – era de 7,8 milhões. Isso representa uma diminuição de 751 mil pessoas em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e de 1,2 milhão em comparação ao trimestre encerrado em maio de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad apura todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ocupados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população ocupada chegou a 101,3 milhões de pessoas, um recorde da série histórica do IBGE. Esse contingente é 1,1 milhão superior ao do trimestre encerrado em fevereiro e 2,9 milhões acima do registrado no mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, “o crescimento contínuo da população ocupada tem sido impulsionado pela expansão dos empregados, tanto no segmento formal como informal. Isso mostra que diversas atividades econômicas vêm registrando tendência de aumento de seus contingentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar a avaliação, o número de empregados com carteira assinada (38,3 milhões) foi recorde. “Esse recorde não acontece de uma hora para outra. É fruto de expansões a cada trimestre”, diz Adriana Beringuy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contingente de empregados sem carteira também foi o maior já registrado (13,7 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passagem de três meses, se destacaram na criação de vagas os grupamentos de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (4,4%, ou mais 776 mil pessoas). Apresentaram redução os setores de transporte, armazenagem e correio (2,5%, ou menos 146 mil pessoas). Os demais grupamentos não tiveram variações significativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recorde na massa salarial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio dos trabalhadores no trimestre encerrado em maio ficou em R$ 3.181, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 3.161) e 5,6% maior na comparação anual. Esse valor é o mais alto já registrado para um trimestre encerrado em maio. Quando a comparação é geral, é o maior desde o outubro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 2020 havia rendimento elevado, mas com perda de população ocupada”, explica Adriana, se referindo ao período em que a economia sofria efeitos da pandemia, que forçaram o corte de postos de trabalho de menor remuneração e informais, principalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A massa de rendimentos, que é o total de renda que os trabalhadores recebem, atingiu o recorde de R$ 317,9 bilhões. Esse valor funciona como um combustível para movimentar a economia, seja com consumo ou poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade foi 38,6% da população ocupada, o que representa 39,1 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior o índice era de 38,7 % e, um ano atrás, de 38,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse grupamento informal inclui, principalmente, empregados sem carteira, empregador e trabalhador por conta própria sem CNPJ.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribuição para a previdência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE sobre desemprego revelou que o país alcançou recorde no número de trabalhadores com contribuição para a previdência social. Foram 66,171 milhões no trimestre encerrado em maio. Esse volume tem crescido seguidamente desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado representa que 65,3% dos trabalhadores contribuíram para a previdência no trimestre terminado em maio. O maior patamar registrado foi 66% no início de 2016.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego para o trimestre é o menor desde 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-para-o-trimestre-e-o-menor-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 06:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento na renda]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Domiciliares do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Desocupação no Brasil é de 7,9%. Número revela aumento de pessoas em busca de trabalho, baixo desemprego para o período e aumento na renda O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou (30/04) os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). Os dados são relativos ao trimestre entre janeiro e março [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Desocupação no Brasil é de 7,9%. Número revela aumento de pessoas em busca de trabalho, baixo desemprego para o período e aumento na renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou (30/04) os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). Os dados são relativos ao trimestre entre janeiro e março de 2024. Segundo os números apresentados, a taxa de desocupação no Brasil alcançou 7,9%, representando um aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, encerrado em dezembro de 2023. No entanto, essa taxa ainda se encontra abaixo dos 8,8% registrados no mesmo período de 2023. Esta é a menor taxa de desemprego para o período desde 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da desocupação teve impulso no crescimento no número de pessoas em busca de trabalho. Isso revela o bom momento da economia brasileira. Isso porque representa um acréscimo de 6,7% em relação ao trimestre anterior, totalizando 542 mil pessoas a mais na população desocupada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego em baixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator que contribuiu para o aumento da taxa de desocupação foi a redução na população ocupada do país, que apresentou um declínio de 0,8% em comparação com o trimestre anterior. No entanto, esse contingente ainda se encontra 2,4% acima do número de trabalhadores registrado pela PNAD Contínua no primeiro trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, explicou que “o aumento da taxa de desocupação foi ocasionado pela redução na ocupação. Esse panorama caracteriza um movimento sazonal da força de trabalho no primeiro trimestre de cada ano, com perdas na ocupação em relação ao trimestre anterior”. Ela também observou que, apesar do aumento na comparação trimestral, essa taxa de desocupação foi a menor já registrada para um trimestre encerrado em março desde 2014, quando chegou a 7,2%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento do trabalho em alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das oscilações na taxa de desemprego, o rendimento médio das pessoas ocupadas continuou em ascensão, alcançando R$ 3.123,00 no trimestre, o que representa um aumento de 1,5% em relação ao trimestre anterior e de 4,0% na comparação anual. Entre os diferentes setores de atividade, observou-se um aumento no rendimento em segmentos como transporte, armazenagem e correio (4,3%); outros serviços (6,7%); e serviços domésticos (2,1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com o primeiro trimestre de 2023, houve altas significativas nos rendimentos da indústria (7,5%); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%); transporte, armazenagem e correio (7,1%); e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,6%). No entanto, a massa de rendimentos dos trabalhadores permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, devido à redução da população ocupada.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancos mantêm lucros em 2023, mas fecham 6 mil postos de trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-mantem-lucros-em-2023-mas-fecham-6-mil-postos-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 13:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Demissões]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Lucros]]></category>
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					<description><![CDATA[Além do fechamento de vagas, a rotatividade de trabalhadores também é uma forma de ampliar os lucros precarizando as condições de trabalho Apesar dos lucros bilionários permanentes, os bancos fecharam mais de 6 mil postos de trabalho em 2023, segundo levantamento do movimento sindical bancário. Nos últimos 5 anos foram eliminadas 20,5 mil vagas. No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Além do fechamento de vagas, a rotatividade de trabalhadores também é uma forma de ampliar os lucros precarizando as condições de trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos lucros bilionários permanentes, os bancos fecharam mais de 6 mil postos de trabalho em 2023, segundo levantamento do movimento sindical bancário. Nos últimos 5 anos foram eliminadas 20,5 mil vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de trabalho como um todo, no ano passado, houve crescimento do emprego formal e da renda. Esse desempenho aparece tanto na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, como no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (“novo” Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Comando Nacional dos Bancários, ao mesmo tempo em que os bancos investem em tecnologia eles eliminam postos de trabalho e agências físicas. A redução de empregos no setor bancário afeta toda a sociedade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Lucros bilionários</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Somando apenas o lucro dos três maiores bancos privados do Brasil (Bradesco, Itaú e Santander), em 2023, a cifra chega em R$ 61,2 bilhões. Boa parte desse resultado é conseguido sobrecarregando os bancários, muitos adoecidos por causa do trabalho. A redução de postos de trabalho também prejudica a população, que sofre com atendimento precarizado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Salários menores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além do fechamento de vagas, a rotatividade de trabalhadores também é uma forma de ampliar os lucros precarizando as condições de trabalho. Segundos os dados do Caged, o salário médio do trabalhador admitido correspondeu a 78,7% do desligado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas o Itaú Unibanco registrou lucro de R$ 35,6 bilhões em 2023, crescimento de 15,7% sobre o ano anterior. Mesmo com queda de 21%, o Bradesco teve lucro líquido de R$ 16,3 bilhões. O Santander também teve retração (28%), mas ainda assim contabilizou lucro de R$ 9,3 bilhões.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai a 7,6% no trimestre até outubro, menor taxa desde 2015</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-a-76-no-trimestre-ate-outubro-menor-taxa-desde-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 06:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Formalidade]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual (7,9%) na taxa de desocupação A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,6% no trimestre terminado em outubro deste ano. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (30/11), pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE. O número representa uma queda de 0,3 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual (7,9%) na taxa de desocupação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,6% no trimestre terminado em outubro deste ano. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (30/11), pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual (7,9%) na taxa de desocupação, em comparação ao trimestre anterior, entre maio e julho. A taxa trimestral é a menor desde fevereiro de 2015, quando chegou a 7,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo trimestre do ano passado, a taxa era de 8,3%. O número absoluto de desocupados teve baixa de 3,1% contra o trimestre anterior, chegando a 8,3 milhões de pessoas, o que representa o menor número desde o trimestre móvel encerrado em abril de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao trimestre anterior, são 261 mil pessoas a menos no contingente de desocupados. Comparado ao mesmo período de 2022, o recuo é de 8,5%, ou 763 mil trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve crescimento de 0,9% na população ocupada, que chegou ao recorde de 100,2 milhões de pessoas, maior número da série histórica iniciada em 2012. No ano, o aumento foi de 0,5%, com mais 545 mil pessoas ocupadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Formalidade volta a subir</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE também destaca o crescimento no número de pessoas com empregos de carteira assinada no Brasil. O setor privado chegou a 37,6 milhões de trabalhadores, o maior contingente desde junho de 2014. O número de empregados na formalidade reprensenta um aumento de 1,7%, ou 620 mil pessoas em relação ao trimestre anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de trabalhadores por conta própria atingiu, no trimestre encerrado em outubro, 25,6 milhões de pessoas, alta de 1,3% contra o trimestre anterior. Os contingentes de empregados sem carteira no setor privado, trabalhadores domésticos, de empregadores e de empregados no setor público ficaram estáveis no trimestre e na comparação interanual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de subutilização, que faz a relação entre desocupados, quem poderia trabalhar mais e quem não quer trabalhar contra o total da força de trabalho, também registrou queda. A taxa registrou 17,5% de subutilização, o que representa 20 milhões de pessoas subutilizadas no país. Essa é a menor taxa desde o trimestre móvel encerrado em dezembro de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real habitual teve alta de 1,7% frente ao trimestre anterior, estimado em R$ 2.999. No ano, o crescimento foi de 3,9%. O IBGE atribui o aumento à expansão continuada entre ocupados com carteira assinada, que têm rendimentos maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a massa de rendimento real habitual foi estimada em R$ 295,7 bilhões, mais um recorde da série histórica do IBGE. O resultado subiu 2,6% frente ao trimestre anterior, e cresceu 4,7% na comparação anual.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai de 8% para 7,7% no país no terceiro trimestre do ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-de-8-para-77-no-pais-no-terceiro-trimestre-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 16:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cai desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa foi puxada principalmente pelo recuo em São Paulo A queda na&#160;taxa de desemprego&#160;no país, de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro trimestre deste ano, foi puxada principalmente pelo recuo do indicador em São Paulo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Taxa foi puxada principalmente pelo recuo em São Paulo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda na&nbsp;taxa de desemprego&nbsp;no país, de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro trimestre deste ano, foi puxada principalmente pelo recuo do indicador em São Paulo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de 7,8% para 7,1% no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A queda no Brasil não foi um processo disseminado nos estados. A maior parte das unidades da Federação mostra tendência de redução na taxa de desocupação, mas apenas três estados registram queda estatisticamente significativa, principalmente por causa&nbsp;da redução da desocupação. E São Paulo tem uma importância dado o contingente do mercado de trabalho, o que influência bastante a queda em nível nacional”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de São Paulo, apresentaram queda significativa na taxa de desemprego os estados do Maranhão (de 8,8% para 6,7%) e Acre (de 9,3% para 6,2%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 23 unidades da Federação, a taxa manteve-se estatisticamente estável. Apenas em Roraima houve crescimento da taxa de desemprego, ao passar de 5,1% para 7,6%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No terceiro trimestre deste ano, as maiores taxas de desemprego foram observadas na&nbsp;Bahia (13,3%), em Pernambuco (13,2%) e no Amapá (12,6%). As menores taxas ficaram com os estados de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%).&nbsp;</p>



<h6 class="wp-block-heading">Comparações&nbsp;</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação por sexo, a taxa de desocupação no terceiro trimestre foi de 6,4% para os homens e de 9,3% para as mulheres. Em relação à cor ou raça,&nbsp;a taxa entre os brancos ficou em 5,9%, enquanto entre os pretos o indicador foi de 9,6% e entre os pardos, de 8,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando-se o nível de instrução, a maior taxa de desocupação ficou entre as pessoas com ensino médio incompleto (13,5%). Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 8,3%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,5%).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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