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	<title>desemprego nos bancos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Bancos lucram na crise e continuam demitindo no pior momento brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[demissão com lucros]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fenaban não se comprometeu com a suspensão das demissões na categoria, medida tomada no ano passado, no início da propagação da doença. Dizem que foram poucas demissões, 82 mil! Na pior crise sanitária e o colapso hospitalar mais grave da história do Brasil com os seguidos recordes de mortes pela doença, a Federação Nacional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fenaban não se comprometeu com a suspensão das demissões na categoria, medida tomada no ano passado, no início da propagação da doença. Dizem que foram poucas demissões, 82 mil!</p>
<p></p>
<p>Na pior crise sanitária e o colapso hospitalar mais grave da história do Brasil com os seguidos recordes de mortes pela doença, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não se comprometeu com a suspensão das demissões na categoria bancária, medida tomada no ano passado, no início da propagação da doença.</p>
<p> </p>
<p>Foi a terceira reunião, neste começo de 2021, com o Comando Nacional dos Bancários, sem respostas sobre medidas de segurança contra o contágio. O Comando Nacional vai organizar atividades em defesa da vida e da saúde no dia 24.</p>
<p> A reunião desta terça-feira (16) era para os bancos responderem se iriam voltar a suspender as demissões, como no início da pandemia. Contudo, tiveram a desfaçatez de afirmar que a demissão na categoria é pequena. Desde 2013, eles cortaram 82 mil postos de trabalho. Isso é o tamanho de um grande banco.</p>
<p> Na última reunião, dia 11 (quinta-feira), o Comando Nacional também apresentou as reivindicações de diminuição do horário nas agências, redução das metas e fim das visitas. A Fenaban também se comprometeu a dar respostas sobre as questões, mas nada apresentou desde então. Alguns bancos se comprometeram a suspender as visitas, mas a Fenaban disse que ainda não tem como se comprometer. O Comando Nacional não vai aceitar que bancários sejam mandados a fazer visitas.</p>
<p> O Comando Nacional não abre mão das cobranças e insiste nas respostas a serem apresentadas pela Fenaban. Também serão marcadas reuniões diretamente com os bancos para checar as medidas de segurança que estão sendo adotadas em cada instituição.</p>
<p> </p>
<p><strong>Prioridade na vacinação</strong></p>
<p>O movimento sindical nacional dos bancários solicitou ao Ministério da Saúde a inclusão da categoria bancária no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a Covid-19, seguindo os passos do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p> </p>
<p>“Nosso Sindicato já havia enviado ao Ministério pedido para priorização dos Bancários da Baixada Santista, em janeiro. Agora ganha reforço com a solitação da categoria nacionalmente”, diz Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p> </p>
<p>Desde o ano passado, o Sindicato vem fazendo uma campanha de prevenção para que os bancos sigam os protocolos firmados entre o Comando Nacional da categoria e a Fenaban, em março de 2020. Isto culminou num avanço quando, em janeiro de 2021, foram protocolados ofícios em todas as prefeituras da Baixada Santista para inclusão dos bancários na prioridade de vacinação.</p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região com Contraf</p>
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