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	<title>desemprego  no brasil &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Desemprego cai para 5,8% pela 1ª vez no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego  no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego cai 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Menor taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Emprego com carteira e taxa de população ocupada também são recordes da série histórica iniciada em 2012 A taxa de&#160;desemprego&#160;no&#160;Brasil&#160;recuou para 5,8 no segundo trimestre de 2025, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) nesta quinta-feira (31). O patamar atingido durante o&#160;governo Lula&#160;é [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-82cf9454a9dfa86f3eebfa7ae7106452">Emprego com carteira e taxa de população ocupada também são recordes da série histórica iniciada em 2012</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de&nbsp;desemprego&nbsp;no&nbsp;Brasil&nbsp;recuou para 5,8 no segundo trimestre de 2025, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia (<a href="https://tvtnews.com.br/tag/ibge/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a>) nesta quinta-feira (31). O patamar atingido durante o&nbsp;governo Lula&nbsp;é histórico: trata-se da primeira vez que o indicador registra um valor abaixo de 6% desde o início da série histórica em 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do IBGE passaram por uma atualização da série histórica nesta quinta e, agora, passam a incorporar informações do Censo Demográfico 2022. A atualização foi necessária para refletir as novas estimativas populacionais: o censo mais recente projeta que a população em 2024 era de 212,6 milhões, enquanto a Pnad calculava mais de 216 milhões.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Brasil registra menor taxa de desemprego da série histórica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego (5,8%) caiu 1,2 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior, encerrado em março (7%). No mesmo trimestre de 2024, a taxa era de 6,9%. O número absoluto da população desocupada recuou para 6,3 milhões, o que representa uma variação de 17,4%, ou seja, menos 1,3 milhão de pessoas desempregadas no trimestre.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="605" height="214" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Quadro-IBGE-taxa-de-desemprego-2025.webp" alt="" class="wp-image-63006" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Quadro-IBGE-taxa-de-desemprego-2025.webp 605w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Quadro-IBGE-taxa-de-desemprego-2025-300x106.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Quadro-IBGE-taxa-de-desemprego-2025-150x53.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Quadro-IBGE-taxa-de-desemprego-2025-600x212.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Quadro-IBGE-taxa-de-desemprego-2025-20x7.webp 20w" sizes="(max-width: 605px) 100vw, 605px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Foto: IBGE</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa destaca&nbsp;<strong>outros recordes da série histórica</strong>: no segundo trimestre de 2025, a Pnad registrou alta de 1,8% napopulação ocupada&nbsp;(102,3 milhões). No ano, o aumento foi de 2,4%, com mais 2,4 milhões de pessoas ocupadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais um destaque é a&nbsp;<strong>maior taxa de empregados com carteira assinada no setor privado da série histórica</strong>, chegando a 39 milhões, com altas nas duas comparações: 0,9% (mais 357 mil pessoas) no trimestre e 3,7% (mais 1,4 milhão de pessoas) no ano. O número de&nbsp;empregados sem carteira&nbsp;no setor privado (13,5 milhões) subiu 2,6% (mais 338 mil pessoas) no trimestre e manteve estabilidade no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de&nbsp;<strong>empregados no&nbsp;setor público&nbsp;(12,8 milhões) foi recorde da série</strong>&nbsp;e cresceu nas duas comparações: 5,0% (mais 610 mil pessoas) no trimestre e 3,4% (mais 423 mil) no ano. Houve&nbsp;<strong>recorde entre os&nbsp;trabalhadores por conta própria</strong>&nbsp;(25,8 milhões) também. A taxa cresceu nas duas comparações: 1,7% (mais 426 mil pessoas) no trimestre e 3,1% (mais 767 mil) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>rendimento real habitual&nbsp;de todos os trabalhos (R$ 3.477) foi recorde</strong>, com crescimento nas duas comparações: 1,1% no trimestre e 3,3% no ano. A&nbsp;<strong>massa de rendimento real habitual</strong>&nbsp;(R$ 351,2 bilhões) foi igualmente recorde: aumento de 2,9% (mais R$ 9,9 bilhões) no trimestre e de 5,9% (mais R$ 19,7 bilhões) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;população desalentada&nbsp;(2,8 milhões) caiu 13,7% (436 mil pessoas a menos) no trimestre e 14% (menos 449 mil pessoas) no ano. O&nbsp;percentual de desalentados&nbsp;(2,5%) caiu 0,4 ponto percentual no trimestre e recuou 0,4 p.p. no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira os principais dados da pesquisa</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação:&nbsp;</strong>5,8% (recorde da série histórica)</li>



<li><strong>População ocupada:&nbsp;</strong>102,3 milhões (recorde da série histórica)</li>



<li><strong>População desocupada:</strong>&nbsp;6,3 milhões</li>



<li><strong>Empregados com carteira assinada:</strong>&nbsp;39 milhões (recorde da série histórica)</li>



<li><strong>Empregados sem carteira:</strong>&nbsp;13,5 milhões</li>



<li><strong>Empregados no setor privado:</strong>&nbsp;52,6 milhões</li>



<li><strong>Empregados no setor público:</strong>&nbsp;12,8 milhões (recorde da série histórica)</li>



<li><strong>Trabalhadores por conta própria:</strong>&nbsp;25,8 milhões (recorde da série histórica)</li>



<li><strong>População desalentada:</strong>&nbsp;2,8 milhões</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Mercado de trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A cada trimestre, 211 mil domicílios em 3,5 mil municípios de todos os estados e do Distrito Federal são visitados pelos pesquisadores. A&nbsp;Pnad&nbsp;se propõe a ser a principal pesquisa sobre mercado de trabalho no país.&nbsp;Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa&nbsp;que efetivamente procura emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O retrato do nível de ocupação é feito em cima de informações coletadas de pessoas com 14 anos ou mais de idade e leva em conta todas as formas de trabalho, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. É diferente do&nbsp;Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que traz dados apenas relacionados a trabalhadores com carteira assinada.</p>
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			</item>
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		<title>De maio a julho, iniciativa privada demite 2,9 milhões de pessoas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/de-maio-a-julho-iniciativa-privada-demite-2-9-milhoes-de-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego  no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa no país sobe para 13,3% da força de trabalho no segundo trimestre, de acordo com a Pnad Contínua, elaborada pelo IBGE. Número de brasileiros ocupados recua 9,6% e cai para 83,3 milhões de pessoas. Trata-se do menor contingente da série estatística Com os efeitos da pandemia pelo novo coronavírus, o Brasil encerra o segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taxa no país sobe para 13,3% da força de trabalho no segundo trimestre, de acordo com a Pnad Contínua, elaborada pelo IBGE. Número de brasileiros ocupados recua 9,6% e cai para 83,3 milhões de pessoas. Trata-se do menor contingente da série estatística</p>
<p></p>
<p>Com os efeitos da pandemia pelo novo coronavírus, o Brasil encerra o segundo trimestre de 2020 com taxa de desemprego de 13,3%, maior do que o trimestre anterior, quando era de 12,2%, quantidade recorde de desalentados e o menor número de pessoas com carteira assinada da série histórica, iniciada em 2012, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. Apenas entre março e julho, o setor privado demitiu 2,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada.</p>
<p> </p>
<p>O número de desocupados (12,8 milhões), no entanto, ficou estável em relação ao trimestre anterior (12,9 milhões). Isso ocorreu, porém, devido ao crescimento da quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar emprego durante a pandemia, o chamado desalento. De acordo com o levantamento, o número de pessoas ocupadas caiu 9,6% no período, ou seja, uma redução de 8,9 milhões. Como isso, a população total ocupada no Brasil recuou para 83,3 milhões de trabalhadores. Comparado a 2019, esse total aponta 10,5 milhões a menos.<br /> </p>
<p>Segundo o IBGE, a população fora da força de trabalho (77,8 milhões de pessoas) também é a maior da série, iniciada em 2012: subiu 15,6% (mais 10,5 milhões de pessoas) em relação a março e aumentou 20,1% (mais 13 milhões) frente a igual trimestre de 2019.</p>
<p> </p>
<p>No dia a dia, a população sente os efeitos da pandemia. Francisco de Oliveira, 45 anos, microempresário, mora na Cidade Ocidental, em Goiás, mas fazia eventos no Distrito Federal. É chefe de cozinha e dono de um buffet. Em março, devido ao isolamento social, vários eventos foram cancelados. “Agora estou dependendo dos R$ 600 do auxílio emergencial ou de algum extra, quando consigo vender marmita”, disse. Ele vendeu vários equipamentos, devido à falta de recursos, e ainda está desempregado. “Por mês, meu rendimento era de R$ 5 mil a R$ 6 mil. Por isso, tenho buscado outras alternativas para conseguir pagar as contas”, explicou.</p>
<p> </p>
<p>Andreia Santos, 44 anos, trabalhava como assistente no departamento pessoal de uma distribuidora de produtos automotivos em São Bernardo dos Campos (SP). “Em novembro, faria quatro anos no departamento. Então, quando começou a crise, as demissões aconteceram, mesmo com a empresa faturando. Penso que era mais o medo do futuro”, disse. No primeiro instante da pandemia, a filha de Andreia teve suspeita de covid-19, e ela foi afastada por 15 dias.</p>
<p> </p>
<p>“Logo depois dos 15 dias, me deram férias. Quando voltei, só demorou um mês e me demitiram no início de junho”, contou. Hoje, ela se sustenta com o dinheiro do seguro desemprego.</p>
<p>Fonte: Correio Braziliense</p>
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