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	<title>demissões nos bancos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>demissões nos bancos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Pressão contra demissão precisa da sua mobilização!!!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pressao-contra-demissao-precisa-da-sua-mobilizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha 2026 demissões]]></category>
		<category><![CDATA[Contra demissões]]></category>
		<category><![CDATA[demissões nos bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[No último ano: Santander eliminou 6.196 postos, Itaú 4.620, Bradesco 3.017 e Banco do Brasil, 1.498 postos, totalizando 15.331 postos Sindicatos exigem que os bancos suspendam as demissões e o fechamento de agências, a Fenaban, porém, negou os pedidos. O movimento sindical continua pressionando, na mesa de negociação e precisa de sua força nas convocações [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">No último ano: Santander eliminou 6.196 postos, Itaú 4.620, Bradesco 3.017 e Banco do Brasil, 1.498 postos, totalizando 15.331 postos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sindicatos exigem que os bancos suspendam as demissões e o fechamento de agências, a Fenaban, porém, negou os pedidos. O movimento sindical continua pressionando, na mesa de negociação e precisa de sua força nas convocações e redes sociais. Filie-se já, lute contra terceirização, por reajuste acima da inflação e mantenha seus direitos como bancário(a)!</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Entre janeiro de 2015 e maio de 2026, redução de cerca de 93,3 mil postos.</li>



<li>No último ano: Santander eliminou 6.196 postos, Itaú 4.620, Bradesco 3.017 e Banco do Brasil, 1.498 postos, totalizando 15.331 postos.</li>



<li>No mesmo período, fechamento de 42% (9,5 mil) a rede de agências.</li>



<li>Apenas em 2025, os cinco maiores bancos do país registraram lucro líquido de R$ 124 bilhões.</li>



<li>Sindicatos apontaram aumento de contratos dos bancos com correspondentes bancários de 49%, entre 2015 e 2025.</li>



<li>Conclusão: trabalho bancário não está sendo eliminado, na verdade está sendo transferido para os correspondentes bancários e outros segmentos do ramo financeiro. Estão fechando as agências para transferir o atendimento presencial para os correspondentes e cooperativas.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os lucros dos 3 maiores bancos de 2025 até agora!</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Itaú Unibanco: R$ 71,52 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bradesco: R$ 38,51 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santander Brasil: R$ 22,42 bilhões.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancos vão na contramão do mercado e continuam demitindo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-vao-na-contramao-do-mercado-e-continuam-demitindo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 13:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancos demitem]]></category>
		<category><![CDATA[Demissões 2024]]></category>
		<category><![CDATA[demissões nos bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[No 1º semestre do ano, o mercado de trabalho formal brasileiro gerou 1,3 milhão de vagas; nos bancos o saldo de emprego ruma no sentido contrário, com 1.020 postos a menos em seis meses. Bancos são ultra exploradores dos trabalhadores, da sociedade e do País A Pesquisa do Emprego Bancário de agosto, elaborada pelo Dieese [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">No 1º semestre do ano, o mercado de trabalho formal brasileiro gerou 1,3 milhão de vagas; nos bancos o saldo de emprego ruma no sentido contrário, com 1.020 postos a menos em seis meses. Bancos são ultra exploradores dos trabalhadores, da sociedade e do País</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pesquisa do Emprego Bancário de agosto, elaborada pelo Dieese com base nos dados do Novo Caged, mostra que o setor eliminou 482 postos de trabalho em junho. Entre janeiro e junho de 2024, o saldo de emprego bancário (resultado das contratações, menos as demissões) é negativo em 1.020. Em 12 meses, a redução é ainda maior, chegando a 2.352 postos de trabalho bancário a menos.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de trabalho formal como um todo segue em sentido inverso, tendo criado 201.705 postos de trabalho em junho. Quando considerado o primeiro semestre de 2024, o número de novas vagas no país chega a 1,3 milhão, o que fez com que o Brasil registrasse, entre abril e junho de 2024, uma taxa de desocupação de 6,9% (7,5 milhões de desempregados), a menor desde junho de 2014.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Movimentação do emprego bancário</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A redução de postos de trabalho no setor bancário poderia ser ainda pior, se não fosse a abertura de vagas de Escriturário, via contratação do Banco do Brasil, no primeiro bimestre (+ 941 vagas). Nos meses seguintes, março até junho, foram extintas 1.961 vagas. “Neste sentido, apesar de não ser possível estabelecer dados precisos, o saldo negativo pode ser atribuído, especialmente, aos bancos privados”, observa o Dieese na pesquisa.<br> </p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade ressalta ainda que “a movimentação do emprego, segundo CNAE, mostra a concentração do saldo negativo nos Bancos Múltiplos com Carteira Comercial, que em 12 meses extinguiram 3.176 empregos bancários, reforçando a hipótese que os bancos privados são os responsáveis pelo fechamento de vagas no setor.”<br> </p>



<h4 class="wp-block-heading">Dados por estado, gênero e faixa etária</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No semestre, 10 estados apresentaram saldo positivo, sendo o Rio Grande do Sul responsável pela abertura de 132 postos. Contudo, 16 estados acusaram fechamento de vagas. São Paulo é responsável pelo maior número de eliminação de postos de trabalho bancário (-480 vagas), seguido por Rio de Janeiro (-404) e Paraná (-204).<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a distribuição da movimentação do emprego com recorte de gênero, para o primeiro semestre, identifica-se que o saldo negativo ocorreu exclusivamente entre as mulheres. No período, ocorreram 9.229 admissões de mulheres (número 18% inferior ao das contratações de bancários homens) e 10.498 desligamentos de mulheres (5% inferior às demissões dos homens), resultando em saldo negativo de 1.269 vagas. De maneira distinta, o saldo da movimentação para os homens foi positivo em 249 vagas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito às diferentes faixas etárias, é observado que existe a criação de novas vagas para as faixas inferiores, até 29 anos, com ampliação de 4.510 postos de trabalho e eliminação de vagas para as faixas superiores, com fechamento de 5.330 vagas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações no&nbsp;<a href="https://contrafcut.lumis.com.br/data/files/1B/47/F1/80/F1A71910786CD519820808A8/PEB%20%2033_1Semestre%202024.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documento elaborado pelo Dieese</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancos eliminam 70 mil empregos e fecham mais de 5 mil agências, em 10 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-eliminam-70-mil-empregos-e-fecham-mais-de-5-mil-agencias-em-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2023 12:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agências fechadas em 10 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Demissões de bancários em 10 anos]]></category>
		<category><![CDATA[demissões nos bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[fechamento de agências no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bancos estão empurrando os clientes e usuários para a automação dos caixas eletrônicos e aplicativos de celulares. O cliente faz o trabalho que deveria ser oferecido pelas instituições financeiras contratando mais bancários e ainda pagam tarifas. O setor que mais lucra, incentiva o desemprego no País A digitalização do setor bancário está levando as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Os bancos estão empurrando os clientes e usuários para a automação dos caixas eletrônicos e aplicativos de celulares. O cliente faz o trabalho que deveria ser oferecido pelas instituições financeiras contratando mais bancários e ainda pagam tarifas. O setor que mais lucra, incentiva o desemprego no País</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A digitalização do setor bancário está levando as instituições financeiras a enxugarem suas estruturas, eliminando postos de trabalho e fechando agências. O assunto foi tema de reportagem do&nbsp;<em>Estadão</em>, publicada na última segunda-feira 5. O jornal usou dados fornecidos pelo Dieese de janeiro de 2014 a abril deste ano, os bancos fecharam 5.716 agências e extinguiram cerca de 70 mil postos de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os bancos estão empurrando os clientes à automação dos caixas eletrônicos e celulares, ou seja, o cliente faz o trabalho dos bancários, quando sacam e pagam, muitas vezes e principalmente fora do horário normal de atendimento, não há ninguém para auxiliar nas transações, falta segurança e ainda são cobradas tarifas pelos serviços digitalizados. Os funcionários são mínimos, sobrecarregados de funções e metas de vendas impossíveis, sem falar no assédio e a falta de vigilantes em agências”, diz Eneida koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sobrecarga de trabalho e a pressão por vendas de produtos bancários como seguros, investimentos em papéis financeiros e outros; está levando os bancários ao topo de um ranking indesejado de categoria com maior número de adoecimentos psicológicos no Brasil. Enquanto isso, os bancos lucram bilhões e oferecem um atendimento precário e inseguro aos clientes e usuários.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dados do Caged</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<em>Estadão</em>&nbsp;cita ainda dados do Novo Caged<strong><a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/caged-cadastro-geral-de-empregados-e-desempregados/">&nbsp;</a></strong>(Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho): o volume de demissões no setor bancário em março foi 39% maior que a média mensal de 2022, quando o número de desligamentos chegou a 1.474. Já o número de contratações foi 16,5% abaixo da média mensal registrada no setor em março do ano passado.&nbsp;Março de 2023 foi o sexto mês consecutivo de cortes de postos de trabalho no setor bancário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem destaca também que foram eliminadas 2.662 vagas no setor bancário, no primeiro trimestre deste ano; no mesmo período de 2022, haviam sido abertas 3.160 vagas. E que nos grandes bancos, o corte de pessoal chegou a 2.394, comparando os dados do primeiro trimestre de 2023 com igual período no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda citando o Novo Caged, a reportagem ressalta que a eliminação de empregos tem impactado mais a categoria bancária do que as demais categorias do setor financeiro: “Considerando o ramo financeiro como um todo, que inclui gestoras, corretoras e assessores, houve crescimento de vagas.” Em março foram criadas 925 vagas no setor financeiro como um todo; e nos últimos 12 meses, foram criados 28,5 mil postos de trabalho no ramo. A média é a criação de 2,3 mil vagas por mês. O Estadão lembra ainda que a digitalização dos bancos resulta em novo perfil de contratações: “(&#8230;) os novos postos de trabalho, na maioria dos casos, foram para profissionais de tecnologia da informação, como programadores, analistas e gerentes de produto.”</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grandes bancos falam em diminuir cortes neste ano. Demitiram 9.374!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/grandes-bancos-falam-em-diminuir-cortes-neste-ano-demitiram-9-374/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agências fechadas]]></category>
		<category><![CDATA[demissões nos bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil fecharam as portas de 1.375 agências no ano passado e foram cortadas 9.374 vagas Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil fecharam as portas de 1.375 agências no ano passado, marcado pela pandemia. O quadro de funcionários também foi enxugado, a despeito do compromisso assumidos pelos bancos de não demitir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil fecharam as portas de 1.375 agências no ano passado e foram cortadas 9.374 vagas</p>
<p></p>
<p>Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil fecharam as portas de 1.375 agências no ano passado, marcado pela pandemia. O quadro de funcionários também foi enxugado, a despeito do compromisso assumidos pelos bancos de não demitir durante a covid-19. Foram cortadas 9.374 vagas, com o Itaú na contramão, sendo o único a ampliar seu contingente.</p>
<p> </p>
<p>Sob pressão de fintechs e bancos digitais, que não têm rede de agências físicas, e o salto na digitalização em meio às restrições de mobilidade para conter o avanço da covid-19, os pesos pesados do setor financeiro foram obrigados a reforçar a busca por eficiência. Com espaço limitado para ampliar receitas, a saída foi cortar gastos.</p>
<p> </p>
<p>Para 2021, o movimento de &#8216;austeridade&#8217; nos gastos continua, de acordo com os banqueiros. O trabalho de redução de custos foi só começo, de acordo com o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari. Como boa parte do ajuste foi feita no fim do ano, a economia tende a aparecer agora. Para este ano, o banco espera que suas despesas diminuam entre 1% e 5%. No ano passado, caíram 5,3%.</p>
<p> </p>
<p>Quanto à redução de agências, porém, Lazari prevê uma quantidade bem menor este ano, entre 100 e 150 unidades, e a expectativa é de corte de excessos. &#8220;Não fazia sentido termos 14 agências na (Avenida) Faria Lima, 11 em Copacabana e na Avenida Paulista, uma do lado da outra, uma em frente à outra. Nesses grandes corredores já fizemos (a redução), basicamente no Sudeste. Agora, estamos indo para Curitiba, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Nordeste e um pedaço do Centro-Oeste, identificando agências sobrepostas&#8221;, disse Lazari, em conversa com analistas e investidores, na quinta-feira, 4.</p>
<p> </p>
<p>O novo presidente do Itaú, Milton Maluhy, não vê &#8220;bala de prata&#8221; na agenda de eficiência. Segundo ele, o tema exige &#8220;austeridade e foco&#8221;. Depois de fechar 117 agências no ano passado, não estão previstos novos encerramentos em 2021. &#8220;Se houver, será pontual&#8221;, disse Maluhy. &#8220;Fechar agência tem de fazer sentido para os clientes, que estão demandando outros canais, mas temos clientes muito heterogêneos como os digitais e aqueles que frequentam nossas agências todos os dias.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Já o Santander Brasil se coloca em posição oposta de seus rivais. Para o presidente do banco, Sergio Rial, a infraestrutura física não é um tema no País. Apesar disso, fechou as portas de 175 unidades em 2020. &#8220;Vamos seguir racionalizando nos lugares em que há sobreposição, principalmente nos centros urbanos e com o processo de digitalização&#8221;, afirmou, em conversa com a imprensa. &#8220;Em paralelo, seguimos expandindo para o interior do Brasil.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Depois de reforçar sua presença no Ceará, o Santander mira agora a Amazônia. O plano, conforme Rial, é abrir de 10 a 15 agências, contratando mão de obra local e priorizando culturas sustentáveis, na atuação conjunta para proteger a região em parceria com Bradesco e Itaú, iniciada durante a pandemia. Rial também anunciou que até o fim de 2022, as lojas &#8211; como ele chama as agências do banco &#8211; terão praticamente zero trabalho operacional, consolidando o canal como um ambiente exclusivamente para negócios.</p>
<p> </p>
<p>Mudanças</p>
<p>A revisão da estrutura física também tem ocorrido nos outros bancos brasileiros. O Bradesco pretende transformar 300 agências em unidades de negócios. Já o Itaú iniciou há um ano e meio a reestruturação do seu banco de varejo, movimento que inclui a rede física. &#8220;É um ciclo longo. Não é de curto prazo, mas já começamos há um ano e meio. Começaremos a ver avanço do (novo) modelo entre os anos de 2021, 2022 e 2023&#8221;, afirmou Maluhy, sem dar detalhes.</p>
<p> </p>
<p>O Banco do Brasil ainda não divulgou seu balanço de 2020, mas, até o terceiro trimestre, a instituição tinha um saldo de três agências novas abertas, depois de ter fechado 409 em 2019. A expectativa é que o banco volte a encerrar unidades em 2021, após ter anunciado no início do ano um plano de reestruturação que prevê a redução de 112 agências no primeiro semestre e um programa de demissão voluntária para desligar até 5 mil pessoas.</p>
<p> </p>
<p>O plano, contudo, não agradou o presidente Jair Bolsonaro, que sofreu pressões de parlamentares interessados em salvar agências e chegou a cogitar demitir o presidente do BB, André Brandão. O executivo foi mantido no cargo, após esforços do ministro da Economia, Paulo Guedes, mas ainda não se sabe a que custo.</p>
<p> </p>
<p>Nos bastidores, o que se comenta é que o plano de eficiência será mantido, mas deve ser ajustado, principalmente, sob a ótica da rede física, conforme antecipou o Estadão/Broadcast.</p>
<p>Fonte: Terra.com.br<br />Escrito por: Aline Bronzati e André Ítalo Rocha</p>
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