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	<title>demissão de mulheres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>demissão de mulheres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>De 480 mil empregos formais fechados em 2020, 96,4% foram de mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[ataque as mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[demissão de mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento da RAIS mostra aumento da desigualdade de gênero no mercado de trabalho As mulheres, os trabalhadores que ganham acima de um salário mínimo e os que têm idade entre 30 e 39 anos foram os mais impactados pelo desemprego no ano passado, auge da pandemia da Covid-19. É o que mostra o levantamento da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento da RAIS mostra aumento da desigualdade de gênero no mercado de trabalho</p>
<p></p>
<p>As mulheres, os trabalhadores que ganham acima de um salário mínimo e os que têm idade entre 30 e 39 anos foram os mais impactados pelo desemprego no ano passado, auge da pandemia da Covid-19. É o que mostra o levantamento da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), sobre movimentações empregatícias do ano e de todos os tipos de contrato, divulgada esta semana.</p>
<p> </p>
<p>Em 2020, o Brasil perdeu 480,3 mil empregos formais, com carteira assinada, sendo que deste total, 462,9 mil (96,4%) eram vagas ocupadas por mulheres, o que comprova o aumento da desigualdade de gênero no mercado de trabalho.</p>
<p> </p>
<p>Segundo levantamento do LCA Consultores para o jornal Valor Econômico, a proporção de mulheres no estoque de empregos formais (43,6%) foi a menor desde 2014 (43,2%), após ganho contínuo de espaço na década anterior &#8211; anos dos governos Lula e Dilma em que houve crescimento da participação feminina no mercado de trabalho.</p>
<p> </p>
<p><strong>Trabalhadores com salários acima do mínimo estão entre os mais atingidos pelo desemprego</strong></p>
<p>Ao todo foram perdidos 254,2 mil postos celetistas, 215,1 mil estatuários e 11 mil classificados como &#8220;outros&#8221;. Houve ainda redução de quase 104 mil vagas para aprendiz, enquanto os temporários cresceram 92,2 mil postos.</p>
<p> </p>
<p>Além da perda de empregos, as poucas vagas que foram criadas foram de remuneração mais baixa. Quem ganhava até meio salário mínimo (R$ 550,00) conseguiu uma das 120,6 vagas abertas nesta faixa salarial.  De meio salário a um mínimo (R$ 1.100) foram abertos 1,93 milhão de postos de trabalho.</p>
<p> </p>
<p>Já quem ganhava acima de um salário e meio (R$ 1.650) e dois mínimos (R$ 2.200), foram os que mais perderam, com pouco mais de 1 milhão de postos de trabalho fechados.</p>
<p> </p>
<p>A Rais também mostra o que outras pesquisas como a PNDA Contínua do IBGE já mostraram que a renda média do brasileiro vem caindo. Pela Rais a remuneração real média do trabalhador caiu de R$ 3.326,65 (2019) para R$ 3.291,56 (2020).</p>
<p> </p>
<p><strong>Faixa etária dos 30 anos, a mais prejudicada</strong></p>
<p>De acordo com o levantamento da Rais o maior saldo negativo de emprego, por faixa etária foi entre 30 e 39 anos. Para esses trabalhadores e trabalhadoras foram fechadas 379,9 mil vagas.</p>
<p> </p>
<p>Já os trabalhadores com idade de 40 a 49 anos, a variação no número de vagas abertas foi positiva, com a criação de 165,1 mil novos postos.</p>
<p> </p>
<p><strong>Desemprego por setor</strong></p>
<p>Por setor, a construção civil ficou com o maior número de empregos positivos, com 124,4 mil vagas em segundo, a indústria com 101,2 mil.</p>
<p> </p>
<p>Já comércio perdeu 162,2 mil vagas e os serviços perderam 536,4 mil, por serem setores que necessitam da circulação de pessoas e que, portanto, foram impactados pelas medidas necessárias de isolamento social, em função da pandemia.</p>
<p> </p>
<p>Apesar do tombo no número de empregos, o setor de serviços é o que mais emprega trabalhadores formais no país, com 26,6 milhões (57%) do total de 46,7 milhões.</p>
<p> </p>
<p>Os municípios também demitiram servidores. Na análise do LCA ao Valor Econômico, o setor público municipal registrou redução de 443,3 mil trabalhadores. No estadual houve crescimento de 133,3 mil e no âmbito federal 86,7 mil.</p>
<p> </p>
<p>Já as empresas privadas tiveram redução de 190,4 mil trabalhadores.</p>
<p> </p>
<p><strong>Falências</strong></p>
<p>Ao todo 53,3 mil estabelecimentos foram fechados em 2020. Comércio com 26,6 mil e serviços com 20,3 mil, foram os negócios mais atingidos.</p>
<p>Fonte: SEEB do RJ com edição da comunicação do SEEB de Santos e Região <br />Escrito por: Rosely Rocha</p>
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