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	<title>demissão com covid &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>demissão com covid &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Itaú demite bancária com covid-19 mesmo tendo a informação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
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				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[demissão com covid]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo apresentando sintomas e comprovando positiva da doença no exame demissional, médico do banco a considerou apta para a demissão; caso reforça o desprezo da marca mais valiosa da América Latina com seus trabalhadores, que apesar dos lucros bilionários, está demitindo em plena pandemia O Itaú foi além na falta de sensibilidade demonstrada com as demissões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo apresentando sintomas e comprovando positiva da doença no exame demissional, médico do banco a considerou apta para a demissão; caso reforça o desprezo da marca mais valiosa da América Latina com seus trabalhadores, que apesar dos lucros bilionários, está demitindo em plena pandemia</p>
<p></p>
<p>O Itaú foi além na falta de sensibilidade demonstrada com as demissões feitas em plena pandemia, e demitiu inclusive uma bancária diagnosticada com covid-19. Mesmo apresentando sintomas da doença e exame positivo no exame demissional, o “médico do banco” a considerou apta para a demissão.</p>
<p> </p>
<p>No dia 18 de setembro, a trabalhadora começou a sentir sintomas como dor de cabeça, dores no corpo e coriza. Dois dias depois, ela fez o exame, que resultou positivo para a doença. Ela ficou 14 dias afastada do trabalho. Sem o banco exigir novo exame, a bancária (da capital) retornou ao trabalho no dia 5 de outubro.</p>
<p> </p>
<h4>Banco foi informado</h4>
<p>Ela conta que informou as sequelas da doença, como falta de paladar e de olfato. A demissão ocorreu no dia 8. Como ainda apresentava sintomas da covid-19, no dia 11 ela refez o teste, que mais uma vez apontou positivo para a doença.</p>
<p> </p>
<p>O exame demissional foi feito na terça-feira 13. A trabalhadora apresentou exame feito dois dias antes que atestava positivo para o vírus, e relatou ao médico do banco que ainda estava com sintomas da doença. Inacreditavelmente, o médico a considerou apta para a demissão.</p>
<p> </p>
<p>A trabalhadora então procurou o Sindicato de São Paulo, que entrou em contato com o Itaú para cobrar a reversão da demissão. O banco se negou a reintegrá-la.</p>
<p>  </p>
<h4>“Entregou metas, mas menos que os colegas”</h4>
<p>A justificativa da demissão foi baixa performance. Contudo, a trabalhadora foi mantida na retaguarda, em serviços operacionais, tendo sido transferida de uma agência para outra desde que quebrou o pé ao cair da escada da agência onde trabalhava fixa, há cerca de dois anos.</p>
<p> </p>
<h4>Demissão é ilegal</h4>
<p>A demissão é ilegal por três motivos: a bancária trabalhava na linha de frente e pegou a doença no trabalho; o banco sequer emitiu Comunicação de Acidente de Trabalho; e o médico contratado pela empresa considerou apta uma pessoa com sintomas e exame comprovando a doença.</p>
<p>Fonte: SEEB de São Paulo com edição do SEEB de Santos e Região</p>
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