<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>deforma &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/deforma/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Nov -001 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>deforma &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Reforma trabalhista vai piorar economia e a vida das pessoas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/reforma-trabalhista-vai-piorar-economia-e-a-vida-das-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[deforma]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=6915</guid>

					<description><![CDATA[Professor da Unicamp afirma que desmonte da legislação também não vai criar novas vagas de trabalho, mas apenas precarizar os empregos existentes Para o professor José Dari Krein, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as alterações que o Senado aprovou na terça, 11, na legislação, via reforma trabalhista, representam um &#8220;desmonte dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Professor da Unicamp afirma que desmonte da legislação também não vai criar novas vagas de trabalho, mas apenas precarizar os empregos existentes</p>
<p>Para o professor José Dari Krein, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as alterações que o Senado aprovou na terça, 11, na legislação, via reforma trabalhista, representam um &#8220;desmonte dos direitos historicamente adquiridos&#8221;, piora a condição de vida das pessoas e afeta, inclusive, o crescimento da economia, comprometendo o futuro da Nação.</p>
<p> </p>
<p>Segundo Dari Krein, que também é pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit) do instituto, o argumento de que as alterações devem ajudar na criação de novos empregos é uma &#8220;falácia&#8221;. &#8220;O máximo que pode acontecer é precarizar os empregos existentes&#8221;, afirma o professor, em entrevista à Rádio Brasil Atual nesta quarta-feira 12.</p>
<p> </p>
<p>O mesmo Cesit (Centro de Estudos Sindicais e de Economia da Unicamp) já havia se colocado contra a reforma e lançou dossiê apontando que ela não traz um único ponto que beneficie o trabalhador.</p>
<p> </p>
<p>Ele cita o economista britânico John Maynard Keynes (1883-1946) para dizer que &#8220;os problemas do mercado de trabalho estão fora do mercado de trabalho&#8221;, e dependem do conjunto geral da economia. &#8220;Depende muito mais da dinâmica econômica, de políticas públicas que estimulem a ocupação, o crédito, o consumo e a criação de infraestrutura física e social. É isso que gera emprego, e não criando uma lei de retirada de direitos&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Salário não é só despesa, salário é renda. É a partir dele que as pessoas têm acesso ao consumo. É fundamental para ativar a economia. Estamos exatamente no caminho contrário. Estamos retirando renda das pessoas, especialmente dos mais pobres&#8221;, ressalta o pesquisador do Cesit. </p>
<p> </p>
<p>Ele afirma que o mercado financeiro se aproveita da atual crise política e econômica para fazer passar uma agenda que não contaria com o apoio das urnas, que é tocada por um governo ilegítimo e impopular e por um Congresso questionado. Sobre a decisão dos senadores de aprovarem o projeto sem qualquer alteração, o professor afirma que o Senado &#8220;se apequenou&#8221;. </p>
<p> </p>
<p>&#8220;As experiências e estudos internacionais mostram que não existe relação entre flexibilização e a criação de postos de trabalho&#8221;, afirma Krein, baseado em pesquisa realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 63 países, demonstrando que os países que criaram mais empregos foram os que ampliaram a legislação de proteção aos trabalhadores, e não o contrário.</p>
<p> </p>
<p>Ele cita o exemplo de Inglaterra e Espanha, que adotam modelos precários de contrato de trabalho – na Espanha, após reforma de dimensões comparáveis à brasileira – sem, com isso, registrarem avanços no combate ao desemprego. Por outro lado, Portugal, que valorizou o salário mínimo e ampliou a proteção trabalhista – governado por um arranjo de esquerda – &#8220;criou mais empregos e melhorou a economia com mais intensidade&#8221;. </p>
<p> </p>
<p>O professor lembra, ainda, que a experiência brasileira também vai na mesma direção, já que, entre 2004 e 2014, quando o emprego crescia, a maior parte dos contratos firmados no período era por tempo indeterminado – o modelo tradicional –, e não as formas mais precárias que também existiam à época e, agora, foram agravadas.</p>
<p>Fonte: Seeb SP</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
