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	<title>deflação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>deflação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>IPCA: Brasil registra deflação de 0,08%, menor variação para o mês desde 2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 13:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comida barata]]></category>
		<category><![CDATA[deflação]]></category>
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		<category><![CDATA[inflação negativa]]></category>
		<category><![CDATA[Menor inflação desde 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados divulgados pelo IBGE confirmam análises sobre recuperação da economia brasileira O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (11) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o mês de junho, confirmando as suspeitas dos economistas: a economia brasileira começa a entrar em deflação, ou seja, a melhoria [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Os dados divulgados pelo IBGE confirmam análises sobre recuperação da economia brasileira</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (11) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o mês de junho, confirmando as suspeitas dos economistas: a economia brasileira começa a entrar em deflação, ou seja, a melhoria é constante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o IBGE, o IPCA para o mês de junho registrou uma deflação de -0,08, 0,31 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa de maio (0,23).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Instituto, trata-se da menor variação para o mês de junho desde 2017, quando o índice registrado foi de -0,23.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, no acumulado do ano, o IPCA acumula alta de 2,87% e, nos últimos 12 meses, de 3,16%, abaixo dos 3,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2022, a variação registrada foi de 0,67%.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Comida mais barata</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A queda do IPCA para o mês de junho foi impulsionada, principalmente, pelo setor de alimentos e bebidas, que registrou uma queda de 0,66% e transportes (-0,41%), contribuindo com -0,14 p.p e -0,8 p.p, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do setor de alimentos e bebidas, também contribuíram para o cenário de deflação os setores de artigos de residência (-0,42%) e comunicação (-0,14%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda do grupo Alimentação e Bebidas (-0,66%) deve-se, principalmente, ao recuo nos preços da alimentação no domicílio (-1,07%), que haviam registrado estabilidade em maio. Destacam-se as quedas do óleo de soja (-8,96%), das frutas (-3,38%), do leite longa vida (-2,68%) e das carnes (-2,10%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
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		<title>IGP-DI registra deflação em maio, informa FGV</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/igp-di-registra-deflacao-em-maio-informa-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 14:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa de juros Já]]></category>
		<category><![CDATA[deflação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[diminui inflação em maio]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-DI diminui em maio 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Inflação tem queda de 2,33% em maio. O IGP-DI, com este resultado, acumula variação de -3,56% no ano e de -5,49% em 12 meses. Em maio de 2022, o índice havia subido 0,69% e acumulava elevação de 10,56% em 12 meses. Diminuição dos juros JÁ! Segundo dados divulgados nesta terça-feira (06/06) pela Fundação Getúlio Vagas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Inflação tem queda de 2,33% em maio. O IGP-DI, com este resultado, acumula variação de -3,56% no ano e de -5,49% em 12 meses. Em maio de 2022, o índice havia subido 0,69% e acumulava elevação de 10,56% em 12 meses. Diminuição dos juros JÁ!</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados divulgados nesta terça-feira (06/06) pela Fundação Getúlio Vagas (FGV), o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou o processo de deflação em maio e mostrou queda de 2,33% no mês, ante -1,01% em abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com este resultado, o índice acumula variação de -3,56% no ano e de -5,49% em 12 meses. Em maio de 2022, o índice havia subido 0,69% e acumulava elevação de 10,56% em 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda no mês dos preços do Diesel (de -3,85% para -14,82%) e de grandes commodities, especialmente do minério de ferro (de -7,94% para -11,89%) e do milho (de -8,06% para -16,85%), explicam o aprofundamento da deflação ao produtor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No âmbito do consumidor, as maiores contribuições para a desaceleração do índice partiram de passagens aéreas (de -3,67% para -17,91%) e gasolina (de -0,38% para -1,97%). Na construção civil, a aceleração foi conduzida por acordos coletivos que justificam o acréscimo registrado pela mão-de-obra, cuja variação foi de 1,22% em maio”, afirmou em nota André Braz, coordenador dos índices de preços da FGV.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Demais indicadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 3,37% em maio. No mês anterior, o índice havia apresentado queda de 1,56%. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou de 0,77% em abril para -0,71% em maio. O principal responsável pela desaceleração da taxa foi o item combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de +0,40% para -6,60%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Bens Finais, que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, caiu 0,02% em maio, contra alta de 0,54% em abril. A taxa do grupo Bens Intermediários passou de -0,89% em abril para -3,24% em maio. O principal responsável pelo aprofundamento da queda foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -2,85% para -12,28%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,08% em maio, após subir 0,50% em abril. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação: Educação, Leitura e Recreação (-0,62% para -3,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,51% para 0,73%), Transportes (0,19% para -0,22%), Alimentação (0,67% para 0,41%), Comunicação (0,60% para 0,22%) e Vestuário (0,52% para 0,46%).</p>
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		<title>‘Prévia’ tem deflação e indica economia estagnada. Alimentos só sobem</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/previa-tem-deflacao-e-indica-economia-estagnada-alimentos-so-sobem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos sobem demais]]></category>
		<category><![CDATA[deflação]]></category>
		<category><![CDATA[estagnação da economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Apenas o leite longa vida acumula aumento de 80% neste ano. Preços dos combustíveis caem, mas alimentos seguem em alta “Prévia” da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve deflação em agosto (-0,73%), registrando a menor taxa da série histórica, segundo divulgou o IBGE nesta quarta-feira (24). Com esse resultado, que pode indicar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas o leite longa vida acumula aumento de 80% neste ano. Preços dos combustíveis caem, mas alimentos seguem em alta</p>
<p></p>
<p>“Prévia” da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve deflação em agosto (-0,73%), registrando a menor taxa da série histórica, segundo divulgou o IBGE nesta quarta-feira (24). Com esse resultado, que pode indicar uma economia estagnada, o IPCA-15 soma 5,02% no ano e 9,60% em 12 meses – e se mantém acima de dois dígitos em quatro regiões. A queda neste mês se deve em grande medida à redução do preço dos combustíveis. Mas os alimentos seguem em alta.</p>
<p> </p>
<p>Assim, por exemplo, comer fora de casa ficou 0,80% mais caro neste mês, ainda que com alta menos intensa do que em julho (1,27%). De acordo com o IBGE, o preço do lanche fora do domicílio aumentou 0,97% e o da refeição, 0,72%.</p>
<p> </p>
<p><strong>Leite, queijo, frutas, frango</strong></p>
<p>O grupo Alimentação e Bebidas subiu 1,12% em agosto, com influência, principalmente, do leite longa vida. Com aumento de 14,21%, esse item, sozinho, teve impacto de 0,14 ponto percentual no resultado geral. No acumulado do ano, o leite acumula alta de 79,79%. Além dele, subiram de preço itens como frutas (2,99%), queijo (4,18%) e frango em pedaços (3,08%). No geral, a alimentação no domicílio teve aumento de 1,24% em agosto.</p>
<p> </p>
<p>Já o grupo Transportes caiu 5,24%. Devido, principalmente, à queda no preço dos combustíveis (-15,33% em agosto), que até pouco antes do período eleitoral o governo dizia não ter como interferir. O preço médio da gasolina recuou 16,80%, com impacto de -1,07% no IPCA-15. O IBGE apurou ainda quedas no etanol (-10,78%), gás veicular (-5,40%) e óleo diesel (-0,56%).</p>
<p> </p>
<p>Ainda nesse grupo, a passagem aérea caiu 12,22%, após quatro altas seguidas. Mas continuaram aumentando os preços de veículos próprios (0,83%), motocicleta (0,61%), automóvel novo (0,30%) e usado (0,17%).</p>
<p> </p>
<p><strong>Energia cai, água sobe</strong></p>
<p>Já no grupo Habitação, que também teve queda no mês (-0,37%), o resultado se deve à redução nos preços de energia elétrica residencial (-3,29%, em média). Por outro lado, a taxa de água e esgoto subiu 0,52% e o custo do gás encanado teve leve alta, de 0,07%. Em Comunicação (-0,30%), o IBGE apurou redução nos planos de telefonia fixa (-2,29%) e móvel (-1,04%).</p>
<p> </p>
<p>A alta em Saúde e Cuidados Pessoais (0,81%) teve influência dos planos de saúde, com aumento médio de 1,22%. Itens de higiene pessoal também aumentaram: 1,03%. Já em Despesas Pessoais (0,81% de alta e impacto de 0,08 ponto no mês), o instituto destaca os itens empregado doméstico (0,80%) e cigarro (3,32%).</p>
<p> </p>
<p>Outro grupo com alta foi Educação: 0,61%. “Os cursos regulares subiram 0,52% principalmente por conta dos subitens creche (1,47%), ensino fundamental (0,71%) e ensino superior (0,44%)”, informa o IBGE. O item cursos diversos aumentou 1,18%, com altas em cursos de idiomas (2,15%) e preparatórios (2,04%).</p>
<p> </p>
<p><strong>Variações regionais</strong></p>
<p>Todas as 11 áreas pesquisadas tiveram variação negativa, relata o IBGE. A menor taxa foi registrada na região metropolitana de Belo Horizonte (-1,58%) e a maior, na Grande São Paulo (-0,11%). No acumulado em 12 meses, o índice vai de 7,20% (Belém) a 10,88% (Salvador), somando 10,39% em São Paulo e 10,17% no Rio de Janeiro, além de 10,07% na Grande Curitiba.</p>
<p> </p>
<p>O IPCA e o INPC deste mês serão divulgados em 9 de setembro.</p>
<p>Crédito: SEEB de Ponta Grossa<br />Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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