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	<title>Defesa da constituição pelas centrais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Constituição resistiu ao golpismo e se mantém vital à democracia, afirmam centrais sindicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 12:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[35 anos de constituinte]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais defendem constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa da constituição pelas centrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicalistas enfatizam aprimoramento de direitos trabalhistas e caráter social, apesar de investidas conservadoras Ao completar 35 anos, nesta quinta-feira (5), a Constituição brasileira “se mantém firme, imune a ataques golpistas e a tentativas de desmontes por setores herdeiros do atraso”, afirmam as centrais. Em nota, as entidades sindicais afirmam que a Carta de 1988 “deve [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Sindicalistas enfatizam aprimoramento de direitos trabalhistas e caráter social, apesar de investidas conservadoras</h4>



<p></p>



<p>Ao completar 35 anos, nesta quinta-feira (5), a Constituição brasileira “se mantém firme, imune a ataques golpistas e a tentativas de desmontes por setores herdeiros do atraso”, afirmam as centrais. Em nota, as entidades sindicais afirmam que a Carta de 1988 “deve ser constantemente aprimorada, valorizada e validada”. A Constituição, afirmam ainda, “é um guia para a construção da democracia, da convivência social e do respeito e dignidade para todos e por todos”.</p>



<p>Construída sob divergências, durante a Assembleia Nacional Constituinte, a Carta aprimorou os direitos trabalhistas. As centrais citam itens da Constituição como equiparação dos trabalhadores rurais aos urbanos, seguro-desemprego, salário mínimo nacionalmente unificado, redução da jornada de 48 para 44 horas semanais, ampliação das licenças maternidade e paternidade e extensão de direitos a trabalhadores domésticos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Caráter social</h4>



<p>Durante a Constituinte, “forças conservadoras e reacionárias” impediram mais avanços, acrescentam os sindicalistas. “Mas seu caráter social sobressai e marca um novo tempo para a história do Brasil. A precisão e profundidade com que cada artigo foi inscrito garantiu a firmeza de seus propósitos civilizatórios e valeu à Carta o sugestivo apelido de Constituição Cidadã, criado pelo presidente da Câmara e da Constituinte, Ulysses Guimarães.”</p>



<p>Confira a nota das centrais na íntegra:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Seu caráter social e democrático deve ser valorizado e validado</h4>



<p><em>Promulgada há 35 anos, a Constituição de 1988 iniciou o mais longo período democrático no Brasil, garantindo a consolidação das instituições e da representatividade. É uma Carta de profunda inspiração, que reflete a paixão dos que lutaram por um país mais justo e livre do entulho autoritário da ditadura militar.</em></p>



<p><em>Nela os direitos trabalhistas foram aprimorados. Trabalhadores rurais foram plenamente equiparados aos trabalhadores urbanos, foi criado o seguro-desemprego, o salário mínimo foi unificado, foi reduzida a jornada de trabalho de 48 para 44 horas, ampliada a licença maternidade e a licença paternidade, estabelecidas férias remuneradas e direitos trabalhistas a empregados domésticos.</em></p>



<p><em>Os sindicatos foram fortalecidos através do reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho e da autonomia sindical e liberdade de organização, estendida aos servidores públicos. Além disso, a unicidade sindical, o sistema confederativo, a Contribuição Sindical e outras fontes de sustentação da luta sindical foram mantidos.</em></p>



<p><em>Destacamos também o reconhecimento e proteção dos direitos dos povos indígenas, incluindo a demarcação de terras, a introdução dos princípios e regras para a proteção do meio ambiente e, principalmente, a criação de um sistema de saúde público avançado acessível a todos os brasileiros e brasileiras, independentemente de renda ou status social: o Sistema Único de Saúde (SUS).</em></p>



<p><em>Forjada no fogo de profundas divergências e batalhas, forças conservadoras e reacionárias conseguiram barrar avanços ainda maiores, impedindo, entre outras coisas, a jornada semanal de 40 horas, o pleno reconhecimento dos direitos das empregadas domésticas e a reforma&nbsp;agrária.</em></p>



<p><em>Mas seu caráter social sobressai e marca um novo tempo para a história do Brasil. A precisão e profundidade com que cada artigo foi inscrito garantiu a firmeza de seus propósitos civilizatórios e valeu à Carta o sugestivo apelido de Constituição Cidadã, criado pelo presidente da Câmara e da Constituinte, Ulysses Guimarães.</em></p>



<p><em>Em seus 35 anos, a Constituição Cidadã se mantém firme, imune à ataques golpistas e a tentativas de desmontes por setores herdeiros do atraso. Ela deve ser constantemente aprimorada, valorizada e validada. A Constituição é um guia para a construção da democracia, da convivência social e do respeito e dignidade para todos e por todos.</em></p>



<p><em><strong>São Paulo, 05 de outubro de 2023</strong></em></p>



<p><strong><em>Nilza Pereira</em></strong><em>, secretária-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora</em></p>



<p><strong><em>Sérgio Nobre</em></strong><em>, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)</em></p>



<p><strong><em>Miguel Torres</em></strong><em>, Presidente da Força Sindical</em></p>



<p><strong><em>Ricardo Patah</em></strong><em>, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)</em></p>



<p><strong><em>Adilson Araújo</em></strong><em>, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</em></p>



<p><strong><em>Moacyr Roberto Tesch Auersvald</em></strong><em>, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)</em></p>



<p><strong><em>Antonio Neto, Presidente da CSB</em></strong><em>, (Central dos Sindicatos Brasileiros)</em></p>



<p><strong><em>José Gozze</em></strong><em>, Presidente da PÚBLICA, Central do Servidor</em></p>
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