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	<title>DEFASAGEM DO SALÁRIO MÍNIMO &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>DEFASAGEM DO SALÁRIO MÍNIMO &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Valor do salário mínimo já não compra uma cesta básica em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ALTA DA ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[DEFASAGEM DO SALÁRIO MÍNIMO]]></category>
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					<description><![CDATA[Em julho deste ano, a cesta básica com 39 itens subiu mais 1,24% em São Paulo e custa para R$ 1.266,92, valor R$ 54,92 superior ao do piso salarial do país, de R$ 1.212,00 O poder de compra das famílias brasileiras, em especial aquelas que têm renda de apenas um salário mínimo (R$ 1.212), está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em julho deste ano, a cesta básica com 39 itens subiu mais 1,24% em São Paulo e custa para R$ 1.266,92, valor R$ 54,92 superior ao do piso salarial do país, de R$ 1.212,00</p>
<p></p>
<p>O poder de compra das famílias brasileiras, em especial aquelas que têm renda de apenas um salário mínimo (R$ 1.212), está cada vez mais corroído por causa dos altos preços dos alimentos, que mesmo num mês de deflação como julho (-0,68%) tiveram reajuste de 1,30% no período.</p>
<p> </p>
<p>Com o fim da política de reajuste do salário mínimo acima da inflação, feita por Jair Bolsonaro (PL), desde 2019, quando assumiu a presidência da República, os brasileiros têm cada vez mais dificuldades em se alimentar. Hoje 33 milhões passam fome e outros 125 milhões de brasileiros não têm comida no prato nas três refeições diárias recomendadas.</p>
<p> </p>
<p>Para piorar, desde maio deste ano, o valor de uma cesta básica está custando acima do salário mínimo, na capital paulista. A cesta com 39 itens de necessidade contendo alimentação, higiene pessoal e limpeza, para uma família de quatro pessoas, custa mais do que os R$ 1.212, de acordo com o levantamento mensal feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>
<p> </p>
<p>A alta foi em julho em relação a junho foi de 1,24%, subindo de 1.251,44 para R$ 1.266,92. Ou seja, uma cesta básica que contenha itens dos grupos de alimentação, limpeza e higiene pessoal está custando R$ 54,92 a mais do que o valor do salário mínimo atual.</p>
<p> </p>
<p><strong>Inflação da cesta básica</strong> </p>
<p>Em janeiro deste ano o salário mínimo comprava uma cesta básica e sobravam R$ 112,02. Somente nos sete primeiros meses deste ano, o custo da cesta aumentou 16,4%, contra uma inflação calculada em 9,33% no período.</p>
<p> </p>
<p>As perdas vêm sendo grandes desde setembro de 2019, quando o piso salarial era de R$ 998, suficiente para comprar a cesta, que valia R$ 739,07, sobrando R$ 258,93 para o trabalhador. Ao somar os R$ 54,92 que faltavam para o atual salário mínimo adquirir uma cesta básica no mês passado, a perda é de R$ 313,85, destacou, em análise feita para o jornal Valor, Fernando Montero, ex-secretário-adjunto de Política Econômica do antigo Ministério da Fazenda.</p>
<p> </p>
<p><strong>Valor da cesta em 2022</strong> </p>
<p>Somente nos sete primeiros meses deste ano, o custo da cesta aumentou 16,4%, contra uma inflação calculada em 9,33% no período.</p>
<p> </p>
<p>Nos últimos doze meses, de julho de 2021 a julho de 2022, a alta dos alimentos foi de 18,98%. Os três produtos com maior variação positiva anual foram: cebola Kg (85,58%), batata Kg (80,63%) e leite UHT litro (71,90%).</p>
<p> </p>
<p><strong>Confira os produtos que mais subiram em julho e as maiores quedas</strong></p>
<p>Os preços mais altos foram encontrados nos itens do grupo limpeza com 2,29%; a alimentação também continua em alta, + 1,37%. A única queda foi no grupo higiene pessoal com menos 2,47%.</p>
<p> </p>
<p>Apesar da alimentação não ter subido mais do que a limpeza, os três itens que mais subiram, em geral, foram o leite e seus derivados.</p>
<p> </p>
<p>Leite UHT (litro) 24,82%</p>
<p> </p>
<p>Queijo Muçarela Fatiado (kg) 15,39%</p>
<p> </p>
<p>Leite em Pó Integral (400g) 11,02%</p>
<p> </p>
<p>Papel Higiênico Fino Branco (com 4 unidades) 7,89%</p>
<p> </p>
<p>Sabão em Barra (unidade) 6,38%</p>
<p> </p>
<p><strong>E as maiores quedas foram:</strong></p>
<p> </p>
<p>Batata (kg) -18,25%</p>
<p> </p>
<p>Sabão em Pó (kg) -8,50%</p>
<p> </p>
<p>Carne de Primeira (kg) -4,92%</p>
<p> </p>
<p>Presunto Fatiado (Kg) -4,24%</p>
<p> </p>
<p>Óleo de Soja (900 ml) -4,09%</p>
<p> </p>
<p><strong>Os itens pesquisados são:</strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Alimentação</strong></p>
<p> Arroz (5 kg)</p>
<p> </p>
<p>Feijão carioquinha ( kg)</p>
<p> </p>
<p>Açúcar Refinado (kg)</p>
<p> Café em Pó (500g) </p>
<p> Farinha de Trigo (kg) </p>
<p> Farinha de Mandioca Torrada </p>
<p> Batata (kg) </p>
<p> Cebola (kg) </p>
<p> Alho (kg) </p>
<p> Ovos Brancos (dúzia) </p>
<p> Margarina (250g) </p>
<p> Extrato de Tomate </p>
<p> Óleo de Soja (900 ml)</p>
<p> Leite em Pó Integral (400g) </p>
<p> Leite UHT (litro) </p>
<p> Pão de Forma </p>
<p> Pão Francês (Kg) </p>
<p> Macarrão com Ovos (500g)</p>
<p> <br /> Biscoito Maisena (pacote 200g)</p>
<p> </p>
<p>Biscoito Recheado </p>
<p> Biscoito Água e Sal </p>
<p> Carne de Primeira (kg) </p>
<p> Carne de Segunda sem Osso (kg) </p>
<p> Frango Resfriado Inteiro (kg)</p>
<p> Salsicha Avulsa (kg) </p>
<p> Linguiça Fresca (kg) </p>
<p> Queijo Muçarela Fatiado (kg) </p>
<p> Presunto Fatiado (Kg) </p>
<p> </p>
<p>Limpeza</p>
<p> Sabão em Pó (kg) </p>
<p> Sabão em Barra (unidade) </p>
<p> Água Sanitária (litro) </p>
<p> Amaciante (2 litros) </p>
<p> <br /> Detergente Líquido (500 ml) </p>
<p> Limpador Multiuso </p>
<p> <strong>Higiene Pessoal</strong></p>
<p> Papel Higiênico Fino Branco (com 4 unidades)</p>
<p> Creme Dental (tubo 90g) </p>
<p> Sabonete (unidade 90g) </p>
<p> </p>
<p>Desodorante Spray (90/100 ml) </p>
<p> Absorvente Aderente (com 10 unidades)</p>
<p>Crédito: Agência Brasil<br />Fonte: Redação CUT / Edição Rosely Rocha </p>
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