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	<title>Decreto &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Decreto &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Valor nos supermercados deve cair com mudanças no vale-refeição, diz Abras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 08:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Supermercados (Abras)]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o novo decreto, o vale-refeição deverá ser aceito em mais estabelecimentos. O decreto do governo federal que alterou as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) deve ter um “custo menor” para os supermercados, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi. A informação é do CNN Money. O texto [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Com o novo decreto, o vale-refeição deverá ser aceito em mais estabelecimentos.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto do governo federal que alterou as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) deve ter um “custo menor” para os supermercados, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi. A informação é do CNN Money.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto que dita a mudança das regras <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-assina-na-terca-decreto-que-muda-regras-para-vale-refeicao-e-alimentacao-entenda/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-assina-na-terca-decreto-que-muda-regras-para-vale-refeicao-e-alimentacao-entenda/">foi assinado na tarde desta terça-feira (11/11) pelo presidente <strong>Lula</strong></a>. A medida amplia a acessibilidade do programa, que concede isenções fiscais a empresas que oferecem benefícios de alimentação aos seus funcionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Galassi, as principais mudanças pedidas pelo setor varejista contemplam: teto das taxas cobradas de lojistas e restaurantes em transações com os vales; redução do prazo de reembolso para os estabelecimentos; e a padronização dos contratos para impedir a cobrança de diferentes taxas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A taxa só poderá ser aquela taxa e não mais os penduricalhos. Hoje há 17 tipos de taxas e tarifas sendo cobradas das empresas, o que leva a um aumento de custos que impactam o consumidor”, disse o presidente da Abras ao CNN Money.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A partir da assinatura (do decreto) devemos ter a redução das taxas para que o nosso setor possa contribuir ainda mais na redução da inflação e no abastecimento da população brasileira”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Valor das taxas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Galassi, pequenos varejistas não tem condições de aceitar pagamento via vale-refeição devido as taxas das bandeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele avalia que as mudanças previstas no novo decreto devem garantir que “toda a população tenha acesso em todos os comércios do país” e “todo comércio passará a aceitar o voucher refeição e alimentação”.</p>
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		<title>Lula assina na terça decreto que muda regras para vale-refeição e alimentação; entenda</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-assina-na-terca-decreto-que-muda-regras-para-vale-refeicao-e-alimentacao-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 07:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)]]></category>
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					<description><![CDATA[A medida deve limitar as taxas cobradas pelas bandeiras aos estabelecimentos comerciais e reduzir o prazo de repasse dos valores aos lojistas. O presidente Lula deve assinar na próxima terça-feira (11/11) um decreto para aumentar a concorrência entre empresas de vale refeição e vale alimentação. A medida deve limitar as taxas cobradas pelas bandeiras aos [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">A medida deve limitar as taxas cobradas pelas bandeiras aos estabelecimentos comerciais e reduzir o prazo de repasse dos valores aos lojistas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Lula deve assinar na próxima terça-feira (11/11) um decreto para aumentar a concorrência entre empresas de vale refeição e vale alimentação. A medida deve limitar as taxas cobradas pelas bandeiras aos estabelecimentos comerciais e reduzir o prazo de repasse dos valores aos lojistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida deve ter um período de transição para redução dessas taxas até se atingir um teto. Para assinatura do decreto, o presidente Lula ainda deve bater o martelo sobre o prazo para reembolso aos bares, restaurantes e mercados, que hoje é de até 30 dias após a operação, e sobre o percentual máximo que poderá ser cobrado dos lojistas por transação, que deve ficar entre 3% e 4%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que pode mudar com o novo decreto?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo deve mudar tanto as taxas cobradas das “maquininhas” quanto o percentual total que os estabelecimentos pagam pela operação. As taxas cobradas variam de 3,5% a 6,5% hoje. Será reduzido o prazo máximo para repasse dos valores pagos por meio de VA e VR a bares, restaurantes e supermercados, que hoje é de até 30 dias após a transação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto deve permitir, ainda, que qualquer maquininha de cartão passe a aceitar os vales de todas as bandeiras. Essa abertura foi exatamente o que aconteceu no mercado de cartões de crédito e débito há uma década, possibilitando uma competição maior das “maquininhas”, antes restritas a duas empresas, e a redução dos custos para os lojistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A limitação das taxas também repete a experiência do mercado de cartões. O Banco Central determina um teto para tarifa cobrada das “maquininhas” pelos emissores de cartão (taxa de intercâmbio) de 0,5% no débito e de 0,7% no pré-pago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda a fiscalização será realizada pelo Ministério do Trabalho, responsável pelo Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que dá benefícios tributários aos funcionários que têm políticas de alimentação, a exemplo dos vales de refeição e alimentação.</p>
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		<title>Decreto libera fuzil para qualquer pessoa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/decreto-libera-fuzil-para-qualquer-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 09:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Militares]]></category>
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					<description><![CDATA[A população precisa da criação de empregos, educação e saúde, não da liberação de armas Em tempos que a população brasileira pede o fim da violência, a saída para o presidente Bolsonaro é armar mais ainda para uma guerra sem fim. O decreto que regulamenta o porte e posse de armas no país permite a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população precisa da criação de empregos, educação e saúde, não da liberação de armas<br />
Em tempos que a população brasileira pede o fim da violência, a saída para o presidente Bolsonaro é armar mais ainda para uma guerra sem fim. O decreto que regulamenta o porte e posse de armas no país permite a qualquer cidadão comprar um fuzil T4. Isso mesmo. Uma das armas mais letais estará disponível no mercado livremente.</p>
<p>Até então, os brasileiros só podiam comprar armas com energia cinética até 407 joules. A potência se refere a revólveres de calibres 32 e 38, e pistolas de calibre 380. Com o novo decreto, sobe o limite para o uso de armas com 1.620 joules, ou seja, quatro vezes mais do que é estabelecido atualmente, que abre caminho para a venda de fuzis.</p>
<p>O fabricante no Brasil da arma, que até então era de posse somente das forças táticas militares, já tem uma lista de espera de 2 mil pessoas para adquirir o artefato. O valor mínimo é de R$ 30 mil.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A pergunta que fica é:</strong></span> Quem é este &#8220;cidadão de bem&#8221; que terá acesso a arma desse porte para ter a falsa sensação de proteção? Para o povo que vive com o salário mínimo a R$ 998,00 certamente não é. O decreto nada mais é do que uma forma de mascarar a falta de investimento em áreas primordiais.</p>
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<p>Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia<br />
Escrito por: Imprensa SEEB Bahia</p>
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