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	<title>Davi Alcolumbre (União-AP) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Davi Alcolumbre (União-AP) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Senado inicia nesta semana debate sobre fim da escala 6&#215;1</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/senado-inicia-nesta-semana-debate-sobre-fim-da-escala-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:35:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ (Comissão de Constituição e Justiça)]]></category>
		<category><![CDATA[Davi Alcolumbre (União-AP)]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
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		<category><![CDATA[Fim da Escala 6 x 1]]></category>
		<category><![CDATA[PEC (Proposta de Emenda à Constituição)]]></category>
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					<description><![CDATA[PEC aprovada na Câmara prevê redução da jornada de 44 para 40 horas semanais sem corte salarial. O Senado deve iniciar nesta semana a discussão sobre o fim da escala 6&#215;1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias e descansa um, em meio à tramitação da PEC aprovada na Câmara dos Deputados que [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">PEC aprovada na Câmara prevê redução da jornada de 44 para 40 horas semanais sem corte salarial.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Senado deve iniciar nesta semana a discussão sobre o fim da escala 6&#215;1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias e descansa um, em meio à tramitação da PEC aprovada na Câmara dos Deputados que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais sem corte salarial, com transição em duas etapas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que o tema seja tratado em reunião prevista para terça-feira (9/6) entre líderes partidários e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O texto chegou à Casa há mais de dez dias, mas ainda não recebeu despacho formal de Alcolumbre, etapa necessária para definir o caminho da proposta.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tramitação deve passar por comissão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) não deve seguir diretamente para o plenário. Alcolumbre já indicou que a matéria deverá ser analisada antes em comissão, e a definição do rito deve ser discutida com os chefes de bancada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sinalização do presidente do Senado é de que a Casa não atuará apenas como uma instância de confirmação do texto aprovado pelos deputados. Ele afirmou que a proposta será analisada &#8220;sem pressa&#8221;, indicando a possibilidade de ajustes durante a tramitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A postura ocorre em um momento de relação mais tensionada entre Alcolumbre e o Planalto, após o desgaste provocado pela rejeição do nome de Jorge Messias para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governo trata proposta como prioridade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última semana de maio e é vista pelo governo como uma pauta prioritária. A avaliação dentro do Executivo é de que a redução da jornada de trabalho tem forte apelo social e eleitoral, razão pela qual há interesse em acelerar sua tramitação no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto contou com apoio do governo e foi articulado pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). A proposta, no entanto, encontra resistência entre setores empresariais, que criticam a medida e apontam risco de aumento dos custos de produção e de prestação de serviços.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Redução da jornada terá transição de 14 meses</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC aprovada pelos deputados estabelece uma transição de 14 meses para reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição dos salários. O corte será feito em duas etapas, cada uma com redução de duas horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira etapa passará a valer 60 dias depois da promulgação da emenda constitucional. A segunda será aplicada 12 meses depois, completando o período total de 14 meses até a implementação integral da nova jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a proposta busca acabar com a escala 6&#215;1 ao assegurar dois dias de descanso semanal. Essa regra também entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto. Pela redação aprovada na Câmara, o repouso deverá ocorrer &#8220;preferencialmente aos domingos&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Proposta alternativa da oposição vai à CCJ</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente à PEC que reduz a jornada de trabalho, uma proposta alternativa articulada pela oposição já recebeu despacho de Alcolumbre e foi enviada à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Esse texto estabelece a remuneração por hora trabalhada e foi apresentado como contraponto ao fim da escala 6&#215;1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da movimentação da oposição, a proposta de redução da jornada aprovada pela Câmara deve ter prioridade na análise da CCJ. Quando a PEC for enviada à comissão, caberá ao presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), indicar o relator da matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate no Senado deve concentrar as negociações sobre o ritmo da tramitação, possíveis mudanças no texto e os impactos da medida para trabalhadores, governo e setores econômicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sob-alcolumbre-pec-da-escala-7x0-anda-mais-rapido-que-fim-da-6x1/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/sob-alcolumbre-pec-da-escala-7x0-anda-mais-rapido-que-fim-da-6x1/">Sob Alcolumbre, PEC da escala 7×0 anda mais rápido que fim da 6×1</a></h4>
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		<title>Alexandre de Moraes vai confrontar Motta e Alcolumbre como relator da ação sobre derrubada do IOF</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/alexandre-de-moraes-vai-confrontar-motta-e-alcolumbre-como-relator-da-acao-sobre-derrubada-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 08:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação direta de inconstitucionalidade (ADI)]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Davi Alcolumbre (União-AP)]]></category>
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		<category><![CDATA[Gilmar Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta (Republicanos-PB)]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[STF - Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Gilmar Mendes foi sorteado como relator, mas repassou o caso ao colega alegando que Moraes é responsável por outros processos que tratam do mesmo assunto na corte. O ministro Alexandre de Moraes deve ser o relator da ação direta de inconstitucionalidade (ADI) apresentada pela bancada do PSOL na Câmara que pede a suspensão das votações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Gilmar Mendes foi sorteado como relator, mas repassou o caso ao colega alegando que Moraes é responsável por outros processos que tratam do mesmo assunto na corte.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre de Moraes deve ser o relator da ação direta de inconstitucionalidade (ADI) apresentada pela bancada do PSOL na Câmara que pede a suspensão das votações da Câmara dos Deputados e do Senado que derrubaram o decreto editado pelo presidente Lula com mudanças nas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi protocolada pelo partido na última sexta-feira (27/6). O ministro Gilmar Mendes foi sorteado como relator, mas repassou o caso ao colega alegando que Moraes é responsável por outros processos que tratam do mesmo assunto na corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ante o exposto, entendo necessário o encaminhamento dos autos à presidência desta Corte, para que, se entender cabível, determine a sua redistribuição&#8221;, diz Mendes no pedido ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na contestação no STF, o PSOL alega que o PDL &#8211; aprovado a toque de caixa em sessões conjuntas comandadas por Davi Alcolumbre (União-AP), no Senado, e Hugo Motta (Republicanos-PB), na Câmara &#8211; fere o artigo 49 da Constituição, que autoriza o Congresso a sustar atos do Executivo apenas quando exorbitam do poder regulamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento é que o PDL aprovado pelo Congresso não regulamenta a lei e fere a competência tributária conferida diretamente ao Executivo pelo artigo 153, parágrafo primeiro, da Constituição, que permite ao governo modificar as alíquotas do IOF dentro dos limites legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o PSOL, o PDL tramado entre o Centrão e a bancada bolsonarista extrapola as competências do poder legislativo e interfere no poder executivo &#8211; justamente o que os oposicionistas alegam sobre ações da cúpula do judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o PSOL, o decreto apenas alterou as alíquotas do IOF, &#8220;não havendo qualquer desrespeito ao limite de atuação normativa&#8221; &#8211; leia a íntegra.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Golpe dos ricaços e do Centrão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nas sessões das duas casas legislativas da última quarta-feira, que derrubou as mudanças no IOF e aumentou de 513 para 531 o número de deputados, Alcolumbre e Motta aderiram ao plano articulado por Ciro Nogueira (PP-PI) e Antônio Rueda, presidentes do PP e do União, que se reuniram, acertado no dia anterior com os presidentes Republicanos, Marcos Pereira, e do MDB, Baleia Rossi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é &#8220;sangrar&#8221; Lula e impedir que o presidente avance em pautas sociais, que tem forte apelo ao eleitorado mais pobre, para favorecer Tarcísio de Freitas, cortejado pela chamada Terceira Via, que une o Centrão à Faria Lima e à mídia neoliberal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em áudio vazado pelo <a href="https://iclnoticias.com.br/lula-nao-dialogar-diz-ciro-investidores/" data-type="link" data-id="https://iclnoticias.com.br/lula-nao-dialogar-diz-ciro-investidores/">ICL Notícias </a>no dia 2 de abril, em reportagem de Cleber Lourenço, Ciro Nogueira fala a agentes financeiros da Faria, após participar de evento no BTG Pactual &#8211; banco criado pelo ex &#8220;super&#8221; ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes -, sobre as poucas possibilidades de impeachment de Lula e sinaliza a articulação de outro caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Só que uma coisa é você tirar Dilma, que tinha naquela época… Porque eu costumo dizer que quem faz impeachment de presidente não é o Congresso, é a população. A Dilma foi tirada porque ela tinha 7%. O Lula tem um piso de 30%&#8221;, diz. &#8220;Um presidente com 30%, não tem como você decretar um impeachment de um presidente. Eu acho que seria muito traumático nesse momento econômico&#8221;, emenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sanha da Faria Lima, ecoada pela mídia liberal, encontrou no propalado discurso de falta de &#8220;austeridade&#8221; do governo um mote para iniciar o &#8220;sangramento&#8221; de Lula. Além disso, foi ao encontro da cobiça do Centrão pelas emendas parlamentares, usadas para abastecer os nichos em ano eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança no IOF, com elevação de cobrança de 3,5% em cartões de crédito internacionais &#8211; que era de 6,38% no governo Bolsonaro &#8211; gerou ainda mais insatisfação entre os ricaços, já insatisfeitos com o aumento do Imposto de Renda para aqueles que ganham acima de R$ 50 mil para compensar a isenção de quem ganha até R$ 5 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio da mídia liberal &#8211; até mesmo em editorial n&#8217;O Globo, da família Marinho -, os endinheirados cobram cortes de gastos para ajustar as contas públicas, pressionando Lula para desvincular recursos da saúde e da educação, além de cancelar aumentos reais no salário mínimo e aposentadores e reduzir o orçamento de programas sociais, como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O discurso de austeridade &#8211; jogando a conta para os mais pobres &#8211; nos jornais foi o estopim para o Centrão se unir à bancada bolsonarista e antecipar a disputa eleitoral com as pautas-bomba no Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o governo empenhando R$ 1,7 bilhão em emendas para 347 parlamentares, em um acordo para a aprovação do IOF, Motta e Alcolumbre conduziram sessões relâmpagos para derrubar a mudança no imposto, que recaía sobre os mais ricos, e atacar Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse decreto começou mal. O governo editou um decreto que foi rapidamente rechaçado pela sociedade brasileira&#8221;, bradou Alcolumbre, colocando como &#8220;sociedade brasileira&#8221; os interesses de menos de 1% que estão sendo afetados pelas medidas econômicas do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presente na sessão, ao lado de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro (PL) deu o tom para os ataques ao governo, fazendo eco à Faria Lima sobre o &#8220;aumento de impostos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós temos uma carga tributária de país de primeiro mundo com serviços de segundo e terceiro mundo. Não é possível que, num orçamento de mais de R$1 trilhão, não se encontre o que cortar. O povo não aguenta mais pagar imposto&#8221;, disse Nogueira, que faz coro com os neoliberais e o lobby para cortes de recursos de programas sociais e dos aumentos reais do salário mínimo e da aposentadoria.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fuga do debate</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com os nomes inscritos para defender as emendas parlamentares em audiência pública realizada na sexta-feira (27/6) no STF, os presidentes da Câmara e do Senado fugiram do debate após o ministro Flávio Dino abrir o evento mandando um claro recado aos congressistas, que reclamam de &#8220;interferência&#8221; do judiciário sobre assuntos do legislativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O tema das emendas impositivas perpassa o governo da presidenta Dilma, do presidente Temer, Bolsonaro, do presidente Lula e do próximo presidente, seja quem for. Não estamos tratando de um tema de interesse de um governo&#8221;, iniciou Dino, ao abrir os trabalhos no STF, que debate formas de dar transparência e evitar a proliferação de corrupção em nichos eleitorais a partir das emendas parlamentares impositivas &#8211; que o governo federal é obrigado a pagar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em claro recado, sobre quem estaria &#8220;usurpando&#8221; quem, o ministro afirmou que se não houver &#8220;emendas parlamentares ajustadas à sua finalidade&#8221;, a &#8220;conta&#8221; será paga pelo povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos um sistema constitucional a ser [debatido] ou modificado pelo Congresso, que pode fazê-lo a qualquer tempo, salvo em relação à forma federativa de Estado. Todos os outros elementos podem ser revogados pelo Congresso Nacional no momento que quiser. Se o Congresso Nacional quiser tirar a responsabilidade fiscal da Constituição, pode tirar. Se o Congresso quiser tirar o presidencialismo da Constituição, pode tirar. Assim como também pode desconstitucionalizar o devido processo legal orçamentário&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mas, enquanto estiver na Constituição, não se cuida de uma invasão do Supremo, e, sim, de um dever. Se nós temos normas constitucionais que estão, aparentemente, em dissonância, a harmonização de tais normas é uma atividade tipicamente jurisdicional em todos os países do mundo [e] enquanto o Brasil for regime democrático. Portanto, não há nenhum intuito de usurpação de atribuições de outros Poderes&#8221;, emendou Dino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O discurso esvaziou os argumentos dos congressistas, que não querem que o STF, por meio de Flávio Dino, debata com a sociedade a regulamentação das emendas, que passaram a ser obrigatórias a partir de 2015, em meio ao golpe parlamentar contra Dilma Rousseff, e foram turbinadas com o orçamento secreto no governo Jair Bolsonaro (PL), quando também foram criadas as emendas de bancadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, as emendas por deputado eram de R$ 16 milhões, quando o governo ainda não tinha obrigação de fazer o repasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, cada deputado indicou R$ 37,3 milhões em emendas individuais, e cada senador, R$ 68,5 milhões. No caso das bancadas, cada estado receberá R$ 528,9 milhões este ano. E o governo é obrigado a executar esses valores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fuga</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da declaração de Dino, Alcolumbre e Motta vazaram para a mídia liberal &#8211; que faz parte do consórcio da Terceira Via &#8211; que enviariam os advogados-gerais das respectivas Casas legislativas, Gabrielle Tatith Pereira (Senado) e Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva (Câmara) para o debate com Dino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cronograma divulgado horas antes pelo STF, a exposição de 30 minutos de Motta estava prevista para acontecer às 12h30. Alcolumbre falaria pelo mesmo tempo em seguida, às 13h.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="&#x1f525;Flavio Dino explica papel do STF para acabar com a farra com bilhões em emendas secretas&#x1f525;" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/e0ksGyhqMI0?start=379&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Haddad confirma ampliação da faixa de isenção do IRPF para quem ganha até R$ 5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 07:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia é anunciar oficialmente a ampliação da faixa de isenção nesta terça-feira, após uma reunião com os presidentes da Câmara e do Senado O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (17/3) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) para quem ganha até R$ 5mil [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">A ideia é anunciar oficialmente a ampliação da faixa de isenção nesta terça-feira, após uma reunião com os presidentes da Câmara e do Senado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (17/3) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) para quem ganha até R$ 5mil terá um impacto fiscal de aproximadamente R$ 27 bilhões em 2026. A medida beneficiará contribuintes que ganham mais de dois salários mínimos com o ajuste na faixa de isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Haddad, a previsão inicial da equipe econômica era de um custo de R$ 32 bilhões no próximo ano, mas um recálculo reduziu esse montante. O governo pretende elevar a isenção do IR ainda em 2025, passando dos atuais R$ 2.824 para R$ 3.036, valor equivalente a dois salários mínimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi um recálculo porque este ano já vai ter uma pequena correção depois do orçamento, por conta do aumento do salário mínimo. Então, muda a base sobre a qual será aplicada a correção do limite de isenção&#8221;, explicou Haddad, segundo o g1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro destacou que os descontos no Imposto de Renda não serão alterados e que a ideia é anunciar oficialmente a ampliação da faixa de isenção nesta terça-feira (18/3), após uma reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP). No entanto, ele não garantiu que o anúncio ocorrerá necessariamente nesta data.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad também confirmou a manutenção da proposta do imposto mínimo, anunciada pelo governo no final de 2023, com algumas mudanças solicitadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aquilo que foi anunciado permanece, com alterações encomendadas pelo presidente Lula, que pediu para não mexer nos descontos e considerar o CNPJ também. Então, foram dois ajustes que ficaram prontos há duas ou três semanas&#8221;, afirmou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para compensar a perda de arrecadação com a ampliação da isenção, a equipe econômica pretende tributar contribuintes com renda superior a R$ 50 mil por mês (R$ 600 mil por ano). A alíquota aumentará progressivamente, chegando a 10% para quem tem renda superior a R$ 1 milhão por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme a reportagem, o governo também estuda incluir na base tributável rendimentos que hoje não são taxados ou possuem tributação reduzida, como dividendos, juros sobre capital próprio e aluguéis. No entanto, essas mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto em debate é a limitação das isenções na área da saúde no IR para contribuintes com renda mensal acima de R$ 20 mil. Essa proposta, no entanto, ainda precisa ser confirmada, já que Haddad reforçou que os descontos não serão alterados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, segundo o governo, a alíquota efetiva de Imposto de Renda para o 1% mais rico da população é de 4,2%. Já os 0,01% mais ricos pagam apenas 1,75%, números que o governo pretende rever com a reforma tributária em andamento.</p>
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