<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>danos morais e materiais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/danos-morais-e-materiais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jan 2025 08:35:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>danos morais e materiais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Banco indenizará ex-gerente em R$ 600 mil por demissão em festa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-indenizara-ex-gerente-em-r-600-mil-por-demissao-em-festa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 08:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adoecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais e materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Festa]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[nexo causal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno Psiquiátrico]]></category>
		<category><![CDATA[TRT da 11ª região]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=59339</guid>

					<description><![CDATA[O trabalhador, que enfrentou problemas de saúde mental após contrair covid-19, foi demitido após quase dez anos de serviço A 2ª turma do TRT da 11ª região condenou instituição bancária a indenizar um ex-gerente geral em mais de R$ 606 mil. O trabalhador, residente em Manaus/AM, foi dispensado sem justa causa após quase uma década [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a674884f9b1350c16ddaa349b2d14ef9">O trabalhador, que enfrentou problemas de saúde mental após contrair covid-19, foi demitido após quase dez anos de serviço</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/9955-ex-gerente-de-banco-no-am-sera-indenizado-por-agravamento-de-transtorno-pos-covid-e-demissao-vexatoria" data-type="link" data-id="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/9955-ex-gerente-de-banco-no-am-sera-indenizado-por-agravamento-de-transtorno-pos-covid-e-demissao-vexatoria">2ª turma do TRT da 11ª região</a> condenou instituição bancária a indenizar um ex-gerente geral em mais de R$ 606 mil. O trabalhador, residente em Manaus/AM, foi dispensado sem justa causa após quase uma década de serviço. A demissão ocorreu durante uma festividade na agência bancária, configurando, segundo o tribunal, uma dispensa vexatória. O ex-gerente, atualmente com 44 anos, está aposentado por invalidez devido à piora de um transtorno psiquiátrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado, acompanhando o voto da desembargadora Márcia Nunes da Silva Bessa, relatora do processo, reformou parcialmente a sentença de primeira instância, que havia fixado a indenização em R$ 350 mil. A decisão judicial abrange valores referentes à doença ocupacional (danos morais e materiais), indenização substitutiva da estabilidade de 12 meses e danos morais pela dispensa vexatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2021, o gerente contraiu covid-19, necessitando de internação e intubação por 58 dias em UTI. Anteriormente à infecção, ele apresentava hipertensão e transtorno de ansiedade. O banco argumentou a inexistência de doença ocupacional e, consequentemente, a indevida indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alegou, ainda, ter adotado todas as medidas de segurança recomendadas durante a pandemia. O reclamante, por sua vez, pleiteou o aumento da indenização, considerando o reconhecimento do nexo causal entre o trabalho e o agravamento de seu quadro de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desembargadora Márcia Nunes da Silva Bessa destacou três pontos cruciais do laudo pericial: a piora significativa do quadro psicológico do trabalhador após a contaminação por covid-19; o trabalho presencial em serviço essencial durante a pandemia; e o ambiente laboral com alto risco de contaminação. Diante disso, o colegiado majorou a indenização por danos morais de R$ 20 mil para R$ 140 mil e a indenização por danos materiais de R$ 20 mil para R$ 117 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora considerou que houve abuso de direito e ofensa aos direitos da personalidade do trabalhador na forma como a dispensa foi conduzida. As provas demonstraram que o superior hierárquico optou por demitir o gerente durante um evento festivo, causando-lhe mal-estar que demandou atendimento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após o ocorrido, o gestor prosseguiu com o desligamento, solicitando que duas pessoas assinassem o aviso prévio sob a alegação de que o empregado teria se recusado a fazê-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desembargadora ponderou que, embora o empregador tenha o direito de dispensar imotivadamente o empregado, deve fazê-lo com respeito e cordialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No caso, entendo que resta configurado o dano moral na medida em que, no momento sensível que é a iminência do desemprego, houve imposição de constrangimento desnecessário ao autor, o que acarreta dano à sua honra&#8221;, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indenização por dispensa vexatória foi fixada em R$ 70 mil, correspondente a cinco meses de salário contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Tribunal não divulgou o número do processo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
