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	<title>danos causados ao consumidor &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>danos causados ao consumidor &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TJ-SP reconhece responsabilidade de banco e &#8216;maquininha&#8217; em caso de golpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 07:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[danos causados ao consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal de Justiça entendeu que “maquininha” e banco são corresponsáveis por golpe do cartão em cliente Todas as instituições da cadeia de consumo respondem, de forma objetiva e solidária, pelos danos causados ao consumidor. Os desembargadores da 22ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo utilizaram essa fundamentação para reconhecer a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b936ebb3b598e1f2d3aa245977e40e4f">Tribunal de Justiça entendeu que “maquininha” e banco são corresponsáveis por golpe do cartão em cliente</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as instituições da cadeia de consumo respondem, de forma objetiva e solidária, pelos danos causados ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores da 22ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo utilizaram essa fundamentação para reconhecer a responsabilidade compartilhada de um banco e de uma plataforma responsável por “maquininhas” de pagamento em um caso de golpe em São Paulo. Trata-se de um dos primeiros entendimentos jurisprudenciais consolidados nesse sentido, em meio à ascensão desse tipo de crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso teve início quando uma mulher, cliente do banco, foi vítima do “golpe da troca de cartão”, comum em vendas nas ruas e por ambulantes. As cobranças indevidas foram feitas por meio da “maquininha” do golpista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste tipo de estelionato, o golpista troca o cartão da vítima por outro semelhante e faz o máximo de compras que pode até o bloqueio. A consumidora entrou com ação contra o banco alegando as cobranças ilegais e o crime, e o pleito foi julgado procedente para estornar cerca de R$ 5 mil para a correntista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, então, ajuizou ação regressiva para que a empresa dona das “maquininhas” também arcasse com os danos, alegando que esta é responsável por averiguar, por exemplo, quem controla os aparelhos, a idoneidade dos credenciados etc. A instituição financeira também alegou que a empresa dona da máquina de cartão afere lucro com as vendas e com a própria comercialização do dispositivo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sem controle</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do caso no TJ-SP, desembargador Roberto Mac Cracken, afirmou que a empresa controladora da “maquininha” não apresentou nenhuma argumentação nos autos comprovando que faz algum tipo de controle no credenciamento dos golpistas que atuavam com o aparelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele alegou que somente a empresa teria acesso a esse tipo de informação, e que mesmo assim não a levou ao processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesta esteira, insere-se a responsabilidade da requerida, que deve atuar de todas as formas possíveis e acessíveis atinentes à sua esfera empresarial para que, aqueles que se utilizem dos seus serviços e realizam operações com cartões, como os emitidos pela instituição financeira apelante, sejam realmente os legítimos destinatários de operações lícitas”, escreveu o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CDC, diz o relator, tem prerrogativas que garantem que todos aqueles que atuam “conjuntamente como fornecedores devem exercer suas atividades com plena observância da boa-fé objetiva, o que impõe, inclusive, o cumprimento dos respectivos anexos de lealdade, cooperação e ampla informação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, os desembargadores definiram que a empresa que controla a “maquininha” deve arcar com metade dos danos pagos pelo banco no caso do golpe contra a consumidora. Também foi determinada a divisão das custas judiciais e das despesas processuais entre as partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores Hélio Nogueira e Nuncio Theophilo Neto acompanharam Mac Cracken no provimento parcial.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1005712-18.2023.8.26.00111.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1005712-18.2023.8.26.00111.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1005712-18.2023.8.26.0011</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
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