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	<title>dados &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>dados &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Iniciativa oferece 3,1 mil bolsas para mulheres em programação e dados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/iniciativa-oferece-31-mil-bolsas-para-mulheres-em-programacao-e-dados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 07:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Confederações de Bancários e Febraban anunciaram vagas em três cursos A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e as confederações de bancários – como a Contraf e a Contec – anunciaram nesta terça-feira (11/3) a oferta de bolsas de estudo gratuitas para capacitar mulheres no setor de tecnologia. Segundo as instituições, serão oferecidas 3,1 mil bolsas [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Confederações de Bancários e Febraban anunciaram vagas em três cursos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e as confederações de bancários – como a Contraf e a Contec – anunciaram nesta terça-feira (11/3) a oferta de bolsas de estudo gratuitas para capacitar mulheres no setor de tecnologia. Segundo as instituições, serão oferecidas 3,1 mil bolsas de estudo, sendo 3 mil delas voltadas para iniciação em programação e outras 100 para formação em análise de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da oferta de bolsas é gerar mais oportunidades para a contratação de mulheres em uma área em que elas ainda são minoria. A iniciativa é parte do que ficou acordado na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2024/2026, negociada entre as entidades de trabalhadores e dos empregadores do setor financeiro. Entre outros temas, foi definida a realização de ações para promoção e inclusão, como a equidade entre homens e mulheres no mercado de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Programação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o caso das bolsas em programação, podem se candidatar mulheres de todas as regiões do país, mas terão prioridade as que estão em situação de vulnerabilidade socioeconômica. As aulas terão entre 15 e 20 horas de conteúdo, e as atividades serão desenvolvidas totalmente online. Ao final do curso, as alunas receberão certificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serão oferecidos dois cursos, coordenados pelo PrograMaria. O primeiro é o Análise de Dados: meus primeiros passos em Python, com inscrições disponíveis até o dia 19 de março <a href="https://forms.zohopublic.com/programaria/form/AD1InscrionoProcessoSeletivodaBolsadeEstudo/formperma/fMueXfemtQtrf_6BqQ65Y3QmwoIywPpHhlWpb8qZAd8" data-type="link" data-id="https://forms.zohopublic.com/programaria/form/AD1InscrionoProcessoSeletivodaBolsadeEstudo/formperma/fMueXfemtQtrf_6BqQ65Y3QmwoIywPpHhlWpb8qZAd8">neste formulário</a>. Já o segundo é Front-End: minha primeira página web, que recebe inscrições <a href="https://www.programaria.org/cursos-programaria/front-end-primeira-pagina-web" data-type="link" data-id="https://www.programaria.org/cursos-programaria/front-end-primeira-pagina-web">nesta página</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Análise de dados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o curso de formação em análise de dados, coordenado pelo instituto Laboratoria, serão oferecidas 100 vagas. O curso terá duração de seis meses, com 600 horas de conteúdo. A formação exige dedicação semanal de quatro horas presenciais e mais 10 horas remotas e assíncronas, ao longo de 20 semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para concorrer a essas vagas é preciso identificar-se como mulher, ter mais de 18 anos e ter concluído o ensino médio. <strong>O prazo para se inscrever está aberto até sexta-feira (14/3)</strong>, e será preciso passar por teste online e entrevista. Mais informações estão disponíveis no <a href="https://analisededadoslaboratoria.com.br/" data-type="link" data-id="https://analisededadoslaboratoria.com.br/">site</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>IBGE registra queda de desemprego em 15 estados no 2º trimestre de 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ibge-registra-queda-de-desemprego-em-15-estados-no-2o-trimestre-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 08:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A última <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)</a> Contínua Trimestral do <a href="https://www.ibge.gov.br/" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/">IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)</a>, divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Federal e outros 11 estados mantiveram a taxa de desemprego estável. Esses dados são em comparação com o 1º trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram queda na taxa de desemprego:</strong> Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Pará, Ceará, Maranhão, Espírito Santo, Acre, Tocantins, Alagoas, Amazonas, Piauí e Bahia;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram estabilidade:</strong> Pernambuco, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amapá, Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O local qua apresentou a maior índice de desemprego foi o estado de Pernambuco (11,5%), seguido pela Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%), enquanto Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rondônia (3,3%), apresentaram a menor taxa de desemprego do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a lista onde é possível observar a variação do índice de desemprego nos estados entre o 1º e o 2º trimestre de 2024:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp" alt="" class="wp-image-56483" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp 736w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-216x300.webp 216w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-108x150.webp 108w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-768x1068.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-600x835.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-20x28.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04.webp 1000w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação entre o 1º e 2° trimestre de 2024 — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando comparada com o 2º trimestre de 2023, é possível observar que houveram 15 quedas, apesar de 2 altas estatisticamente altas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima e Rondônia foram as UFs que cresceram em pessoas desocupadas. Por outro lado Goiás, Pará, Maranhão, São Paulo, Alagoas, Rio de Janeiro, Amazonas, Paraíba, Espírito Santo, Acre, Piauí, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Amapá mostram uma queda, enquanto os demais estados permaneceram iguais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja na tabela:</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp" alt="" class="wp-image-56482" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-234x300.webp 234w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-117x150.webp 117w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-768x983.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-600x768.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-20x26.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06.webp 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação do 2° trimestre de 2024 com o mesmo período do ano anterior — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego nas regiões e no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados coletados pelo IBGE, a taxa de desocupação nas refiões brasileiras soi a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Norte:</strong> queda de 8,2% para 6,9%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nordeste:</strong> queda de 11,1% para 9,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Centro-Oeste:</strong> queda de 6,1% para 5,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sudeste:</strong> queda de 7,6% para 6,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sul:</strong> queda de 4,9% para 4,7%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o desemprego no Brasil foi de 6,9% no fechameto do 2º trimestre. Quando comparado ao trimestre anterior –encerrado em março–, é possível observar a queda de 1 ponto percentual na taxa de desemprego, quer era 7,9%. O mesmo trimestre em 2023, tinha o índice de desocupação de 8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse resultado é o melhor para um trimestre encerrado em julho, desde 2014, quando a taxa também foi de 6,9%. Na série comparável, é a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a queda no número de desempregados foi de 12,5% contra o trimestre anterior, o que significa que cerca de 7,5 milhões de pessoas foram impactadas. Quando comparado com o 2º trimestre de 2023, o recuo aumenta ainda mais, indo para 12,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, acredita que os bons números de 2023 se deve a menor influência da recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia de Covid. Em 2024, o avnaço está mais relacionado ao aquecimento da economia brasileira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sexo e etnia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram que mulherem ocupam um percentual maior que os homens no índicie de pessoas desempregadas, apesar da taxa de desemprego ter caído para ambos os sexos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de mulheres:</strong> de 9,8% para 8,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de homens:</strong> de 6,5% para 5,6%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse trimestre o nível de ocupação das mulheres chegou a 48,1%, o maior índice já alcançado desde 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divisão feita por raça, mostra que pretos e pardos seguem abaixo no índice</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Brancos:</strong> 6,2% para 5,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pretos:</strong> 9,7% para 8,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pardos:</strong> 9,1% para 7,8%.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento em alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre anterios, o rendimento real habitual aumentou, passando de R$ 3.158 para R$ 3.214. No ano anterior, era de R$ 3.037.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Na divisão por sexo:</strong> os homens registram renda média real de R$ 3.424, enquanto as mulheres têm renda, em média, de R$ 2.696;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por estados, apenas quatro tiveram aumento do rendimento médio real no trimestre</strong>: Rondônia (8,7%), Pernambuco (8,5%), Ceará (7,2%) e Rio Grande do Sul (5%). Todos os demais tiveram estabilidade;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Contra o mesmo trimestre de 2023, 10 estados tiveram alta:</strong> Rio Grande do Norte (19,8%), Bahia (15,9%), Rondônia (13,3%), Maranhão (9,2%), Rio Grande do Sul (8,9%), Minas Gerais (7,5%), Paraná (6,7%), Mato Grosso (6,3%), São Paulo (6%) e Santa Catarina (5,5%). Todos os demais tiveram estabilidade.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Campanha chama a atenção para a proteção de dados pessoais na internet</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-chama-a-atencao-para-a-protecao-de-dados-pessoais-na-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comercialização]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
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					<description><![CDATA[Lançado pelo coletivo Intervozes, movimento objetiva pressionar o Congresso pela aprovação de uma lei sobre o assunto A simples apresentação do Cadastro Pessoa Física (CPF) para fazer cadastro em uma farmácia, ou mesmo a prática de fornecimento de dados através dos perfis de redes sociais para baixar novos aplicativos, podem significar um risco incalculável para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado pelo coletivo Intervozes, movimento objetiva pressionar o Congresso pela aprovação de uma lei sobre o assunto</p>
<p>A simples apresentação do Cadastro Pessoa Física (CPF) para fazer cadastro em uma farmácia, ou mesmo a prática de fornecimento de dados através dos perfis de redes sociais para baixar novos aplicativos, podem significar um risco incalculável para os cidadãos: a liberação de informações que servem de matéria-prima para exploração comercial.</p>
<p> </p>
<p>O tema, bastante em voga na atualidade, é uma das grandes preocupações da campanha “Seus dados são você”, lançada pelo coletivo de comunicação Intervozes.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o jornalista Jonas Valente, membro do coletivo, a intenção do movimento é chamar a atenção da sociedade para as práticas cotidianas que podem não só resultar em violação de privacidade, mas também na capitalização indevida de dados por parte de empresas.</p>
<p> </p>
<p>“A partir do momento em que uma empresa controla os seus dados, ela pode, inclusive, começar a te discriminar, começar a identificar tudo sobre você. O que existe, de fato, é uma enorme indústria internacional que quer lucrar com a compra das informações sobre as pessoas porque quer violar cada vez mais a privacidade e controlar aquilo que as pessoas fazem. Não existe almoço grátis: se a gente não está pagando pela mercadoria, a mercadoria somos nós”, afirma.</p>
<p> </p>
<p>No Brasil, ainda não há uma legislação que garanta a proteção de dados pessoais, mas o assunto está em debate no Congresso Nacional através de várias matérias legislativas. Uma delas é o Projeto de Lei do Senado (PLS) 330, que aguarda análise por parte da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). A Câmara Federal também debate o tema na Comissão Especial sobre Tratamento e Proteção de Dados Pessoais.</p>
<p> </p>
<p>Valente explica que uma das reivindicações da campanha do Intervozes é mobilizar a sociedade e o parlamento para a aprovação de uma lei específica sobre o tema. Ele destaca que o país está na retaguarda da maioria dos países democráticos da Europa e da América Latina, por exemplo, onde esse tipo de medida já é uma realidade assegurada em lei.</p>
<p> </p>
<p>“Nós precisamos de uma lei que defina quais dados podem ser coletados e de que maneira; que garanta o consentimento como uma condição prévia; que diga que quem coleta esses dados não pode coletar as informações pra uma coisa e usar pra outras; que crie uma autoridade regulatória que seja um espaço pra que as pessoas possam reclamar e que essa autoridade possa, inclusive, punir quem viola os contratos e usa indevidamente as informações”, defende.</p>
<p> </p>
<p>O professor de Direito, Paulo Rená, integrante da ONG Instituto Beta, aponta que o debate sobre o tema ainda carece de mais compreensão por parte dos cidadãos. Ele afirma, por exemplo, que existe dificuldade de se entender o próprio conceito de privacidade.</p>
<p> </p>
<p>“A gente costuma pensar a privacidade não como um direito, mas quase como um privilégio pra quem infringiu a lei, pra quem fez algo errado, condenável, mas é preciso entender que a privacidade não precisa ser algo errado. Pode ser simplesmente relativa a algo que você não quer publicizar. Proteger os dados de geolocalização, de ligação telefônica, de sigilo bancário é algo muito além de uma questão de vida pública ou vida privada”, explica.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato<br />Escrito por: Cristiane Sampaio</p>
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