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	<title>dados sobre pcds bancários &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Campanha Nacional: pessoas com deficiência e neurodivergentes são foco das negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 11:23:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hoje tem debate por direitos às pessoas com deficiência (PcD) e de pessoas neurodivergentes e segurança bancária nos ambientes físicos e digitais Nessa quinta-feira (18), o Comando Nacional dos Bancários volta a se reunir com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), desta vez, para debater direitos às pessoas com deficiência (PcD) e de pessoas neurodivergentes, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6b953a0c51b523c9fb743cec7ef35c8f">Hoje tem debate por direitos às pessoas com deficiência (PcD) e de pessoas neurodivergentes e segurança bancária nos ambientes físicos e digitais</h4>



<p>Nessa quinta-feira (18), o Comando Nacional dos Bancários volta a se reunir com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), desta vez, para debater direitos às pessoas com deficiência (PcD) e de pessoas neurodivergentes, termo que abrange pessoas de condições neurológicas fora do padrão convencional, como autismo, TDAH e dislexia.<br><br>“Nem todos os neurodivergentes são pessoas com deficiência. TDAHs, por exemplo, são neurodivergentes, mas não pessoas com deficiência. Já os autistas, são pessoas com deficiência e neurodivergentes, mas cada grupo exige abordagens específicas para garantir condições de trabalho justas”, explica a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Juvandia Moreira, sobre o tema que será levado ao encontro que faz parte das negociações da Campanha Nacional de 2024, para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.<br><br><strong>Dados da categoria</strong><br><br>Segundo relatório do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), elaborado a partir da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de 2022, existem 17.417 bancários PcD no país, ou 4% da categoria, sendo entre eles:<br><br>* 56% com deficiência física.<br>* 10% com deficiência auditiva.<br>* 21% com deficiência visual.<br>* 2% com deficiência mental.<br>* 1% com deficiência múltipla.<br>* 10% reabilitados.<br><br>Desse total, 44% são mulheres e 56% homens. Além disso, do total de PcD da categoria, 37% estão alocados em Bancos Públicos e 63% em Bancos Privados.<br><br>&#8220;O que a gente está propondo, com esse debate, é que os bancos tenham um olhar mais cuidadoso para essas pessoas, que a neurodivergência, ou a deficiência não sejam vistas como um problema. Pelo contrário, está mais do que comprovado que a diversidade traz impactos positivos às empresas também, não somente à qualidade de vida dos trabalhadores&#8221;, explica a secretária da Juventude da Contraf e mãe de uma adolescente PcD, Bianca Garbelini.<br><br>O levantamento do Dieese revela ainda que 63% das pessoas com deficiência na categoria bancária estão alocadas em locais de trabalho com até 49 pessoas, o que sugere agências bancárias. Enquanto o restante (23%) estão em estabelecimentos com mais de 1000 funcionários.<br><br>A coordenadora do Comando, Juvandia Moreira, destacou que, considerando os dados do Dieese, os trabalhadores irão pedir à Fenaban um levantamento detalhado por banco, de como o Decreto Federal (nº 3.298, de 1999) está sendo cumprido pelas empresas do setor.<br><br>O Decreto estabelece que empreendimento com mais de 100 funcionários são obrigados a destinar de 2% a 5% do seu quadro para profissionais com deficiência, na seguinte proporção:<br><br>* 100 a 200 funcionários: preenchimento de 2% das vagas.<br>* 201 a 500 funcionários: preenchimento de 3% das vagas.<br>* 501 a 1000 funcionários: preenchimento de 4% das vagas.<br>* Mais de 1001 funcionários: preenchimento de 5% das vagas.<br><br><strong>Cenário no país</strong><br><br>A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, divulgada ano passado, com base em dados de 2022, revela que pessoas com deficiência estão menos inseridas no mercado de trabalho e nas escolas, portanto têm mais dificuldade para ter renda. O levantamento apontou também que, a cada quatro pessoas com deficiência em idade de trabalho, apenas uma estava ocupada em 2022.<br><br>O levantamento da PNAD revela ainda que:<br><br>* A taxa de analfabetismo para pessoas com deficiência foi de 19,5%, contra 4,1% entre as pessoas sem deficiência.<br>* A maior parte das pessoas com 25 anos ou mais com deficiência não completaram a educação básica.<br>* Apenas 25,5% tinham concluído pelo menos o Ensino Médio, em 2022.<br>* Já a proporção de pessoas com deficiência com nível superior foi de 7%, contra 20,9% entre as pessoas sem deficiência.<br><br><strong>Neurodivergentes</strong><br><br>Com relação aos neurodivergentes, os trabalhadores irão reforçar na mesa de negociações medidas adaptativas. &#8220;É importante destacar que, tanto neurodivergentes, como pessoas com deficiência, quando não ocorre a adaptação no trabalho, é muito comum que a responsabilidade recaía totalmente sobre esses grupos, quando, na verdade, a gente precisa que o ambiente de trabalho se adapte. Por exemplo, se a pessoa precisa de um ambiente silencioso, não dá para colocá-la dentro de uma agência, numa sala de autoatendimento, no quinto dia útil. Outro exemplo é, se o funcionário for autista não verbal, implementar a comunicação alternativa aumentativa, a CAA. Ou seja, é preciso haver adaptações, conforme a condição das pessoas&#8221;, explicou Bianca Gabelini.&nbsp;<br><br><strong>Segurança bancária</strong><br><br>A segurança bancária, nos ambientes físicos e digitais, também será debatida na mesa de negociações desta quinta-feira (18), com a CN Fenaban.</p>
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