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	<title>Cubatão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Cubatão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mulheres negras estão na liderança da maioria das comunidades na Baixada Santista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2024 07:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixada Santista]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Elas respondem por 70% das 37 lideranças comunitárias em Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão e Peruíbe. A maioria (62%) atua há mais de 20 anos Mulheres negras estão na liderança de 70% das 37 comunidades dos municípios de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão e Peruíbe, na Baixada Santista (SP). Em sua maioria (61%) têm mais [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6eb4ea208355d80f2312f9a71a3f7d86">Elas respondem por 70% das 37 lideranças comunitárias em Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão e Peruíbe. A maioria (62%) atua há mais de 20 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres negras estão na liderança de 70% das 37 comunidades dos municípios de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão e Peruíbe, na Baixada Santista (SP). Em sua maioria (61%) têm mais de 50 anos e 96% não têm renda pessoal. Do total delas, 62% atuam há mais de 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do estudo <strong>“Território e Comunidades da Baixada Santista”</strong>, conduzido pelo <a href="https://institutoelos.org/" data-type="link" data-id="https://institutoelos.org/">Instituto Elos</a>, lançada esta semana. O objetivo foi traçar o panorama atual das lideranças, organizações e territórios da Baixada Santista pós pandemia. E também mapear o acesso aos bens e serviços públicos nos territórios, além das ações realizadas pelo fortalecimento comunitário na região.</p>



<h4 class="wp-block-heading">As lideranças citaram os principais desafios na atuação junto às comunidades:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>falta de acesso a recursos financeiros para manter associações comunitárias;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>desmobilização</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>falta de acesso às políticas públicas.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou também que, de todo o universo da pesquisa, apenas 35% participam de conselhos ou de iniciativas de interlocução com o setor público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Existe uma dificuldade imensa de se manter e de manter esse trabalho social. E não só na pandemia, mas no pós-pandemia, porque ainda se enfrenta uma realidade de bastante vulnerabilidade social, com o agravamento da fome, da insegurança alimentar e quem está à frente dessas organizações são majoritariamente mulheres negras”, explicou a arquiteta e diretora de projetos do Instituto Elos, Natasha Gabriel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Natasha destacou que essas mulheres à frente das organizações são aquelas que atuam no cuidado social e coletivo, nos territórios. E não só no ambiente doméstico e familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por isso falamos do tema da educação não sexista. A base de tudo é a educação. Ou seja, quando entendemos que a maioria das pessoas que estão preocupadas com a nossa sociedade, com esse cuidado cotidiano coletivo são mulheres, entendemos que precisamos realmente trabalhar uma série de valores, como a diversidade, a solidariedade, a empatia, a cooperação”, disse a diretora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Natasha, o resultado da pesquisa aponta para a necessidade de um novo arranjo social. Afinal, muitas dessas lideranças já atuam há mais de 20 anos e, além de exercerem essa função, são mulheres que muitas vezes têm um emprego formal e cuidam da casa e da família. Estão, portanto, em jornada tripla. Mas lembrou também que 96% das líderes comunitárias atuam sem remuneração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por que a sociedade não reconhece isso como um trabalho que mereça alguma remuneração, já que ele é tão importante e fundamental para a transformação socioambiental? O ideal é que seja minimamente viável, já que é tão importante”, ponderou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindicato cobra adequação das condições de trabalho em agência do Santander de Cubatão</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-cobra-adequacao-das-condicoes-de-trabalho-em-agencia-do-santander-de-cubatao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 14:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Ar-condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[Cubatão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Após denúncia, dirigentes sindicais vistoriaram Agência 9 de abril, conversaram com os trabalhadores e cobraram que o banco tome as medidas necessárias para adequar as condições de trabalho na área do Select A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região esteve nesta segunda-feira, 25 de março, na Agência 9 de abril do Santander, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ad6032e724a2b957f7b47a41a8a43c18">Após denúncia, dirigentes sindicais vistoriaram Agência 9 de abril, conversaram com os trabalhadores e cobraram que o banco tome as medidas necessárias para adequar as condições de trabalho na área do Select</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região esteve nesta segunda-feira, 25 de março, na Agência 9 de abril do Santander, em Cubatão, para checar denúncia sobre problemas de refrigeração no local. No imóvel funcionam uma agência comum do banco espanhol, no primeiro andar, e no segundo andar trabalham bancários e bancárias do segmento Select.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As informações indicavam que havia equipamento de ar-condicionado quebrado e fomos checar as condições de trabalho. No local, constatamos que no segundo andar, onde funciona o Select, uma das máquinas de refrigeração estava condenada. Analisando a situação, orientamos os funcionários a ficar em uma área interna do Select, que está com a refrigeração adequada”, explicou a dirigente sindical e bancária do Santander Vanessa Gonçalves, que esteve na agência junto com a também diretora do Sindicato e funcionária do Santander, Priscila Germano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além da orientação aos funcionários, entramos em contato com o setor de relações sindicais do Santander e cobramos que seja solucionada a questão do equipamento de ar-condicionado quebrado. Também serão enviados ventiladores para a unidade de forma paliativa. Seguiremos monitorando a questão até haver solução definitiva”, comentou Vanessa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Denuncie de forma anônima</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Denúncias sobre problemas em agências bancárias na Baixada Santista podem ser feitas diretamente aos dirigentes sindicais ou pelos canais de comunicação do Sindicato, de forma anônima:&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fale conosco do site</a>,&nbsp;<a href="https://bit.ly/WhatsSindBanc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Whatsapp</a>,&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/santosbancarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/santosbancarios" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook do Sindicato</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que a atuação do Sindicato nas lutas cotidianas por direitos e condições dignas de vida para bancárias e bancários fique cada vez mais forte, é fundamental que os trabalhadores bancários se&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sindicalizem</a>&nbsp;e mobilizem seus colegas para se&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">associarem ao Sindicato</a>. Além de fortalecer as lutas, os sindicalizados também contam com vários benefícios como convênios, assistências jurídica, previdenciária e odontológica, entre outras vantagens.&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse aqui a ficha de sindicalização.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Intersindical e centrais são recebidas à bomba na Usiminas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/intersindical-e-centrais-sao-recebidas-a-bomba-na-usiminas-5301/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Cubatão]]></category>
		<category><![CDATA[PM]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[Usiminas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Militar já estava concentrada no interior da empresa para reprimir os trabalhadores. Apesar da mobiliza&#231;&#227;o contra as demiss&#245;es na Usiminas desde as primeiras horas da manh&#227; desta quarta-feira (11) ter sido iniciada de forma pac&#237;fica, a situa&#231;&#227;o fugiu do controle por volta das 6h30, quando policiais do 2&#186; Batalh&#227;o de A&#231;&#245;es Especiais (Baep) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Militar já estava concentrada no interior da empresa para reprimir os trabalhadores.</p>
<p>Apesar da mobiliza&ccedil;&atilde;o contra as demiss&otilde;es na Usiminas desde as primeiras horas da manh&atilde; desta quarta-feira (11) ter sido iniciada de forma pac&iacute;fica, a situa&ccedil;&atilde;o fugiu do controle por volta das 6h30, quando policiais do 2&ordm; Batalh&atilde;o de A&ccedil;&otilde;es Especiais (Baep) da Baixada Santista, juntamente com a Cavalaria e a For&ccedil;a T&aacute;tica, abriram caminho &agrave; for&ccedil;a na portaria 2 da Usiminas para a passagem de 15 &ocirc;nibus com trabalhadores.</p>
<p>Os policiais utilizaram g&aacute;s lacrimog&ecirc;neo e tiros de borracha para liberar a entrada da empresa. Houve tumulto, para dispersar a multid&atilde;o de servidores p&uacute;blicos e movimentos sociais presentes, preocupados com o impacto das demiss&otilde;es em toda a economia da Baixada Santista.</p>
<p>Ricardo Saraiva Big, Secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais da Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora, e Presidente do <a href="http://www.facebook.com/santosbancarios" target="_blank">Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o</a>, denuncia que a Pol&iacute;cia Militar do Estado de S&atilde;o Paulo j&aacute; estava preparada dentro da empresa antes da chegada dos trabalhadores.</p>
<p>Segundo ele, o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) usa da viol&ecirc;ncia de Estado para garantir o capital privado. &ldquo;A PM dormiu e tomou seu caf&eacute; da manh&atilde; do lado de dentro da empresa. Ou seja, &eacute; o aparato da Estado prestando seguran&ccedil;a privada para reprimir os trabalhadores.&rdquo;</p>
<p>Ele relata que cerca de 50 viaturas, al&eacute;m da cavalaria, estavam se reunindo dentro da empresa.</p>
<p>A Prefeitura de Cubat&atilde;o apoiou a manifesta&ccedil;&atilde;o e, por isso, publicou um decreto confirmando ponto facultativo para esta quarta-feira.</p>
<p>As prefeituras da regi&atilde;o estimam que a demiss&atilde;o destes 4 mil trabalhadores atingir&aacute; 40 mil pessoas e impactar&aacute; fortemente nas contas dos munic&iacute;pios.</p>
<p>Tr&ecirc;s sindicalistas foram detidos. Algumas pessoas se machucaram e o g&aacute;s lacrimog&ecirc;neo atingiu jornalistas. Trabalhadores, que estavam do lado de fora da empresa, tamb&eacute;m chegaram a passar mal durante o confronto.</p>
<p>Imagem obtida pelo site G1 mostra dezenas de policiais jantando no refeit&oacute;rio da Usiminas durante a madrugada de quarta-feira, antes do in&iacute;cio da chegada dos manifestantes, &agrave;s 6h da manh&atilde;, o que mostra claramente o conluio da empresa com o comando policial do governador tucano Geraldo Alckmin.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/iOmB7hIE3Ec" width="560"></iframe></p>
<p>Fonte: Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora</p>
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