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	<title>Crise no trabalho &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Entenda o que é ‘quiet cracking’, nova crise no ambiente de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 11:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Quadro resulta em altos níveis de insatisfação e desengajamento, com efeitos diretos sobre a moral das equipes, a produtividade e até o aumento do risco de burnout A chamada “demissão silenciosa” (quiet quitting) deixou de ser a principal preocupação no mundo&#160;corporativo&#160;e deu lugar a um fenômeno mais recente: o “quiet cracking”, ou “quebrando em silêncio”. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-460449147079cfd0fc9320fca1761711">Quadro resulta em altos níveis de insatisfação e desengajamento, com efeitos diretos sobre a moral das equipes, a produtividade e até o aumento do risco de burnout</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A chamada “demissão silenciosa” (quiet quitting) deixou de ser a principal preocupação no mundo&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/economia/ibovespa-sobe-169-inflacao-e-balancos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>corporativo</strong></a>&nbsp;e deu lugar a um fenômeno mais recente: o “quiet cracking”, ou “quebrando em silêncio”. A expressão foi destacada por Frank Giampietro, diretor de bem-estar da EY Americas, em entrevista ao “Business Insider”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, o quiet cracking ocorre quando os funcionários continuam cumprindo suas funções, mas enfrentam sofrimento silencioso durante o processo. “O que temos visto é que muitas pessoas permanecem em seus empregos atuais, mas não estão prosperando. Elas se sentem presas, não por&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/conhecimento/o-paradoxo-da-escolha-artigo/"><strong>escolha</strong></a>, mas por não enxergarem alternativas melhores”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse quadro resulta em altos níveis de insatisfação e desengajamento, com efeitos diretos sobre a moral das equipes, a produtividade e até o aumento do risco de burnout. Dados da consultoria&nbsp;<a href="https://www.gallup.com/home.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gallup</strong></a>, divulgados em abril, apontam que o engajamento global dos trabalhadores caiu de 23% para 21% no último ano, o que representou um prejuízo estimado de US$ 438 bilhões (cerca de R$ 2,4 trilhões) à economia mundial em produtividade perdida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas por que esses profissionais não simplesmente pedem demissão? O “Business Insider” observa que fatores como a instabilidade econômica, o medo de mudanças bruscas no mercado de trabalho, a dependência financeira do salário e a falta de confiança em encontrar oportunidades melhores fazem com que muitos permaneçam em empregos que já não os satisfazem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sinais do quiet cracking, alerta Giampietro, podem se confundir com os do burnout. Eles incluem queixas físicas — como fadiga constante e dores de cabeça frequentes —, queda de desempenho em profissionais antes altamente produtivos e mudanças no comportamento, como perda de entusiasmo e otimismo. “Tudo se resume a identificar alterações no padrão típico de comportamento de cada membro da equipe”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para lidar com essas situações, o especialista recomenda que gestores evitem atribuir o problema imediatamente ao desempenho. Em vez disso, sugere um diálogo aberto e empático com o funcionário. “Algo como: ‘Notei uma mudança no seu comportamento. Podemos conversar? Quero ter certeza de que você está bem’”, exemplificou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Giampietro concluiu que, embora a pandemia tenha colocado o bem-estar dos colaboradores em destaque, a estabilização da rotatividade e o foco em cortes de custos fizeram com que esse tema perdesse espaço em muitas organizações. “O bem-estar pode não estar recebendo a atenção que realmente merece”, reforçou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quiet cracking</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é quiet cracking:</strong>&nbsp;trata-se de um processo em que o profissional permanece no emprego, mas passa a sofrer em silêncio, sem motivação ou perspectivas de crescimento, comprometendo tanto sua saúde mental quanto os resultados da empresa.</p>
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