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	<title>Criptomoedas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Criptomoedas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Outros bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Coações]]></category>
		<category><![CDATA[Conluios]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[Executivo de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[STJ (Superior Tribunal de Justiça)]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo reportagem da Folha de São Paulo, publicada em 19/10, a Justiça condenou o superintendente de segurança do Safra a um ano de prisão por ameaçar um cliente Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, a Justiça condenou o superintendente de segurança do banco Safra a um ano de prisão por ameaçar um cliente. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo reportagem da Folha de São Paulo, publicada em 19/10, a Justiça condenou o superintendente de segurança do Safra a um ano de prisão por ameaçar um cliente</p>
<p>Segundo <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/10/superintendente-do-safra-e-condenado-por-ameacar-cliente.shtml" target="_blank">reportagem do jornal Folha de São Paulo</a>, a Justiça condenou o superintendente de segurança do banco <a href="https://santosbancarios.com.br/pesquisa/safra/AND/t" target="_blank">Safra</a> a um ano de prisão por ameaçar um cliente. O caso é sério e foi comparado a ações de gangsters.</p>
<p> </p>
<p>O executivo do grupo Safra, Sebastião Jesus Garozzo, teria contratado o segurança Jefferson Fiuza para perseguir um empresário do grupo Gobbo.</p>
<p> </p>
<p>O empresário foi perseguido em Campinas (interior de São Paulo). Segundo a Polícia, Fiuza carregava em seu carro 172 munições de pistola, uma faca, barra de ferro e um par de algemas.</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" title="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2019/10/9208-1571668554.png" alt="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" /></p>
<p> </p>
<p>Fiuza declarou que carregava as algemas por fetiche sexual. Ele também disse que as munições eram para tiro ao alvo, apesar de não ter documentos comprovando a prática. A faca era para descascar laranja e a barra de ferro para trocar a roda do carro.</p>
<p> </p>
<p>O juiz considerou as justificativas irônicas e condenou Fiuza a três anos de prisão e Sebastião a um ano.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Os motivos para perseguição</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O grupo Gobbo era um comércio familiar do interior de São Paulo, que contava com 12 lojas de calçados e faturava 15 milhões, até quebrar.</p>
<p> </p>
<p>Segundo Guto Gobbo, gerente das lojas Gobbo, a falência teria acontecido por fraudes feitas pelo Safra.</p>
<p> </p>
<p>Desde 2008 Gobbo faz críticas pesadas ao Safra, tendo criado o site Safraude, onde ele conta como o banco Safra fraudou antecipações dos recebíveis de cartão de crédito.</p>
<p> </p>
<p>As manifestações do empresário não foram bem vistas pelo banco, que resolveu processá-lo e, por meio de seus agentes, coagi-lo.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A fraude dos Safras</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Primeiramente, o gerente do grupo Safra da região foi até a loja da Gobbo para fechar um negócio vantajoso. O Safra oferecia contratos de adiantamento de recebíveis pela taxa 1,99% e com esse dinheiro seria possível ganhar desconto na compra de calçados e roupas, como explica Guto Gobbo:</p>
<p> </p>
<p><em>“A proposta da executiva do Banco Safra era interessante à ambas as partes: Antecipar os valores das vendas a prazo, feitas com as maquinas de cartões de crédito a um custo de 1,9% a.m., uma transação conhecida no mercado como “ Operação Fumaça”. Com esse recurso, passaríamos a comprar à vista de nossos fornecedores com um desconto de 5 a 6 % a.m. Por se tratar de empresas da mesma família, porém distintas, os formulários de antecipação eram individuais.”</em></p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" title="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2019/10/9208-1571668653.png" alt="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" /></p>
<p> </p>
<p>Os contratos eram enviados para a agência com alguns dados, como de juros, preenchidos à lápis. As lojas Gobbo continuava aumentando as vendas, mas as contas não fechavam.</p>
<p> </p>
<p>Por isso eles contrataram uma auditoria para ver o que estava acontecendo, o resultado?</p>
<p> </p>
<p>Como resultado foram encontrados mais de 3 mil contratos com taxas de juros fraudadas, que chegavam a cobrar 5,2% ao mês, em contratos que deveriam ser de 1,9%.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Gerentes que desapareciam</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Enquanto as fraudes aconteciam, outros bancos mostravam interesse pelo contrato dos Gobbos, mas os agentes desses bancos desapareciam misteriosamente após um tempo.</p>
<p> </p>
<p>O que acontecia? Gobbo afirma que o banco Safra usava uma tática chamada de “POC”:</p>
<p> </p>
<p><em>“Ao tomar conhecimento do interesse do concorrente, o Safra valia-se de um recurso conhecido como “POC” que, dentre outras possibilidades, permite ao gerente interferir sobre qualquer operação bancária dos clientes. Neste caso, o meio utilizado era a não autorização à compensação de alguns cheques, durante esse período de sondagem comercial. Só éramos alertados de que nosso cadastro constava da lista de inadimplentes do Serasa semanas depois.”</em></p>
<p> </p>
<p>Como consequência, os gerentes bancários perdiam interesse pelo conta de Gobbo, já o banco Safra pedia desculpas pelo acontecido:</p>
<p> </p>
<p><em>&#8220;O inconveniente nos era comunicado juntamente com explícitos pedidos de desculpas, pela equipe do Safra.&#8221;</em></p>
<p> </p>
<p>Gobbo ganhou 3 ações contra o Safra no STJ (Superior Tribunal de Justiça), nelas o STJ reconheceu as fraudes apresentadas. O Safra foi condenado a devolver R$1 milhão.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Práticas comuns nos bancos?</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O caso Gobbo mostra o poder das instituições bancárias – agindo quase como gangsters, eles tentam esmagar os concorrentes e extorquir dinheiro de seus clientes.</p>
<p> </p>
<p>A perseguição bancária acontece também no mercado de criptoativos, visto por eles como possíveis competidores.</p>
<p> </p>
<p>O Itaú, um dos responsáveis pela lavagem de dinheiro dos operadores descobertos na operação Lava Jato, disse ao CADE que fecha sistematicamente as contas de corretoras de criptomoedas pois está preocupado com a lavagem de dinheiro:</p>
<p> </p>
<p><em>“Isso porque, ainda que o Itaú Unibanco opte por não atender corretoras de criptomoedas, pois entende que moedas virtuais que podem ser trocadas por dinheiro real ou outras moedas virtuais são potencialmente vulneráveis à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.“</em></p>
<p> </p>
<p>Outro caso chocante é do CEO da Foxbit, que teve a sua conta e a de seus familiares fechadas sem aviso prévio apenas por fazer operações legais com criptomoedas.</p>
<p> </p>
<p>As práticas desonestas são muitas e incluem venda de pacotes casados, taxas cobradas indevidamente, desobediência a legislação vigente e outras, como mostra o vídeo do Canal do Otário:</p>
<p> </p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/wFRNo4chEPY" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p> </p>
<p>Até agora o Banco Safra não respondeu a nenhuma reportagem sobre o tema.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: COINTIMES PRO | A maior plataforma de conteúdo sobre criptomoeda</p>
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