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	<title>Crianças &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Crianças &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Denúncia: Flávio Bolsonaro defendeu assassino de criança de 5 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/denuncia-flavio-bolsonaro-defendeu-assassino-de-crianca-de-5-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 06:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assassino]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[Flávinho atuou na defesa para adiar julgamento do PM Bruno Delaroli, denunciado pelo assassinato com tiro de fuzil de Ana Clara Machado, de 5 anos, quando brincava com o irmão de 2 anos. Caso ocorreu em 2021 e não foi julgado. Em vídeo nas redes sociais na manhã de quarta-feira (23/9), Marcelo Freixo (PT-RJ) denunciou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Flávinho atuou na defesa para adiar julgamento do PM Bruno Delaroli, denunciado pelo assassinato com tiro de fuzil de Ana Clara Machado, de 5 anos, quando brincava com o irmão de 2 anos. Caso ocorreu em 2021 e não foi julgado.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em vídeo nas redes sociais na manhã de quarta-feira (23/9), Marcelo Freixo (PT-RJ) denunciou que Flávio Bolsonaro (PL) defendeu o policial militar Bruno Delaroli, denunciado pelo bárbaro assassinato de Ana Clara Machado, de 5 anos, que foi morta com um tiro de fuzil quando brincava em frente de casa, em Niterói (RJ), com o irmão de 2 anos, em fevereiro de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ana Clara brincava no portão da sua casa com seu irmão, numa comunidade em Niterói, no ano de 2021. Foi nesse momento que Bruno Delarole, um policial, faz um disparo de tiro de fuzil e mata Ana Clara. Todas as testemunhas dizem que Bruno estava completamente atordoado e desequilibrado. Esse policial foi denunciado pelo Ministério Público como autor desse homicídio. Mais do que isso, ele foi pronunciado pelo Tribunal de Justiça, tem que ir a júri popular”, inicia Freixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, o ex-presidente da Embratur fala sobre a atuação direta de Flávio Bolsonaro para tentar adiar o julgamento do PM, denunciado pelo assassinato de Ana Clara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É aí, Flávio, que começa a sua covardia e essa história é nojenta. Você, Flávio, já era senador da República e você assina com mais quatro advogados petições para adiar o júri popular contra o assassino de Ana Clara. Sim, gente, eu estou falando de uma criança de 5 anos de idade que foi assassinada por um tiro de fuzil. Você, Flávio, senador, usa seu poder político para defender este assassino e faz de tudo para que esse júri não acontecesse, para que ele não responda pelo assassinato de uma criança de 5 anos de idade”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Flávio, você como senador procurou a família da Ana Clara? Você procurou saber como essa família ficou depois que uma criança de 5 anos é morta na porta da sua casa? Não, você saiu rapidamente em defesa deste assassino. Sim, Flávio, mais uma vez você fica do lado de criminosos. Quantos outros assassinos e bandidos você vai defender? Quando você vai de fato combater o crime?”, emendou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Freixo ainda lista outros bandidos defendidos por Flávio Bolsonaro, como o miliciano Adriano da Nóbrega, responsável pelo Escritório do Crime da milícia de Muzema, e o Major Ronald Paulo de Alves Pereira, condenado a 56 anos pelo assassinato de Marielle Franco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você ficou do lado do Adriano, você homenageou o Major Ronald, miliciano, você homenageou o Cláudio, assassino da Patrícia Cioli, e agora essa história nojenta e absurda. É muito grave, Flávio, mas o meu papel aqui é revelar sempre quem é você, para que o Brasil saiba que você não tem a menor condição de ser candidato à presidência da República”, conclui Freixo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Camila Pitanga entrevista mãe da menina Ana Clara" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/zFwxD63i3O8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Assassinato de Ana Clara</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Bolsonaro, alçado pelo pai como candidato à Presidência, atuou como advogado de Bruno Dias Delaroli em um recurso apresentado em 2024 ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter a decisão da Justiça fluminense de levar o julgamento do PM a júri popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Nantes Bolsonaro aparece como advogado de BDD (Bruno Dias Delarolli) ao lado de Paulo e Isabela Klein, Felipe Azeredo e Bruno Giusto, do escritório que fazia a defesa do policial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Delaroli chegou a ser preso em flagrante e teve a prisão preventiva decretada, mas obteve liberdade provisória com medidas cautelares no final de 2021 para responder ao processo fora da cadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça determinou que o ex-cabo da PM seja julgado pelo Tribunal do Júri por homicídio doloso (quando há intenção de matar ou se assume o risco).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Bolsonaro, tentou reverter a decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para evitar o júri popular, mas o pedido foi negado pelo tribunal. Até o momento, o julgamento final não foi concluído.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O que Flávio Bolsonaro esconde ao defender policial que matou menina de 5 anos | Fala, Rovai 30.9.26" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/I-8uXL4Sjj0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonarinho-se-cala-apos-acusacoes-de-orgias-com-prostitutas-rolex-de-r-305-mil-e-lobby-no-stf/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonarinho-se-cala-apos-acusacoes-de-orgias-com-prostitutas-rolex-de-r-305-mil-e-lobby-no-stf/">Flávinho se cala após acusações de orgias com prostitutas, Rolex de R$ 305 mil e lobby no STF</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova urgência de projeto que combate adultização nas redes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/camara-aprova-urgencia-de-projeto-que-combate-adultizacao-nas-redes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 08:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
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					<description><![CDATA[Hugo Motta quer votar proposta hoje (20/8). A Câmara dos Deputados aprovou requerimento de urgência para o projeto de lei que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes durante o uso de aplicativos, jogos, redes sociais e outros programas de computador. O Projeto de Lei 2628/22 estipula obrigações para os fornecedores e garante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Hugo Motta quer votar proposta hoje (20/8).</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou requerimento de urgência para o projeto de lei que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes durante o uso de aplicativos, jogos, redes sociais e outros programas de computador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 2628/22 estipula obrigações para os fornecedores e garante controle de acesso por parte dos pais e responsáveis. Com a aprovação da urgência, o projeto poderá ser votado no Plenário sem passar antes pelas comissões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara, Hugo Motta, já anunciou a intenção de votar a proposta nesta quarta-feira (20), logo após a comissão geral que vai debater o tema no Plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apelidado de ECA Digital em referência ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o texto obriga as plataformas digitais a tomarem medidas “razoáveis” para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de lei entrou na pauta da Câmara nesta semana após a repercussão do vídeo do influenciador Felca Bressanim Pereira, que denunciou o uso de perfis nas redes sociais com crianças e adolescentes em situações consideradas inapropriadas para idade, a fim de conseguir engajamento e monetização dos seus canais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), o projeto foi relatado na Câmara pelo deputado Jadyel Alencar (Republicanos-Pi) e tem o apoio de centenas de organizações da sociedade civil que atuam com a proteção das crianças e adolescentes no Brasil.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>‘Abuso sexual infantil deixa marcas para a vida inteira’, alertam especialistas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/abuso-sexual-infantil-deixa-marcas-para-a-vida-inteira-alertam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 07:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso sexual infantil]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
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		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças, educadoras explicaram a importância de políticas de prevenção A cada hora, mais de duas crianças ou adolescentes são vítimas de abuso sexual no Brasil, segundo dados do Disque 100 e do Ministério da Saúde. Apesar de alarmante, esse número pode ser ainda maior, já que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">No Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças, educadoras explicaram a importância de políticas de prevenção</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A cada hora, mais de duas crianças ou adolescentes são vítimas de abuso sexual no Brasil, segundo dados do Disque 100 e do Ministério da Saúde. Apesar de alarmante, esse número pode ser ainda maior, já que muitos casos não chegam ao conhecimento das autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No domingo, 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, especialistas reforçaram que enfrentar esse problema exige conscientização, acolhimento e, principalmente, prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A psicóloga Neusa Maria, que é co-fundadora do projeto <a href="https://www.eumeprotejo.com/" data-type="link" data-id="https://www.eumeprotejo.com/">Eu Me Protejo</a>, alerta: “O abuso sexual causa danos profundos que podem se estender por toda a vida. Muitas vezes desencadeia doenças psíquicas como transtorno de estresse pós-traumático, depressão e ansiedade. Ele também pode elevar o risco de dependência química e até criar comportamentos violentos futuramente”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Abuso disfarçado de afeto</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O abuso sexual na infância quase sempre ocorre num contexto de confiança e afeto, o que dificulta a percepção e denúncia pela criança. Segundo o relatório Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, 85,1% dos autores de crimes de assédio contra uma criança são pessoas conhecidas da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que acontece é que, muitas vezes, a criança nem se dá conta de que aquilo é uma violência sexual, porque não vem, necessariamente, acompanhada de agressão física. No caso da violência intrafamiliar, ela costuma vir disfarçada de carinho e amor. A criança não entende como abuso algo que o adulto, que deveria protegê-la, está fazendo”, alerta Neusa Maria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, o silêncio persiste, alimentado pelo tabu social. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que apenas 8,5% desses crimes são denunciados às autoridades policiais e entram nos sistemas oficiais de registro. “A escola, a família e a sociedade raramente falam abertamente sobre violência sexual infantil. Isso facilita a naturalização e o aumento dos casos. Muitas vezes, só nos sensibilizamos quando uma tragédia acontece, como a morte de uma criança vítima de abuso”, lamenta a psicóloga.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção começa cedo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A educação para prevenir o abuso sexual infantil ainda é falha no Brasil. Poucas famílias e escolas públicas têm acesso a materiais acessíveis e de qualidade que orientem crianças e responsáveis a identificar sinais de abuso e saber como agir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a jornalista Patrícia Almeida, também fundadora do Eu Me Protejo, é fundamental ensinar desde cedo que as crianças têm direito sobre o próprio corpo. “Tem que começar lá na pré-escola. Desde que a criança nasce, você já vai ensinando consentimento.Quando aprendem isso, elas ganham voz e coragem para denunciar”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela criou a organização quando percebeu que um conteúdo que fez para sua filha com síndrome de Down sobre como defender seu corpo estava ganhando popularidade entre especialistas: “Usamos materiais educativos, vídeos e cartilhas com linguagem simples e imagens que facilitam o entendimento para crianças, mesmo aquelas com deficiência. Nosso objetivo é que elas reconheçam situações de abuso e saibam que podem falar sobre isso”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, portanto, surgiu com o propósito de atuar nos espaços da sociedade que elas identificaram insuficiências na educação e proteção da infância. Para Patrícia, “não é só uma responsabilidade da família ensinar as crianças a se protegerem. Isso tem que estar na escola”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sinais de abuso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer mudanças no comportamento das crianças pode ser fundamental para interromper o ciclo da violência. Entre os principais sinais de alerta estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Isolamento repentino</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Agressividade incomum</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Distúrbios no sono</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Automutilação</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Medo de estar com determinados adultos</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regressão no comportamento (como voltar a urinar na cama)</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Quem mais sofre</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A violência sexual não atinge todas as crianças igualmente: crianças negras e com deficiência estão em maior risco. A pobreza também amplia a vulnerabilidade, especialmente em casos de mãe solo, que precisam deixar seus filhos com terceiros para trabalhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados confirmam esse cenário: Em 2023, quase 90% das vítimas de violência sexual infantil eram do sexo feminino, e 52,8% eram negras. A faixa etária mais atingida é a de 10 a 14 anos, mas o registro de casos de menores de 4 anos aumentou em quase 25% em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em crianças com deficiência, a comunicação muitas vezes é diferente. Com isso, é preciso observar alterações no olhar e no comportamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A psicóloga Neusa Maria relembra um caso emblemático: durante uma palestra em um abrigo para crianças com deficiência, uma adolescente com paralisia cerebral conseguiu relatar um abuso apenas com movimentos dos olhos. “Isso mostra a importância da atenção e da escuta sensível para proteger essas crianças.” Semanas depois, descobriram que a jovem estava grávida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acolhimento e rede de proteção</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos esforços coletivos, a rede pública ainda é insuficiente para garantir acolhimento e atendimento adequados. “Falta uma articulação integrada entre saúde, assistência social, justiça e educação para dar seguimento às denúncias”, afirma Patrícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma lacuna nos protocolos de como agir nesses casos. Muitas vezes, a ocorrência de um assédio contra uma criança é jogada de um lado para o outro, passando por diversas instituições, sem receber o apoio correto ou uma solução. Órgãos como o Conselho Tutelar, Delegacias Especializadas, Ministério Público, escolas e UBSs não têm sistemas claros de comunicação e as informações acabam se perdendo ou não chegando a uma denúncia e investigação eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quanto mais canais de denúncia e quanto mais pessoas informadas, mais notificações teremos — e com mais estatísticas, mais políticas públicas”, ressalta a jornalista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Canais oficiais de denúncia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além do trabalho fundamental realizado por institutos como o Eu Me Protejo, que atuam na prevenção e orientação sobre o abuso sexual infantil, existem diversos canais oficiais destinados a receber denúncias e garantir proteção às vítimas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Disque 100 é a Central de Direitos Humanos do Governo Federal, com atendimento gratuito, anônimo e disponível 24 horas por dia para receber denúncias de violação dos direitos humanos, incluindo violência sexual contra crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Conselhos Tutelares, presentes em todos os municípios, são órgãos responsáveis por zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes. Podem ser acionados diretamente pela população em casos de suspeita ou confirmação de abuso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Delegacias da Mulher (DEAMs) são especializadas no atendimento a vítimas de violência contra mulheres e crianças, oferecendo suporte e abrindo inquéritos policiais para investigação e responsabilização dos agressores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Aplicativo Proteja Brasil, desenvolvido em parceria pela UNICEF e o Ministério dos Direitos Humanos, permite que qualquer pessoa faça denúncias diretamente pelo celular, de forma prática, rápida e segura, facilitando o acesso aos órgãos competentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações de emergência, a Polícia Militar (190) deve ser acionada para garantir a segurança da vítima e o pronto atendimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ mantém multa a pais que recusaram vacinar filha contra covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stj-mantem-multa-a-pais-que-recusaram-vacinar-filha-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 07:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil prevista no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm">ECA</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, o MP/PR ajuizou representação, apontando descumprimento das obrigações parentais por parte dos genitores que impediram a vacinação da filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme relatado no processo, houve diversas tentativas de conscientização por parte da rede de proteção da criança, incluindo escola e Conselho Tutelar, sem sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª instância, a Justiça determinou a aplicação de multa de três salários-mínimos aos pais, fundamentada no art. 249 do ECA.&nbsp;A decisão foi mantida pelo TJ/PR, que considerou a recusa uma violação aos deveres do poder familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconformados, os pais recorreram ao STJ, argumentando que a vacinação contra a covid-19 não estava incluída no Plano Nacional de Imunização e que não poderiam ser punidos por não imunizar a filha.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Obrigatoriedade da vacinação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a relatora, ministra Nancy Andrighi ressaltou que a Constituição de 1988 alterou a concepção de autoridade parental, transformando-a em um dever de proteção e cuidado. Segundo a magistrada, a recusa dos pais em vacinar a filha caracteriza negligência parental, passível de sanção estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A autoridade parental teve sua significação modificada a partir da Constituição de 88, o que antes se entendia como um poder de chefia do marido para com os filhos, passou-se a entender como um poder-dever dos pais e das mães de cuidarem e protegerem seus filhos&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também destacou que o direito à saúde das crianças é resguardado pelo ECA e que a vacinação obrigatória está prevista no art. 14, salvo casos em que haja risco à integridade psicofísica da criança. Para a relatora, a escusa dos pais, sem justificativa médica válida, configura negligência parental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, a ministra concluiu que a vacina contra a covid-19 atendia aos critérios estabelecidos pelo STF, pois foi recomendada nos âmbitos Federal, estadual e municipal em 2022. Assim, manteve a penalidade imposta pelo TJ/PR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O recurso especial é conhecido e desprovido, mantendo-se a condenação dos recorrentes ao pagamento da sanção pecuniária prevista no artigo 249, no patamar de três salários-mínimos vigentes à época do ajuizamento da presente ação&#8221;, decidiu a relatora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja o voto:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Nancy Andrighi vota para manter multa a pais que se recusaram a vacinar filha contra covid" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/n9a6DNwShPE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Negligência parental</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra Daniela Teixeira acompanhou integralmente o voto da relatora, enfatizando a necessidade de proteger a saúde das crianças diante do ressurgimento de doenças erradicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O voto de S. Exa. vem com muito fundamento, demonstrando que a Constituição brasileira é a única do mundo que prevê que a criança é prioridade absoluta. O constituinte poderia ter escolhido o idoso, o indígena, a mulher, mas escolheu a criança&#8221;, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ministra, a recusa dos responsáveis em vacinar os filhos, quando as vacinas são comprovadamente seguras e testadas pelas agências reguladoras, ultrapassa os limites da autoridade parental e configura negligência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É dever também nosso, do Poder Judiciário, assegurar às crianças e adolescentes brasileiros prioritariamente o direito à vida e à saúde&#8221;, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja a manifestação:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Daniela Teixeira afirma que negar vacina segura a criança é negligência grave" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/Ovnqf_NPRPM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801" data-type="link" data-id="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801">REsp 2.138.801 </a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Crianças e adolescentes são usados para divulgar jogos de azar</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/criancas-e-adolescentes-sao-usados-para-divulgar-jogos-de-azar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 05:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente escolar]]></category>
		<category><![CDATA[cassino online]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento violento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro fácil]]></category>
		<category><![CDATA[Fortune Tiger]]></category>
		<category><![CDATA[infância e adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[influenciadores mirins]]></category>
		<category><![CDATA[jogo do tigrinho]]></category>
		<category><![CDATA[jogos de azar]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[queda no aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[vulneráveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Influenciadores entre 6 e 17 anos fazem publicidade de jogos de azar; publicidade fere leis de proteção à infância e adolescência Com cédulas de R$ 50 e R$ 100 em mãos, um influenciador de apenas 8 anos posa em seu perfil no Instagram após prometer para seus mais de 2 milhões de seguidores dinheiro fácil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Influenciadores entre 6 e 17 anos fazem publicidade de jogos de azar; publicidade fere leis de proteção à infância e adolescência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com cédulas de R$ 50 e R$ 100 em mãos, um influenciador de apenas 8 anos posa em seu perfil no Instagram após prometer para seus mais de 2 milhões de seguidores dinheiro fácil com apostas em jogos de azar como o Fortune Tiger, conhecido como jogo do tigrinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra menina, de 13, diz que nasceu para ser “milionária, não funcionária” ao compartilhar supostos retornos financeiros da mesma plataforma, que parece hipnotizar com seu estilo de desenho animado e cores vibrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A influência dessas crianças e adolescentes nas redes sociais tem causado preocupação. O <a href="https://alana.org.br/" data-type="link" data-id="https://alana.org.br/">Instituto Alana</a> denunciou a empresa Meta, dona do Instagram, ao Ministério Público de São Paulo após identificar dez perfis de influenciadores mirins que promovem sites de apostas para menores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles têm entre 6 e 17 anos e são de Alagoas, do Ceará, da Paraíba, do Rio e de São Paulo. Além de recrutar crianças para publicidade, essa teia ilegal de interações já adentrou o ambiente escolar e tem levado ao vício em jogos de azar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crianças e adolescentes divulgam jogos de azar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em grande parte, os chamados publiposts são gravados pelos pais ou responsáveis legais dos menores e associados a sorteios de motos, celulares e dinheiro. Os canais têm entre 200 mil e mais de 9,5 milhões de seguidores, muitos deles também crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os conteúdos de cassino online divulgados nos perfis dos influenciadores mirins costumam ficar disponíveis por 24 horas com um link que diz que a plataforma indicada está pagando para quem desejar apostar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A falta de regularização desses jogos e de fiscalização da Meta contribuem para violação dos direitos. As famílias são a ponta mais fraca, porque todos estão imersos na febre dessas publicidades ilegais”, diz Maria Mello, coordenadora do Criança e Consumo do Instituto Alana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reportar as publicidades como fraudulentas no Instagram, o instituto diz ter recebido respostas, em alguns casos, de que os conteúdos não violavam as regras da rede social. A Meta rebateu a informação, em nota, alegando que não permite menores de 13 anos em suas plataformas, salvo em casos de contas gerenciadas por um responsável, e que remove “conteúdos potencialmente voltados a menores de 18 anos que tentem promover jogos online envolvendo valores monetários”. A Promotoria da Infância e Juventude de São Paulo analisa a denúncia do Alana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As bets, casas de apostas esportivas na internet, foram regulamentadas no ano passado. Apesar disso, em ambos os casos, expor menores a atividades ilícitas, como os jogos de azar, ou nocivas ao seu desenvolvimento pode ser considerado crime, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras leis de proteção à infância e regras de entidades como o Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) também são descumpridas com essa atividade dos influenciadores mirins.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comportamento violento e queda no aprendizado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com um psiquiatra ouvido na reportagem, Daniel Spritzer, coordenador do grupo de estudos sobre vícios tecnológicos, a publicidade apresenta um impacto direto por apresentar o jogo de azar como uma atividade socialmente desejável e divertida. Além disso, diz o médico, as plataformas promovem uma visão distorcida sobre dinheiro e sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estudos mostram que crianças e adolescentes são de duas a quatro vezes mais vulneráveis do que adultos a desenvolver problemas relacionados a apostas. Os impactos são comportamentos violentos, risco aumentado de abuso de álcool e outras drogas, além de altas taxas de depressão e ideação suicida”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.A crescente desse comportamento entre os jovens, de acordo com o psiquiatra Daniel Spritzer, pode resultar em uma queda significativa no rendimento escolar. “Quando os adolescentes apostam na escola, eles ficam desligados do conteúdo acadêmico. Estudos indicam que adolescentes envolvidos em jogos de apostas são mais frequentemente suspensos e reprovados.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">#SeLiga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/apostas-esportivas-comprometem-orcamento-familiar-das-classes-d-e-e/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/apostas-esportivas-comprometem-orcamento-familiar-das-classes-d-e-e/">Apostas esportivas comprometem orçamento familiar das classes D e E</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hepatite B terá notificação compulsória para gestantes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/hepatite-b-tera-notificacao-compulsoria-para-gestantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 08:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agravos e Eventos de Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
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		<category><![CDATA[Hepatite B]]></category>
		<category><![CDATA[Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[notificação compulsória]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunicação será obrigatória também para crianças expostas à doença O Ministério da Saúde informou que vai publicar em breve portaria que institui a notificação compulsória de infecção por hepatite B em gestantes e de crianças expostas à doença. Ambos os eventos, segundo a pasta, serão incluídos na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Comunicação será obrigatória também para crianças expostas à doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde informou que vai publicar em breve portaria que institui a notificação compulsória de infecção por hepatite B em gestantes e de crianças expostas à doença. Ambos os eventos, segundo a pasta, serão incluídos na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública. Isso significa que profissionais de saúde de serviços público e privado deverão comunicar obrigatoriamente os casos ao governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o ministério destacou que a notificação de hepatite B em gestantes não é feita a cada gestação, mas uma única vez, no momento do diagnóstico da doença. Os casos notificados no país, portanto, se referem a gestantes que obtiveram o diagnóstico durante a gestação. Em 2023, foram contabilizados 732 casos de hepatite B em gestantes no Brasil, o que leva a uma taxa de detecção de 0,3 caso por mil nascidos vivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em relação à transmissão vertical da hepatite B, que acontece da mãe para o bebê durante a gestação, ou no momento do parto, a pasta informou que observa um declínio da taxa de detecção em crianças menores de 5 anos ao longo dos últimos anos. Em 2022, foram registrados 0,6 caso e, em 2023, 0,4 por 100 mil crianças menores de 5 anos. Ao todo, 65 crianças foram diagnosticadas com hepatite B em 2023 no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Certificação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o ministério, a hepatite B também foi incluída na certificação de eliminação da transmissão vertical de infecções e doenças no Brasil. Até então, a certificação incluía apenas HIV, sífilis e doença de Chagas. A decisão teve como base critérios definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), “com adaptações para o contexto nacional”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A certificação poderá ocorrer para uma dessas doenças ou, concomitantemente, para mais de uma delas, a depender dos indicadores locais”, informou a pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, além dos municípios, os estados puderam solicitar a certificação de eliminação, ou selos de boas práticas rumo à eliminação da transmissão vertical ao ministério. No total, 85 municípios enviaram relatórios com solicitação de certificação única, dupla ou tripla, sendo 68 para HIV, 33 para sífilis e 26 para hepatite B.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A visita aos municípios solicitantes deve ocorrer até agosto e a solenidade de certificação ou entrega de selos está prevista para o início de dezembro”, informou o ministério.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A hepatite B é um dos cinco tipos da doença existentes no Brasil. Entre 2000 e 2023, 36,8% dos casos confirmados de hepatites virais se referem à hepatite B. Trata-se da segunda maior causa de morte entre as hepatites virais, responsável por 21,7% dos óbitos relacionados a esse tipo de doença entre 2000 e 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministério, a maioria dos casos não apresenta sintomas e, muitas vezes, e a hepatite é diagnosticada décadas após a infecção, com sinais relacionados a outras doenças do fígado, como cansaço, tontura, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal forma de prevenção é por meio da vacinação. A vacina para hepatite B, atualmente, é indicada para todas as pessoas que ainda não tenham sido imunizadas, independentemente da idade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gestantes e crianças</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação para hepatite B deve ser feita em todas as gestantes a partir do primeiro trimestre ou no início do pré-natal (primeira consulta), sendo que o exame pode ser feito por meio laboratorial e/ou testes rápidos. Para gestantes com resultado de teste rápido para hepatite B não reagente e sem história de vacinação prévia, recomenda-se a vacinação em três doses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gestantes que apresentem resultado do teste rápido reagente para hepatite B devem complementar a avaliação com solicitação de exame específico e carga viral de hepatite B. Caso confirmado o resultado, pode haver indicação de profilaxia com o medicamento tenofovir a partir do terceiro trimestre da gestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para crianças expostas à hepatite B durante a gestação, é recomendada a vacina e imunoglobulina para hepatite B, preferencialmente nas primeiras 24 horas após o parto. “Essas medidas, realizadas em conjunto, previnem a transmissão perinatal da hepatite B em mais de 90% dos recém-nascidos”, destacou o ministério.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMS alerta para aumento de casos de sarampo no mundo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/oms-alerta-para-aumento-de-casos-de-sarampo-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 08:23:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caxumba]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 300 mil casos da doença foram registrados em 2023 A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a alertar para o aumento de casos de sarampo em todo o mundo. &#8220;Estamos extremamente preocupados com o que está acontecendo em relação ao sarampo&#8221;, avaliou a conselheira técnica para sarampo e rubéola da entidade, Natasha Crowcroft. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Mais de 300 mil casos da doença foram registrados em 2023</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a alertar para o aumento de casos de sarampo em todo o mundo. &#8220;Estamos extremamente preocupados com o que está acontecendo em relação ao sarampo&#8221;, avaliou a conselheira técnica para sarampo e rubéola da entidade, Natasha Crowcroft.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em coletiva de imprensa em Genebra, ela citou um aumento consistente de casos da doença em todas as regiões do globo, exceto nas Américas. “Eles estão aguentando firme, mas, com o aumento de casos em cinco das seis regiões monitoradas pela OMS, esperamos que haja casos e surtos nas Américas também”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados mais recentes, segundo Natasha, apontam para mais de 300 mil casos de sarampo reportados ao longo de 2023, um aumento de 79% em relação ao ano anterior. Em 2023, um total de 51 países reportaram grandes surtos da doença contra 32 no ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos que os números são subestimados”, advertiu a conselheira, ao se referir aos casos subnotificados em todo o mundo. A estimativa é que, em 2022, o número de mortes por sarampo tenha aumentado 43%, totalizando mais de 130 óbitos. “Como os casos aumentaram em 2023, estamos antecipando que, quando fecharmos os dados, o número de mortes também terá aumentado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Olhando para 2024, sabemos que será um ano bastante desafiador”, disse, alertando para casos e mortes entre crianças não vacinadas contra o sarampo. A estimativa da OMS é que mais da metade dos países do mundo sejam classificados como em alto risco ou em altíssimo risco para surtos da doença até o final do ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crianças e vacinação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A OMS estima que 142 milhões de crianças no mundo estejam vulneráveis ao sarampo por não terem sido vacinadas, sendo que 62% delas vivem em países de baixa e média renda, onde o risco de surtos da doença são maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Natasha lembrou que, durante a pandemia de covid-19, muitas crianças não foram imunizadas contra o sarampo. Atualmente, a cobertura vacinal global contra a doença está em 83% o que, segundo ela, não é suficiente, uma vez que a doença é altamente contagiosa. “Precisamos de uma cobertura de 95% para prevenir que casos de sarampo aconteçam ”, reforçou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2016, o Brasil chegou a receber o certificado de eliminação do sarampo, concedida pela OMS. Em 2018, entretanto, o vírus voltou a circular no país e, em 2019, após um ano de franca circulação do sarampo, o país perdeu a certificação de país livre do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério da Saúde mostram que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.325, 20.901, 8.100, 676 e 44 casos de sarampo no Brasil, respectivamente. Em 2022, os seguintes estados confirmaram casos da doença: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado no país foi registrado no estado do Amapá em junho de 2022.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O sarampo é classificado por autoridades sanitárias como uma doença infecciosa grave e que pode levar à morte. A transmissão acontece quando a pessoa infectada tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais sinais do sarampo são manchas vermelhas no corpo e febre alta (acima de 38,5°) acompanhadas de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse seca, irritação nos olhos (conjuntivite), nariz escorrendo ou entupido e mal-estar intenso. Após o aparecimento das manchas, a persistência da febre é um sinal de alerta e pode indicar gravidade, principalmente em crianças menores de 5 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maneira mais efetiva de evitar o sarampo, de acordo com o Ministério da Saúde, é por meio da vacinação. Atualmente, três tipos de imunizantes previnem a doença: a vacina dupla viral, que protege contra o sarampo e a rubéola e pode ser utilizada para o bloqueio vacinal em situação de surto; a vacina tríplice viral, que o protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola; e a vacina tetra viral, que protege contra o sarampo, a caxumba, a rubéola e a varicela (catapora).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: entenda a importância de vacinar crianças e adolescentes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/covid-19-entenda-a-importancia-de-vacinar-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 09:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[BNT162b2-Pfizer]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura vacinal]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)]]></category>
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					<description><![CDATA[Disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para toda a população acima de 6 meses de idade, a imunização é efetiva contra as formas mais graves da doença A Covid-19 foi a principal causa de morte em menores de 19 anos por doença imunoprevenível, entre o período de 2021 e julho de 2022. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para toda a população acima de 6 meses de idade, a imunização é efetiva contra as formas mais graves da doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Covid-19 foi a principal causa de morte em menores de 19 anos por doença imunoprevenível, entre o período de 2021 e julho de 2022. O dado faz parte de <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/nota-tecnica-reforca-efetividade-da-vacinacao-contra-covid-19-em-criancas" data-type="link" data-id="https://portal.fiocruz.br/noticia/nota-tecnica-reforca-efetividade-da-vacinacao-contra-covid-19-em-criancas">levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</a> divulgado em janeiro deste ano. A imunização é a principal forma de se proteger da doença e de evitar a possível contaminação de outras pessoas. Hoje, a vacina está disponível gratuitamente no Sistema único de Saúde (SUS) para toda a população acima de 6 meses de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento da <a href="https://portal.fiocruz.br/" data-type="link" data-id="https://portal.fiocruz.br/">Fiocruz</a> aponta ainda que, entre agosto de 2021 e julho de 2022, a taxa de mortalidade causada pelo vírus foi de 4,3 mortes por 100 mil habitantes, para menores de 1 ano, e 0,6 por 100 mil para crianças com idade entre 1 a 4 anos. A cobertura vacinal, no Brasil, contra Covid-19 em crianças permanece baixa: entre 3 e 4 anos, apenas 22,2% foram vacinados com duas doses; 55,4% entre 5 e 11 anos e 82,6% entre 12 e 17 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Apesar dessa alta taxa de mortalidade, quase dois anos após o início da vacinação de crianças contra Covid-19, a cobertura vacinal desse imunizante no Brasil ainda encontra-se em números abaixo do esperado, chegando a menos de 25% na faixa etária de 3 a 4 anos de idade com duas doses&#8221;, alerta a Fundação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas vacinas aplicadas para crianças no Brasil são: Corona Vac-Butantan e BNT162b2-Pfizer, e ambas têm valores próximos a 90% de efetividade contra infecção e, principalmente, contra hospitalização por Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é fundamental que crianças e adolescentes também mantenham sua imunização em dia, tomando pelo menos as duas doses da vacina. Em <a href="http://(https://www.bahia.fiocruz.br/wp-content/uploads/2024/01/Vertical_Nota_tecnica_VigiVac_sobre_efeitos_adversos_vac_COVID_2024-01-17_vf4-2.pdf)" data-type="link" data-id="(https://www.bahia.fiocruz.br/wp-content/uploads/2024/01/Vertical_Nota_tecnica_VigiVac_sobre_efeitos_adversos_vac_COVID_2024-01-17_vf4-2.pdf)">nota técnica</a> a Fiocruz explica que a imunização é segura. A partir das pesquisas realizadas, a observação é de que a CoronaVac teve uma taxa de efeitos colaterais leves, inferior a 5%. Já no caso da vacina BNT162b2, foram raros os relatos desses efeitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nota técnica argumenta ainda que a imunização das crianças contra COVID-19 &#8221; é uma ferramenta fundamental para proteção, principalmente em famílias mais vulneráveis socioeconomicamente, já que possuem maior risco de contrair a doença e maior dificuldade de realizar tratamento&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de prevenir contra o estágio grave da doença, a vacina protege contra a Covid Longa, situação em que a pessoa permanece com sintomas depois da fase aguda da doença, e que acontece em até 30% dos casos nos adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Fiocruz, a vacinação reduz em 41% o risco de crianças e adolescentes desenvolverem Covid Longa. E a proteção é ainda maior para crianças com até seis meses, depois da última dose da vacina aplicada, com diminuição de 61% das chances de desenvolver os sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A vacinação completa, incluindo as doses de reforço, é necessária porque a resposta imune protetora desenvolvida após a vacinação ou após infecção prévia apresenta decaimento ao longo do tempo&#8221;, reforça a Fiocruz.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tarefas escolares: veja dicas para ajudar seu filho nos estudos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tarefas-escolares-veja-dicas-para-ajudar-seu-filho-nos-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 08:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A participação dos pais na vida escolar dos filhos é essencial; porém, esse pode ser um momento desafiador Ajudar os filhos nas tarefas escolares pode ser uma missão desafiadora para muitos pais. Seja por falta de tempo, paciência ou preguiça, algumas crianças podem ter essa ajuda negligenciada dentro de casa. No entanto, a participação dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">A participação dos pais na vida escolar dos filhos é essencial; porém, esse pode ser um momento desafiador</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ajudar os filhos nas tarefas escolares pode ser uma missão desafiadora para muitos pais. Seja por falta de tempo, paciência ou preguiça, algumas crianças podem ter essa ajuda negligenciada dentro de casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a participação dos pais na vida escolar dos filhos é essencial para que eles se sintam motivados a estudar e aprender coisas novas. Esse hábito também ajuda no desempenho acadêmico e o bem-estar emocional, de acordo com uma pesquisa publicada na Frontiers in Psychology, uma revista de psicologia clínica e ciência cognitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar esse processo, existem algumas dicas para serem feitas antes e durante os estudos. Veja a seguir:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dicas antes dos estudos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Fazer o ‘trabalho de casa’ pode ser uma tarefa chata para algumas crianças, que associam esse momento à falta de diversão ou uma extensão do tempo da escola. Além disso, a treinadora e especialista em educação Laura Lewin, em entrevista à Infobae, reforça que o gerenciamento do tempo geralmente é uma dificuldade para a criança, além da procrastinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante estabelecer um cronograma de atividades que inclua as tarefas escolares, para que o momento de estudo vire um hábito. Uma dica, em caso de procrastinação, é dividir as horas de estudo em blocos de 20 minutos, seguidos de 20 minutos de descanso. Desse modo, evita que o estudo seja um momento tedioso, o que dificulta a aprendizagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao criar esse cronograma, os pais também devem ficar atentos para que separem um período de tempo em que estejam realmente livres para ajudar a criança.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dicas durante os estudos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">É importante definir um espaço para os estudos, junto com os filhos, para que eles associem aquele ambiente às tarefas escolares. Isso pode ajudar no foco e na motivação da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto essencial é perguntar ao filho por qual matéria ele prefere começar. Para isso, antes é preciso definir a urgência de cada trabalho, para que ele avance de acordo com o nível de prioridade das tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pais também devem se colocar à disposição dos filhos, perguntando se precisam de ajuda e qual tipo de ajuda. Assim, eles dão autonomia à criança, além de respeitarem seu aprendizado. Do contrário, elas podem se sentir pressionadas pelos adultos e e incapazes de realizar tarefas sozinhas .</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor do Departamento de Ciências da Educação da Universidade de Oviedo Rubén Fernández-Alonso explica que “o efeito do envolvimento familiar nos resultados educativos é um dos campos mais produtivos da investigação educacional”. Porém, alerta que a &#8220;ajuda sistemática é contraproducente”, por isso é importante “oferecer explicações e ajuda diante de dificuldades específicas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, os pais precisam ter paciência na hora de ajudar os filhos para respeitarem seu tempo. Caso contrário, eles podem dar respostas prontas para que o momento da tarefa acabe mais rápido, ou até mesmo brigar com a criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante permitir que o filho descubra as respostas por conta própria, exercitando pensamento crítico e autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra dica para os pais, segundo especialistas, é reconhecer os limites do seu conhecimento e admitir quando não for capaz de ajudar em uma tarefa. Nesse caso, é recomendado contratar profissionais para ajudar os filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Incentivar a criança quando ela encontra uma dificuldade também é uma atitude essencial. Muitas vezes, elas ficam frustradas no primeiro erro e podem querer desistir. Nesse momento, os pais devem reforçar que as tarefas podem ser difíceis, mas que elas são inteligentes o suficiente para aprendê-las. Por isso, também é fundamental dar feedbacks positivos quando a criança acerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas dicas promovem um ambiente de respeito, segurança e autonomia na hora dos trabalhos escolares da criança, e tornam o momento dos estudos menos tedioso para as crianças e desafiador para os pais.</p>
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		<title>Pesquisa mostra alta adesão à vacinação de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pesquisa-mostra-alta-adesao-a-vacinacao-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 09:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Imunização (PNI)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Tendência é observada em todas as regiões do Brasil Levantamento da Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade e da Fundação José Luiz Egydio Setúbal mostra alta adesão dos pais à vacinação de crianças e adolescentes no Brasil. Dados foram apurados nos meses de julho e agosto com uma amostra nacional de mais [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Tendência é observada em todas as regiões do Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento da Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade e da Fundação José Luiz Egydio Setúbal mostra alta adesão dos pais à vacinação de crianças e adolescentes no Brasil. Dados foram apurados nos meses de julho e agosto com uma amostra nacional de mais de dois mil entrevistados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estudo, 97,8% dos adultos, pais ou mães, com filhos de 14 anos ou menos, disseram ter vacinado seus filhos com todas os imunizantes que integram o Plano Nacional de Imunização (PNI). Essa proporção foi de 96,1% no Centro Oeste; de 100%, no Nordeste; de 95,3%, no Norte; de 97,8%, no Sudeste e de 97,5%, no Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados analisados sugerem que no atual contexto brasileiro os pais expressam opiniões favoráveis à vacinação de seus filhos com diferentes imunizantes e reportam altos níveis de adesão à imunização. Essa tendência é observada em todas as regiões do país, embora possam ser observadas pequenas oscilações entre as regiões e entre os imunizantes abordados no estudo”, diz o texto da pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também perguntou aos pais sobre a possibilidade de vacinar os filhos em campanhas realizadas nas escolas: 82,8% dos entrevistados disseram &#8220;sim&#8221; para o imunizante contra a covid-19; 88,8% para a vacina contra a influenza; e 88% para a contra o HPV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Verifica-se baixa hesitação no Brasil em relação às campanhas de vacinação promovidas em escolas, com elevada adesão de pais e mães nas diferentes regiões do país. A resposta positiva dos pais à vacinação em escolas reforça a presença de altos níveis de confiança na segurança das vacinas aplicadas”, diz a pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram entrevistados brasileiros, com 18 anos ou mais. Uma amostra nacional de 2.129 entrevistados (representativa da população brasileira e das regiões Centro‐Oeste; Nordeste; Norte; Sudeste e Sul) responderam pessoalmente a um questionário nos seus domicílios entre 29 de julho a 3 de agosto de 2023. Pais e mães somaram 61,4% do total dos entrevistados.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>#SeLiga</strong> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-dos-bancarios-de-santos-e-regiao-lanca-canal-no-whatsapp/">Sindicato dos Bancários de Santos e Região lança canal no WhatsApp</a></h5>
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