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	<title>Crescimento &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Crescimento &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Efeito Lula: investimento estrangeiro bate recorde no Brasil, aponta Banco Central</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 06:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central (BC)]]></category>
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					<description><![CDATA[A instituição monetária também identificou aumento da capacidade produtiva no país. O Brasil terminou 2024 com um estoque de US$ 1,141 trilhão em investimento estrangeiro direto no país, o que representa quase metade (46,6%) do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país. Essa marca é um recorde na série histórica [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2ea71b97b7a4cc7e2f97696e7097abe4">A instituição monetária também identificou aumento da capacidade produtiva no país.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil terminou 2024 com um estoque de US$ 1,141 trilhão em investimento estrangeiro direto no país, o que representa quase metade (46,6%) do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país. Essa marca é um recorde na série histórica do Banco Central (BC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados fazem parte do Censo de Capitais Estrangeiros, divulgado pelo BC nesta sexta-feira (26/9), em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1995, quando foi iniciada a série, o percentual de investimento direto estrangeiro era de 6,1% do PIB. Em 2000, passou para 17,1%, alcançando 25,2% em 2010. Em 2019, superou pela primeira vez a marca de 30% (34,6%). Em 2023, a marca ficou em 45%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, destaca que a maioria das empresas que recebem capital estrangeiro é controlada por esses investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tem 100% do capital ou tem o controle da empresa, mais de 50%”, diz Rocha, ao ressaltar o fato de esses negócios terem maior ligação com o exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tipicamente têm uma maior relação com o exterior, com os seus investidores, têm maior conteúdo importado, maior conteúdo exportado”, explica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aumento da capacidade produtiva</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O BC divide os US$ 1,1 trilhão em duas partes: US$ 884,8 bilhões são participação no capital social de empresas, ou seja, sócios; enquanto US$ 256,4 bilhões são operações intercompanhia, isto é, empréstimos entre empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mais importante é o caráter tipicamente produtivo desse investimento direto, aumentando capacidade instalada no país, contribuindo para crescimento de produtividade”, avalia Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do recorde em relação ao PIB, Fernando Rocha esclarece que, em termos absolutos, o estoque de investimento direto no país era maior ao fim de 2023, marcando US$ 1,3 trilhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O chefe do Departamento de Estatísticas do BC explica que isso acontece por causa do câmbio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses investimentos no Brasil são todos feitos em reais, então a gente apura esses valores, mas depois converte em dólar”, detalha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Rocha, entre o fim de 2023 e o final de 2024, a taxa de câmbio passou de R$ 4,84 por dólar para R$ 6,19. “Essa depreciação cambial reduziu esse valor de investimento direto, quando a gente expressa em dólares”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando Rocha aponta que os principais países a investirem diretamente no Brasil são Estados Unidos, em primeiro lugar, França, Uruguai, Espanha e Países Baixos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente tem como principais setores, que somam 40% da posição de investimento, o setor de serviços financeiros, comércio, eletricidade e extração de petróleo”, elenca.</p>
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		<title>Movimento nos aeroportos brasileiros cresce 10% em 2025</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/movimento-nos-aeroportos-brasileiros-cresce-10-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 08:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[aviação comercial brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Aeroporto do Galeão (RJ) teve o melhor desempenho. A aviação comercial brasileira bateu recorde no primeiro semestre de 2025. Nos primeiros seis meses deste ano, 61,8 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos e internacionais. A movimentação nos aeroportos cresceu 10% na comparação com o mesmo período do último ano. De janeiro a junho deste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c3297e4985860e04ae3bb009f57b48ba">Aeroporto do Galeão (RJ) teve o melhor desempenho.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A aviação comercial brasileira bateu recorde no primeiro semestre de 2025. Nos primeiros seis meses deste ano, 61,8 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos e internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A movimentação nos aeroportos cresceu 10% na comparação com o mesmo período do último ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a junho deste ano, foram 13,8 milhões de turistas em voos internacionais, alta de 15,3%. Em voos nacionais, o crescimento foi de 8,6%, com movimentação superior a 40 milhões de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos vivendo o melhor período da nossa aviação civil e os números comprovam isso. Se mantivermos esse ritmo no segundo semestre deste ano, vamos fechar 2025 com o melhor resultado da história. Isso significa um ganho expressivo não apenas para o nosso setor, mas para todos. Quando a aviação vai bem, o turismo vai bem, assim como a parte hoteleira e, principalmente, a nossa economia”, afirmou, em nota, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Demanda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com levantamento do ministério, com base no Relatório de Demanda e Oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre os 10 maiores aeroportos do país com maior movimentação, o melhor desempenho foi observado no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que passou de 6,5 milhões de passageiros para 8,2 milhões de viajantes em 2025, crescimento superior a 26%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 6,2 milhões de passageiros transportados, o Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte, também teve destaque no semestre, com alta de quase 15%. O maior terminal do país, o de Guarulhos, em São Paulo, cresceu 8% nos seis primeiros meses do ano, com quase 22 milhões de viajantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tenha perdido uma posição no ranking dos mais movimentados, o Aeroporto de Brasília apresentou alta de 7,6% período, com movimentação superior a 7,5 milhões de pessoas, melhor resultado desde 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário Nacional de Aviação Civil, Tomé Franca, a perspectiva é positiva para os próximos meses diante dos investimentos públicos na infraestrutura de aeroportos e apoio institucional a companhias aéreas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Casamento entre mulheres cresce 5,9% e é recorde em 2023, mostra IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/casamento-entre-mulheres-cresce-59-e-e-recorde-em-2023-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 08:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde]]></category>
		<category><![CDATA[uniões homoafetivas]]></category>
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					<description><![CDATA[Número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado na série histórica do IBGE para uniões homoafetivas, iniciada em 2013 No ano de 2023, houve 7 mil registros de casamento civil entre mulheres no Brasil. Esse número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-eaf8b79280532fffd011e13c1ff4e39c">Número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado na série histórica do IBGE para uniões homoafetivas, iniciada em 2013</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No ano de 2023, houve 7 mil registros de casamento civil entre mulheres no Brasil. Esse número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) específica para uniões homoafetivas, iniciada em 2013. O recorde anterior era de 2022, com 6,6 mil celebrações. O dado faz parte do levantamento Estatísticas de Registro Civil, divulgado nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quantidade de matrimônios entre mulheres em 2023 fez o Brasil registrar o recorde de casamento entre pessoas de mesmo sexo, que atingiu 11,2 mil, aumento de 1,6% em relação a 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ao se observar apenas os dados de união entre homens, percebe-se recuo. Foram 4.175, o que significa 4,9% a menos que em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE não leva em conta casos de união estável e chegou aos números por meio de informações coletadas em quase 20 mil cartórios e varas judiciais espalhados pelo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desde 2013, o número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo praticamente se multiplicou por três:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>2013: 3,7 mil</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2023: 11,2 mil</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em todos os anos, o número de casamentos entre mulheres é maior do que entre homens. Em 2023, elas representaram 62,7% do total de matrimônios homoafetivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de início da série do IBGE, 2013, é o mesmo em que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a Resolução 175, de 14 de maio, que impede cartórios de se recusarem a converter uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo em casamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida do CNJ veio na esteira de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2011, que igualou as uniões homoafetivas às heteroafetivas. Até então, os cartórios precisavam de autorização judicial para celebrar casamento entre pessoas do mesmo sexo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Menos casamentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento do IBGE revela também que houve 929,6 mil casamentos entre pessoas de sexos diferentes em 2023. Somando com os homoafetivos, o Brasil chega à marca de 940,8 mil casamentos, redução de 3% na comparação com 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse patamar faz o país voltar à tendência de queda no número de uniões civis. Em 2015, foram 1,137 milhão, quantidade que foi se reduzindo até 1,025 milhão em 2019. Em 2020, ano impactado pela pandemia de covid-19, que forçou o isolamento social, foram 757 mil. O número voltou a subir em 2021 e 2022, para, novamente, regredir em 2022.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="695" height="320" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402.webp" alt="" class="wp-image-61566" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402.webp 695w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-300x138.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-150x69.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-600x276.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-20x9.webp 20w" sizes="(max-width: 695px) 100vw, 695px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dados fizeram com que a taxa de nupcialidade – número de casamentos em relação à população de 15 anos ou mais de idade – fosse de 5,6 em 2023. Em 1980, o índice era mais que o dobro, 12,2. Em 2020, ano de eclosão da pandemia, era 4,5.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a gerente da Pesquisa de Registro Civil, Klivia Brayner de Oliveira, a redução no número de casamentos pode ter relação com mudanças na sociedade. “Uma sociedade mais líquida”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não é mais uma exigência das famílias, da sociedade, que a pessoa seja casada no civil. A pessoa tem mais liberdade para decidir se quer casar, se quer uma união estável – seja em cartório, seja de forma informal. Muitas vezes, o casamento é acompanhado de despesas, então as pessoas, às vezes, não querem assumir essas despesas”, completa Klivia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma decisão do STF de 2017 determinou que a união estável e o casamento possuem o mesmo valor jurídico em termos de direito sucessório, tendo o companheiro os mesmos direitos a heranças que o cônjuge (pessoa casada). Uma diferença é que a união estável não altera o estado civil, a pessoa continua solteira, divorciada, viúva, por exemplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Idade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, a idade média dos cônjuges solteiros que se casaram com pessoas do sexo oposto era de 29,2 anos para mulheres e 31,5 anos para os homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao observar os casais de mesmo sexo, a idade média era de 34,7 anos entre homens e 32,7 entre mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE identificou que os brasileiros estão se casando mais velhos. Ao analisar os casamentos entre pessoas de sexo diferente, foi revelado que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2003, 13% dos casamentos tinham cônjuge homem com 40 anos ou mais;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2023, eram 31,3%.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2003, 8,2% dos casamentos tinham cônjuge mulher com 40 anos ou mais;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2023, eram 25,1%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Outra tendência notada pelos pesquisadores nos casamentos entre pessoas de sexos diferentes é a queda na participação de solteiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2003, 86,9% dos registros eram como ambos solteiros. Em 2023, essa marca caiu para 68,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2003, 12,9% dos registros eram com pelo menos um dos cônjuges divorciado ou viúvo. Em 2023, essa marca caiu para 31,1%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Divórcios</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Pesquisa Estatísticas do Registro Civil revela que em 2023, o Brasil teve 440,8 mil divórcios, sendo 81% deles judiciais (360,8 mil) e 18,2% extrajudiciais (79,6 mil). O total de dissoluções cresceu 4,9% ante 2022, quando foram registrados 420 mil divórcios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="695" height="320" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1.webp" alt="" class="wp-image-61567" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1.webp 695w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-300x138.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-150x69.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-600x276.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-20x9.webp 20w" sizes="(max-width: 695px) 100vw, 695px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A taxa geral de divórcios – número de divórcios para cada mil pessoas de 20 anos ou mais – apresenta tendência de crescimento:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>2016: 2,4</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2019: 2,5 (último ano antes da pandemia)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2020: 2,1</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2021: 2,5</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2022: 2,8</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2023: 2,8</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora Klivia de Oliveira aponta que mudanças na legislação brasileira ajudam a explicar o crescimento do número de divórcios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde 2010, existe uma facilidade, se você quer se divorciar, não precisa se separar, ter um processo de separação de um ou dois anos para depois pedir o divórcio”, contextualiza. “A legislação acompanhou a mudança dos valores da sociedade”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Também as pessoas estão, talvez, menos presas a questões sociais. Hoje você aceita normalmente. Uma pessoa quer se divorciar, se divorcia”, conclui a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os homens se divorciaram em idades mais avançadas que as mulheres. Enquanto eles tinham, em média, 44,3 anos no momento da dissolução, elas tinham 41,4 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostra que os casamentos brasileiros estão durando menos. Em 2010, o período médio entre as datas do casamento e do divórcio era de 15,9 anos. Em 2023, o tempo caiu para 13,8 anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">E os filhos?</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao observar o tipo de arranjo familiar dos divórcios, o IBGE identificou as seguintes proporções:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>46,3% tinham somente filhos menores</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>29,9% sem filhos</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>16,1% tinham somente filhos maiores</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>7% tinham filhos maiores e menores</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>0,7% sem informação de filhos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desde 2014, os pesquisadores mapearam uma clara tendência de aumento de divórcios com guarda compartilhada, movimento que leva à diminuição de casos em que a guarda é exclusiva da mãe.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>guarda materna: em 2014, respondia por 85,1% dos casos. Em 2023, por 45,5%</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>guarda compartilhada: em 2014, respondia por 7,5% dos casos. Em 2023, por 42,3%</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>guarda paterna: em 2014, respondia por 5,5% dos casos. Em 2023, por 3,3%</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2014 é um ponto de partida da tendência crescente de casos de guarda compartilhada, uma vez que a Lei 13.058, sancionada em dezembro daquele ano, prioriza esse tipo de guarda quando não há acordo entre mãe e pai sobre quem cuidará do filho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Efeito Lula: venda de motos em fevereiro dispara e cresce 14% em relação ao ano passado</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/efeito-lula-venda-de-motos-em-fevereiro-dispara-e-cresce-14-em-relacao-ao-ano-passado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 08:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Crescimento mês a mês foi de 2%, informa relatório de associação de produtores As vendas de motocicletas no Brasil apresentaram um crescimento expressivo em fevereiro, com alta de 14,4% em relação ao mesmo período de 2023, totalizando 156 mil unidades comercializadas. O número superou as vendas de carros de passeio, que ficaram em 134,8 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8682ad4dfa21745872ec0da773b9e25f">Crescimento mês a mês foi de 2%, informa relatório de associação de produtores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas de motocicletas no Brasil apresentaram um crescimento expressivo em fevereiro, com alta de 14,4% em relação ao mesmo período de 2023, totalizando 156 mil unidades comercializadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número superou as vendas de carros de passeio, que ficaram em 134,8 mil unidades no mesmo mês. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (10/3) pela Fenabrave, associação que representa as concessionárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação mensal, o setor também registrou avanço de 2,6% em relação a janeiro. No acumulado do primeiro bimestre de 2024, as vendas somaram 307,9 mil motos, um aumento de 10,1% frente ao mesmo período do ano passado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="829" height="453" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/honda-fabrica-em-manaus-2-1024x576-e1584152610903.jpg" alt="" class="wp-image-60314" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/honda-fabrica-em-manaus-2-1024x576-e1584152610903.jpg 829w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/honda-fabrica-em-manaus-2-1024x576-e1584152610903-300x164.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/honda-fabrica-em-manaus-2-1024x576-e1584152610903-150x82.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/honda-fabrica-em-manaus-2-1024x576-e1584152610903-768x420.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/honda-fabrica-em-manaus-2-1024x576-e1584152610903-600x328.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/honda-fabrica-em-manaus-2-1024x576-e1584152610903-20x11.jpg 20w" sizes="(max-width: 829px) 100vw, 829px" /><figcaption class="wp-element-caption">reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Fenabrave projeta um crescimento de 10% nas vendas para 2025, alcançando 2,06 milhões de unidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O bom desempenho do setor é impulsionado pela expansão dos serviços de delivery e pela busca por veículos mais acessíveis e econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, foi registrada alta de 11,1% na fabricação de motos, o melhor resultado desde 2011.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal atribui o crescimento a políticas que criaram um ambiente favorável para a indústria, refletindo-se no fortalecimento do setor e na geração de empregos, que atinge alguns dos melhores níveis da história do Brasil.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Efeito Lula: PIB oficial de 2024 é divulgado com alta histórica</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/efeito-lula-pib-oficial-de-2024-e-divulgado-com-alta-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 07:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Avanço]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto (PIB)]]></category>
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					<description><![CDATA[Indústria puxa &#8220;PIBão&#8221; do Brasil, que registra o segundo maior crescimento desde 2011 Nesta sexta-feira (7/3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anuncia oficialmente o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024: O Brasil cresceu 3,4%. É o melhor resultado desde 2021 (ano de repique do crescimento por conta da queda de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f4c18278ceb6f57ad9e59e5f18891189">Indústria puxa &#8220;PIBão&#8221; do Brasil, que registra o segundo maior crescimento desde 2011</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta sexta-feira (7/3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anuncia oficialmente o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024: O Brasil cresceu 3,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o melhor resultado desde 2021 (ano de repique do crescimento por conta da queda de 2020, ligada à pandemia de coronavírus) e o segundo melhor desde 2011 (4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Produto Interno Bruto (PIB) do país apresentou variação positiva de 0,2% no quarto trimestre de 2024 contra o terceiro e encerrou o ano com crescimento de 3,4%, totalizando R$ 11,7 trilhões”, destacou o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço foi impulsionado pelo vigor da indústria nacional e pela robustez do setor de serviços, setores que se tornaram os pilares da retomada econômica sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o consumo das famílias tivemos uma conjunção positiva, como os programas de transferência de renda do governo, a continuação da melhoria do mercado de trabalho e os juros que foram, em média, mais baixos que em 2023”, afirma Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O destaque ficou por conta do setor industrial, que registrou crescimento de 3,3% ao ano, segundo o IPEA, impulsionado por políticas de incentivo à manufatura verde do programa Mover programas de reindustrialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado chegou a prever um crescimento de 1,59% para a economia brasileira em 2024, resultado que foi quase duplicado pelo governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB reflete também o aumento da massa salarial, que fez com que a renda dos brasileiros e o nível de emprego crescesse ao redor do país</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço econômico, com enfoque no setor produtivo, foi conquistado mesmo com taxas de juro altas impostas pelo Banco Central desde 2023. O Brasil é praticante de uma das taxas de juro real mais altas do planeta.</p>
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		<title>Previsão para inflação permanece em 5,65% para este ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/previsao-para-inflacao-permanece-em-565-para-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 06:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central (BC)]]></category>
		<category><![CDATA[boletim focus]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Monetário Nacional (CMN)]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa é primeira estabilização após 19 semanas de alta Depois de 19 semanas em alta, as projeções para a inflação em 2025 se estabilizaram. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), os analistas de mercado acreditam que a inflação oficial pelo Índice Nacional de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-43a0b98b6fff853db4e5e2cd865b3d62">Essa é primeira estabilização após 19 semanas de alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de 19 semanas em alta, as projeções para a inflação em 2025 se estabilizaram. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), os analistas de mercado acreditam que a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 5,65%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da estabilização, a inflação, caso se concretize a projeção, fechará o ano bastante acima da meta. Pelo novo sistema de metas contínuas, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelece meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, o que indica teto da meta de 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC informou que a inflação deve estourar o teto da meta no primeiro ano do regime de metas contínuas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim Focus manteve em 15% ao ano a expectativa para a Taxa Selic (juros básicos da economia) no fim do ano. A projeção está nesse nível há oito semanas. Para 2026, as instituições financeiras projetam juros básicos de 12,5% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Selic está em 13,25% ao ano, com o Copom admitindo que elevará os juros para 14,25% na reunião de março.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PIB</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao desempenho da economia neste ano, os analistas de mercado mantiveram em 2,01% a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim Focus projeta crescimento de 1,7% no PIB para 2026 e de 2% para 2027 e 2028..</p>
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		<title>Banco do Brasil tem lucro recorde de R$ 37,9 bi em 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-tem-lucro-recorde-de-r-379-bi-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 07:51:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[balanço]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Crédito Ampliada]]></category>
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		<category><![CDATA[margem financeira bruta]]></category>
		<category><![CDATA[receitas de prestação de serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[Apenas no quarto trimestre, instituição lucrou R$ 9,6 bilhões O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido ajustado recorde de R$ 37,9 bilhões em 2024, com crescimento de 6,6% em relação a 2023. Segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (19) à noite pela instituição financeira, apenas no quarto trimestre, o lucro totalizou R$ 9,6 bilhões, alta [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-11851d2a36f15dabc0220154d38da92d">Apenas no quarto trimestre, instituição lucrou R$ 9,6 bilhões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil (BB)</a> teve lucro líquido ajustado recorde de R$ 37,9 bilhões em 2024, com crescimento de 6,6% em relação a 2023. Segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (19) à noite pela instituição financeira, apenas no quarto trimestre, o lucro totalizou R$ 9,6 bilhões, alta de 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o BB, o crescimento no lucro pode ser explicado pelo crescimento na margem financeira bruta (+11,2%), das receitas de prestação de serviços (+4,9%) e pela contenção das despesas administrativas, que cresceram 4,4% no ano passado e subiram menos que a inflação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Carteira de crédito</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira de crédito ampliada do Banco do Brasil encerrou 2024 com saldo de R$ 1,3 trilhão, alta de 15,3% em relação a 2023. Os destaques foram as operações com pessoas físicas, com empresas e com o agronegócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às pessoas físicas, a carteira de crédito ampliada cresceu 7,3% no ano passado, somando R$ 336 bilhões. A expansão foi influenciada pela carteira de crédito consignado, que cresceu 9,8% no ano passado. A carteira de crédito para pessoas jurídicas totalizou R$ 461,1 bilhões, com alta de 18% em 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira ampliada do agronegócio somou R$ 397,7 bilhões, batendo o recorde registrado em 2023. O crescimento totalizou 2,9% em relação ao trimestre anterior e 11,9% em 12 meses. O BB manteve a liderança no crédito ao segmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira de negócios sustentáveis, que engloba os empréstimos a projetos com impacto social e ambiental positivo, somou R$ 386,7 bilhões no ano passado, com alta de 12,7% em 12 meses. O montante corresponde a 30% do crédito total do banco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inadimplência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O índice de inadimplência acima de 90 dias das operações de crédito do banco ficou em 3,32% em dezembro de 2024, alta em relação aos 2,92% registrados no fim de 2023. Segundo o BB, a elevação decorreu principalmente do segmento de agronegócio, afetado por desastres climáticos no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a inadimplência maior, a despesa com a provisão (reserva) para créditos de liquidação duvidosa subiu 16,9% no ano passado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Receitas e despesas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As receitas com prestação de serviços cresceram 4,9% em 2024, totalizando R$ 35,5 bilhões. Os destaques foram os segmentos de consórcios (+17,4%); rendas do mercado de capitais (+16,7%); administração de fundos (+11,6%); e seguros, previdência e capitalização (+10,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As despesas administrativas somaram R$ 37 bilhões, alta de 4,4% no ano passado, abaixo da inflação acumulada no ano passado e dentro das projeções do banco, que variavam entre 5% e 7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BB também divulgou as projeções para 2025. Para este ano, a instituição prevê lucro líquido ajustado entre R$ 37 bilhões e R$ 41 bilhões, expansão de 5,5% a 9,5% na carteira de crédito. As receitas com prestação de serviços deverão ficar entre R$ 34,5 bilhões e R$ 36,5 bilhões; e os gastos administrativos, entre R$ 38,5 bilhões e R$ 40 bilhões.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/">Curso CPA 20 com ótimo desconto para sindicalizados e seus dependentes</a></h5>
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			</item>
		<item>
		<title>Setor de serviços cresce 3,1% em 2024, mostra IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/setor-de-servicos-cresce-31-em-2024-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 09:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro dos cinco setores analisados tiveram desempenho positivo O setor de serviços fechou o ano de 2024 com crescimento acumulado de 3,1%, completando o quarto ano consecutivo de taxas positivas, um feito inédito na série histórica, iniciada em 2012. Entre 2021 e 2024, a alta acumulada chegou a 27,4%. O resultado do ano passado também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d1642329271fc8a5d2e0433a793326cf">Quatro dos cinco setores analisados tiveram desempenho positivo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de serviços fechou o ano de 2024 com crescimento acumulado de 3,1%, completando o quarto ano consecutivo de taxas positivas, um feito inédito na série histórica, iniciada em 2012. Entre 2021 e 2024, a alta acumulada chegou a 27,4%. O resultado do ano passado também superou o de 2023, que ficou em 2,9%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pela Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No resultado anual de 2024, quatro dos cinco setores tiveram desempenho positivo. Os maiores destaques foram os serviços de informação e comunicação e os serviços profissionais, administrativos e complementares: ambos cresceram 6,2%. Já os serviços prestados às famílias tiveram incremento de 4,4% e os outros serviços avançaram 1,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O único setor com resultado negativo foi o dos transportes, com queda de -0,7%. De acordo com o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, isso se deve principalmente à diminuição da receita obtida pelo transporte rodoviário de cargas, impactado pela menor safra colhida no ano passado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dezembro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No último mês do ano, o volume de serviços no Brasil recuou 0,5%, o segundo resultado negativo consecutivo, acumulando perda de 1,9%. Rodrigo Lobo lembra que esses dois resultados vêm depois do recorde registrado em outubro, o que eleva a base de comparação. Com relação a dezembro de 2023, o resultado foi positivo em 2,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passagem de novembro para dezembro, três das cinco atividades apresentaram retração. A maior delas foi observada na categoria outros serviços, que caiu -4,2%, por causa principalmente do mau desempenho dos serviços financeiros auxiliares. Também tiveram recuo os serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,7%) e e as atividades de informação e comunicação (-0,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraponto, os serviços prestados às famílias cresceram 0,8%, acumulando crescimento de 7,8% entre maio e dezembro de 2024. Os transportes tiveram discreta recuperação de 0,1%, depois de queda expressiva de 3,5% em novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a queda mensal, o setor de serviços chegou ao último mês de 2024 em um patamar 15,6% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020. Mas ainda se encontrava 1,9% abaixo do ponto mais alto da série histórica, registrado em outubro de 2024.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil atinge o maior número de pessoas empregadas da História</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-atinge-o-maior-numero-de-pessoas-empregadas-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2024 07:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas empregadas]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do Ipea mostram que mercado recebeu só no 2° trimestre deste ano 1,7 milhão de trabalhadores, recorde na série histórica da PNAD Contínua e, em números absolutos, de todos os tempos Um dado divulgado esta semana pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou que o Brasil atingiu um recorde histórico neste segundo trimestres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-772723a6ff5808c8b86f0525183501f3">Dados do Ipea mostram que mercado recebeu só no 2° trimestre deste ano 1,7 milhão de trabalhadores, recorde na série histórica da PNAD Contínua e, em números absolutos, de todos os tempos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado divulgado esta semana pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou que o Brasil atingiu um recorde histórico neste segundo trimestres de 2024: 109,4 milhões de pessoas como força de trabalho e 101,8 milhões ocupadas. Os indicadores são os maiores registrados desde que a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) começou em 2012 e, em números absolutos, representa o maior contingente de cidadãos e cidadãs ocupados já visto no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se uma comparação for feita com o mesmo período de 2023, o crescimento da força de trabalho foi de 1,7%, enquanto o de população ocupada subiu 3%. Com uma tendência geral de aumento significativo dos empregos formais, o dado revela que cada vez mais brasileiros estão conseguindo trabalho com carteira assinada (1,7 milhão de novos postos, que representa um crescimento de 38%) e mais proteção por conta dos direitos, o que reflete também num crescimento na renda média nacional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="619" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-1024x619.jpg" alt="" class="wp-image-57788" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-1024x619.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-300x181.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-150x91.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-768x464.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-1536x928.jpg 1536w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-1100x665.jpg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-600x363.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h-20x12.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53634182010_90d9b716db_h.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ricardo Stuckert/PR</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma pesquisa, o Ipea constatou que a desocupação (desemprego) caiu para 6,9%, o mais baixo nível dos últimos 10 anos, o que dá ao presidente Lula (PT) novamente a pecha de um grande criador de postos de trabalho, uma vez que durante os governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) a desocupação explodiu, culminando em graves e duradouras crises de desemprego generalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento aponta ainda um crescimento na renda média do trabalhador brasileiro, que chegou a R$ 3.214, ou seja, 5,8% maior do que no mesmo período de 2023. Os setores que mais cresceram foram os de transporte, informática e serviços pessoais, que alavancaram o aumento, ao passo que a agropecuária registrou nova queda no número de trabalhadores ocupados.</p>
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		<title>Fiocruz mantém alerta para alta de casos graves de covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fiocruz-mantem-alerta-para-alta-de-casos-graves-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 08:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim InfoGripe]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus sincicial respiratório (VSR)]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados são do Boletim InfoGripe O novo Boletim InfoGripe desta semana destaca que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por covid-19 crescem e se ampliam no país. A atualização mostra aumento dos casos de SRAG associado à covid-19 no Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-937ce290a845be2bc831ca7d5c582086">Dados são do Boletim InfoGripe</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O novo <a href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/u91/resumo_infogripe_2024_37.pdf" data-type="link" data-id="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/u91/resumo_infogripe_2024_37.pdf">Boletim InfoGripe</a> desta semana destaca que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por covid-19 crescem e se ampliam no país. A atualização mostra aumento dos casos de SRAG associado à covid-19 no Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os estados de Minas Gerais e Paraná também apresentam leve aumento de casos SRAG em idosos, provavelmente associado à covid-19. Os dados foram divulgados pela <a href="https://portal.fiocruz.br/" data-type="link" data-id="https://portal.fiocruz.br/">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</a> nesta quinta-feira (19/9).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A manutenção do aumento dos casos de SRAG em crianças e adolescentes de até 14 anos de idade em muitos estados da região Centro-Sul e em alguns estados do Norte-Nordeste está associada ao rinovírus. No entanto, já é possível observar sinais de desaceleração no crescimento de SRAG pela doença em alguns desses estados e até mesmo a queda das hospitalizações por rinovírus em outras regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos de idade, os vírus sincicial respiratório (VSR) e o rinovírus continuam sendo as principais causas de internações e óbitos. A mortalidade da SRAG permanece mais elevada entre os idosos, com predomínio de covid-19, seguido pela influenza A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No agregado nacional, há sinal de aumento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas). Esse aumento se deve a um crescimento das SRAG por rinovírus e covid-19 em muitos estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise aponta que 14 unidades federativas apresentam indícios de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella ressalta que o crescimento dos casos graves por rinovírus já começam a dar sinais de desaceleração em alguns estados ou até de queda em algumas regiões. Em relação aos vírus da influenza A, informa Tatiana, os casos graves do vírus continuam em baixa na maior parte do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, segundo a pesquisadora, o estudo observou aumento de casos graves por influenza A no Rio Grande do Sul. &#8220;Por isso, é importante que todas as pessoas do grupo de risco do Rio Grande do Sul que ainda não tomaram a vacina contra o vírus da influenza A procurem um posto de saúde para se vacinarem contra o vírus. Além disso, diante do cenário de aumento de casos graves de covid-19 em muitos estados do país, é muito importante que todas as pessoas do grupo de risco também estejam em dia com a vacina&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="InfoGripe: Covid-19 mantém curva de crescimento e ampliação no país." width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/VTaXZWSbBhU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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