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	<title>crédito &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>crédito &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>As 4 engrenagens que tornam o crédito no Brasil um agente de empobrecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 10:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[empobrecimento pelo crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empobrecimento pelo mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro empobrece com crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[Do uso da poupança popular ao consignado do BPC, uma radiografia de um sistema que empobrece enquanto diz modernizar Se você já abriu a fatura do cartão, tentou financiar um eletrodoméstico ou entrou no cheque especial e teve a impressão de que o sistema financeiro está sempre contra você, essa percepção não é um delírio, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Do uso da poupança popular ao consignado do BPC, uma radiografia de um sistema que empobrece enquanto diz modernizar</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já abriu a fatura do cartão, tentou financiar um eletrodoméstico ou entrou no cheque especial e teve a impressão de que o sistema financeiro está sempre contra você, essa percepção não é um delírio, mas a consequência de um modelo construído ao longo de décadas para beneficiar quem já está no topo e transferir riscos e custos para o resto da população.<br><br>Nas últimas décadas, o crédito deixou de ser um instrumento de desenvolvimento e passou a funcionar prioritariamente como uma engrenagem de lucro do setor financeiro.<br><br>Assim, produtos como cartão de crédito, cheque especial, empréstimos, financiamento, que deveriam apoiar a vida econômica da população acabaram se tornando mecanismos de extração de renda.<br><br>O resultado é um país onde famílias pagam caro para acessar serviços básicos, enquanto bancos operam com margens entre as maiores do mundo. E alguns fatores ajudam a explicar por que o Brasil é, hoje, um dos países onde o crédito mais empobrece.Como a poupança dos pobres financia o lucro dos ricos</p>



<p class="wp-block-paragraph">A função básica do crédito deveria ser simples: pegar o dinheiro de quem quer guardar, emprestar para quem precisa e movimentar a economia real. No Brasil, essa lógica foi completamente distorcida.<br><br>O atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, chamou atenção recentemente para um mecanismo silencioso: a poupança funciona como um “Robin Hood às avessas”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O sistema opera assim:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Milhões de brasileiros de baixa renda deixam o dinheiro na poupança, que paga pouco.</li>



<li>Esse dinheiro barato é utilizado pelos bancos para financiar setores que têm alta capacidade de pagamento, inclusive os mais ricos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O spread médio está acima de 20 pontos percentuais, segundo o Banco Central. Isso significa que, enquanto o banco paga quase nada ao poupador, cobra juros altíssimos de quem toma crédito.<br><br>O FGTS, por exemplo, foi sistematicamente transformado de uma poupança para a segurança do trabalhador em um produto financeiro.<br><br>Sob os governos de Temer e Bolsonaro, a liberação de saques e a permissão de empréstimos com garantia do fundo serviram para aumentar o volume de crédito e os lucros dos bancos, sempre colocando o interesse do mercado acima do objetivo original do fundo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito às custas do endividamento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso ter em vista que, embora o acesso a cartões de crédito seja positivo quando se fala em inclusão financeira, seu potencial em aumentar o nível de endividamento não pode ser desconsiderado.<br><br>Uma pesquisa elaborada pelo próprio Banco Central em 2023 lembra que o maior acesso a cartões de crédito, embora positivo do ponto de vista da inclusão financeira, também merece atenção por seu potencial de aumentar o nível de endividamento das famílias.<br><br>“Quando o cliente deixa de pagar o valor total da fatura do cartão, o valor não pago se torna uma modalidade de empréstimo, chamada rotativo do cartão de crédito. Essa é uma das operações de crédito com maiores taxas de inadimplência e custo no mercado”, lembra a autoridade monetária.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Por que juros altos não freiam o consumo no Brasil</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O discurso clássico de política monetária diz que juros altos servem para esfriar a economia e segurar a inflação.<br><br>Na prática, no Brasil, o mecanismo funciona de uma forma muito específica, e com efeitos entre pessoas físicas e empresas.<br><br>Quando a Selic sobe, o país atrai capital estrangeiro em busca de rentabilidade. Esses dólares entrando fortalecem o Real. É essa valorização do câmbio — e não a queda do consumo — que puxa a inflação para baixo.<br><br><strong>Ou seja:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A Selic sobe.</li>



<li>O Real se valoriza.</li>



<li>Importados ficam mais baratos.</li>



<li>A inflação cai porque o câmbio caiu, e não porque as famílias reduziram consumo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse efeito cria um paradoxo incômodo: a Selic alta pode até aumentar o poder de compra ao baratear produtos importados. É o oposto do que o Banco Central costuma afirmar em suas comunicações.<br><br>Além disso, é preciso ter em vista que uma taxa de juros elevada também compromete o fluxo de investimentos produtivos, com efeito negativo na geração de emprego via encarecimento do crédito – algo criticado inclusive pelo empresariado.<br><br>“A Selic tem freado a economia muito além do necessário, uma vez que a inflação está em clara trajetória de queda. A taxa de juros atual traz custos desnecessários, ameaçando o mercado de trabalho e, por consequência, o bem-estar da população. Além disso, o Brasil segue com a segunda maior taxa de juros real do mundo, penalizando duramente o setor produtivo”, afirmou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, em comunicado divulgado após a reunião em que o Copom manteve os juros em 15% por mais uma reunião.<br><br>Uma pesquisa da CNI mostra que 80% das empresas industriais apontam a taxa de juros elevada como a principal dificuldade para a tomada de crédito de curto prazo. No caso de acesso a financiamento de longo prazo, 71% dos empresários apontam a Selic como principal barreira.<br><br>O debate revela uma política monetária muito mais alinhada ao fluxo internacional de capitais do que ao desenvolvimento interno. A Selic não atua como ferramenta de “freio”, mas como um sinal para o mercado global.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Benefícios de crianças viram efeito colateral</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre todos os problemas do sistema, talvez nenhum seja tão grave quanto o uso de benefícios sociais — inclusive de crianças — como garantia para empréstimos consignados.<br><br>O caso de Clara, 7 anos, portadora de síndrome de Down, é emblemático. Seu benefício do BPC foi usado como garantia de um empréstimo. Uma fotografia no celular substituiu uma assinatura que ela não poderia dar. A dívida passou a ser descontada direto de seu benefício.<br><br><strong>Ela não é exceção. É efeito de um sistema construído ao longo de 15 anos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ferramentas digitais de contratação acelerada</li>



<li>Portabilidade automática</li>



<li>Open finance</li>



<li>Normas que favorecem risco zero para os bancos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso permitiu transformar a renda mínima de sobrevivência em ativo financeiro.<br><br>E uma série de dados oficiais evidenciam como a vulnerabilidade virou uma oportunidade de negócio – para o setor financeiro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>R$ 12 bilhões em empréstimos têm como garantia benefícios infantis.</li>



<li>Cerca de R$ 20 bilhões são consignados apoiados em programas assistenciais.</li>



<li>2,6 milhões de beneficiários do BPC têm consignados.</li>



<li>Um em cada seis beneficiários do Bolsa Família contraiu esse tipo de crédito.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A conta da dívida das famílias</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os bancos – sejam eles instituições tradicionais ou as chamadas fintechs – se apresentam como modernos, tecnológicos e acessíveis.<br><br><strong>Mas os resultados dessa “modernização” são:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Endividamento recorde: famílias comprometem 49,1% da renda anual.</li>



<li>Comprometimento mensal histórico: 28,8% da renda vai para dívidas.</li>



<li>Juros de 58,7% ao ano no crédito livre.</li>



<li>Inadimplência em 4%, a maior em três anos.</li>



<li>Spread bancário de 20,8 pontos percentuais, um dos maiores do planeta.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, cada ponto da Selic custa ao governo R$ 54 bilhões por ano.<br><br>Com a economia gerada pela redução de apenas 2 pontos percentuais, seria possível dobrar todo o investimento federal em educação. Entretanto, o modelo transfere recursos públicos para remunerar o capital financeiro — e essa decisão política custa caro.<br><br>A economia real é quem sustenta o sistema que se apresenta como moderno, mas entrega empobrecimento e estagnação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Para quem o crédito trabalha?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os quatro mecanismos — poupança regressiva, Selic paradoxal, uso de benefícios sociais como colateral e juros que drenam renda — mostram que o sistema financeiro brasileiro funciona exatamente como foi desenhado: para transferir riqueza da base da sociedade para o topo.<br><br><strong>A pergunta, portanto, não é técnica. É política:<br></strong><br>O crédito existe para desenvolver o país ou para remunerar o mercado?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco Central aumenta taxa básica de juros para 14,25%, mas indica próximo aumento menor</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-aumenta-taxa-basica-de-juros-para-1425-mas-indica-proximo-aumento-menor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 07:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic (juros básicos da economia)]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento da Selic encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de maneira unânime, elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25%. Trata-se da quinta alta seguida na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">O aumento da Selic encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de maneira unânime, elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25%. Trata-se da quinta alta seguida na Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o maior patamar desde a crise do governo Dilma, em 2015 e 2016, quando a taxa também alcançou 14,25%. A ex-presidente sofreu impeachment em agosto de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comunicado desta quarta (19/3), o comitê informa que a expectativa é uma nova alta para a próxima reunião, porém, em um nível menor do que este, de um ponto percentual. Caso o o aumento se confirme na próxima reunião, a Selic alcançará o maior patamar em quase 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do Copom impacta tanto o mercado financeiro quanto a economia real. O aumento da Selic, com a premissa de combater a inflação, encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego. Também impacta negativamente as contas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora Carla Beni, economista da FGV, explicou que o aumento da taxa Selic para conter uma inflação de custos, como é o caso do Brasil, é uma medida ineficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos comemorando há dois anos um PIB que cresce mais de 3%, uma retomada da massa salarial, uma melhora do emprego e da renda. Então, quando você contrai a economia, o que acontece? Esse grupo da população que foi inserido vai ser expurgado em grande medida”, disse Carla Beni.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o “remédio” receitado para a inflação brasileira não está adequado. “O que eu vejo do diagnóstico da inflação brasileira e desse remédio amargo trazido como consequência, que é a alta dos juros, é que já parte de um diagnóstico errado e que esse remédio vai acabar, na marra, baixando a inflação, mas enforcando um setor muito importante que é o setor urbano, diminuindo a renda das pessoas, podendo aumentar o desemprego”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja a íntegra do comunicado do Copom sobre a taxa básica de juros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“O ambiente externo permanece desafiador em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente pela incerteza acerca de sua política comercial e de seus efeitos. Esse contexto tem gerado ainda mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed e acerca do ritmo de crescimento nos demais países. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de países emergentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo, ainda que sinais sugiram uma incipiente moderação no crescimento. A inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação e novamente apresentaram elevação nas divulgações mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se de forma relevante e situam-se em 5,7% e 4,5%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,9% no cenário de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) impactos sobre o cenário de inflação de uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada; e (ii) um cenário menos inflacionário para economias emergentes decorrente de choques sobre o comércio internacional e sobre as condições financeiras globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, da elevada incerteza e das defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de menor magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander chega a cobrar 861.707,22% ao ano para conceder crédito, alerta Edu Moreira</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-chega-a-cobrar-861-70722-ao-ano-para-conceder-credito-alerta-edu-moreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 07:03:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Efetivo Total (CET)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[ICL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[taxa dos juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Custo Efetivo Total (CET) do banco é estratosférico, segundo informação da própria instituição No ICL Notícias — 1ª Edição, Eduardo Moreira mostrou como a alta taxa dos juros do crédito bancário prejudica o brasileiro. Ele usou como exemplo um correntista que tomou R$ 20,00 no banco Santander e analisou o demonstrativo fornecido no caixa eletrônico. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Custo Efetivo Total (CET) do banco é estratosférico, segundo informação da própria instituição</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No <a href="https://www.youtube.com/@InstitutoConhecimentoLiberta" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/@InstitutoConhecimentoLiberta">ICL Notícias</a> — 1ª Edição, Eduardo Moreira mostrou como a alta taxa dos juros do crédito bancário prejudica o brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele usou como exemplo um correntista que tomou R$ 20,00 no banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> e analisou o demonstrativo fornecido no caixa eletrônico. O Custo Efetivo Total da quantia que o cliente pegou emprestada é, segundo o próprio Santander, de 861.707,22%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os bancos são inimigos a serem vencidos”, concluiu Eduardo.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="JUROS ABUSIVOS são uma prova de que os bancos são INIMIGOS do povo. O que o Santander faz é ABSURDO!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/pNnsYqoV_KE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Copom reduz juros básicos da economia para 10,5% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-105-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 08:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros básicos da economia]]></category>
		<category><![CDATA[Redução]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Queda de 0,25 ponto era esperada pelo mercado financeiro A alta recente do dólar e o aumento das incertezas fizeram o Banco Central (BC) diminuir o ritmo do corte de juros. Por 5 votos a 4, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Queda de 0,25 ponto era esperada pelo mercado financeiro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A alta recente do dólar e o aumento das incertezas fizeram o Banco Central (BC) diminuir o ritmo do corte de juros. Por 5 votos a 4, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 10,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa foi a sétima vez consecutiva que o Copom reduziu a Selic. No entanto, a velocidade dos cortes diminuiu. De agosto do ano passado até março deste ano, o Copom tinha reduzido os juros básicos em 0,5 ponto percentual a cada reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do BC, Roberto Campos Neto, desempatou a decisão ao votar por um corte de 0,25 ponto. Além de Campos Neto, votaram por essa redução os seguintes diretores Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes, indicados pelo governo anterior. Votaram por uma redução de 0,50 ponto percentual os seguintes membros: Ailton de Aquino Santos, Gabriel Muricca Galípolo, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira, indicados pelo atual governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, o Copom informou que o cenário internacional se agravou e que a inflação subjacente, que elimina preços mais voláteis, está acima da meta de inflação. Além disso, o comunicado defendeu que o arcabouço fiscal aprovado no ano passado tenha credibilidade. Ao contrário das últimas reduções, o Banco Central não deu nenhuma indicação sobre o que fará nos próximos encontros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O comitê acompanhou com atenção os desenvolvimentos recentes da política fiscal e seus impactos sobre a política monetária. O comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida contribui para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, destacou o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa está no menor nível desde fevereiro de 2022, quando estava em 9,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas, quando começou a ser reduzida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do início do ciclo de alta, a Selic estava em 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em março, o indicador ficou em 0,16% e acumula 3,93% em 12 meses. Após um repique em fevereiro, a inflação desacelerou em março, por causa de alimentos, bebidas e transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice em 12 meses está exatamente no teto da meta de inflação. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2024 em 3,5% no cenário base. A projeção, no entanto, pode ser revista na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,73%, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 3,76%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito mais barato</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central aumentou para 1,9% a projeção de crescimento para a economia em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,05% do PIB em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="479" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-479x1024.webp" alt="" class="wp-image-54425" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-479x1024.webp 479w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-140x300.webp 140w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-70x150.webp 70w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-719x1536.webp 719w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-600x1282.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-20x43.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1.webp 754w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>infografia_selic &#8211;&nbsp;</em><strong>ArteDJOR</strong></figcaption></figure>
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		<item>
		<title>Programa Acredita: governo lança iniciativa para ampliar crédito e oferecer renegociação para pequenos negócios</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/programa-acredita-governo-lanca-iniciativa-para-ampliar-credito-e-oferecer-renegociacao-para-pequenos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 19:05:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acredita]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[pequeno negócio]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida Provisória foi assinada pelo presidente Lula nesta segunda-feira e traz quatro eixos de atuação O governo federal lançou nesta segunda-feira (22) o programa Acredita. Em quatro eixos, a iniciativa pretende fortalecer a oferta de crédito e renegociação de dívidas para Microempreendedores Individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas, além de ampliar o crédito imobiliário para famílias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Medida Provisória foi assinada pelo presidente Lula nesta segunda-feira e traz quatro eixos de atuação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal lançou nesta segunda-feira (22) o programa Acredita. Em quatro eixos, a iniciativa pretende fortalecer a oferta de crédito e renegociação de dívidas para <a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/25/microempreendedor-saiba-como-fazer-sua-inscricao-gratuitamente-no-mei" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microempreendedores Individuais (MEIs)</a> e micro e pequenas empresas, além de ampliar o crédito imobiliário para famílias de classe média e, em outra frente, incentivar investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa tem inspiração no programa Desenrola que, segundo o governo, já beneficiou mais de 14 milhões de pessoas e foi <a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/03/29/governo-confirma-prorrogacao-do-desenrola-ate-20-de-maio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prorrogado até o próximo dia 20 de maio</a>. O lançamento, com assinatura de uma Medida Provisória (MP), aconteceu em evento no Palácio do Planalto nesta segunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos criando as condições para, independentemente da quantidade, da origem social, do tamanho dos negócios, as pessoas tenham o direito de ter acesso ao sistema financeiro e conseguir crédito&#8221;, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no ato de lançamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça o Acredita</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro eixo do programa, chamado Acredita no Primeiro Passo, será voltado a microempreendedores inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/03/14/o-cadunico-tem-potencial-de-protecao-social-desperdicado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CadÚnico</a>), o que inclui&nbsp;trabalhadoras e trabalhadores informais; pequenos produtores rurais que acessam o&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/03/31/volta-do-paa-relembre-o-que-e-o-programa-e-como-ele-impacta-familias-brasileiras" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de Aquisição de Alimentos</a>&nbsp;(PAA) e o apoio ao programa Fomento Rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, estão previstos R$ 500 milhões em recursos para os investimentos. Esse valor será destinado às instituições financeiras de crédito para regularização de dívidas dos beneficiários da Faixa 1 do&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/10/09/desenrola-brasil-programa-pode-beneficiar-1-26-milhao-de-gauchos-endividados" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desenrola</a>.&nbsp;Haverá prioridade para famílias chefiadas por mulheres, que são maioria no Bolsa Família, e pelo menos metade das concessões de crédito devem ser dadas para elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, lembrou que 4,6 milhões de integrantes do CadÚnico já são MEIs, enquanto outros 14 milhões empreendem de maneira informal, com baixa renda. Esse eixo do programa se destina a esse grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Agora vamos apoiar estes e chegar a mais pessoas. Dar as mãos para superar a pobreza. Para que todos que queiram e possam empreender; e para que aqueles que já empreendem tenham novas oportunidades de crescer&#8221;, disse o ministro durante o lançamento da iniciativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desenrola Pequenos Negócios</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outra iniciativa que faz parte do Acredita é o Desenrola Pequenos Negócios, voltado para MEIs, microempresas e pequenas empresas com faturamento bruto anual até R$ 4,8 milhões e que estão inadimplentes em dívidas bancárias. Segundo dados da Serasa Experian, seriam cerca de 6,3 milhões de empresas nessa condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Desenrola Pequenos Negócios determina que, até o fim de 2024, os valores renegociados pelos bancos em dívidas de inadimplentes possam ser contabilizados para apuração do crédito presumido dos bancos entre 2025 e 2029. Em outras palavras, isso vai fazer com que as instituições bancárias tenham mais dinheiro para conceder empréstimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós acreditamos no empreendedorismo, acreditamos na economia brasileira, acreditamos em cada família que quer tirar o sonho do papel e abrir seu próprio negócio. Acreditamos no empreendedor individual e na pequena empresa que enfrenta desafios, prospera e gera empregos&#8221;, disse a presidente do Banco do Brasil (BB), Taciana Medeiros, no lançamento do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda no mesmo eixo, chamado de Acredita no Seu Negócio, foi confirmado o lançamento do Procred 360, que prevê estímulo ao crédito para MEIs e microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, com taxas de juros atrativas (Selic + 5% ao ano).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que participa da elaboração da iniciativa, determinou a expansão de linhas de crédito com apoio do Fundo de Aval para a Micro e Pequena Empresa (Fampe). A expectativa é oferecer mais de R$ 30 bilhões em créditos nos próximos três anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito Imobiliário</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma terceira frente apresentada nesta segunda-feira, o Acredita vai criar um novo mercado de crédito imobiliário. O objetivo é potencializar o setor da construção civil no país tendo como foco famílias de classe média que não têm acesso aos programas populares de habitação mas que, ao mesmo tempo, não conseguem ingressar no sistema tradicional de financiamento imobiliário com as taxas atuais praticadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Empresa Gestora de Ativos (Emgea), empresa pública federal, vai atuar para garantir que os bancos aumentem as concessões de crédito imobiliário em taxas acessíveis para esse público. Presente ao lançamento, o empresário Rubens Menin, presidente da construtora MRV, elogiou a iniciativa do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nossa opção é o Brasil. Todos estão comprometidos com o Brasil, cada um em sua praia, mas temos que remar juntos. Remar todos para o mesmo lado. Estou otimista, e acho esse programa muito bem feito&#8221;, destacou, criticando os&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/06/19/taxa-de-juros-e-banco-central-voce-sabe-o-que-e-e-para-que-eles-servem" target="_blank" rel="noreferrer noopener">juros altos</a>&nbsp;e as previsões equivocadas do mercado financeiro, que apostaram em crescimento da economia brasileira abaixo do esperado em 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eco Invest Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O último eixo do Acredita é chamado de Eco Invest Brasil, criado para incentivar investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis no país com soluções de proteção cambial, para fugir das oscilações no valor do real em relação ao dólar e outras moedas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo destaca que não haverá interferência no mercado de câmbio, e que o objetivo é alavancar recursos já disponíveis no país. Haverá oferta de linhas de crédito com custos competitivos para o financiamento parcial de projetos de investimentos ligados à transformação ecológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essas medidas amplas, cada uma tem uma fase de maturação. Todas vão se desenvolver a partir de hoje e vão ser entregues à medida que vão ficando prontas. Do mais simples, que está na rua amanhã, até o mais sofisticado, que vai levar um tempo de maturação&#8221;, destacou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que está acontecendo hoje não é apenas um novo anúncio de política de crédito. O que está acontecendo hoje é a demonstração de que voltamos a governar este país para tentar transformar este país em um país definitivamente desenvolvido&#8221;, complementou Lula.</p>
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		<item>
		<title>O recado do BB após melhor resultado do setor bancário: “Sabemos o que estamos fazendo”</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-recado-do-bb-apos-melhor-resultado-do-setor-bancario-sabemos-o-que-estamos-fazendo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 08:09:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[balanço]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro]]></category>
		<category><![CDATA[Rentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saldo Positivo]]></category>
		<category><![CDATA[Tarciana Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco do Brasil apresentou maior lucro e rentabilidade entre os pares O Banco do Brasil apresentou o melhor resultado do setor bancário no quarto trimestre de 2023, com lucro líquido de R$ 9,4 bilhões e rentabilidade de 21,6%. A liderança não é novidade: o BB foi o banco com melhor resultado do País em três [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Banco do Brasil apresentou maior lucro e rentabilidade entre os pares</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> apresentou o melhor resultado do setor bancário no quarto trimestre de 2023, com lucro líquido de R$ 9,4 bilhões e rentabilidade de 21,6%. A liderança não é novidade: o BB foi o banco com melhor resultado do País em três das quatro divulgações relativas ao ano passado – o Itaú, maior banco privado do Brasil, ficou à frente no terceiro trimestre do ano passado. Vale lembrar que, no acumulado do ano, o Itaú levou a melhor e ficou à frente por uma margem estreita, de R$ 56 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos o que estamos fazendo. Apesar de todo o descrédito que o mercado deu para o BB e para esta gestão, estamos entregando resultados e rentabilidade históricos”, defendeu Geovanne Tobias, vice-presidente de gestão financeira do banco, em coletiva para comentar os resultados do banco na última sexta-feira, 9/2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações do BB têm recomendação de compra pelas principais casas de análise, mas a top pick do setor para a maioria delas segue sendo o Itaú, que, sendo privado, não tem o risco de intervenção estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Banco do Brasil é uma empresa com uma estrutura de governança muito forte. O mercado pode esperar de nós em 2024 tudo o que não esperaram em 2023: a entrega do nosso guidance”, destacou Tarciana Medeiros, presidente do banco. O BB propôs um crescimento da carteira de crédito de 8% a 12% para 2024 e lucro líquido ajustado entre R$ 37 bilhões e R$ 40 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em crédito, o grande destaque do Banco do Brasil segue sendo o agronegócio, que representa um terço da carteira. Houve um crescimento de 10,3% da carteira total em 2023, para R$ 1,10 trilhão, enquanto o agro teve avanço de 14,7%, para R$ 355,3 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após anos de muita força para o agronegócio, a expectativa é de normalização este ano, com um crescimento da carteira de crédito do segmento entre 11% e 15%. “O agro será normalizado, então não devemos ter um crescimento tão grande de margem quanto em 2023. A inadimplência também está se acomodando para uma média histórica após ficar nas mínimas”, acrescentou Tobias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inadimplência com atrasos acima de 90 dias do agro foi de 0,96%, alta de 0,25 ponto percentual em três meses. Por sua vez, o índice de inadimplência geral da carteira foi de 2,92% avanço de 0,3 p.p. em um ano, e de 0,1 p.p. em três meses.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Balanço positivo e queda de ações?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do saldo final positivo, as ações do BB operam em queda próxima de 2% por volta de 12h na sexta-feira, 9/2. Os analistas avaliaram que o balanço do banco estatal tem alguns desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um deles é que a linha final do balanço foi impactada positivamente pelo resultado da tesouraria, que foi beneficiada por um evento pontual: a maxidesvalorização do câmbio na Argentina e seu efeito sobre o Banco Patagônia, controlado pelo BB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, houve um aumento relevante na provisão para devedores duvidosos (PDD), que subiu 82,3% em base anual, para R$ 30,5 bilhões, de olho em um agravamento de alguns casos pontuais no atacado. O banco não divulga os nomes das empresas que receberam o reforço adicional de provisões, mas a Gol, em recuperação judicial, tem sido um ponto de atenção para os bancos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, a expectativa era por uma reação positiva. “O Banco do Brasil publicou um guidance construtivo para 2024. Embora as tendências operacionais tenham sido mais fracas, o aumento de dividendos e guidance sólido provavelmente serão recebidos positivamente. Mantemos recomendação de compra”, escreveram, em relatório, os analistas do Goldman Sachs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com os resultados, o BB anunciou um aumento do payout (percentual de distribuição em relação ao lucro) de 40% para 45% &#8212; um dos pontos mais positivos do resultado na visão dos analistas. O banco irá pagar R$ 2,38 bilhões em proventos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com ventos favoráveis para a lucratividade do BB, reiteramos nossa recomendação de compra. O banco estatal continua a ser negociado com desconto, apesar do desempenho superior a seus pares”, escreveram os analistas da Genial Investimentos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><em>#SeLiga</em> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-anuncia-para-1o-de-marco-pagamento-da-plr/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-anuncia-para-1o-de-marco-pagamento-da-plr/">BB anuncia para 1º de março pagamento da PLR</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Lucro da Caixa sobe 3,2% e atinge R$ 4,5 bilhões no primeiro semestre</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lucro-da-caixa-sobe-32-e-atinge-r-45-bilhoes-no-primeiro-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 08:39:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Rentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Saldo de crédito imobiliário aumenta 15% em 12 meses Principal banco no crédito imobiliário no país, a Caixa Econômica Federal fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 4,5 bilhões, resultado 3,2% maior que nos seis primeiros meses do ano passado. Apenas no segundo trimestre (abril a junho), a instituição lucrou R$ 2,6 bilhões, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Saldo de crédito imobiliário aumenta 15% em 12 meses</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Principal banco no crédito imobiliário no país, a Caixa Econômica Federal fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 4,5 bilhões, resultado 3,2% maior que nos seis primeiros meses do ano passado. Apenas no segundo trimestre (abril a junho), a instituição lucrou R$ 2,6 bilhões, com alta de 40,9% sobre o mesmo período de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números constam de balanço divulgado pela Caixa na noite desta quarta-feira (16). A carteira de crédito total da instituição encerrou junho em R$ 1,062 trilhão, com alta de 14,4% em 12 meses. Em relação à concessão de créditos, o banco emprestou R$ 259,1 bilhões no primeiro semestre, alta de 8,5% em relação ao mesmo período de 2022. No segundo trimestre, os empréstimos somaram R$ 132,5 bilhões, com alta de 1,9% na mesma comparação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do saldo total de crédito, R$ 682,8 bilhões correspondem ao crédito imobiliário, principal segmento do banco, com crescimento de 15% em relação a junho do ano passado. A concessão de financiamentos imobiliários somou R$ 85,4 bilhões nos seis primeiros meses do ano, somando os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS). O valor representa alta de 14% sobre o mesmo período de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro semestre, a Caixa respondeu por 67,5% dos financiamentos imobiliários em todo o país. No Programa Minha Casa, Minha Vida, destinado a famílias de renda mais baixa, o banco concentra 99% de participação no mercado. Segundo a Caixa, o crédito imobiliário beneficiou 1,3 milhão de pessoas com a casa própria na primeira metade do ano e contribuiu para a criação de 581,1 mil empregos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Demais linhas de crédito</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às demais linhas de crédito, o crédito ao agronegócio encerrou o primeiro semestre com saldo de R$ 49,4 bilhões (+60,5%), o estoque de crédito consignado atingiu R$ 102,8 bilhões (+13,5%) e o saldo de crédito para infraestrutura somou R$ 98,5 bilhões (+5,3%) no fim de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segmento de crédito comercial para pessoas físicas registrou saldo de R$ 126 bilhões, com contratações de R$ 51 bilhões no semestre. Houve crescimento de 21% nos financiamentos de cartões de crédito, de 11,8% no penhor e 8,3% no crédito rotativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segmento de pessoas jurídicas totalizou saldo de R$ 89 bilhões, dos quais as linhas de capital de giro somaram R$ 77 bilhões, com contratações de 35,6 bilhões no semestre. Os maiores crescimentos foram registrados nas linhas de cartão de crédito (+66,9%), capital de giro (+41,6%), e crédito rotativo (+28%).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Receitas e despesas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro semestre, as receitas com prestação de serviços alcançaram R$ 12,5 bilhões, alta de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. Os destaques foram o aumento de 29,1% em produtos de seguridade, de 6,5% em receitas de cartões de débito e crédito e 5,4% nos serviços prestados para o governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As despesas administrativas (despesas de pessoal e outras despesas administrativas) totalizaram R$ 19,8 bilhões. O valor representa alta de 10,5% em relação aos seis primeiros meses de 2022.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inadimplência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As operações com mais de 90 dias de atraso subiram de 1,73% no primeiro semestre de 2022 para 2,71% no mesmo período deste ano. Segundo a Caixa, o indicador poderia ter ficado em 2,46%, não fosse o impacto de um caso específico. O banco não informou se esse caso diz respeito ao consignado do auxílio emergencial, concedido em outubro do ano passado e cuja inadimplência continua neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerado apenas o crédito imobiliário, o índice de operações com mais de 90 dias de atraso ficou em 2,1%. A Caixa ressalta que 95% dos financiamentos do setor têm nota entre AA e C, o que indica ausência de calote, embora notas B e C indiquem risco de inadimplência.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco do Brasil paga PLR no dia 27/2</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-paga-plr-no-dia-27-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[Distribuição aos trabalhadores corresponderá a 4% do lucro líquido semestral além dos módulos bônus e Fenaban Os trabalhadores do Banco do Brasil receber&#227;o a Participa&#231;&#227;o nos Lucros e Resultados (PLR) no dia 27 de fevereiro. A informa&#231;&#227;o foi dada pela empresa nesta quarta (11), quando tamb&#233;m foi divulgado o balan&#231;o da institui&#231;&#227;o. O BB registrou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Distribuição aos trabalhadores corresponderá a 4% do lucro líquido semestral além dos módulos bônus e Fenaban</p>
<p>Os trabalhadores do Banco do Brasil receber&atilde;o a Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR) no dia 27 de fevereiro. A informa&ccedil;&atilde;o foi dada pela empresa nesta quarta (11), quando tamb&eacute;m foi divulgado o balan&ccedil;o da institui&ccedil;&atilde;o. O BB registrou lucro l&iacute;quido de R$ 3 bilh&otilde;es no quarto trimestre de 2014.&nbsp;<a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=detalhes&amp;id_titulo=2&amp;id=4663" target="_blank">O lucro total do ano passado foi de R$ 11,246 bilh&otilde;es.</a></p>
<p>Para regra estabelecida no acordo aditivo &agrave; Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) a PLR ser&aacute; composta pela distribui&ccedil;&atilde;o linear entre todos os funcion&aacute;rios de 4% do lucro l&iacute;quido ajustado (R$ 5, 905 bilh&otilde;es) do segundo semestre de 2014, al&eacute;m do pagamento dos m&oacute;dulos Fenaban &ndash; 45% do sal&aacute;rio paradigma mais um valor fixo &ndash; e b&ocirc;nus &ndash; que depende do resultado do programas Sinergia, para ag&ecirc;ncia, e ATB, para departamentos.</p>
<p>Fonte: Com informações do SEEB SP</p>
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