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	<title>covid &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>covid &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancários e Fenaban debatem epidemia de Dengue, Covid-19 e combate ao assédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 18:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes dos bancos se comprometeram a trazer respostas para as reivindicações Foi realizada na quinta-feira 14, em São Paulo, reunião da mesa bipartite de saúde entre o Comando Nacional dos Bancários, através do Coletivo Nacional de Saúde, e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Entre os principais temas debatidos estiveram: aumento dos casos de dengue; [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9a57a510738d02cd7fc23c9b1ad6f925">Representantes dos bancos se comprometeram a trazer respostas para as reivindicações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Foi realizada na quinta-feira 14, em São Paulo, reunião da mesa bipartite de saúde entre o Comando Nacional dos Bancários, através do Coletivo Nacional de Saúde, e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Entre os principais temas debatidos estiveram: aumento dos casos de dengue; Covid-19; e proposta de alteração na Cláusula 61 da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), sobre assédio moral e discriminação nas relações de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dengue e Covid-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O início da reunião foi marcado pelo debate sobre a epidemia de dengue no país. A representação dos bancários cobrou dos bancos a divulgação de protocolos de prevenção e ação não somente em relação a dengue, como também para outras doenças respiratórias como, por exemplo, a Covid-19 e a Gripe, de forma a assegurar ambientes de trabalho saudáveis e evitar a proliferação de doenças.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Combate ao assédio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Coletivo Nacional de Saúde também apresentou proposta de mudanças na cláusula 61 da CCT, que versa sobre assédio moral e discriminação nas relações de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os ajustes propostos, está a mudança do nome da cláusula para “Mecanismos de enfrentamento ao assédio e discriminação nas relações de trabalho”; e que a cláusula seja parte da CCT, de caráter obrigatório, e não inserida em acordo aditivo e facultativa para cada banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos bancários definiu cinco prioridades para atualização da cláusula 61: garantia de sigilo absoluto da identidade do denunciante e denunciado; redução do prazo de apuração e resposta; participação dos sindicatos em todo o processo, inclusive na apuração; campanhas de prevenção; e formação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fenaban se comprometeu a, na próxima reunião da mesa bipartite, trazer respostas para as reivindicações, além de apresentar um fluxo de acolhimento para trabalhadores adoecidos, reivindicação já feita pela representação dos bancários em outras oportunidades.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PCMSO</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Coletivo Nacional de Saúde cobrou ainda uma rodada de negociação sobre o PCMSO, visando à prevenção e contenção de riscos nos ambientes de trabalho bancários.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Próxima reunião</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima reunião da mesa bipartite de saúde ficou agendada para o dia 11 de abril.</p>
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		<item>
		<title>Fiocruz: baixo percentual de vacinação provoca alta de internações por covid -19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fiocruz-baixo-percentual-de-vacinacao-provoca-alta-de-internacoes-por-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 14:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumenta internação por covid]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa Vacinação nas crianças]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim da Fiocruz tem como referência o período de 19 a 25 de março, e informa que houve crescimento dos casos de Covid e também aponta para internação de crianças com infecções associadas às vias respiratórias O aumento expressivo no número de internações de crianças por vírus associados às vias respiratórias em 15 estados brasileiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Boletim da Fiocruz tem como referência o período de 19 a 25 de março, e informa que houve crescimento dos casos de Covid e também aponta para internação de crianças com infecções associadas às vias respiratórias</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento expressivo no número de internações de crianças por vírus associados às vias respiratórias em 15 estados brasileiros foi o destaque do boletim InfoGripe que a Fiocruz divulgou na última terça-feira (4).&nbsp;Nos adultos, a preocupação continua sendo o crescimento de internações por covid-19, com risco muito maior para aqueles&nbsp;em atraso com a vacinação ou que sequer tomaram a primeira dose da vacina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim da Fiocruz tem como referência o período de 19 a 25 de março e informa que houve crescimento de casos de covid em todas as faixas etárias na Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em São Paulo. Já no Amapá, Espirito Santo, Maranhão, Sergipe&nbsp;e no Tocantins, até o momento analisado, o aumento é de infecções respiratórias e&nbsp;está concentrado fundamentalmente nas crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recomendações&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do atual quadro da população infantil, o pesquisador e coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, recomenda que, se a criança estiver com sinal de infecção respiratória, o ideal é não a enviar para a escola ou creche. &#8220;Assim, podemos tentar frear a disseminação de vírus respiratórios em crianças&#8221;. Gomes sublinha ainda que, até o hoje, o país registra um percentual muito grande de crianças que não foram vacinadas contra a covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por isso, é importante que os responsáveis lembrem que, por mais que a covid-19 afete com maior intensidade a população adulta, os pequenos não vacinados também correm um risco importante. Então, a melhor forma de proteger é tomar vacina e usar boas máscaras, especialmente, quem está com sinal de infecção respiratória ou quem vive com alguém que faz parte do grupo de risco&#8221;, reforça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise aponta indícios de crescimento de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de longo prazo (últimas 6 semanas) e de curto prazo (últimas 3 semanas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dezenove estados apresentam aumento na tendência de longo prazo: Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Em Rondônia e Roraima, o indício de SRAG ainda é compatível com oscilação em período de baixa atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Capitais</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as capitais, 17 têm sinal de crescimento de SRAG: Aracaju (SE), Belém (PA), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos com o resultado positivo para vírus respiratórios foi de 3,3% para influenza A; 3,7% para influenza B; 36,2% para VSR; e 46,2% para Sars-CoV-2 (covid-19). Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 4,6% para influenza A; 3,6% para influenza B; 6,1% para VSR; e 82,7% para Sars-CoV-2 (covid-19).&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil ultrapassa 700 mil mortos pela covid-19. ‘Nada justifica’, afirma ministra</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-ultrapassa-700-mil-mortos-pela-covid-19-nada-justifica-afirma-ministra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 13:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[700 mil mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro genocida]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
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					<description><![CDATA[Vacinas reduziram drasticamente as mortes e casos de covid-19. Contudo, cientistas apontam que fator Bolsonaro levou ao cenário desastroso O Brasil ultrapassou oficialmente nesta terça-feira (28) a marca de&#160;700 mil mortos pela covid-19. Influenciam este número a ausência de resposta do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a negação da ciência por seu grupo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Vacinas reduziram drasticamente as mortes e casos de covid-19. Contudo, cientistas apontam que fator Bolsonaro levou ao cenário desastroso</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil ultrapassou oficialmente nesta terça-feira (28) a marca de&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/brasil-amplia-vacinacao-marca-700-mil-mortes-covid/?swcfpc=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">700 mil mortos pela covid-19</a>. Influenciam este número a ausência de resposta do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a negação da ciência por seu grupo político.&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/brasil-3-anos-primeiro-caso-covid-700-mil-mortes-nenhum-condenado/?swcfpc=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dos 700 mil, 693 mil morreram durante seu governo</a>. O país ultrapassa a marca de três anos após o início do surto. De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (<a href="https://www.conass.org.br/painelconasscovid19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conass</a>), o número preciso de vítimas é de 700.329.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o fim do governo Bolsonaro, o Brasil era o segundo país com mais mortes no mundo; agora ocupa a quinta posição. Isso sendo que o país é o 11º em termos de tamanho populacional. Hoje, o cenário está parcialmente sob controle. As vacinas, rejeitadas e atacadas por bolsonaristas, reduziram drasticamente as mortes e casos graves da doença. Agora, para seguir no caminho para cessar a crise da covid-19, autoridades pedem que todos se vacinem com as devidas doses de reforço; em especial com os imunizantes bivalentes, mais modernos, que conferem maior grau de proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Graças às vacinas, além da drástica redução da mortalidade, o perfil dos pacientes mais graves mudou. De acordo com levantamento Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (<a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/11-fiocruz-informa-que-casos-de-srag-por-covid-19-avancam-no-brasil/&amp;utm_smid=10482046-1-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fiocruz</a>), divulgado ontem (27), os alvos mais problemáticos da covid-19 são os mais velhos (acima de 80 anos) e imunossuprimidos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também pede atenção especial a estes grupos. Hoje, a entidade emitiu um comunicado para pedir aos países que priorizem doses de reforço para esta população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o relatório, a vacinação é chave para entender a redução das mortes. Pessoas com todas as doses de reforço apresentam, hoje, mortalidade três vezes menor do que aqueles sem imunizantes, ou com atraso.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Poderia ser evitado </h4>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Infogripe, Marcelo Gomes, argumenta que as mortes poderiam ser muito menores. São as mortes evitáveis. Isso, se o Brasil tivesse, durante os piores dias da pandemia, adotado uma postura de responsabilidade científica. “Poderíamos<strong>, </strong>por exemplo, ter tido uma vacinação mais rápida e efetiva, com comunicação mais adequada com a população, sem discussão desnecessária e ruídos que trouxeram dúvidas e levaram pessoas a não se vacinarem”, argumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão de Gomes é reforçada pela comunidade científica. Enquanto o mundo corria para vacinar a população, Bolsonaro dizia que os imunizantes transformariam “pessoas em jacarés”. Ele chegou a levantar a possibilidade da transmissão de HIV pelas vacinas. Além disso, desprezou as mortes. Disse que “não era coveiro” para comentar o descontrole. “E daí?” completou em resposta a jornalistas, quando questionado sobre mortos. Ele ainda incentivou e promoveu, pessoalmente, aglomerações. Chegou a retirar a máscara de uma criança em meio a um comício, enquanto morriam 3 mil pessoas por dia em razão do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do descaso, a CPI da Covid conseguiu evitar que o governo assinasse um contrato fraudulento, com superfaturamento em vacinas indianas. Com todo esse cenário caótico em desenvolvimento, Bolsonaro adotou um discurso messiânico de incentivar o uso indiscriminado de vermífugos contra o vírus da covid; cloroquina e ivermectina.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nada justifica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que o Brasil “não pode esquecer” do que houve durante os piores dias da pandemia. Em nota enviada à&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2023/03/ministerio-da-saude-anunciara-700-mil-mortes-por-covid-no-brasil.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coluna da jornalista Mônica Bergamo</a>, da<em>&nbsp;Folha de S.Paulo</em>, Nísia disse que “essa lembrança tem que nos alimentar na reparação da dor, porque precisamos fazer isso, mas, ao mesmo tempo, na união pelo futuro. Estamos unidos hoje pela vacinação, a vacina salva vidas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a ministra, não é aceitável o que aconteceu no país. “Claro que, no mundo todo, houve dificuldade nos momentos iniciais, mas nada justifica que um país que é o 11º no mundo em termos de tamanho da população, tenha sido o quinto em número de mortes. Nada justifica isso.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil começa a aplicar vacinas bivalentes contra a covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-comeca-a-aplicar-vacinas-bivalentes-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 12:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[vacina bivalente]]></category>
		<category><![CDATA[vacina da covid]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo federal distribuiu 19 milhões de doses das vacinas bivalentes. Elas são mais potentes, especialmente contra a variante ômicron. Campanha será aberta nesta segunda-feira O Brasil começa a aplicar na segunda-feira (27) as vacinas bivalentes contra a covid-19. O Ministério da Saúde já distribuiu 19 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. Após [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Governo federal distribuiu 19 milhões de doses das vacinas bivalentes. Elas são mais potentes, especialmente contra a variante ômicron. Campanha será aberta nesta segunda-feira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil começa a aplicar na segunda-feira (27) as vacinas bivalentes contra a covid-19. O Ministério da Saúde já distribuiu 19 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. Após a gestão anterior, do presidente Jair Bolsonaro (PL), ignorar estes imunizantes, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) correu para garantir a distribuição. As vacinas bivalentes são mais modernas, preparadas com uma tecnologia específica para a variante ômicron do coronavírus, bem como suas subvariantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao menos por enquanto, são dois imunizantes bivalentes que circularão no Brasil. Ambos da Pfizer. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também avalia a possibilidade da aplicação de uma outra, da farmacêutica Moderna. A autorização da agência para o uso das vacinas da Pfizer veio em novembro do ano passado. Contudo, o governo federal não agiu para distribuí-las. Cientistas consideram este o último ato de negacionismo bolsonarista antes dele sair perdedor nas urnas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, as vacinas bivalentes serão aplicadas em grupos prioritários. São eles, pessoas com mais de 70 anos; aquelas que vivem em instituições de longa permanência ou trabalham nesses locais; os imunocomprometidos; indígenas e ribeirinhos com mais de 12 anos. Também é importante ressaltar que esta vacina é um reforço. Ou seja, para recebê-las, é necessário a pessoa já ser vacinada com as doses do esquema padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Públicos-alvo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para quem é recomendada a bivalente? Só como reforço. Para pessoas que foram plenamente vacinadas com o esquema primário que, em geral, são duas doses ou dose única. Mesmo para aquelas que já fizeram a terceira e a quarta doses, dois reforços”, explica o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha. “Essas pessoas que têm essa vacinação já feita, desde que tenham se passado quatro meses da última dose, podem receber a bivalente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros grupos prioritários serão incluídos aos poucos no esquema. Em março, a partir do dia 6, começa a vacinação daqueles entre 60 e 69 anos. Também das grávidas ou puérperas, que foram mães há pouco tempo, a partir do dia 20. Então, depois de 17 de abril, para os trabalhadores de saúde, pessoas acima de 12 anos com deficiência permanente, a população privada de liberdade ou adolescentes cumprindo medidas socioeducativa e os funcionários desses locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério reforça que as vacinas monovalentes contra a covid-19 seguem disponíveis em unidades básicas de Saúde (UBS) para a população em geral e são classificadas como “altamente eficazes contra a doença”, garantindo grau elevado de imunidade e evitando casos leves, graves e óbitos pela doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A aplicação da bivalente não significa que as vacinas monovalentes não continuam protegendo. Elas continuam protegendo, mesmo para a variante Ômicron, mas, claro, tendo a possibilidade de uma vacina desenhada mais especificamente para a variante circulante, a tendência é termos melhor resposta.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dominante no mundo, nova variante mais contagiosa da Covid chega ao Brasil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/dominante-no-mundo-nova-variante-mais-contagiosa-da-covid-chega-ao-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 11:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepa XBB.1.5]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[nova variante da covid]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Saúde de SP destacou que mantém o monitoramento do cenário epidemiológico em todo o território estadual e OMS afirma que não há indicação de que nova cepa XBB.1.5 seja a mais perigosa A nova variante da Covid-19 e mais contagiosa do que todas as outras, que já preocupava e já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">A Secretaria de Estado da Saúde de SP destacou que mantém o monitoramento do cenário epidemiológico em todo o território estadual e OMS afirma que não há indicação de que nova cepa XBB.1.5 seja a mais perigosa</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova variante da Covid-19 e mais contagiosa do que todas as outras, que já preocupava e já era dominante em diversos países do mundo, como Reino Unido e Estados Unidos, chegou ao Brasil. A Rede de Saúde Integrada Dasa identificou o primeiro caso da XBB.1.5, ramificação da variante ômicron do vírus C, em uma paciente de 54 anos de Indaiatuba, interior de São Paulo. Autoridades de saúde acreditam que a nova variante já tenha se espalhado pelo estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coleta da amostra ocorreu em novembro de 2022 e, segundo a assessoria da instituição, a Vigilância Sanitária Estadual de São Paulo foi notificada nesta quinta-feira (5) sobre o caso. Em nota, a instituição afirmou que a coleta foi feita em um dos laboratórios da rede e justificou a demora explicando que entre a coleta e a comunicação é preciso fazer o sequenciamento genético das amostras e isso demanda tempo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cepa XBB.1.5 foi detectada pela primeira vez em Nova Iorque e Connecticut, nos Estados Unidos, no final de outubro, de acordo com o GISAID (organização que oferece acesso aberto a dados genômicos dos vírus influenza e do coronavírus responsáveis pela pandemia de COVID-19), num esforço global para catalogar e rastrear variantes do coronavírus. Pesquisas indicam que os sintomas são semelhantes aos das cepas anteriores e que a maioria das pessoas infectadas apresentam sintomas semelhantes aos do resfriado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que a XBB.1.5 tem uma &#8220;vantagem de crescimento&#8221; sobre outras subvariantes vistas até agora. Mas a OMS disse que não há indicação de que ela seja mais grave ou prejudicial do que as variantes anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, David Heymann, disse ao G1 que é improvável que a subvariante cause grandes problemas em países com altos níveis de vacinação. Sua preocupação é com países como a China, onde havia baixa aceitação de vacinas e pouca imunidade natural por causa de lockdowns prolongados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Covid no Brasil está em queda</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, nas últimas 24 horas o país teve 183 mortes pela covid-19 e o Brasil atingiu nesta quinta-feira (5) a média móvel de 120 e voltou a apresentar queda após 50 dias entre alta e estabilidade no índice. A variação na média móvel de mortes é de -22% em comparação com 14 dias atrás.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas regiões do país acompanham a tendência nacional de queda na média móvel de mortes: Nordeste (-48%) e Sudeste (-29%). Já outras duas regiões registram alta: Centro-Oeste (16%) e Norte (69%). Por outro lado, o Sul tem estabilidade de 5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Acre, o Amazonas, o Distrito Federal, Roraima e Sergipe não registraram mortes. O Maranhão, o Piauí e o Tocantins não atualizaram casos e mortes e Mato Grosso do Sul atualiza casos e mortes apenas às terças. Desde o início da pandemia foram 694.625 mortes causadas pela doença.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a vacinação, o país já tem 84,98% da população com a primeira dose e 80,36% dos brasileiros com duas doses ou uma dose da vacina da Janssen. Até o momento, 107.603.990 pessoas já tomaram a terceira dose, e 39.382.676, a quarta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às crianças, foram aplicadas 14.997.849 primeiras doses (56,76%) na faixa etária de 3 a 11 anos e 10.417.300 segundas doses (39,42%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Surto de Covid e falta de transparência na China</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde dezembro a China enfrenta um novo surto de Covid, após encerrar rígidas restrições para controlar o vírus no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Comissão Nacional de Saúde do país (NHC em inglês), calcula-se que até 248 milhões de pessoas, ou cerca de 18% da população chinesa, tenham sido infectadas pelo coronavírus nos primeiros 20 dias do último mês do ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população chinesa tem utilizado testes rápidos de antígeno para detectar o vírus e não são obrigados a relatar os resultados positivos. Além disso, o governo parou de publicar o número diário de casos assintomáticos. Nesse contexto, cada vez mais países se preocupam com a falta de informação e de transparência sobre a situação real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a China tenha lançado suas primeiras vacinas Covid em 2021, as taxas de vacinação entre pessoas com 60 anos ou mais mudaram pouco desde meados deste ano, segundo dados oficiais. Apenas 66,4% das pessoas com mais de 80 anos concluíram o esquema completo de vacinação, disse a agência oficial Xinhua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&#8220;A China precisa compartilhar informações clínicas sobre pessoas infectadas para ver como a variante se comporta em uma população não imune&#8221;, afirma o professor Heymann.</p>
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		<title>Vacinação contra a Covid é ampliada para crianças de 6 meses a 4 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/vacinacao-contra-a-covid-e-ampliada-para-criancas-de-6-meses-a-4-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 12:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pfizer]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, vacinação contra a covid com a ‘Pfizer Baby’ só é feita em crianças com idade entre 6 meses e 2 anos que possuem comorbidades O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (27) a ampliação do uso da vacinação contra a covid-19 em bebês de 6 meses e a crianças de 4 anos e 11 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Atualmente, vacinação contra a covid com a ‘Pfizer Baby’ só é feita em crianças com idade entre 6 meses e 2 anos que possuem comorbidades</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (27) a ampliação do uso da vacinação contra a covid-19 em bebês de 6 meses e a crianças de 4 anos e 11 meses de idade, utilizando imunizante da Pfizer. A recomendação foi publicada em nota técnica da pasta assinada no dia 23 pela coordenação do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Até essa nova decisão, o governo federal havia distribuído as primeiras doses da chamada “Pfizer Baby” apenas para crianças de 6 meses a 2 anos e 11 meses que tivessem alguma comorbidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em setembro para todas as crianças entre 6 meses e 4 anos e 11 meses, sem restrição de aplicação. Desta forma, o ministério segue a recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), que no início de dezembro deu parecer favorável à vacina contra a covid para todas as crianças de 6 meses a 4 anos, com ou sem comorbidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação da vacinação infantil contra a covid deverá ser feita de forma gradual.&nbsp; No caso das crianças sem condições pré-existentes, a aplicação seguirá a ordem:</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Crianças de 6 meses a menores de 1 ano;<br>-Crianças de 1 a 2 anos;<br>-Crianças com 3 anos;<br>-Crianças com 4 anos de idade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Mudanças no intervalo entre doses</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A recomendação do&nbsp;Ministério da Saúde&nbsp;traz também uma nova escala do intervalo entre a aplicação das doses.&nbsp;A partir de agora, as&nbsp;duas primeiras doses&nbsp;serão aplicadas com um intervalo de&nbsp;quatro semanas&nbsp;e não de três semanas, como propõe a Pfizer. A&nbsp;terceira dose&nbsp;deve ser aplicada pelo menos&nbsp;oito semanas&nbsp;após a segunda. Segundo o governo, “questões operacionais da vacinação” são a justificativa para a mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina da Pfizer destinada para crianças de 6 meses a 4 anos é apresentada em frasco com a tampa na cor vinho. Já o imunizante para crianças de 5 a 11 anos tem a tampa laranja e a aplicada a partir dos 12 anos, na cor roxa.</p>
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		<title>Adiada reunião entre Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/adiada-reuniao-entre-comando-nacional-dos-bancarios-e-a-fenaban/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião sobre realização de testes de Covid-19 em todos os bancários do país será realizada na terça-feira (30) A reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), para debater a realização de exames de Covid-19 em todos os bancários do Brasil, que aconteceria nesta sexta-feira (26) foi adiada para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reunião sobre realização de testes de Covid-19 em todos os bancários do país será realizada na terça-feira (30)</p>
<p></p>
<p>A reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), para debater a realização de exames de Covid-19 em todos os bancários do Brasil, que aconteceria nesta sexta-feira (26) foi adiada para a próxima terça-feira (30) e será realizada por videoconferência.</p>
<p> </p>
<p>A reunião foi convocada após decisão favorável da Seção Especializada de Dissídios Coletivos do Tribunal à Ação Civil Pública, ajuizada pelo Sindicato dos Bancários de Guaratinguetá, com pedido de antecipação de tutela junto à Vara do Trabalho de Guaratinguetá pleiteando a concessão de medida liminar para a realização de exames nos bancários de sua base territorial, além dos funcionários terceirizados das agências bancárias e que testaram positivo para a doença ou que se afastarem por suspeita, como forma de evitar a contaminação e disseminação entre os demais funcionários e clientes.</p>
<p> </p>
<p>A decisão contempla toda a categoria em âmbito nacional, mas está temporariamente suspensa devido a uma liminar interposta pelo banco Santander.</p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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